sábado, 20 de outubro de 2007

Um Bope para a Política

Edição de Artigos de Sábado do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com

Por Maria Lucia Barbosa

Confesso que não gosto de filmes brasileiros e, portanto, não os assisto. A arte ou seu arremedo sempre retrata a cultura de uma dada sociedade, e emprego aqui o termo cultura no sentido do complexo de valores, comportamentos e atitudes sociais. Nesse sentido nossos filmes mostram nossa visão de mundo, exaltando o que nos é caro: anti-valores e anti-heróis. Vão da glamourização dos bandidos transformados em mocinhos a satanização dos mocinhos transformados em bandidos. E as chamadas obras cinematográficas, produzidas comodamente à sombra do governo, normalmente apelam para a pornografia, transformando em lixo o que poderia ser arte.

O mesmo se dá com novelas, influentes meios de moldar comportamentos, onde a glorificação do mau-caratismo é comum sendo que os vilões é que empolgam os telespectadores. Além do mais, através dos folhetins eletrônicos é possível passar, de forma subliminar, a ideologia do poder político do momento. Exemplifico com a novela Paraíso Tropical, que resvalava, sem que a grande maioria o percebesse, para um tipo de doutrinação relativa a luta de classes e para o incentivo do preconceito do negro contra o branco (recorde-se que uma ministra do presidente Lula da Silva afirmou não ser preconceito o negro hostilizar e odiar o branco, porque esse é um direito da raça negra).

Na novela, várias vezes Bebel, a prostituta, chamou sua rival de branca azeda e de outros termos depreciativos, além de fazer críticas à posição social da loura, noiva do personagem Olavo. Fico imaginando se a “branca azeda” retrucasse com algum insulto relativo aos negros. Provavelmente a Rede Globo seria processada e o autor da novela preso sob a acusação de crime hediondo e inafiançável.

Mas se não gosto de filmes nacionais acabei abrindo uma exceção e fui ver Tropa de Elite. Sai do cinema impressionada. Pela primeira vez descortinava-se na pobreza da cinematografia brasileira algo de valor, realista, sem o vezo esquerdopata que só atribui direitos aos bandidos e os trata como coitadinhos, que por serem vítimas da sociedade são livres para cometerem crimes bárbaros que sempre devem ser perdoados.

Tropa de Elite passou longe do insuportável pieguismo do politicamente correto. Mostrou com crueza e clareza o cerne da violência urbana ligada ao narcotráfico, mantido por usuários de drogas muitos dos quais pertencentes a juventude dourada da zona sul, do Rio de Janeiro. Vestidos de branco, eles participam de passeatas em nome da paz enquanto alimentam o tráfico. Dotados de “consciência social”, fazendo parte de ONGs, sobem o morro para hipocritamente fazer suas “caridades”, enquanto cheiram e compram cocaína e outras drogas para consumir e vender.

Significativamente o filme mostra jovens consumidores de drogas como estudantes de Direito. Eles deveriam ser dotados de consciência legal, mas odeiam a polícia que reprime os companheiros do tráfico. Ironicamente, os bons-mocinhos e mocinhas, amigos dos traficantes, pagarão caro por suas “bondades”. Um dos rapazes será supliciado no “micro ondas” (tortura das mais cruéis que consiste em colocar a pessoa dentro de uma pilha de pneus e atear fogo para queimá-la lentamente). Uma das moças será morta à tiros. Tais cenas mostram que bandido não tem escrúpulos nem piedade, o que torna impossível que policiais tratem tais criminosos bestiais com flores e afagos.

Para enfrentar as bestas-feras, encasteladas nos morros, só o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Rio de Janeiro. Seus policiais passam por treinamento extremamente rigoroso e não estão contaminados pela corrupção que envolve parte da polícia que se rendeu ao sistema. Nesse sentido o termo elite relacionado à tropa está correto e não deturpado pela esquerda petista, pois elite não significa “ricos malvados”, mas produto de qualidade, podendo existir elites econômicas, políticas, intelectuais, etc., que são grupos que se destacam na sociedade por seu padrão de excelência.

Referindo-se ao sistema o capitão Nascimento, figura de herói (aquele capaz de dar a vida por sua causa e não um jogador de futebol) representada magistralmente pelo ator Wagner Moura, coloca a mensagem mais importante do filme, aquela que todos no íntimo sabem, mas fingem ignorar: “ou o policial se corrompe, ou se omite, ou vai para a guerra”. O capitão Nascimento sabe que poucos como ele irão para a guerra, e que a luta pode parecer inglória diante do sistema, mas tem consciência de que, não obstante a escolha que pode ser paga com a vida, o Bope faz a necessária diferença.

No momento político que atravessamos, onde os Poderes Constituídos estão mais apodrecidos do que nunca, mais corruptores e corruptos do que nunca, mais cínicos do que nunca, que já não se sabe quem é autoridade e quem é bandido, que não existem oposições para valer e partidos se entregam ao Executivo como manda a ministra do turismo, relaxando e gozando, ou surge um “Batalhão de Operações Políticas Especiais”, ou estamos de vez derrotados pelo sistema.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

13 comentários:

Anônimo disse...

