segunda-feira, 13 de agosto de 2007

A Revolução Petista

Edição de Artigos de Segunda-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com

Por Geraldo Almendra

A política brasileira chegou a seu nível mais baixo durante o governo Lula. No Brasil, onde há muito a política deixou de ser um embate de idéias e projetos, recentemente se tornou uma simples disputa de poder que reveste um balcão de negócios... O Brasil vive uma crise moral, desde que passou a associar democracia com passividade e liberdade com esculhambação e impunidade...(Márcio Chalegre Coimbra).

Um processo eleitoral estelionatário-delinqüente colocou no poder dos três poderes da República os principais responsáveis pelo projeto de governo socialista-populista-assistencialista-corrupto do PT, forjado no submundo da traição de um sonho de democracia que se supunha estar evoluindo no vai e vem das calhordices das oligarquias políticas prostitutas que tomaram conta do país após o regime militar.

O que se apostou quando Lula foi colocado na presidência é que a ignorância de um retirante que se apresentava como um revolucionário da moralidade e da ética, apesar de sua comprovada falta de cultura e educação, iria ser melhor para o país; melhor do que a pseudo-inteligência política de FHC e suas maracutaias corrupto-corporativistas que sedimentaram o terreno para que a degradação moral e ética do poder público ficasse sem controle nas mãos do petismo.
No final das contas, cometemos um terrível engano.

Estamos presenciando desde o início do primeiro mandato petista uma grotesca sucessão de fatos de contundente corrupção e corporativismo delinqüente que colocam o desgoverno petista como o mais sórdido grupo de pessoas que já habitou os palácios envidraçados da prostituição política do planalto central.

O projeto populista-assistencialista do PT não pode ser avaliado por nenhuma linha política ideológica coerente e que não seja aquela que venha a garantir uma tomada do poder para assegurar a ascensão de uma nova burguesia corrupta e corporativista sórdida, que visa assumir o controle do Estado das mãos sujas das prostitutas e prostituídas oligarquias políticas tradicionais e colocar nosso país no mesmo caminho dos países do eixo do mal do socialismo decadente e corrupto, sob o comando do petismo e de seus cúmplices, especialmente os dirigentes do Foro de SP.

O projeto petista não procura minimizar as contradições da sociedade capitalista neoliberal e colocar o país no caminho do desenvolvimento econômico e social auto-sustentado, digno e justo.

O que está provocando, na verdade, é um aprofundamento das desigualdades e preconceitos entre classes com seu Apartheid tupiniquim-populista-assistencialista que formaliza diferenças sociais entre os mais ricos e os pobres, entre cidadãos de diferentes origens, e entre trabalhadores privados e funcionários públicos que passaram a se constituir em uma classe burguesa petista para o domínio perpétuo do poder público.

O pano de fundo desse crime de traição ao país é a partidarização criminosa do Estado em todas as suas extensões federal, estadual e municipal.

A arquitetura do projeto de poder petista é podre e delinqüente na sua natureza, pois se apóia na falência de valores morais e éticos da sociedade rica e da parcela da classe média que se acovardou ou se corrompeu, assim como na fragilidade cultural e educacional dos excluídos ou deserdados do desenvolvimento econômico e social que convivem, há décadas, “satisfatoriamente”, e sem consciência crítica, com um sistema de poder corrupto e corporativista.

Somente uma revolução comandada por uma junta civil-militar poderá combater a revolução petista que está estruturando seu modelo próprio de Estado Comunista de Direito. Não existem meios democráticos para combater um poder corrupto e protegido por uma Justiça relativista subordinada aos interesses do petismo.

O poder público, com a omissão ou cumplicidade de oficiais das Forças Armadas, já foi tomado pelos militantes do socialismo corrupto, corporativista e decadente; os podres poderes da República estão se unindo na covardia ou no relativismo servil ao mestre de cerimônias do Circo do Retirante Pinóquio, um homem que precisa, junto com seus cúmplices das “gangs dos quarenta” serem submetidos a um tribunal revolucionário para pagar pelos seus crimes de traição ao Brasil.

“Não há nada tão desgraçado na vida que ainda não possa ficar pior”. Vamos tirar esses calhordas do poder para que possamos sonhar com um retorno aos nossos sonhos de democracia e de uma sociedade moderna, justa e digna!

Geraldo Almendra é ensaísta.

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