terça-feira, 17 de abril de 2007

PT reforça na Câmara estratégia para revogar Lei de Anistia, punindo militares por livro secreto do terrorismo

Edição de Terça-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com/

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Por Jorge Serrão

Os radicais petistas deflagraram a guerra psicológica contra os militares – conforme o Alerta Total antecipou ontem -, na estratégia para puni-los com a revisão da Lei de Anistia, a partir de informações contidas nas 996 páginas do secreto “Livro Negro do Terrorismo no Brasil”. A Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados quer explicações sobre a publicação, produzida pelo Centro de Informações do Exército, entre os anos de 1986 e 1988. Os parlamentares exigem os documentos oficiais que deram origem à obra, para usá-los em futuros processos contra os militares.

A intenção dos radicais é usar a obra para provar a tese que as Forças Armadas cometeram crimes contra os inocentes guerrilheiros que confrontaram os militares na boa intenção de implantar um regime comunista no Brasil. Os adversários dos militares pretendem provar que, omitindo documentos, os militares incorreram no crime continuado de ocultação de cadáveres. A intenção tática deles é comprovar a responsabilidade do Estado sobre a morte e o desaparecimento de ativistas políticos entre 1964-85.

Os deputados resolveram ontem convidar o General de Exército da reserva Leônidas Pires Gonçalves, que foi ministro do Exército no governo José Sarney (1985-1990), época em que o Livro Negro foi produzido. Os parlamentares querem que Leônidas confirme que o trabalho foi escrito com base em arquivos confidenciais do Centro de Informações do Exército (CIE). Os membros da “bem intencionada” comissão também pediram aos ministros da Defesa, Waldir Pires, e da Casa Civil, Dilma Roussef (também citada no livro como a guerrilheira Estela), que ordenem uma busca rigorosa nos documentos militares. O Ministério Público também fará pressão contra o Exército, no mesmo sentido.

O foco principal dos deputados são os dados sobre a prisão e morte de 23 desaparecidos na Guerrilha do Araguaia, ocorrida no estado do Pará, no começo da década de 70. Os parlamentares não aceitam a tese de que os arquivos do Exército sobre o assunto foram queimados. Os radicais querem reascender a estória, como justificativa para rever a Lei de Anistia e permitir a abertura de novos processos cíveis contra os militares – a exemplo do que estão fazendo com o Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que comandou o DOI-CODI.

Além do General Leônidas, os deputados convidaram outros adversários históricos das Forças Armadas, para formar o teatro de operações psicológico contra os militares o presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, Marco Antonio Barbosa, o ministro-chefe da Advocacia Geral da União, José Antônio Dias Toffoli, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Raimundo Cezar Britto Aragão. A Comissão de Direitos Humanos da Câmara é presidida pelo deputado Luiz Couto (PT-PB).

Os radicais se aproveitam do fato de que o Livro Negro do Terrorismo no Brasil narra a prisão ou morte de 16 guerrilheiros do PCdoB, na região do Araguaia (Pará), e de outros sete militantes do Movimento de Libertação Popular (Molipo), da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e da Aliança Libertadora Nacional (ALN), organizações de esquerda que entraram na luta armada. A Força sempre negou que tivesse essas informações. Com exceção de Maria Lúcia Petit, cujos restos mortais foram localizados pela família em 1991, no Araguaia, os demais permanecem nas listas dos desaparecidos políticos.

O que disse o General

Em entrevista ao jornal “Estado de Minas”, publicada domingo, Leônidas Pires Gonçalves confirmou que partiu dele a ordem para que o Centro de Informações do Exército (CIE) – o serviço secreto da Força – fizesse o livro.

O general confirmou também que a obra foi produzida com base nos documentos dos arquivos confidenciais do CIE.

Segundo Leônidas, esses documentos não foram queimados, ao contrário do que Exército vem afirmando nos últimos anos como argumento para não cumprir ordens judiciais que ordenam a abertura dos arquivos.

Argumento bondoso

O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), membro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, vai apresentar um requerimento para que o Ministério da Defesa forneça os originais do livro secreto do Exército.

Ao contrário do que diz o general Leônidas, expressão de uma visão política superada, não se trata de revanchismo querer abrir os arquivos secretos das Forças Armadas, mas de entendimento da história recente e da nossa memória social como patrimônio coletivo do povo brasileiro. Os povos que não conhecem, em todos os aspectos, o seu passado, correm o risco de revivê-lo”.

Tese para enquadrar os militares

O ministro-chefe da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, já tem pronto o argumento para detonar os militares em futuros processos:

Esse livro derruba, mais uma vez, a versão oficial de que não existem documentos. O que não pode é prevalecer uma posição de silêncio. As famílias têm direito ao funeral e, é bom lembrar, a ocultação de cadáver é um crime continuado”.

