domingo, 20 de agosto de 2006

Combatendo a Cleptocracia

Edição de Artigos de Domingo do Alerta Total: http://alertatotal.blogspot.com/

Por Jorge Serrão

O crime organizado é a sinistra associação objetiva de criminosos formais de toda a espécie com membros dos poderes estatais, para a prática de ações delituosas. Os bandidos utilizam a corrupção sobre as instituições republicanas como o principal meio para atingir seus fins. O crime não se organiza sem a participação do Estado. Por isso, principalmente no Brasil, mas também em outras nações, podemos ironizar que estamos vivendo em um “Estado Cleptocrático sem Direito”.

Em sua origem grega, a palavra Cleptocracia, significa, literalmente, "Estado governado por ladrões". Na Cleptocracia, não existe Democracia, que é definida como “a segurança do Direito”. Neste regime, impera a injustiça. Institui-se o legítimo “direito de roubar”, que é a negação de qualquer Direito. Na conjuntura cleptocrática, o poder Judiciário se transforma, na melhor hipótese, em agente inconsciente da legitimação do crime organizado, em parceria com os poderes Executivo e Legislativo. “Se gritar: pega ladrão... Não fica um, meu irmão” – como bem descreve o famoso sambinha.

Conceitualmente, o governo do crime organizado ocorre quando uma nação deixa de ser governada por um Estado de Direito imparcial, com segurança, e passa a ser governada pelo poder discricionário de pessoas que tomaram o poder político nos diversos níveis. Estes agentes conscientes do crime conseguem transformar seu poder político em valor econômico. Atinge-se o estágio cleptocrático do Estado, quando a maior parte do sistema público governamental é subjugada por sujeitos que praticam a corrupção política, nos apodrecidos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Na cleptocracia, o Estado funciona como uma máquina para a extração ilegal de renda da sociedade. Os mecanismos jurídicos e institucionais – como a Lei de Licitações, por exemplo – cumprem este papel criminoso. A corrupção se legitima como uma tática de negócio na relação entre o Estado e as empresas prestadoras de serviço ou fornecedoras de bens. Tanto que a corrupção chega até a ser “contabilizada legalmente”, como ocorreu no escândalo da máfia das ambulâncias vendidas a preços superfaturados, em que a Planam registrou o nome de cada político que beneficiou.

A classe política é o principal agente consciente do crime organizado. Infelizmente vivemos no País em que cerca de 22% de nossos parlamentares - aqueles que têm a responsabilidade de elaborar as Leis - estão envolvidos em crimes, alguns graves como corrupção, extorsão, formação de quadrilha e até assassinato. No Brasil, o cargo eletivo virou esconderijo de malfeitores, de foras-da-lei, com raras exceções.

Nossos vereadores, deputados e senadores conseguem a mágica capitalista de ampliar seu patrimônio, e, taxas de 40 a 100%, em apenas quatro anos de legislatura. Mesma variação patrimonial ocorre com alguns membros do Executivo, seus parentes ou “laranjas” escalados para esconder o que roubaram enquanto estiveram nos governos. Aqui inventaram o “mensalão”. Tecnicamente, este foi o apelido dado à propina periódica paga a políticos ou aliados de um governo. É a corrupção resultante de participações nas negociatas de empresas que prestam serviços ou vendem produtos para o poder Estatal.

Poderíamos até parodiar o famoso Hino da Internacional Socialista para descrever como a cleptocracia funciona. O crime do bandido rico a lei o cobre. O Estado esmaga o oprimido. Não há direito para o pobre. Ao bandido rico tudo é permitido. E como o bandido enriquece cada vez mais, a corrupção (que é um efeito, e não uma causa por si mesma) se institucionaliza. Eis por que é perda de tempo combater a corrupção. Quem reclama já perdeu. O problema da corrupção não tem solução. Do contrário, não seria chamado de “problema”.

