terça-feira, 24 de outubro de 2006

Igreja Católica pressiona Alckmin a mostrar no debate da Globo que Lula pretende aprovar o aborto no Brasil

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Por Jorge Serrão

A cúpula da Igreja Católica vai pressionar seu fiel e candidato presidencial Geraldo Alckmin a confrontar Lula da Silva sobre o projeto de descriminalização do aborto, defendido pelo governo. Os Bispos querem que Alckmin alfinete Lula sobre a questão do aborto no último debate presidencial, marcado para sexta-feira, na Rede Globo. O tema vem sendo estrategicamente ocultado da campanha eleitoral, por ser polêmico e contrariar a opinião da maioria dos eleitores de Lula, principalmente os do Nordeste, onde o catolicismo ainda é muito forte.

A questão do aborto passou batida ontem à noite no debate presidencial da Record. Bispos esperavam que Alckmin tocasse no assunto, justamente na emissora cujos acionistas são Bispos da Igreja Universal do Reino de Deus. O fervoroso católico Geraldo, que é até apontado como membro da ultra-conservadora prelazia papal Opus Dei, negou fogo sobre o tema que incendiou a campanha para o Senado no Rio de Janeiro, prejudicando a candidata Jandira Feghali, do PC do B.

Defensora e relatora do projeto de Descriminalização do aborto na Câmara, a médica pediatra Jandira foi alvo de uma cirúrgica campanha dos católicos. Os fiéis distribuíram, nas paróquias, panfletos contra Jandira. A campanha de mobilização dos católicos contra o aborto também teve destaque na Internet. A deputada comunista bateu de frente com a cúpula da Arquidiocese. Sua coligação tentou censurar o cardeal Dom Eusébio Scheid com uma medida judicial. O preço pago foi a derrota dela ao Senado, em uma eleição em que ela aparecia como franca favorita nas pesquisas.

Marketeiros do PT temiam que o aborto afetasse a campanha do presidente Lula, na reta final da campanha. Mas respiram aliviados, porque Geraldo Alckmin cometeu o pecado político de não tocar no assunto, no debate de ontem. Na antevéspera da eleição, o debate da Globo já será tarde demais para qualquer ação mais agressiva contra o presidente Lula, que já considera sua reeleição como favas contadas.

Mãozinha censurada; mão-grande liberada

Quem dera que a Justiça no Brasil também fosse tão eficiente para coibir a ação da “mão grande” do governo do crime organizado, com todos os dedos, que age contra os cofres públicos, nos três poderes republicanos do Brasil.

O Tribunal Superior Eleitoral proibiu a distribuição de adesivos que façam referência à deficiência física do presidente Lula da Silva.

O ministro Marcelo Ribeiro, relator do processo, também proibiu qualquer outro tipo de propaganda eleitoral que cite a falta do dedo mínimo da mão esquerda de Lula.

O dedinho foi perdido em um torno mecânico na época em trabalhava como metalúrgico.

Lula ganha todas

O adesivo distribuído, principalmente em cidades do Sul do País, mostra uma mão com apenas quatro dedos, inserida em um símbolo de trânsito, que indica proibição.

Tem uma faixa diagonal vermelha sobre a mão sem o dedo mínimo.De acordo com a decisão do ministro, o material "atenta contra a dignidade da pessoa humana, promovendo discriminação em razão de deficiência física" e pode configurar em crime contra a honra.

Missão quase Impossível

O pedido para que fosse proibida a propaganda da mãozinha partiu da senadora Ideli Salvatti (PT-SC).

Mas como a senadora não tinha legitimidade para representar no TSE, o pedido foi analisado pelo Ministério Público Eleitoral, que passou a ser o autor da ação.No pedido original feito pela líder do PT no Senado, também foi solicitado que o TSE determinasse a abertura de um inquérito pela Polícia Federal, a fim de que seja identificado o autor da propaganda.

O pedido foi atendido pelo ministro do TSE, e a PF terá a missão quase impossível de descobrir quem inventou a tal propaganda, que circula, há mais de um ano, pela Internet.