Reabrindo casos

Paulo Vannuchi avalia que as revelações do livro do Exército podem provocar a reabertura de pelo menos um processo na Comissão Especial que analisa a responsabilidade do Estado sobre a morte e o desaparecimento de ativistas políticos entre 1964-85.

Trata-se do caso de Wânio José de Mattos, integrante da VPR que desapareceu no Chile em setembro de 1973 após o golpe militar que depôs o presidente Salvador Allende.

Só em 1992, quando os arquivos chilenos foram abertos, a família foi informada pelas autoridades daquele país de que, por falta de atendimento médico, Wânio morrera de peritonite aguda no Estádio Nacional, em Santiago, onde se encontrava preso.

Os radicais se aproveitam do fato de que, pelo menos quatro antes da abertura dos arquivos chilenos, o Exército brasileiro já tinha conhecimento da versão, como mostra a página 788 do livro secreto.

EB invadido pelo MST?

O Movimento dos Sem Terra resolveu declarar guerra até ao Exército.

O MST intensificou invadiu até uma área do Exército, em Santa Catarina, ocupando-a com 500 famílias.

Cerca de 800 sem-terra também invadiram a sede do Incra, em Brasília, ocupando nove andares do prédio.

As ações fazem parte do "abril vermelho", jornada para marcar o massacre de Eldorado dos Carajás (PA), que completa hoje 11 anos, e pedir reforma agrária.

Espera mais um ano que vou ver...

O Governo Lula pediu mais duas semanas ao governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), para definir se envia ou não tropas para o combate à violência no Estado.

O governador se recusa a decretar estado de emergência, abrindo mão da gestão sobre a ineficiente, porém lucrativa, área de segurança, caso seja obrigado a passar tudo para o comando das Forças Armadas.

Após reunião ontem no Palácio Laranjeiras, no Rio, os governos federal e estadual resolveram que será firmado acordo para permitir às Forças Armadas o patrulhamento das ruas da cidade por até um ano e em áreas previamente escolhidas.

Participaram da reunião o governador, os ministros Tarso Genro, da Justiça; e Waldir Pires, da Defesa; os comandantes das três Forças e secretários de Segurança.

Cedendo na pressão

Sérgio Cabral aceitou que o comando das operações especiais fique a cargo das Forças Armadas.

As ações terão início antes do Pan, mas sem data marcada.

Mas o tal acordo depende ainda de documento com a proposta, a ser enviado por Cabral até o fim de semana.

Líder que não lidera?

O presidente da ABCTA (Associação Brasileira de Controladores de Tráfego Aéreo), Wellington Rodrigues, avalia que a rebelião que paralisou os aeroportos do país no dia 30 foi um "erro estratégico" porque deixou os controladores num impasse e no "fundo do poço".

Segundo o líder dos amotinados, o resultado são controladores desiludidos e desconcentrados, o que significa um risco à segurança aérea.

Rodrigues admitiu que a categoria é fracionada e sua capacidade de "segurar" o grupo se esgotou.

Vida que segue...

Fiquem com Deus!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Inteligente, inovador, fortemente analítico e propositivo, utilizando as mais modernas tecnologias para transmissão instantânea e eletrônica de informação privilegiada e análise estratégica, junto com a difusão de novos conhecimentos voltados para a construção e consolidação de novos valores humanos.

7 comentários:

Bagli&Blog disse...

Não acredito que as Forças Armadas vão se manter como "cordeirinhos" diante da petulâcia e da infâmia perpetrada pelos fundamentalistas majoritários do atual governo do Anão sem Dedo.

Isso se chama "vitória no tapetão"!

Vai ficar barato? Vão abaixar a cabeça e bater continência à marginais marxistas?

O que estão esperando?

BRASIL ACIMA DE TUDO disse...

TEMPO DE DECADÊNCIA

MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA



Em termos históricos mais recentes, podemos dizer que o século XIX foi o do pensamento. Nada, é claro, que se compare à Grécia Antiga ou ao Renascimento, mas é inegável que na centúria dos mil e oitocentos surgiram pensadores magistrais nas várias áreas do conhecimento. Floresceram também grandes escritores e pintores e, inclusive a moda revelava requintes em bordados, brocados, rendas, luvas, plumas, chapéus.

O século XX foi o da matéria. Continuou a produção intelectual de excelência, mas em menor quantidade. E o Brasil, como não podia deixar de ser, copiou ou adaptou fatos externos. Naturalmente, de acordo com nosso peculiar contexto que refletia a evolução histórica do país.