A solução é mudar o foco da discussão. Debater a corrupção e seus efeitos é enxugar gelo no deserto do Saara ao sol de meio-dia. A sociedade brasileira esclarecida - que não vive em conluio com o crime e nem depende dele economicamente para progredir (embora sofra, a todo momento, os efeitos dos ceptocratas nos podres poderes republicanos) - precisa manifestar sua vontade pública de instituir mecanismos de controle social das instituições. Não se trata de nomear “comissariados do povo”, com modelo corrupto e facistóide.

A solução é instituir um sistema público de corregedorias para os órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário (principalmente este poder, que acaba sendo o legitimador do Estado Cleptocrático, com seus membros agindo de modo consciente ou inconsciente). As corregedorias seriam formadas por cidadãos eleitos, periodicamente, escolhidos entre os eleitores, e com uma mínima capacidade técnica de cumprir o papel de fiscalizar e prestar contas, socialmente, do que é alvo das “auditorias permamentes”. O princípio básico é que nenhum poder pode ser um justo e perfeito fiscal de si mesmo.

Junto com a criação das corregedorias, o Brasil precisa de uma consolidação de nosso sistema legal. O Brasil tem lei para toda obra. Só que existem tantas leis para tratar da mesma coisa que muitas delas conflitam com outras, o que dificulta o trabalho do aplicador honesto da lei. Já o aplicador oportunista ou desonesto da lei faz a festa da ilegalidade e da insegurança do direito, contando com os agentes conscientes ou inconscientes do Judiciário. Nossa constituição, emendada e remendada por mais de 50 emendas, tem a maioria de seus artigos sem regulamentação.

Essa confusão legal interessa ao governo do crime organizado. Onde a lei não se aplica, por qualquer motivo, reinam a ilegalidade e a impunidade. Um antigo aforismo deixa bem claro: “Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito”. Como respeito é bom, e a gente gosta, os cidadãos esclarecidos precisam mudar este quadro imediatamente. Precisamos instituir a Segurança do Direito, que é a verdadeira Democracia, no Brasil. Já está passando da hora de combater o governo do crime organizado.

Jorge Serrão, jornalista radialista e publicitário, é Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. http://alertatotal.blogspot.com e http://podcast.br.inter.net/podcast/alertatotal

2 comentários:

Anônimo disse...

LA VERDAD SOBRE EL VUELO DE GARCÍA LINERA II


INFORME DEL DEPARTAMENTO DE ESTADO (EEUU)
SOBRE EL EJÉRCITO GUERRILLERO TÚPAC KATARI


Como ya señalamos ayer, la verdadera razón para que el vicepresidente de la república no pudiera abordar el vuelo de American Airlines en el Aeropuerto de El Alto fue la existencia de una lista antiterrorista del Departamento de Estado, en poder de la aerolínea, donde figura Álvaro García Linera.

BOLIVIA URGENTE accedió al sitio web del Departamento de Estado, donde se encuentra la lista de organizaciones del terrorismo global. Allí figura un informe sobre el Ejército Guerrillero Túpac Katari, que fue integrado por el hoy vicepresidente.

Entre las acciones armadas del EGTK, se mencionan los ataques con bombas contra iglesias mormonas, hecho que da una pauta sobre la orientación antirreligiosa del oficialismo, hoy confirmada por medidas del gobierno.


http://www.tkb.org/Group.jsp?groupID=4289


Ejército del guerrilla de Tupac Katari
De: Patrones del terrorismo global. Departamento de Estados Unidos de la publicación 10321 del estado
________________________________________
Descripción
Organización subversiva boliviana indígena, contra-Occidental.
Actividades
Ataca con frecuencia blancos pequeñas, desprotegidas, tales como pilones de la energía, oleoductos, y oficinas gubernamentales. Ha apuntado iglesias mormónicas con firebombings y motorpool atacado de USAID en 1993.
Fuerza
Menos de 100.
Localización/área de la operación
Bolivia, sobre todo la región de Chapare, cerca de la frontera de Perú, y del Altiplano.
Ayuda externa
Ninguno.