Do General para a Ellen

O General de Divisão Reformado Francisco Batista Torres de Melo, do Grupo Guararapes, enviou uma carta à ministra Ellen Gracie Northfleet, presidenta do Supremo Tribunal Federal, para criticar o clima de impunidade no Brasil.

Em um dos trechos do documento, o General assinala:

“Não posso acreditar que a Senhora, como Brasileira, tenha perdido a capacidade de se indignar. Será que o Procurador Geral da República já, perdeu, também, essa característica que se impõe fundamental numa Democracia? Onde se encontra o Corregedor da Justiça Eleitoral que, também, não pede ao Juiz a prisão dessa canalha toda, envolvida na mais deslavada corrupção? Será que a minha querida JUSTIÇA Brasileira não se recorda que o Ministro da Justiça proporcionou apoio aos criminosos que humilharam o miserável, o pobre, o filho bastardo, o piauiense chamado FRANCENILDO e todos estão soltos e, ainda, parece que o principal implicado, mesmo denunciado pelo Procurador Geral da República por vários tipos de crimes, acaba de ter o direito de se eleger deputado federal? E O FRANCENILDO, como fica nessa podridão toda? Soube que no processo que move contra o Estado, já é acusado de pedir muito dinheiro? E qual é o valor da honra do cidadão? Ela tem preço? Será que o artigo 1º da Constituição Federal, no seu fundamento III, é apenas mais um enfeite para inglês ver? (...) Será que o FRANCENILDO não tem direito a ter a sua PESSOA HUMANA preservada? Será que sendo ele pobre pode ser pisado pelo ministro da Justiça que tem a obrigação de defendê-lo? Ele não é um cidadão? Que PAÍS É ESSE? SERÁ QUE É mesmo “O PAÍS DO FAZ DE CONTA” como afirmou o Presidente do TSE e que como se vive no “País do Faz de Conta” aceita-se tudo isso que acontece e os TRIBUNAIS são apenas órgãos que aprovam as INJUSTIÇAS praticadas contra os “FRANCENILDOS”?”

Debate muito morno

Temendo perder votos, Lula da Silva e Geraldo Alckmin evitam expressar agressividade no terceiro e penúltimo debate do segundo turno das eleições, ontem à noite, na TV Record.

Os presidenciáveis nada mostraram de novo aos eleitores.

Os candidatos só trocaram acusações genéricas sobre a corrupção.

Polemicazinha

Alckmin sugeriu a Lula que pedisse a petistas para revelar a origem do dinheiro do dossiê.
Lula reagiu dizendo que Alckmin deveria perguntar a tucano sobre a compra de ambulâncias a preços superfaturados.

Alckmin repetiu seu samba de uma nota só, citando o dossiê de 1 milhão e 750 mil notas, além dos ministros do PT que foram obrigados a deixar o governo por irregularidades e ilegalidades.

Lula atacou os tucanos no episódio do dossiê, sugerindo que Alckmin perguntasse ao prefeito de sua cidade natal (Piracicaba), Barjas Negri, o que ele fala do escândalo das ambulâncias, que Lula afirma ter iniciado na gestão de José Serra no Ministério da Saúde, na Era FHC.

Desentendimento à vista?

No debate, o presidente Lula acenou para o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, com um entendimento com a oposição após as eleições.

Mas o tucano Alckmin pulou no galho e recusou a oferta.

Lula afirmou: "Terminada a campanha, seremos dois brasileiros com potencial de ajudar o país a crescer e se desenvolver e ajudar a resolver os problemas sociais".

Alckmin reagiu: "Respeito as pessoas, sou educado, mas não podem exigir de mim impunidade. Ando nas ruas e as pessoas estão indignadas".

FHC promete dureza

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso avisou ontem que o PSDB será duro na cobrança de responsabilidades, mas não agirá contra a governabilidade, na quase certa vitória reeleitoral de Lula.

"Imaginar que queremos um golpe ou que vamos sabotar o Brasil, não faremos isso porque não somos iguais a essa gente".