Até aproximadamente a primeira metade do século passado, a educação brasileira, com forte influência de religiosos católicos, apresentava boa qualidade. E tanto nas famílias quanto nas escolas, crianças e jovens aprendiam valores que os norteariam pela vida afora. Falar a verdade, ser honesto, cultivar o amor à pátria eram noções que se assimilava através da disciplina, da convivência com os colegas, do respeito para com os professores. A bandeira nacional era hasteada no pátio do colégio, todos os hinos pátrios decorados com gosto e alegria, havia orgulho em desfilar nas comemorações das datas cívicas.

Não faltará quem diga que naquele tempo havia repressão exagerada dos costumes, falsidade, hipocrisia. Entretanto, não se pode negar que as relações eram mais estáveis, que o romantismo enfeitava a vida com nuances de emoção e beleza e que havia mais respeito e compostura entre as pessoas.

Seria essa uma visão elitista? De forma alguma, pois mesmo os humildes se revestiam de dignidade e o tratamento entre classes era cordial, sobretudo nos lares onde os empregados pareciam membros da família. Até os políticos, que sempre fizeram de seu mister mercancia de grosso trato, tinham certo comedimento e não abusavam dos crimes hoje tidos como naturais pela sociedade. Os valores da época inibiam aqueles que necessitavam de votos e a liturgia do cargo era praticada com a devida elegância. Seria inadmissível a alguns anos atrás, que um presidente da República fizesse diante do mandatário de outro país comentários chulos com referência, por exemplo, ao Ponto G, ou que usasse continuamente conversa de botequim ao discursar.

Tudo é processo e o fenômeno da urbanização trouxe, no nosso caso a partir da década de quarenta, a diversificação dos comportamentos, o aumento de grupos sociais, a diminuição da força monopolista da Igreja católica. Houve também o avanço dos meios de transporte e comunicação, o que uniu imensas distâncias e rompeu isolamentos. A mulher se tornou mais livre, passou a estudar, saiu de casa para trabalhar e assumiu, inclusive, profissões antes reservadas aos homens. Progressos sem conta na medicina, na ciência, na tecnologia aconteceram em escala mundial e alcançaram o Brasil. Melhorou o nível de vida mesmo das populações mais pobres e a massa teve acesso a bens de consumo antes restritos às classes altas.

Portanto, o século XX, malgrado os sistemas totalitários, comunismo e nazismo, que infelicitaram aqueles que os experimentaram, trouxe em seu bojo grande progresso, sendo que o mundo de modo geral se tornou mais democrático e próspero.

Entretanto, como tudo que deriva do ser humano contém o bem e o mal, nenhuma civilização que chegou ao apogeu nele se manteve. A decadência sempre foi inevitável devida à ganância, ao uso indevido do progresso, ao abuso da liberdade convertida em liberalidade. E, assim, se repetiram ao longo do tempo ciclos de evolução e involução.

Agora, em meio ao progresso, se atravessa uma época de decadência moral. No Brasil acentua-se o individualismo. Perdeu-se o sentido de pátria, com exceção do ufanismo ridículo relativo ao futebol. Valores antes existentes estão em extinção e anti-heróis são exaltados. Os piores exemplos vêm das autoridades constituídas e as instituições se desagregam. A vida se torna cada vez mais frágil diante da violência e da acentuação da impunidade, enquanto a morte se banaliza. Acabou a liturgia do cargo e impera a vulgaridade. A pressa torna as relações superficiais e insatisfatórias. A TV tomou o lugar da família e da escola, dita comportamentos e estimula anti-valores. A educação atingiu o nível mais baixo e professores apanham de alunos. A mentira e a corrupção dos governantes, largamente praticadas, são aceitas com naturalidade pela sociedade e alguns indivíduos dizem: “se eu estivesse lá faria a mesma coisa. É o que se pode chamar de exaltação ao cinismo.

Mas como tudo está em perpétuo devir, no bojo das transformações outro ciclo está em andamento. No nosso caso, quem sabe que ao cabo de muitas gerações alguma coisa muda. Lembremos, então, do que disse Euclides da Cunha: “estamos fadados à civilização, ou progredimos ou desaparecemos”.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

QUANTA VERGONHA, DEUS DO CÉU! disse...

Algumas frases pinçadas da fala de Lula durante o programa
“Café com bobagens” do dia 09.04.2007.


“A nossa idéia é que a gente possa ter um diagnóstico correto da dificuldade de cada país na questão energética. Com esse diagnóstico correto na mão, nós então apresentamos uma proposta do que fazer conjuntamente, onde arrumar dinheiro, qual projeto nós vamos ter para que a gente tenha uma integração”.