Tupac Katari Guerrilla Army (EGTK)
From: Patterns of Global Terrorism. United States Department of State Publication 10321
Comments on the content of the material should be sent to the U.S. Department of State

Perfiles del grupo del terrorista EGTK

De: Patrones del terrorismo global. Departamento de Estados Unidos del estado.

Los grupos enumerados en patrones del terrorismo global, 2000.
Organización de Abu Nidal (ANO)
Grupo de Abu Sayyaf (ASG)
Brigada de Alex Boncayao (ABB)
Brigada internacional del Contra-Imperialista (AIIB)
ver a ejército rojo japonés
Brigadas revolucionarias árabes
ver la organización de Abu Nidal (ANO)
Grupo islámico armado
Ejército para la liberación de Rwanda (ALIR)
Aum Shinrikyo
ver la verdad suprema de Aum (Aum)
Verdad suprema de Aum (Aum)
Patria vasca y libertad (ETA)
Septiembre negro
ver la organización de Abu Nidal (ANO)
Consejo del ejército de la continuidad
ver a ejército republicano irlandés de la continuidad (CIRA)
Ejército republicano irlandés de la continuidad (CIRA)
Solenoide del revelador
ver el partido/el frente (DHKP/C) de la liberación revolucionaria de la gente
Solenoide de Devrimci (izquierda revolucionaria)
ver el partido/el frente (DHKP/C) de la liberación revolucionaria de la gente
Jihad islámico egipcio
ver el al-Jihad
Fuerza de Ellalan
ver los tigres de la liberación del Tamil Eelam (LTTE)
Euzkadi TA Askatasuna
ver la patria vasca y la libertad (ETA)
Consejo del revolucionario de Fatah
ver la organización de Abu Nidal (ANO)
Federación de asociaciones de los Tamils canadienses (HECHO)
ver los tigres de la liberación del Tamil Eelam (LTTE)
Primero del grupo de la resistencia de octubre Antifascist (GRAPO)
Fuerzas armadas anteriores (exes-LEJOs)
ver a ejército para la liberación de Rwanda (ALIR)
Al-Islamiyya del al-Gama'a
HAMAS (movimiento de resistencia islámico)
UL-Mujahidin de Harakat (RONQUIDO)
Hizballah (partido del dios)
Interahamwe
ver a ejército para la liberación de Rwanda (ALIR)
Ejército republicano irlandés (IRA)
ver a ejército republicano irlandés provisional (PIRA)
El grupo islámico (IG)
ver el al-Islamiyya del al-Gama'at
Jaish-e-Mohammed (JEM) (ejército de Mohammed)
Jihad islámico
ver el al-Jihad
Jihad islámico para la liberación de Palestina
ver Hizballah (el partido del dios)
Movimiento islámico de Uzbekistan (IMU)
Ejército rojo japonés (JRA)
Al-Jihad
Grupo de Jihad
ver el al-Jihad
Kach y Kahane Chai
Partido de los trabajadores del Kurdistan (PKK)
Lashkar-e-Tayyiba (TENIENTE) (ejército del Righteous)
Los tigres de la liberación del Tamil Eelam (LTTE)
Fuerza voluntaria del legitimista (LVF)
La organización de Mujahedin-e Khalq (MEK o MKO)
Sociedad iraní musulmana de los estudiantes
ver la organización de Mujahedin-e Khalq (MEK o MKO)
Consejo nacional de la resistencia
ver la organización de Mujahedin-e Khalq (MEK o MKO)
Ejército nacional de la liberación (ELN)--Colombia
El ejército nacional de la liberación de Irán
ver la organización de Mujahedin-e Khalq (MEK o MKO)
Nuevo ejército de gente (NPA)
La naranja se ofrece voluntariamente (el OV)
Organización del opreso en la tierra
ver Hizballah (el partido del dios)
Palestina Jihad islámico (PIJ)
Frente de la liberación de Palestina (PLF)
Gente contra Gangsterism y las drogas (PAGAD)
El Mujahedin de la gente de Irán (PMOI)
ver la organización de Mujahedin-e Khalq (MEK o MKO)
Frente popular para la liberación de Palestina (PFLP)
Frente popular para la liberación del comando Palestina-General (PFLP-GC)
Al-Qaida
IRA verdadero (RIRA)
Defensores rojos de la mano (RHD)
Fuerzas armadas revolucionarias de Colombia (FARC)
Organización revolucionaria de la justicia
ver Hizballah (el partido del dios)
Organización revolucionaria el 17 de noviembre (el 17 de noviembre)
Organización revolucionaria de musulmanes socialistas
ver la organización de Abu Nidal (ANO)
Partido de la liberación de la gente revolucionaria/frente (DHKP/C)
Lucha de la gente revolucionaria (ELA)
Frente unido revolucionario (RUF)
Fuerza de Sangillan
ver los tigres de la liberación del Tamil Eelam (LTTE)
Sendero Luminoso (trayectoria brillante, SL)
Talaa'al-Fateh
ver el al-Jihad
Verdad a IRA
ver a IRA verdadero (RIRA)
Movimiento revolucionario de Tupac Amaru (MRTA)
Fuerzas unidas/grupo de la autodefensa de Colombia (AUC)
Asociación del Tamil del mundo (WTA)
ver los tigres de la liberación del Tamil Eelam (LTTE)
Movimiento del Tamil del mundo (WTM)
ver los tigres de la liberación del Tamil Eelam (LTTE)
Los grupos enumeraron en ediciones anteriores de patrones del terrorismo global.
Organización del 3 de octubre
ver a ejército secreto armenio para la liberación de Armenia (ASALA)
Organización del 15 de mayo
Terrorismo argelino
Ejército secreto armenio para la liberación de Armenia (ASALA)
Al- 'Asifa
ver el al-Fatah
Chukaku-Ha (núcleo o facción media de la base)
Frente democrático para la liberación de Palestina (DFLP)
Al-Fatah
Fuerza 17
Ejército republicano irlandés (IRA)
UL-Fuqra de Jamaat
Colorete de Khmer
Fuerzas rebeldes populares de Lautaro (FRPL)
ver el movimiento de juventud de Lautaro (MJL)
Movimiento de juventud de Lautaro (MJL)
Frente patriótico de Manuel Rodriguez (FPMR)
Frente patriótico de Morazanist (FPM)
Ejército nacional de la liberación (ELN) - Comisión de Bolivia/de Nestor Paz Zamora (CNPZ)
El grupo de Orly
ver a ejército secreto armenio para la liberación de Armenia (ASALA)
Organización de la liberación de Palestina (PLO)
Partido de Kampuchea Democrática
ver el colorete de Khmer
Frente popular para la liberación del comando Palestina-Especial (PFLP-SC)
Frente popular de la lucha (PSF)
Ejército republicano irlandés provisional (PIRA)
ver a ejército republicano irlandés (IRA)
Provos
ver a ejército republicano irlandés (IRA)
Puka Inti (solenoide Rojo, sol rojo)
Facción roja del ejército (Royal Air Force)
Brigadas rojas (BR)
Terrorismo de Sikh
Solenoide Rojo
ver Puka Inti (solenoide Rojo, el sol rojo)
Ejército del guerrilla de Tupac Katari (EGTK)
Al Ummah
Movimiento popular unido de la acción (MAPU/L)
ver el movimiento de juventud de Lautaro (MJL)
Zviadists