FHC reclamou que o PT tenta ganhar a eleição usando técnica empregada por Hitler: a de repetir uma mentira até que ela se torne verdade.

Resposta imediata

O governador eleito da Bahia, Jaques Wagner (PT), não acredita que a oposição insista em um "terceiro turno".

Coordenador da campanha do presidente, Wagner saiu em defesa de Lula.

"No desespero, o PSDB está fazendo o jogo do vale-tudo. Eles precisam entender que eleição passa, mas a democracia fica".

O Alerta Total pergunta a Wagner: A que democracia ele se refere? O que ele chama de democracia não é democracia, mas sim conciliação política. Democracia é a Segurança do Direito. Se não existe segurança do Direito, logo, não existe democracia no Brasil. E PT saudações, sem trocadilho infame.

Mas Aécio concilia

Se depender do governador reeleito de Minas, Aécio Neves, o clima de guerra política entre PT e PSDB se encerra domingo, com as eleições.

"Sou construtor de pontes, não dinamitador".

Aécio não admite publicamente que será candidato a presidente em 2010.

Mas seu nome já foi lançado em Londres, em 2004, num jantar no castelo do Lord Rothschild – o banqueiro que controla as finanças e o comércio de commodities do mundo, além de ser o controller também dos negócios da nobreza européia.

Os Rothschild estão fechados, agora, com Lula... Daqui a quatro anos, com Aécio.

Projetos do mineiro

Aécio Neves pretende se reunir com governadores de todos os partidos para preparar propostas conjuntas de reforma política e tributária.

Aécio espera levá-las ao Congresso em 15 de fevereiro, o primeiro dia da próxima legislatura.

"Não vamos esperar pelo governo".

Tucano versus tucanos

O governador reeleito de Minas Gerais, onde fica a reserva de Nióbio de Araxá (que interessa aos controladores ingleses), critica a "baixa qualidade administrativa" do governo Lula.

Mas Aécio não poupa o PSDB, que "tem de fazer mea culpa por seu distanciamento de alguns projetos de país".

O neto de Tancredo Neves defende a tese de que Estado não é ineficiente por natureza.

E sugere que, se houver gestão competente, nem é preciso privatizar.

Para inglês ver

Às vésperas do segundo turno, o governo abandonou o tom conciliador adotado nos últimos meses na crise entre a Bolívia e a Petrobras.

O presidente do PT e coordenador da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, Marco Aurélio Garcia, admitiu ontem que, se não houver acordo com o governo boliviano, a estatal sairá da Bolívia e cobrará indenização.

Já está tudo armado, nos bastidores, para que o preço do gás boliviano suba depois do segundo turno.

Só não subiu antes porque os petistas e a turma do índio Moralles não contavam com o adiamento da vitória de Lula já no primeiro turno.

Ultimato do índio

Um representante do ministro da Casa Civil da Bolívia, Juan Ramon Quintana, esteve no Brasil, numa viagem secreta, para entregar um ultimato ao governo brasileiro.

O jornal Valor Econômico antecipou que a Petrobras vai sofrer intervenção do governo de Evo Morales, na próxima semana, se não aceitar o acordo proposto pelos bolivianos para um novo contrato nas atividades de exploração de gás no País.

A missão do enviado de Quintana previa um encontro com o assessor da Presidência, Marco Aurélio Garcia, em São Paulo.

Porém, Garcia negou o encontro.

Bolivianos na deles

Os bolivianos reafirmaram estar decididos cumprir o prazo para a assinatura dos novos acordos com as empresas de exploração de gás e petróleo, que expira neste sábado.

A Petrobras tentou negociar o novo contrato para fazer, com a estatal boliviana YPFB, uma exploração compartilhada das reservas do país.

Mas nas últimas reuniões, o governo boliviano retrocedeu nas negociações e passou a rejeitar a proposta brasileira.

Vale quanto pesa

A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) adquiriu 75,66% do capital da mineradora canadense Inco.

