quarta-feira, 4 de abril de 2007

EUA obrigam Banco Central a vasculhar a vida financeira de 50 mil brasileiros com alto potencial de corrupção

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Por Jorge Serrão

Foi uma imposição do governo dos EUA, no pacote da visita de George Walker Bush ao Brasil, a ordem baixada pelo Banco Central para que os bancos brasileiros sejam obrigados a monitorar contas e movimentações financeiras de autoridades que ocupam cargos estratégicos na administração pública. A Resolução 3.380 do Banco Central manda os bancos investigarem as “Pessoas Politicamente Expostas” (ou PEP´s, Politically Exposed People). O pente fino atingirá 14.500 autoridades. Mas o número pode chegar a 50 mil, porque a medida também vale para os parentes dos políticos.

Agentes norte-americanos também colaboram com o trabalho da Controladoria Geral da União e a Receita Federal que investigam 86 servidores federais em postos com alto potencial de corrupção. Todos eles apresentam patrimônio superior a R$ 100 milhões declarado. Desses, 55 dizem possuir mais de R$ 1 milhão em dinheiro vivo que alegam guardar em casa ou em outro lugar. A Receita considera esse dado como indício do primeiro passo da lavagem de recursos obtidos ilegalmente, como propina e dinheiro público desviado.

Os demais 31 servidores milionários têm patrimônio líquido a descoberto em pelo menos R$ 1 milhão - seus bens tiveram acréscimo de R$ 1 milhão ou mais acima do que sua renda comportaria. Desses, seis têm patrimônio a descoberto superior a R$ 10 milhões. Nunca declararam o patrimônio ao fisco. No cálculo que supera R$ 100 milhões foram considerados somente os bens e direitos sobre os quais há suspeitas de irregularidades.

A Federação Brasileira dos Bancos promete um cadastro único com os nomes das autoridades e seus parentes com potencial de corrupção. Os bancos terão de montar uma central de segurança da informação para saber se os recursos movimentados pelos investigados são compatíveis com os rendimentos e o patrimônio declarados na abertura das contas correntes. Os bancos devem investir US$ 600 milhões em segurança de dados, nos próximos anos.

Conceito certo

Ao lançar uma lupa oficial sobre políticos brasileiros e seus familiares, suspeitos de corrupção e lavagem de dinheiro que acaba financiando atividades criminosas, como o terrorismo, o governo norte-americano consagra o conceito de “Governo do Crime Organizado”.

Doutrinariamente, Governo do Crime Organizado é a perversa associação, para fins delitivos, entre a classe política, os membros dos três poderes da República, e os criminosos de toda espécie, para usurpar o poder do Estado, praticando o roubo, a corrupção e a violência em todos os níveis.

O sistema financeiro, principalmente no Brasil, é leniente ou até conivente (por descontrole) com os esquemas de lavagem de dinheiro das diferentes ações criminosas.

Distribuidoras de corrupção?

O Deputado Federal Eduardo Cunha detestou tal notícia, não se sabe por quê.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro que investiga a queda da arrecadação no governo Rosinha Garotinho pediu ontem os livros de apuração de recolhimento de ICMS e de saída de mercadoria da refinaria de Manguinhos e das distribuidoras de combustível Alcom, Dínamo e Inca.

A CPI ouviu a corregedora tributária da secretaria de Fazenda, Mary Virgínia Northrup, e o presidente do Sindicato dos Fiscais de Renda do Estado do Rio, João Bosco Azevedo.

Eles apontaram as constantes mudanças de secretário, o reduzido número de fiscais de renda (são 559 contra o ideal de 1.600) e antigas isenções de ICMS como causadores da queda de arrecadação.

O Ministério Público investiga rombo de R$ 430 milhões nos cofres do estado por conta de sonegação.

Crise militar

Os militares ainda não superaram a irritação com a atitude do presidente Lula de negociar com os controladores de vôo amotinados da Força Aérea.

O comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, em solenidade fechada ontem, mandou um recado:

"Não há espaço para tergiversar sobre os princípios da hierarquia e da disciplina".

A dita dura de Lula

O presidente Lula mudou radicalmente de postura em relação aos controladores de vôo que entraram em greve, paralisando os aeroportos comerciais brasileiros sexta-feira.

Lula defendeu ontem que os 18 promotores motim sejam presos e indiciados em inquéritos policiais militares.

Os controladores podem ser presos e expulsos da FAB.

Esquece o acordo

O sindicalista de resultados Lula jogou no lixo o acordo fechado pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, com os controladores.

Bernardo também voltou atrás e, depois de reunião com os operadores, negou anistia aos grevistas aumentando o clima de tensão na categoria.

Paulo Bernardo advertiu que as conversas só vão avançar se o clima for de tranqüilidade, "sem faca no pescoço".

Após o encontro, líderes da categoria admitiram que agora estão sem força para promover novas paralisações.

Desmilitarizar, agora não

Em lugar da medida provisória com a "solução definitiva" para o caos nos aeroportos, o governo decidiu ontem devolver o comando do controle aéreo para a Aeronáutica e desistiu da desmilitarização imediata do setor.

Lula tirou o gerenciamento da crise das mãos do ministro da Defesa, Waldir Pires, cada vez mais desgastado, e passou a bola para o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito.

Lula cedeu à pressão de oficial de alta patente das Forças Armadas, que o ameaçaram com um processo por crime de responsabilidade, se insistisse em tal tese.

Os recuos de Lula foram mais uma prova de que "quem tem culpa tem medo".

Financiando o adversário

Quase 24% do total de recursos desembolsados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no ano passado foram concedidos a empresas controladas por capitais estrangeiros.

Elas foram aquinhoadas com R$ 12,2 bilhões do BNDES, a juros mais baixos.

Em 2006, os setores de papel e celulose, automobilístico, de transporte aquaviário e de máquinas e equipamentos foram os que mais receberam recursos entre as empresas de capital estrangeiro.

O setor elétrico também tem sido cliente tradicional, especialmente após as privatizações.

Escancaramento geral

A direção do BNDES eliminou a proibição aos empréstimos a empresas estrangeiras em meados dos anos 90.

Entendeu-se que o impedimento feria a Constituição, que não faz distinção entre empresas instaladas no país pela origem do capital.

Desde então, a participação relativa dessas companhias no total dos empréstimos do banco manteve uma curva quase ininterruptamente ascendente.

Vem CAE, Meirelles

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou projeto que obriga o presidente do BC, Henrique Meirelles, a comparecer a cada 90 dias à comissão para explicar a trajetória dos juros e do câmbio.

Tudo indica que o projeto seja aprovado também pelo plenário.

Até porque o presidente da CAE, Aloísio Mercadante (PT), é inimigo figadal de Meirelles.

Perfeito para o cargo

O ex-deputado José Janene foi eleito tesoureiro do PP.

Acusado de receber R$ 4,1 milhões do valerioduto, ele administrará os R$ 8,2 milhões que o partido receberá do Fundo Partidário.

O PP reabilitou ainda o deputado cassado Pedro Corrêa e os deputados Paulo Maluf e Pedro Henry.

Oposição no governo

O novo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, deixou claro ontem, na cerimônia de posse, que rejeita mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)

Lupi afirmou que não aceita a redução de direitos dos trabalhadores.

O brizolista acha que essa é uma posição "historicamente" irredutível de seu partido, o PDT - e apontou a reforma tributária como a solução para incentivar as empresas a gerar mais empregos formais.

Convoca ele, Lula

Baladeiro, fumante, tatuado, mulherengo e mal-humorado.

Esse é o perfil básico de Diego Gasques, o Alemão.