Tupac Katari Guerrilla Army (EGTK)
Mothertongue Name:
Ejército Guerrillero Túpac Katari (EGTK)
Base of Operation: Bolivia
Founding Philosophy: The Tupac Katari Guerrilla Army, a Bolivian terrorist organization, was active for a short duration in the early 1990s. The group was first heard from on July 5, 1991; by the end of 1992, the group’s leadership had been captured; subsequently, the group’s terrorist attacks sputtered out by the conclusion of 1993. During its compressed existence as a terrorist threat, the Tupac Katari Guerilla Movement counted approximately 100 terrorists in its ranks.
The Tupac Katari Guerilla Movement, also known by its Spanish acronym EGTK, was an indigenous Bolivian terrorist entity. EGTK members believed that Bolivia should be returned to its pre-colonial status, in terms of its form of government, economic system and social structure. EGTK hoped to decrease Western influence in Bolivia and increase the indigenous Indian populace’s power over the country’s culture and priorities. With this objective in mind, EGTK conducted terrorist attacks, frequently low-level bombings, of power pylons, oil pipelines, government facilities, and missionary churches. In addition to frequent attacks on domestic power and oil facilities, EGTK bombed several Mormon churches within Bolivia, and also bombed a US Agency for International Development (USAID) motorpool.
Current Goals: The Tupac Katari Guerilla Movement was active from 1991 to 1993. During this time, the group had about 100 members, based principally in Bolivia’s Chapare region and the Altiplano. EGTK’s senior leaders were captured in 1992 but the group continued its attacks into 1993. In 1997, alleged EGTK rebels were located in a rural region of Bolivia. At the time, it was suspected that the group might initiate another terrorist campaign, possibly under the cover name “Malkus Rojos.” Still, the Tupac Katari Guerilla Movement is believed to be inactive at this time.
Tupac Katari Guerrilla Army (EGTK) attacked Religious Figures/Institutions target (June 23, 1992, Bolivia)
Incident Date: June 23, 1992