A Vale, que com a compra tornou-se a segunda maior mineradora do mundo (atrás apenas da anglo-australiana BHP Billiton), pagou 86 dólares canadenses por ação ordinária e pagamento à vista ontem, data de vencimento da oferta.

O negócio é considerado a maior aquisição já realizada por uma "empresa brasileira": a Vale comprou 174.623.019 das ações ordinárias da Inco, incluindo ações depositadas através de garantia de entrega.

O pagamento, de cerca de US$ 13 bilhões e 200 milhões de dólares, pela aquisição das ações deverá ser realizado na quinta-feira.

Laranjas inúteis

A historinha da investigação da operação tabajara continua, sempre seguindo o roteiro de livrar o presidente Lula da Silva e seus familiares de qualquer envolvimento.

A Polícia Federal informa que procura cinco pessoas usadas como laranjas para comprar dólares na casa de câmbio Vicatur Comércio e Turismo, fica na Avenida Governador Amaral Peixoto, no centro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Seria a principal “pista” para chegar à origem de parte dos dólares que os petistas usariam para obter o dossiê contra tucanos.

Embora sejam pobres, os cinco “laranjas” da Baixada Fluminense teriam comprado os US$ 249 mil.

Espera sentado...

O vice-presidente da CPI dos Sanguessugas, deputado Raul Jungmann (PPS-PE), voltou a criticar a Polícia Federal.

Na opinião dele, a PF está impedindo o trabalho da comissão ao "atrasar" o envio de documentos para os parlamentares, dentre eles o relatório parcial da apuração do caso dossiê encaminhado à Justiça Federal em Mato Grosso na sexta-feira.

Jungmann havia prometido protocolar uma ação no Supremo Tribunal Federal para de forçar a PF a acelerar a entrega de documentos à CPI, mas mudou de idéia.

"Conversei com outros integrantes da CPI que se inclinaram a dar mais um tempo à PF".

Na sexta-feira, o juiz federal Jefferson Schneider, encarregado do caso, determinou que os documentos solicitados pela CPI devem ser encaminhados diretamente a ele, que decidirá pela liberação ou não dos papéis.

Livrando o lindinho

Cristian Ávila da Silva, secretário do prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), negou ligação com a casa de câmbio Vicatur, de onde saiu a maior parte dos dólares reunidos para compra do dossiê Vedoin.

Lindberg também se defendeu e alegou que quem coordena a campanha de Lula no Rio é Benedita da Silva, ex-ministra da Ação Social.

Petistas também mentem

O governador eleito da Bahia Jaques Wagner admitiu ontem que os petistas acusados de tentar comprar o dossiê Vedoin podem estar mentindo em seus depoimentos à Polícia Federal quando dizem não saber de onde veio o dinheiro que seria usado na negociação, R$ 1,75 milhão.

"Ao réu é dado o direito de mentir, então não acho que o réu petista seja diferente de outros réus. Atestado de idoneidade não vem com ficha de filiação partidária. É uma coisa anterior".

Cascatas do dossiê

O empresário Abel Pereira, ligado ao prefeito de Piracicaba (SP) e ex-ministro da Saúde no governo FHC, Barjas Negri (PSDB), afirmou ontem à Polícia Federal que Luiz Antonio Vedoin, chefe da máfia dos sanguessugas, pediu a ele no início de agosto que levasse à "cúpula do PSDB" um dossiê contra o senador Aloizio Mercadante (PT), então candidato a governador de São Paulo.

Abel teria dito a Vedoin não estar interessado no dossiê.

O senador e candidato derrotado ao governo de São Paulo Aloizio Mercandante divulgou uma nota afirmando que não teve nenhuma emenda liberada destinada ao esquema dos sanguessugas e que um suposto dossiê da família Vedoin, operadora da máfia de venda de ambulâncias superfaturadas, seria um "factóide".

Ainda de acordo com a nota, o depoimento tem o objetivo de desviar a atenção das investigações sobre a máfia dos sanguessugas, "comprovadamente gestada na administração federal do governo anterior".