A figuraça venceu a sétima edição do Big Brother Brasil, com 91% dos 26 milhões de votos, e levou o prêmio de R$ 1 milhão dado pelo idiotizante programa da Rede Globo.

Como o rapaz é paulista de São Bernardo e concentra tantos defeitos, quem sabe ele não acaba convidado para um belo cargo no Governo Lula?

Vida que segue...

Fiquem com Deus!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Inteligente, inovador, fortemente analítico e propositivo, utilizando as mais modernas tecnologias para transmissão instantânea e eletrônica de informação privilegiada e análise estratégica, junto com a difusão de novos conhecimentos voltados para a construção e consolidação de novos valores humanos.

3 comentários:

BRASIL ACIMA DE TUDO disse...

BRASIL - EUA Biocombustíveis
BRAZIL - USA Biofuel

Reflexiones del Presidente Fidel Castro

La internacionalización del genocidio
(nota Defesa@Net texto em português e Inglês ainda não liberados pelo Granma)
(recomendamos a leitura de Defesa @ Net Viva o Novo Governo "LuCHaCAla" )


LA reunión de Camp David acaba de concluir. Todos escuchamos con interés la conferencia de prensa de los Presidentes de los Estados Unidos y Brasil, así como las noticias en torno a la reunión y las opiniones vertidas.

Enfrentado Bush a las demandas de su visitante brasileño sobre tarifas arancelarias y subsidios, que protegen y apoyan la producción norteamericana de etanol, no hizo en Camp David la más mínima concesión.

El presidente Lula atribuyó a esto el encarecimiento del maíz, que de acuerdo con sus palabras se había elevado en más de un 85 por ciento.

Ya antes, el periódico The Washington Post publicó el artículo de la máxima autoridad de Brasil, donde expuso la idea de convertir los alimentos en combustible.

No es mi intención lastimar a Brasil, ni mezclarme en asuntos relacionados con la política interna de ese gran país. Fue precisamente en Río de Janeiro, sede de la Reunión Internacional sobre el Medio Ambiente, hace exactamente 15 años, donde denuncié con vehemencia, en un discurso de 7 minutos los peligros medioambientales que amenazaban la existencia de nuestra especie. En aquella reunión estaba presente Bush padre como presidente de Estados Unidos, que en gesto de cortesía aplaudió aquellas palabras, igual que todos los demás presidentes.

Nadie en Camp David ha respondido a la cuestión fundamental. ¿Dónde y quiénes van a suministrar los más de 500 millones de toneladas de maíz y otros cereales que Estados Unidos, Europa y los países ricos necesitan para producir la cantidad de galones de etanol que las grandes empresas norteamericanas y de otros países exigen como contrapartida de sus cuantiosas inversiones? ¿Dónde y quiénes van a producir la soya, las semillas de girasol y colza, cuyos aceites esenciales esos mismos países ricos van a convertir en combustible?

Un número de países producen y exportan sus excedentes de alimentos. El balance entre exportadores y consumidores era ya tenso, disparando los precios de los mismos. En aras de la brevedad, no me queda otra alternativa que limitarme a señalar lo siguiente:

Los cinco principales productores de maíz, cebada, sorgo, centeno, mijo y avena que Bush quiere convertir en materia prima para producir etanol, suministran al mercado mundial, según datos recientes, 679 millones de toneladas. A su vez, los cinco principales consumidores, algunos de los cuales son también productores de estos granos, necesitan actualmente 604 millones de toneladas anuales. El excedente disponible se reduce a menos de 80 millones de toneladas.

Este colosal derroche de cereales para producir combustible, sin incluir las semillas oleaginosas, solo serviría para ahorrarles a los países ricos menos del 15 por ciento del consumo anual de sus voraces automóviles.

Bush en Camp David ha declarado su intención de aplicar esta fórmula a nivel mundial, lo cual no significa otra cosa que la internacionalización del genocidio.

