quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Olha a farda do Jobim: Será que ele é "Genérico"






Edição de Imagens de Quarta-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com/

O Ministro da Defesa, “genérico” Nelson Jobim, acompanhado do Comandante do Exército, General Enzo, do Comandante da Força Aérea Brasileira, Brigadeiro Saito, e de diversas autoridades visitou esta semana o contingente brasileiro que integra a missão de Paz no Haiti. A comitiva foi recepcionada no aeroporto de Porto Príncipe pelo Embaixador Brasileiro no Haiti, Paulo Cordeiro, pelo Force Commander da MINUSTAH, General Santos Cruz e pelo Cel Tomás, que responde pelo comando do BRABAT. Jobim voltou a usar farda camuflada – que viola o artigo 172 do Código Penal Militar.

10 comentários:

Anônimo disse...

HAVERÁ CHORO E RANGER DE DENTES
Ternuma Regional Brasília

Pelo Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Diante de meio copo de água, sou daqueles que juram que a água está acabando (bando dos desanimados e reduzidos EPÂS). Ao contrário da imensa confraria, que satisfeitos (bando dos festivos e eufóricos OBÂS) consideram que ainda temos um bocado de água para consumir.

Estamos diante de um novo Ministro da Defesa. Para os OBÂS, agora vai. Para mim, lastimo e profetizo – “Ai dos Vencidos”.

Somente um punhado de renitentes otimistas, que desconhecem a triste figura que irá mandar (é isto mesmo, mandar - em sua essência, bem diferente do comandar, ou mandar com, preconizado nas Instituições Militares), e seu conhecido passado de arbitrariedades, pode julgar que ventos benfazejos, irão soprar doravante.

Ledo e tenebroso engano.

A esquerda nacional tem como objetivo a desconstrução das Forças Armadas. E eles são mestres no assunto. Após seu périplo (próximos vinte ou trinta anos), não sobrará pedra sobre pedra das Instituições Militares.

Várias figuras de triste lembrança foram ungidas ao Ministério da Defesa. Não necessariamente nesta ordem, tivemos o fraco, o confuso, o pusilânime, o beócio, e, agora, um imponente, pedante e espaçoso bobalhão.

Num processo bem planejado de desconstrução, creio que adentramos à 3ª e última fase do Projeto.

Na primeira, o objetivo era o enfraquecimento. Etapa de maior duração e coroada com exemplar êxito pelos magníficos “estrumes” e figuras sem a mínima qualificação para o exercício do honroso cargo que, aleatoriamente, ocuparam.

Na segunda, a de desmoralização, foi o estabelecimento de entidades e organizações paralelas para que ocorressem, como tem ocorrido no setor aéreo, a duplicidade de responsabilidades e a criação de áreas de indefinição, que geraram o caos e a confusão. Algo semelhante deverá ocorrer, oportunamente, em se tratando do Exército e da Força Nacional de Segurança.

Esta fase vai de vento em popa, pois, de repente, o apagão aéreo passou a ser um problema militar ou da Força Aérea e, como ficamos sabendo, somente a mão forte do governo poderá colocar as coisas nos seus devidos trilhos (é ai que entra o novo Ministro, com carta branca para pôr e dispor, ou seja, acabar com a “esculhambação”).

Eis que chegamos à terceira etapa, a da submissão ou do enquadramento. Basta recordar as palavras ou ameaças do novo Ministro, “ ... é assim que vai ser , ... quem quer fica, quem não concordar vai embora ...”. Na verdade, um recado direto de quem vai mandar. Em síntese, um alerta, não dirigido a uma platéia de relapsos e incompetentes, mas pasmem, para as mais altas autoridades militares.

Por isso, “Vai Victis”- “Ai dos Vencidos”.
Brasília/DF, 27 de julho de 2007

Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Anônimo disse...

UM FESTIVAL DE MEDALHAS!
Em solenidade realizada no Salão de Honra do Gabinete do Comandante do Exército, em Brasília, o General Enzo recebeu o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, para a imposição da Ordem do Mérito Militar no grau "Grã-Cruz". Participaram do evento integrantes do Alto-Comando do Exército e do Almirantado, oficiais-generais da Guarnição de Brasília e oficiais do Gabinete do Comandante do Exército.

Como todo mundo sabe, ou pelo menos deveria saber, Nelson Jobim, entre outras coisas, é aquele homem que confessou ter fraudado a Constituição brasileira de 1988 (isso mesmo, CONFESSOU TER FRAUDADO A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA).

... Parabéns ao ministro! Não por esta medalha, que certamente deverá ser apenas mais uma de uma coleção de outras delas - e uma vez que este símbolo já tenha perdido completamente suas referências de valor meritório (mais uma das coisas cujo governo Lula nos deixará como legado); mas pela sua capacidade de fazer com que seus erros jamais tenham lhe fechado as portas para outras chances, e mais outras, e mais outras, e mais outras... até que, finalmente, tenha vindo a ser brindado com as continências e, aparentemente, pelo menos, com o respeito das mais altas autoridades militares do país...