Terrorist Organization(s): Tupac Katari Guerrilla Army (EGTK)

City: La Paz

Country/Area: Bolivia

Region: Latin America & the Caribbean

Target: Religious Figures/Institutions

Tactic: Bombing

Suicide: No

Weapon: Explosives

Fatalities: 0

Injuries: 0

US Attack: Yes

US Fatalities: 0

US Injuries: 0

Attack Claimed: No

Coordinated: No

Description: BOLIVIA. A bomb damaged a Mormon Church in La Paz. The ultra-leftist Tupak Katari Guerrilla Army (EGTK) was suspected.

Information Source: Chronology Data 1968-1997

Publication Date: 04/03/2001

Incident-data Provider: RAND Corporation





Antecedentes garcía linera
http://www.tulane.edu/~libweb/RESTRICTED/WEEKLY/1997_0330.txt

WEEKLY NEWS UPDATE ON THE AMERICAS
ISSUE #374, MARCH 30, 1997
NICARAGUA SOLIDARITY NETWORK OF GREATER NEW YORK
339 LAFAYETTE ST., NEW YORK, NY 10012 (212) 674-9499

Five members of another Bolivian rebel group, the Tupac Katari
Guerrilla Army (EGTK), were granted conditional release in the
recent revision of cases.
Silverio Maidana, Alejandro Choque, Juan Carlos Pinto, Santiago Yaniquez and Mario Apaza were all granted probation from San Pedro prison.
Seven other EGTK militants who requested probation were turned down: Alvaro Garcia, Raul Garcia, Tola and Ortiz, all in Chonchocoro;
Felipe Quispe in San Pedro; and Maria Raquel Gutierrez Aguilar
and Silvia Alarcon in the Women's Orientation Center.
All 12 have been imprisoned since 1992 with no sentence; they had all applied jointly for conditional release. [Los Tiempos 3/19/97 from AFP, 3/22/97 from ANF; Bolivian Ministry of Social Communication (MCS) summary of evening media 3/21/97].
Mexican ambassador Hermilio Lopez protested the decision to deny probation to Raquel Gutierrez, who is a
Mexican national. Gutierrez is being tried for terrorism and armed uprising. [MCS morning media summary 3/27/97]