El Presidente de Brasil, en su mensaje publicado por The Washington Post, víspera del encuentro en Camp David, afirmó que menos del uno por ciento de la tierra cultivable brasileña se dedica a la caña para producir etanol. Esa superficie es casi el triple que la que se empleaba en Cuba cuando se producían casi 10 millones de toneladas de azúcar, antes de la crisis de la URSS y del cambio climático.

Nuestro país lleva más tiempo produciendo y exportando azúcar, primero a base del trabajo de los esclavos, que llegaron a sumar más de 300 mil en los primeros años del siglo XIX y convirtieron la colonia española en el primer exportador del mundo. Casi cien años después, a principios del siglo XX, en la república mediatizada, cuya independencia plena frustró la intervención norteamericana, solo inmigrantes antillanos y cubanos analfabetos cargaban el peso del cultivo y el corte de la caña. La tragedia de nuestro pueblo era el llamado tiempo muerto, por el carácter cíclico de este cultivo. Las tierras cañeras eran propiedad de empresas norteamericanas o de grandes terratenientes de origen cubano. Hemos acumulado, por tanto, más experiencia que nadie sobre el efecto social de ese cultivo.

El pasado domingo primero de abril, la CNN informaba la opinión de especialistas brasileños, quienes afirman que muchas de las tierras dedicadas al cultivo de la caña han sido adquiridas por norteamericanos y europeos ricos.

En mis reflexiones publicadas el 29 de marzo expliqué los efectos del cambio climático en Cuba, a lo que se añaden otras características tradicionales de nuestro clima.

En nuestra isla, pobre y lejos del consumismo, no habría siquiera personal suficiente para soportar los duros rigores del cultivo y la atención a los cañaverales en medio del calor, las lluvias, o las sequías crecientes. Cuando azotan los ciclones, ni siquiera las máquinas más perfectas pueden cosechar las cañas acostadas y retorcidas. Durante siglos no se acostumbraba a quemarlas, ni el suelo se compactaba bajo el peso de complejas máquinas y enormes camiones; los fertilizantes nitrogenados, potásicos y fosfóricos, hoy costosísimos, ni siquiera existían, y los meses secos y húmedos se alternaban regularmente. En la agricultura moderna no hay rendimientos elevados posibles sin rotación de cultivos.

La Agencia Francesa de Prensa transmitió el domingo primero de abril informaciones preocupantes sobre el cambio climático, que expertos reunidos por Naciones Unidas consideran algo ya inevitable y de graves consecuencias en las próximas décadas.

"El cambio climático afectará al continente americano de forma importante, al generar más tormentas violentas y olas de calor, que en Latinoamérica provocarán sequías, con extinción de especies e incluso hambre, según el informe de la ONU que debe aprobarse la próxima semana en Bruselas.

"Al final del actual siglo, cada hemisferio sufrirá problemas de agua y, si los gobiernos no toman medidas, el aumento de temperaturas podría incrementar los riesgos de ‘mortalidad, contaminación, catástrofes naturales y enfermedades infecciosas’, advierte el Grupo Intergubernamental del Cambio Climático (IPCC).

"En Latinoamérica, el calentamiento ya está derritiendo los glaciares de los Andes y amenaza al bosque del Amazonas, cuyo perímetro se puede ir convirtiendo en una sabana", continúa afirmando el cable.

"A causa de la gran cantidad de población que vive cerca de las costas, Estados Unidos también se expone a fenómenos naturales extremos, como demostró el huracán Katrina el año 2005."

"Este es el segundo informe del IPCC de una serie de tres, que se abrió el pasado febrero con una primera diagnosis científica donde se establecía la certeza del cambio climático."

"En esta segunda entrega de 1 400 páginas, en la que se analiza el cambio por sectores y regiones y del que la AFP ha obtenido una copia, se considera que, aunque se tomen medidas radicales para reducir las emisiones de dióxido de carbono a la atmósfera, el aumento de temperaturas en todo el planeta en las próximas décadas ya es seguro", concluye la información de la agencia francesa de noticias.