Já que estamos diante de um festival de distribuição de medalhas, fica lançada aqui uma sugestão aos comerciantes de todo o país. Coloquem em suas prateleiras, em suas bancas de camelô, em seus catálogos de venda as mais diversas réplicas das medalhas que são por aqui, pelo Brasil, distribuídas...
Christina Fontenelle
http://infomix-cf.blogspot.com/

Anônimo disse...

REFLEXÕES DE UM CORONEL ESCLEROSADO

Sentado em minha poltrona favorita, vi pela TV que o Brasil tinha novo Ministro da Defesa. Ministro da Defesa? Não pode ser. Não estão querendo dizer Ministro da Guerra? Lembro-me então que isso é coisa de um passado remoto.

Mas o nome Defesa não está errado? O nosso Ministério da Defesa peca inicialmente pelo nome: alguém que entra em campo com a imposição de apenas se defender, está fadado a perder ou no máximo empatar. O nome mais correto seria Ministério das Forças Armadas, ou no nosso caso atual, MINISTÉRIO DAS FRAQUEZAS DESARMADAS.

Lembrei-me então que existe uma imposição que o Ministro da Defesa seja um civil e de preferência com o Certificado de Isenção do Serviço Militar. Mas agora a coisa melhorou. Parece que foi colocado alguém do ramo. Ele está fardado! E tem um belo currículo.

Tem “notável saber jurídico”, pois foi Ministro e também Presidente do Supremo Tribunal de Federal, mas seus oficiais de gabinete se esqueceram de alertá-lo que existe uma lei chamada Estatuto dos Militares que em seu Art. 76 diz “Os uniformes das Forças Armadas, com seus distintivos, insígnias e emblemas, são privativos dos militares e simbolizam a autoridade militar, com as prerrogativas que lhes são inerentes.

Parágrafo único. Constituem crimes previstos na legislação específica o desrespeito aos uniformes, distintivos, insígnias e emblemas militares, bem como seu uso por quem não tiver direito.”

O uso do uniforme militar pelo Ministro causou preocupações aos seus assessores.
O tesoureiro do gabinete pensou: “Será que posso sacar o soldo de soldado recruta para o Ministro? Ele certamente não irá gostar, porque o nosso recruta recebe menos que um salário mínimo”.

Por sua vez, o Ministro, preocupado com o cerimonial, indagou aos seus áulicos: - E se me “baterem” continência, como vou proceder? Rapidamente o seu assistente disse: - O senhor responde com o mesmo gesto, com a mão direita. Um segundo, mais chegado ao esquema gramscista, adiantou: - É melhor responder com a mão esquerda, é mais atual.

O terceiro, adepto do Foro de São Paulo, que sempre aparece nesses momentos, arrematou: - O senhor pode responder com as duas mãos, fazendo o famoso “TOC,TOC,TOC”, já institucionalizado pelo Palácio do Planalto.

Atributos não faltam ao Ministro. Com o seu notável saber político, foi Deputado federal e constituinte em 1988 e publicamente revelou que fraudou o texto constitucional, depois de ter sido aprovado em plenário. Agora é especialista em aviação.

Quando for visitar a Marinha vai ficar uma gracinha com sua roupinha de marinheiro. - Marcha soldado, cabeça de papel... Luiz de Camões foi militar e suas palavras esculpidas em bronze na pérgula da Academia Militar das Agulhas Negras, ficaram gravadas indelevelmente em nossas mentes e nossos corações: “A disciplina militar prestante, não se aprende senhor na fantasia, sonhando, imaginando ou estudando, mas sim vendo, tratando e planejando.”

Passo a palavra à Procuradoria da Justiça Militar; Rogamos a DEUS que salve a nossa PÁTRIA.

- BRASIL ACIMA DE TUDO!
- SELVA!
- BRASIL!
Cícero Novo Fornari
Cel Ref do Exército
http://www.oquintopoder.com.br/soberania/ed152.php?item=materia2

Anônimo disse...

Jorge,

O ministro faz lembrar o Sgt. Schultz, da série Guerra Sombra e Água Fresca, que por sinal era muito mais inteligente.

Anônimo disse...
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barroso disse...

QUANDO,militar do Exército,em Belém
ouvi uma história de um certo Cel tampinha: Cidadão muito baixinho
querendo impressionasr a namora-da,comprou uma farda de capitão, depois se promoveu a coronel, sedo
por fim preso. Agora o próprio Eército, manda confecionar uma
farda de soldado para um ministro que sendo civil,para exercer o cargo de ministro deveria,pelo menos, ter a o Curso da ESG.FALA SÉRI0!

barroso disse...

Quando servi ao Exercito,em Belem-Pará, ouvi a histótia de um certo Coronel tampinha: Civil muito bai-xinho, para impressionar a namora-da, comprou uma farda de capitão, depois de coronel do Exército, sendo preso, naturalmente. Agora, em 2007 o Exército dá uma farda ao
ministro da defesa, que,sendo ci-vil,para exercer o cargo de minis-tro da defesa,deveria ter,pelo menos, o curso da ESG

Anônimo disse...