The Bolivian government's intelligence service has meanwhile
charged that the EGTK is reorganizing itself in the prisons.
An exchange of letters between imprisoned and fugitive EGTK members has given the intelligence service reason to believe the group is seeking to renew the activities it carried out at its peak between 1990 and 1992. [Los
Tiempos 3/23/97 from ANF]

Caso "Ejército Guerrillero
Tupac Katari" (EGTK)

Judicialmente se trata del proceso seguido por el Ministerio Público contra José Raúl García Linera, Silvia María Renee de Alarcón, por el delito de terrorismo y otros.Aunque detenidos en distintos lugares y tiempo, algunos en Cochabamba y otros en La Paz.
Se reúnen en un grupo los casos de todos ellos, militantes del EGTK.

Se trata de:
José Raúl García Linera(alias Javier). Detenido el 9 de marzo de 1992. Estudió 4 años de Ingeniería. Esposo de Silvia de Alarcón. Jesús Rojas Lusana. Detenido el 26 de febrero de 1992. Dirigente campesino. Félix Arizmendi Caiza. Detenido el 22 de febrero de 1992. Agricultor, comunario de Inka Katurapi. Silvia María Renee de Alarcón Chumacera (alias Silvia). Detenida el 9 de marzo de 1992. Licenciada en Filosofía, con maestría en Ciencias Sociales, catedrática de la UMSA.

María Raquel Gutiérrez Aguilar. Detenida el 9 de abril de 1992. Licenciada en Matemáticas, de nacionalidad mexicana. Álvaro García Linera. Detenido el 10 de abril de 1992. Licenciado en Matemáticas. Esposo de Raquel Gutiérrez. Felipe Quispe Huanca. Detenido el 19 de agoto de 1992. Dirigente campesino. Macario Tola Cárdenas. Detenido el 10 de abril de 1992. Dirigente minero de Caracoles, miembro de la F.S.T.M.B. Víctor Ortíz Quísbert. Detenido el 10 de abril de 1992. Ex-dirigente minero, dirigente vecinal. Santiago Yañique Apaña. Detenido el 10 de abril de 1992. Trabajador minero. Juan Carlos Pinto Quintanilla. Detenido el 13 de abril de 1992. Sociólogo, profesor de secundaria. Coordinador de la Pastoral Juvenil de la Arquidiócesis de Cochabamba. Severo Maidana Macias. Detenido el 10 de abril de 1992 Campesino. Alejandro Choque. Detenido el 19 de agosto de 1992. Campesino. Alcalde Escolar de su comunidad.

Mario Apaza Bautista. Detenido el 19 de agosto de 1992. Campesino.Wilfredo Vela Maldonado. Detenido el 10 de septiembre de 1991, en Cochabamba. Estudiante.Pablo Segundino Condori Quispe. Detenido el 3 de julio de 1992, en Cochabamba, peluquero. Ana Laura Durán Zeballos. Detenida el 28 de diciembre de 1992, en Cochabamba. Estudiante de medicina de la Universidad Mayor de San Simón (UMSS). Tiburcio Herrada Lamas. Detenido el 4 de marzo de 1992, en Cochabamba. Campesino, albañil.

"... a los esposos Silvia de Alarcón y Raúl García Linera se los encontró 'in fraganti' portando granadas de guerra y ametralladora, fue un delito 'in fraganti' en la esquina del Estadio..." (Declaración Informativa, fs. 53 tomada por el Fiscal).

Para las investigaciones se recibió ayuda de un alto miembro del Partido Comunista, en Cochabamba, precisamente cuando el EGTK pensaba comprar 160 fusiles FAL de culata plegable, y habían comprado de dos miembros del Ejércit (dos clases del Ejércit) diez metralletas.

Después del apresamiento de Raquel Gutiérrez en el Alto, al día siguiente, 10 de abril de 1992, apresan camino a Cochabamba a Álvaro García, Víctor Ortíz y Silverio Maidana, cerca de las 18.00.