“Essa reunião é, para mim, importante na medida em que ela pode definir o que vai ser a América do Sul para os próximos dez, 15 ou 20 anos”.

“A sociedade vai ganhar mais tranqüilidade, mais certeza de que nós vamos ter energia suficiente para atender a demanda da sociedade e a demanda do crescimento econômico desses países”.

E por fim, Lula, do alto da sua competência e do seu conhecimento experimental em energia alternativa, apresentou a solução para as Zaméricas do Sul:

"Quando tiver muita chuva em um país que tiver energia, nós poderemos estar utilizando a energia deles. Quando lá chover pouco e aqui chover muito e a gente tiver energia em excesso, a gente pode passar energia para eles".

Mas minha Santa Periquita, o que anda fazendo Franklin Martins, o Ghost writer mais bem pago do mundo? Será que ele deixará Lula dizer isso lá nas Margaritas para o mundo rir de nós?

http://www.pep-home.blogspot.com/

marco disse...

Só gostaria de perguntar à companheirada - Dilma,Dirceu,Genuino"et caterva" - :o que teriam feito com os militares caso tivessem tido a oportunidade? Tratá-los com néctar e ambrosia? Já não basta a "aposentadoria" de guerrilheiro que têm? E agora querem crucificar aqueles que impediram o fim do regime democrático no Brasil? Vão pra PQP!

Bagli&Blog disse...

Prezado Jorge Serrão,

Boa tarde.

Aldo Rebelo Ministro da Defesa? Não fode!

Um militar honrado, com três colhões e bitola boa, jamais bataerá continência para um fervoroso admirador de Stalin.

Tapetão, é o caralho! Por um Brasil soberano e livre do marxismo.

Abração,

GRUPO GUARARAPES!!! disse...

Encaminhado ao governador Sergio Cabral, via Ouvidoria, com cópia aos COMTES FFAA.

Claudio Buchholz Ferreira
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----- Original Message -----
From: cbufer2006
To: ouvidoriadapolicia@proderj.rj.gov.br
Cc: 1vice@clubemilitar.com.br ; MINDEF ; MB CCSM ; FAB ; webmaster@exercito.gov.br
Sent: Tuesday, April 17, 2007 10:18 AM
Subject: Insulto muito grave de governador


##### Com certeza antes do Pan-Americano as Forças Armadas já estarão no Rio. Ninguém veio aqui tapear o governador - declarou Cabral.#####

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Exmo Sr Governador Sergio Cabral

Diferente do que esse governador informa, as Forças Armadas estão no Rio de Janeiro e no BRASIL hoje, agora e sempre.
Diferente do que esse governador insulta, irresponsavelmente, as FFAA não tapeiam, nunca o fizeram e nunca o farão.
As FFAA, Governador, são o povo brasileiro fardado e pronto a servir, dentro da LEI.
As FFAA não servem a governos, servem a NAÇÃO.

Claudio B Ferreira

SOMOS MUITOS!! disse...

Isso foi exibido em todos os telejornais noturnos na quinta feira (11/03/04).

Paulo,28 anos, casado com Sônia, grávida de 4 meses, desempregado há dois meses, sem tero que comer em casa foi ao rio Piratuaba-SP a 5km de sua casa pescar para ter uma "misturinha" com o arroz e feijão, pegou 900gr de lambari, e sem saber que era proibida a pesca, foi detido por dois dias, levou umas porradas. Um amigo pagou a fiança de R$280,00 para libera-lo e terá que pagar ainda uma multa ao IBAMA de R$724,00.

Sua mulher Sônia grávida de 4 meses sem saber o que aconteceu com o marido que,supostamente, sumiu, ficou nervosa e passou mal, foi para o hospital e teve aborto espontâneo.

Ao sair da detenção, Ailton recebeu a noticia de que sua esposa estava
no hospital e perdeu seu filho, pelos míseros peixes que ficaram apodrecendo no lixo da delegacia.

Quem poderá devolver o filho de Sônia e Ailton?

Henri Philippe Reichstul, de origem estrangeira, Presidente da PETROBRAS. Responsável pelo derramamento de 1 milhão e 300 mil litros de óleo na Baía da Guanabara. Matando milhares de lambaris e pássaros marinhos; responsável pelo derramamento de cerca de 4 milhões de litros de óleo no Rio Iguaçu, destruindo a flora e fauna e comprometendo o abastecimento de água em várias cidades da região. Crime contra a natureza, inafiançável.

Encontra-se em liberdade. Pode ser visto jantando nos melhores restaurantes do Rio e de Brasília.

Esta é uma campanha em favor da VERGONHA NA CARA.