ZÉ DAS MERDALHAS.
Parece a mim uma humilhação aos militares esta ideia de fardarem o Ministro Jobim. Não sei em que vai dar este episodio, mas fica aqui meu repudio a esta atitude de querer dar estatus de militar a um cidadão bem menos que comum posso dizer até abaixo da media de um bom cidadão. Pois não tendo ele nunca prestado serviço militar, pois lhe foi consedido Certificado de Isenção do Serviço Militar. Portanto jamais poderia tocar numa farda ou emblema.Digo isso com convicção pois fiz parte das fileiras militares sevindo a Patria Mãe Brasil com muito orgulho no Grau de Soldado Mot. combatente de Infantaria Motorizada. Sei que por lei é proibido o uso de farda, insignias e emblemas militares por cidadão civil. Sendo passivel de punição, por isto meu repudio a essa atitude do Governo brasileiro.
Hoje escrevo uma pequena coluna jornalistica para um singelo semanario local.
Arroio Grande, 11 de novembro de 2008.

Unknown disse...

Estava em meu escritório quando dialogando com um militar do Nobre e Honrado Exército Brasileiro fiquei sabendo que o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, teria cometido um deslize ao se fardar com as vestes de general.
De pronto imaginei que a autoridade queria, na verdade, mostrar sua identificação com a função, uma demonstração pública de ter "vestido a camisa", o que é elogiável, se não fora a questão da camisa ser uma farda militar.
O uso de farda é privativo, protegido por lei e um símbolo muito importante, uma das quase únicas prerrogativas garantida por pressupostos técnicos, ligados à guarda de uma cultura inabalável, exercício de autoridade, sustentada pela hierarquia e disciplina miltar.
Foi um ato de gafe do ministro, ele poderia ter afrontado a lei. Se fosse um militar, estaria em grave situação diante da justiça penal-militar.
Entretanto, creio na boa intenção do ministro, mas o momento é oportuno para considerações.
Os conceitos não podem ser entendidos com inflexibilidade, por exemplo, essas pilastras mestras da Instituição Militar, já citadas, não devem permitir que os dignos e honrados comandantes militares se calem diantes de situações críticas.
O fato de um ministro, enfim, qualquer autoridade legal e legitimamente constituida ter uma visão equivocada, demanda ação de assessoramento, seu ato deve ser questionado, alertado, objeto de discussões, até para evitar que incida em erros em sua trajetória. Importante lembrar que todas as manifestações, ao modo militar, devem se subordinar às regras do respeito e da boa educação.
Trata-se de uma obrigação dos comandantes diante do público e de sua tropa, o que não lhe é desfavorável, ao contrário, enobrece mais o seu caráter de liderança e honradez.
Ocorre que os anos 64 trouxeram muitos males aos militares.
Qualquer reação mais contundente de um comandante militar traz a tentativa de relacionar a posição da autoridade, ainda que legítima, com a imagem de pessoa intransigente, arrogante, etc.
É preciso um novo estado de coisas.
Que as autoridades políticas entendam que as instituições nacionais, militares ou não, são garantias para a pátria livre e soberana, saudável e promissora, que não façam das questões técnicas e culturais manipulações políticas, administrando e governando pelo exemplo, como fazem os militares.
Que os nossos comandantes resgatem a vocação de em obediência às mais notáveis regras da hierarquia e disciplina, discordarem quando necessário, que esclareçam à sociedade os riscos que as más tratativas políticas trazem à nação, isto para que mantenham incolumes a imagem do militar.
Militar é uma pessoa de bem, reserva moral da nação, desprendido, voluntário, corajoso, apolítico, que apóia todos aqueles que se engajam no propósito de prestigiar a pátria e que luta para que o Brasil esteja acima de tudo e de todas as conveniências.
Por fim.
Não vejo no ato do ministro nenhuma maldade, mas, grande risco.
Que a circunstância traga oportunidade para reflexão de ambas as partes e as melhorias necessárias.
Ao Ministro o meu respeito por buscar prestigiar as Forças Armadas - patrimônio de todos nós, os brasileiros, e também aos militares.
Respeitosamente
Renato Aldarvis

Anônimo disse...

VAMOS DEIXAR DE CIÚMES!!! O CARA É MINSITRO DA DEFESA!!! CARGO ESSE QUE O DÁ, TRANQUILAMENTE, O DIREITO DE USAR FARDA! AFINAL ELE É O REPRESENTANTE ((( MÁXIMO ))) DAS 3 FORÇAS.

ATENÇÃO OFICIAIS DE PLANTÃO, QUE NORMALMENTE PENSAM QUE SÃO "DEUSES" PERANTE OS PRAÇAS.

O MINISTRO PODE SIM USAR FARDA, E DIGO MAIS, ELE FOI MUITO É HUMILDE, EM USAR UMA FARDA COMUM COMO A DE QUALQUER OFICIAL SUBALTERNO.

SE FOSSE EU, MANDARIA FAZER UMA TODA DIFERENTE!!!

É ISSO AÍ JOBIM, FOI DEPUTADO, FORMADO EM "DIREITO" E AGORA CHEFE SUPREMO DA (MARINHA, AERONÁUTICA E EXÉRCITO) BRASILEIRO!