El Cnl. Germán Linares manifiestó en declaración informativa, que el responsable de elaborar el plan estratégico de seguridad y dar instrucciones en ese sentido, era Alvaro Marcelo García Linera.

En declaraciones de Ma. Silvia de Alarcón, sobre vejámenes de parte de la policía, acusó que personeros cubanos prácticamente dirigían e instruian las torturas.
"...estuvo un cubano ahí presente y él era uno de los que se oponía a que nosotros tengamos cualquier tipo de descanso, digamos no de derecho, sino de descanso (...) me dijo 'cuando uno se mete a ser guerrillero, tiene que saber a lo que se atiene" (Declaración Informativa, fs. 6).
El hermano de los García Linera, Mauricio, es implicado en el asalto del Banco de La Paz.

Hermano Leitao disse...

O Partido dos Trabalhadores chegou ao Palácio do Planalto por meio do vale tudo e pretende permanecer mediante igual ação. Da aliança com a base mensaleira (PP, PTB, PL e defectivos corruptos), a passar pelo uso do orçamento nacional para pagamento de propina sanguessuga, até a associação com o crime organizado (traficantes e seqüestradores), o partido mostra a cara (de pau) e a coragem (delinqüente).

José Dirceu

Afastado do governo e declarado envolvido nos esquemas de corrupção no governo pelo próprio Lula em entrevista ao Jornal Nacional, José Dirceu é a inteligentia criminis do PT. Foi o mentor das alianças com a burguesia partidária corrupta no Congresso Nacional; organizou no Palácio do Planalto a distribuição de cargos e salários para o aparelhamento petista no Estado brasileiro; estabeleceu as fontes de assalto ao Erário; arquitetou o intercâmbio internacional com os parceiros históricos e emergentes; comandou as operações abafa para investigação de assassinatos, seqüestros, instalação de CPI´s. Não se afastou dessas operações após a demissão no governo. Ao contrário, sua ousadia recrudesceu alimentada pelo sentimento de vingança que sempre o nutriu. Tudo é feito com conhecimento e anuência de seu camarada Luiz Inácio da Silva Lula.

José Genoino, Silvio Pereira, Delúbio Soares, Duda Mendonça, Klinger, Waldomiro Diniz, Mirian Aparecida Belchior, Ricardo Faraht Schuman, entre outros, cumprem ordens e seguem o código mafioso do silêncio sobre a autoria dos crimes petistas, sob o comando de José Dirceu e Lula. Para quem não sabe, Maria Aparecida Belchior é a ex-mulher de Celso Daniel prefeito assassinado de Santo André. Ela foi nomeada por Dirceu como Sub-chefe de Articulação e Monitoramento do Gabinete da Presidência da República. Faz parte do diretório nacional do PT. É membro do Conselho de Administração da Eletrobrás S/A, e vota nas decisões sobre investimentos da PREVI (Caixa de Previdência do Banco do Brasil) no Opportunity, Brasil Telecom e outras. Mirian Aparecida Belchior responde a processo (Nº
822.612.3/0-01 – TJ-SP), ao lado de Luiz Antonio Poletto e Ricardo Schuman (aquele que providenciou a violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo, a mando do Matoso e Palocci), por fraude em licitação em Santo André - SP, onde também foi Secretária de Inclusão Social e Habitacional. Alías, Schuman também atuou na área de habitação como presidente da COHAB paulistana no governo Marta Suplicy (PT).

PT e o crime organizado

Por Falar nela, a ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, é a responsável pela mais evidente ligação do PT com o PCC (Primeiro Comando da Capital). De fato, a Polícia Civil de Santo André identificou Jilmar Tatto, Arselino Tatto e Enio Tatto, todos do PT-SP, de serem ligados à facção criminosa paulista PCC. Jilmar Tatto, dirigente da Cooper Pam, controlada pelo PCC, foi Secretário de Transportes da gestão Marta Suplicy. A máfia dos perueiros atua sob o comando do PCC e do PT, na logística externa aos comandos dos líderes encarcerados, com o propósito de desestabilizar o governo de São Paulo, por meio de ataques a polícia, assassinatos e seqüestros. Outra ligação entre os presidiários (PCC) e o PT é JR, petista líder de facção dos perueiros da Zona Sul de São Paulo, é articulado com Carlos Antônio da Silva, o Balengo e Alexandre Campos dos Santos, o Jiló, seqüestradores do repórter Guilherme Portanova.
Norambuena, Marcola e Lula