Como era de esperar, Dan Fisk, asesor de Seguridad Nacional para la región, declaró el propio día de la reunión de Camp David que "en la discusión de asuntos regionales, el tema de Cuba sería uno de ellos y no precisamente para abordar el tema del etanol —sobre el cual el Presidente convaleciente Fidel Castro escribió un artículo el jueves— sino sobre el hambre que ha creado en el pueblo cubano".

Por la necesidad de dar respuesta a este caballero, me veo en el deber de recordarle que el índice de mortalidad infantil en Cuba es menor que el de Estados Unidos. Puede asegurarse que no existe ciudadano alguno sin asistencia médica gratuita. Todo el mundo estudia y nadie carece de oferta de trabajo útil, a pesar de casi medio siglo de bloqueo económico y el intento de los gobiernos de los Estados Unidos de rendir por hambre y asfixia económica al pueblo cubano.

China jamás emplearía una sola tonelada de cereales o de leguminosas para producir etanol. Se trata de una nación de economía próspera que bate récords de crecimiento, donde ningún ciudadano deja de recibir los ingresos necesarios para bienes esenciales de consumo, a pesar de que un 48 por ciento de su población, que supera los 1 300 millones de habitantes, trabaja en la agricultura. Por el contrario, se ha propuesto hacer considerables ahorros de energía eliminando miles de fábricas que consumen cifras inaceptables de electricidad e hidrocarburos. Muchos de los alimentos mencionados los importa desde cualquier rincón del mundo después de transportarlos miles de kilómetros.

Decenas y decenas de países no producen hidrocarburos y no pueden producir maíz y otros granos, ni semillas oleaginosas, porque el agua no les alcanza ni para cubrir sus necesidades más elementales.

En una reunión convocada en Buenos Aires por la Cámara de la Industria Aceitera y el Centro de Exportadores sobre la producción de etanol, el holandés Loek Boonekamp, director de Mercados y Comercio Agrícola de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo (OCDE), declaró a la prensa que:

"Los gobiernos se entusiasmaron mucho; deberían tener una mirada fría acerca de si debe haber apoyo tan robusto al etanol.

"La producción de etanol solo es viable en Estados Unidos; en ningún otro país, salvo que se apliquen subsidios.

"Esto no es maná del cielo y no nos tenemos que comprometer ciegamente", prosigue el cable.

"Hoy los países desarrollados impulsan que los combustibles fósiles sean mezclados con biocombustibles en cerca del 5 por ciento y eso ya presiona los precios agrícolas. Si ese corte se elevara a 10 por ciento, se necesitaría 30 por ciento de la superficie sembrada en Estados Unidos y 50 por ciento de la de Europa. Por eso pregunto si esto es sustentable. El aumento de la demanda de cultivos para etanol producirá precios más altos e inestables."

Las medidas proteccionistas se elevan hoy a 54 centavos por galón y los subsidios reales alcanzan cifras mucho más altas.

Aplicando la sencilla aritmética que aprendimos en el preuniversitario, se comprobaría que el simple cambio de los bombillos incandescentes por fluorescentes, como expresé en mi reflexión anterior, aportaría un ahorro de inversión y de recursos energéticos equivalente a millones de millones de dólares, sin utilizar una sola hectárea de tierra agrícola.

Mientras tanto, noticias públicas procedentes de Washington afirman textualmente a través de la AP:

"La misteriosa desaparición de millones de abejas en todo Estados Unidos tiene a los apicultores al borde del ataque de nervios y preocupa incluso al Congreso, que debatirá este jueves la crítica situación de un insecto clave para el sector agrícola.

"Las primeras señales serias de este enigma surgieron poco después de las Navidades en el estado de la Florida, cuando los apicultores se encontraron con que las abejas se habían esfumado.

"Desde entonces, el síndrome que los expertos han bautizado como Problema del Colapso de las Colonias (CCD, por sus siglas en inglés), ha mermado en un 25 por ciento los enjambres del país.