Portugal no FMI

O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Rodrigo de Rato, nomeou o brasileiro Murilo Portugal, ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda, como seu novo vice-diretor-gerente, à medida que a instituição intensifica o foco em economias emergentes de rápido crescimento.

Portugal, de 58 anos, vai suceder Augustin Carstens, que deixou o FMI neste mês para se juntar à equipe de transição do presidente eleito do México, Felipe Calderón.

Portugal, que foi secretário-executivo do Ministério da Fazenda entre 2005 e 2006 e representou o Brasil e outros oito países no conselho do FMI entre 1998 e 2005, reingressará no fundo, à medida que a instituição aumenta o poder de voto de países emergentes de rápido crescimento e monitora mais de perto suas economias.

Ecologia na web

O programa de tv pela internet, Ecologia e Cidadania, desta terça-feira, às 20 horas, em http://www.interativawebtv.com.br/, vai abordar os temas reflorestamento, cursos de extensão e pós-graduação, trabalhos de campo, educação ambiental e muito mais.

Os entrevistados de Fernando Guida são os coordenadores das ong Grupo Brasil Verde-GBV, de Minas Gerais, e Florescer, do Rio de Janeiro, respectivmente Geraldo Majela e Zé Arthur.

Floresta certificada

A Agência Repórter Social informa: Acaba de ser certificada no Brasil a maior área de floresta tropical do mundo, localizada em terra indígena

O Brasil passa a ter a maior área certificada FSC na América Latina, contabilizando 5 milhões de hectares de florestas certificadas (2,7 milhões de floresta natural e 2,3 milhões de plantação florestal), tornando-se a única área indígena certificada FSC no Brasil.

Localizada no extremo sul do Pará, no município de Altamira, a Terra Indígena do Baú (TI Baú) recebeu a certificação socioambiental do FSC (Forest Stewardship Council) para uma área de 1,5 milhão de hectares e está prestes a receber a certificação orgânica IFOAM.

Em uma região marcada por conflitos fundiários, pressões de atividades ilegais de madeira e garimpo, a comunidade indígena do Baú buscou alternativas sustentáveis para o uso da floresta, valorizando seu principal produto, a castanha.

Processo complicado

Para conquistar a certificação, a comunidade passou por um processo de avaliação conduzido por uma equipe de quatro profissionais especializados em certificação florestal comunitária, orgânica e em questões indígenas, com fluência no idioma Kayapó. Durante toda o processo, a equipe considerou os costumes, a língua, a organização social, as crenças, as tradições, o grande conhecimento e a estreita relação da comunidade com a floresta e seus recursos.

Além disso, os especialistas se basearam nos Padrões de Manejo de Produtos Florestais Não Madeireiros (SmartWood), nos Padrões para a Certificação Orgânica de Produtos Extrativistas (IFOAM/IBD) e utilizaram os Procedimentos Simplificados do FSC para Manejo Florestal em Pequena Escala e Baixa Intensidade (SLIMF).

Todo o processo de certificação foi conduzido pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) em parceria com o Programa SmartWood (da Rainforest Alliance) e com o Instituto Biodinâmico (IBD).

Vou comprar esta casinha

O ator Nicolas Cage colocou à venda sua residência no elegante bairro de Bel-Air, em Los Angeles, pela bagatela de US$ 35 milhões de dólares.

A casa de 990 metros quadrados em estilo Tudor, construída em 1940, fica em Sunset Boulevard, atrás de um muro de tijolinhos, inclui uma casa de hóspedes com dois quartos.

A residência tem ainda um salão de jogos, piscina olímpica, teatro, sala de projeção profissional e adega.

Antes de Nicolas Cage, a casa foi do cantor Tom Jones por mais de 20 anos, e antes disso quem morou nela foi o ator Dean Martin.

Vida que segue...

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Um comentário:

Anônimo disse...

Jorge conheci seu blog hoje, demais !
Aicionado ao topo da lista dos favoritos !
Espero que a bandalheira com o Lulalau termine, mas que o seu blog não amigo !