Ficou evidente também a participação de Maurício Hérnandez Norambuena - o chileno que liderou a quadrilha de seqüestradores do publicitário Washington Olivetto - no planejamento na ação de seqüestro da equipe da Rede Globo. Norambuena está detido em Presidente Bernardes com a cúpula do PCC e seria um dos principais colegas de Marcos Camacho, o Marcola. Os dois estão no regime disciplinar diferenciado. Mas quais fatos e elos ligam Norambuena, Marcola e Lula? São vários. 1) Lula, Dirceu e Iberê Bandeira de Melo, advogado ligado aos Direitos Humanos, DEFENDERAM Norambuena no episódio do seqüestro de W. Olivetto, mediante a alegação de que o seqüestro teria motivação causa política, já que o seqüestrador pertencia ao MIR (braço armado do Partido Comunista chileno); 2) Lula, indiciado por crime contra a segurança nacional, e Norambuena, condenado por seqüestro, CONTRATARAM, o mesmo advogado criminalista: Ibere Bandeira de Mello – que também defende Silvio Pereira (PT) e Klinger Luiz de Oliveira Sousa (PT); 3) O líder do PCC, Marcola. Marcos William Herbas Camacho é irmão de Gabriel Herbas Camacho, deputado federal do MAS (Movimiento al Socialismo), partido de Evo Morales, Presidente da Bolívia, camarada do Lula; 4) Lula e Luiz Dulci (PT/presidente da fundação Perseu Abramo) organizaram, em julho de 2005, o XXII Encontro Foro São Paulo, para estabelecer estratégias entre PT, MST, MSLT, FARC, MIR, CUT, PCB, PC do B, CUT, ELN, Partido Comunista Chileno, MAS e Partido Comunista Cubano; 5) Lula tem estreita relação pessoal com Ricardo Schumam (PT-SP), Bruno Maranhão (PT/MSLT), Paulo Okamoto (ex-tesoureiro da CUT), Luiz Dulci (presidente da Fundação Perseu Abramo), Fidel Castro e outros que representam esses partidos, movimentos e bandos.
OPERAÇÕES CRIMINOSAS
A operação da violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo revelou a acintosa utilização das instituições do Estado na perseguição contra a oposição e a cidadania brasileira, em favor do projeto de poder do PT. Lula sabia e sabe de todas as operações e planos. Negociou assessorado por Dirceu e José Alencar (PL) a compra da base aliada do governos com Roberto Jefferson, presidente do PTB, e com Waldemar da Costa Neto, presidente do PL, e endossou as operações de Waldomiro Diniz na distribuição dos recursos do Valérioduto (SMP&B, DNA, Banco Rural e BMG) aos “mensaleiros”. Lula sabe muito bem como Mirian Belchior e Luiz Gushiken intervieram nos fundos de pensão, especialmente na PREVI, para arrecadar dinheiro para o PT. Por exemplo, ao ser questionado sobre o testemunho do caseiro contra seu amigo Palocci, disse que ninguém daria ouvidos a um simples caseiro. Recentemente, declarou, sobre o pagamento de dívida pessoal ao PT, que recomendou a Paulo Okamoto que pagasse a dívida se quisesse. Em igual oportunidade, afirmou que Palocci e Dirceu estavam envolvidos nos “erros”, por isso os demitiu. Na presente campanha eleitoral, as táticas e operações para desestabilizar a oposição estão em curso. Há associação entre o PT e o PCC. As ligações entre eles ficam mais claras a cada dia.