"Hemos perdido más de medio millón de colonias, con una población de alrededor de 50 mil abejas cada una, dijo Daniel Weaver, presidente de la Federación Estadounidense de Apicultores, quien apuntó que el mal afecta a unos 30 de los 50 estados del país. Lo curioso del fenómeno es que en muchos casos no se encuentran restos mortales.

"Los laboriosos insectos polinizan cultivos valorados entre 12 mil y 14 mil millones de dólares, según un estudio de la Universidad de Cornell.

"Los científicos barajan todo tipo de hipótesis, entre ellas la de que algún pesticida haya provocado daños neurológicos a las abejas y alterado su sentido de la orientación. Otros culpan a la sequía, e incluso a las ondas de los teléfonos móviles, pero lo cierto es que nadie sabe a ciencia cierta cuál es el verdadero desencadenante."

Lo peor puede estar por venir: una nueva guerra para asegurar los suministros de gas y petróleo, que coloque la especie humana al borde del holocausto total.

Hay órganos de prensa rusos que, invocando fuentes de inteligencia, han informado que la guerra contra Irán viene siendo preparada en todos sus detalles desde hace más de tres años, el día en que el gobierno de Estados Unidos decidió ocupar totalmente Iraq, desatando una interminable y odiosa guerra civil.

Mientras tanto, el gobierno de Estados Unidos destina cientos de miles de millones al desarrollo de armas de tecnología altamente sofisticada, como las que utilizan sistemas microelectrónicos, o nuevas armas nucleares que podrían estar sobre los objetivos una hora después de recibir la orden.

Estados Unidos ignora olímpicamente que la opinión mundial está contra todo tipo de armas nucleares.

Demoler hasta la última fábrica iraní es una tarea técnica relativamente fácil para un poder como el de Estados Unidos. Lo difícil puede venir después, si una nueva guerra se desata contra otra creencia musulmana que merece todo nuestro respeto, al igual que las demás religiones de los pueblos del Cercano, Mediano o Lejano Oriente, anteriores o posteriores al cristianismo.

El arresto de los soldados ingleses en aguas jurisdiccionales de Irán parece una provocación exactamente igual a la de los llamados "Hermanos al Rescate", cuando violando las órdenes del presidente Clinton avanzaban sobre las aguas de nuestra jurisdicción y la acción defensiva de Cuba, absolutamente legítima, sirvió de pretexto al gobierno de Estados Unidos para promulgar la famosa Ley Helms-Burton, que viola la soberanía de otros países. Poderosos medios masivos de publicidad han sepultado en el olvido aquel episodio. No son pocos los que atribuyen el precio del petróleo de casi 70 dólares por barril, alcanzado el lunes, a los temores de un ataque a Irán.

¿De dónde sacarán los países pobres del Tercer Mundo los recursos mínimos para sobrevivir?

No exagero ni uso palabras desmesuradas, me atengo a los hechos.

Como puede observarse, son muchas las caras oscuras del poliedro. •

3 de abril del 2007

Fidel Castro


http://www.defesanet.com.br/

PAÍS SEM LEI! disse...

04/04/2007

Vergonha, falta de civismo, etc.


Hoje, certamente será um dia de vergonha para todos os brasileiros porque nós, além de todas as mazelas que passamos, agora abandonamos totalmente o patriotismo, a moral e o civismo.

Em praticamente todos os países do mundo existe, pelo menos, um monumento de homenagem ao soldado desconhecido. Aquele que achado em campo de batalha não pode ser reconhecido. Assim sendo, em agradecimento aquele que não sabemos quem é, uma pira com o "fogo eterno" é acesa e jamais apagada. Um simbolismo universal seja em nações socialistas, comunistas, capitalistas, cristães, muçulmanas, não importa.

Em todas os países o "fogo da saudade", da família daqueles que nunca tiveram os despojos de seus entes queridos de volta e que não puderam enterrar seus mortos, alí se eterniza, sempre aceso, de dia, de noite, com chuva, com sol, com neve. Para evitar que a chama se apague, um soldado permanece ao lado da pira, também por 24 horas, não podendo se comunicar com ninguem pelo tempo em que alí ficar, protegendo o fogo.

Porem em um país do mundo - em um único país do mundo isso não acontece. Infelizmente o nosso.

Ontem, no monumento aos mortos na II Grande Guerra Mundial - no aterro do Flamengo - no Rio de Janeiro, este mes sob a responsabilidade da Força Aérea Brasileira, a pira do fogo eterno estava apagada. Ao perguntarmos ao soldado que fazia a guarda do "fogo" este nos respondeu que agora apagavam o fogo para economizar. O gasto era de um botijão de gás por mes mas para diminuir algumas despesas o "fogo eterno" era aceso apenas nos finais de semana quando há um maior número de visitantes ou se houver alguma comemoração.

Se não bastasse termos um Presidente da República que orgulha-se de não ter estudado e que afirma que sua mãe nasceu analfabeta (como se alguma mãe nascesse sabendo ler e escrever).

Um país em que a Ministra da Integração Racial afirma, publicamente, que "não vê nada demais negro antipatizar com branco porque lá no tempo do êpa, antes de 1808, alguns brancos agrediam alguns negros". E nós, que não vivemos naquela época, temos que arcar com a dívida moral e social.

Agora, em flagrante acinte apaga-se a homenagem aos nossos heróis sob a alegação ridícula de economia de um (01) botijão de gás por mes.

Será que nenhum Oficial-General tem "saco roxo" para exigir que um (des)governo deste não continue destruindo nossa honra? Será que realmente nos tornamos um país de frouxos? Será que nenhum militar vai, pelo menos, emprestar um botijão de gás para a aeronautica acender o fogo eterno que ilumina a tumba do soldado desconhecido?

QUANTO MAIS NÓS SEREMOS CAPAZES DE AGUENTAR?

Anônimo disse...

ATENÇÃO-SOLTEM O PESSOAL DOS PRESÍDIOS


ABRAM ESPAÇO PARA OS BANDIDOS E ASSASSINOS QUE ESTÃO DESTRUINDO O BRASIL. MARCOLA E BEIRA-MAR, SÃO MAIS HONESTOS.


============== do CH. Assassino acusa político de crime, em DVD A Polícia Federal de Alagoas recebeu um DVD com revelações do ex-tenente-coronel PM Manoel Francisco Cavalcante sobre crimes da "gangue fardada", que chefiou no Estado. Na gravação, feita por um detento em um presídio do Recife a pedido de um juiz, o ex-militar conversa com um outro preso e acusa deputados, delegados e outras autoridades de envolvimento nos crimes. Ele também faz ameaças ao corajoso juiz Marcelo Tadeu Lemos de Oliveira, que decretou sua prisão. Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Federais de Alagoas, Jorge Venerando, o DVD foi entregue de forma anônima e disse que um laudo comprova a veracidade da gravação. O laudo é assinado pelo perito Ricardo Molina, da Unicamp, um dos mais acreditados do País. O DVD mostra o ex-militar acusando o ex-deputado e usineiro João Lyra (PTB-AL), na foto, de ser o mandante do assassinato de Silvio Viana, coordenador-geral de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda de Alagoas, em outubro de 1996, com rajadas de metralhadora. Lyra - que perdeu a eleição para governador de Alagoas, em 2006 - já negou várias vezes o seu envolvimento nesse crime, a últimas delas quando a revista IstoÉ publicou reportagem sobre o assunto, em julho do ano passado, em que o ex-soldado PM Garibalde Santos de Amorim, que cumpriu pena de oito anos pela morte de Viana, mas jura inocência, acusou o ex-deputado de ser o mandante