Gostaria de parabenizá-la pela excelente matéria.

Enquanto a sociedade brasileira não deixar de ser hipócrita e não parar de acender uma vela para Deus e outra para o diabo e é o mesmo que faz a classe média carioca, paulista, gaúcha, paranaenese,etc: passeatas pela Paz X financiamento do tráfico, esta Nação não vai sair do buraco.

Viva o Cap Nascimento.

Anônimo disse...

Prezada Maria Lúcia, magistral o seu comentário. Sem firulas, sem invencionices, sem retoques ou sofismas você descreveu o que viu, o que sente e o que sabe. Sugiro que aprofunde mais neste assunto, comentando, também, as origens das causas, pois o filme situa-se no dualismo simplista das causas/conseqüências, até porque a maioria absoluta das pessoas não consegue ir além disso. E é exatamente nas origens das causas que estão algumas explicações sobre a situação de descalabro moral que o Brasil se afunda.
A quem interessa o caos social e a barbárie? A quem interessa a desmoralização? A quem interessa a licenciosidade? Certamente nas respostas para, apenas, estas três perguntas começaremos a desvendar os princípios das origens das causas. A quem interessa???? Talvez sejam os mesmos a quem interessa o “sufrágio universal” entre cidadãos alienados, ignorantes e analfabetos; anulando pretensões de uma minoria de estudados e preparados. Estamos vivendo sob a égide da ignorância e da boçalidade. Esta situação reinante , com este desgoverno absoluto, rende tributos e apologia ao menor, ao menos, ao sujo, ao boçal, ao ignorante, ao bruto. E pior, com total apoio e beneplácito da grande mídia, jagunça do poder econômico mundial.
A quem interessa???? Como já dizia Nicollo Machiavelli em seu “O Príncipe”: “NÃO HÁ GARANTIA DE POSSE MAIS SEGURA DO QUE A RUÍNA”.

Anônimo disse...

Parabéns Sra. Maria Lucia, o filme é polêmico porque retrata a realidade da classe média, e como militar sei que não há outra forma de enfrentar um bandido fortemente armado, a não ser empregando a força com a mesma intensidade. Se bandido tivesse consciência não seria bandido. Ser bandido é escolhe e não falta de opção.

Sander disse...

Cara Maria Lúcia
Me vejo obrigado a fazer-lhe um questionamento deveras preconceituoso: existem mais Sociólogos de onde você veio? Caso haja, encoraje-os a deixar claro sua visão real da sociedade, visão esta que você conseguiu demonstrar em poucas e tão bem escritas linhas.

Anônimo disse...

A minha amiga Maria Lúcia tem total razão; bandidos vistos como mocinhos e vice-versa. Os esquerdopatas tanto conseguiram incutir tal conceito na sociedade e o resultado aí está: a maior quadrilha da história desgoverna o Brasil.

L. Goes disse...

Muito bom artigo. Só não concordo com a afirmação inicial de que não existem filmes brasileiros bons como arte cinematográfica em si. Poderia ficar mencionando uma penca de filmes que nada ficam a dever aos melhores filmes de todos os tempos, mas me limito a dois, que considero geniais e sugiro que a autora os veja: O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, e Como Era Gostoso o Meu Francês.

Anônimo disse...

Muito bom artigo. Só não concordo com a afirmação inicial de que não existem bons filmes brasileiros como arte cinematográfica. Eu poderia ficar mencionando uma penca de excelentes filmes brasileiros que nada ficam a ver aos melhores de todos os tempos, mas sugiro apenas dois, para que a autora os veja: O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, e Como Era Gostoso o Meu Francês.

Anônimo disse...

O ESQUERDISTA, quem é ele?


Por Anatoli Oliynik
Curitiba – Paraná




“A ambição diabólica do esquerdista é querer mandar no mundo”

O esquerdista é um doente mental que precisa de ajuda e não sabe. Um sujeito miserável que necessita da piedade humana. Mas cuidado com ele. Por ser um ser desprezível, abjeto, infame, torpe, vil, mísero, malvado, perverso e cruel, todos sinônimos é verdade, mas insuficientes para definir seu verdadeiro perfil, ele é perigoso e letal.

É um sociopata camuflado, um psicótico social que imagina ser Deus e centro do mundo. Na sua imaginação acha que é capaz de solucionar todos os problemas da humanidade e do mundo manifestado, mas que na verdade quer solucionar os seus próprios, que projeta nos outros para iludir-se de ser altruísta.


É um invejoso. A inveja é a sua marca registrada. Sente ódio doentio e permanente pelas pessoas de sucesso, notadamente aquelas realizadas financeira e economicamente. O sucesso alheio corrói suas entranhas. É aquele sujeito que passa pelo bosque e só vê lenha para alimentar a fogueira de seu ódio pelo sucesso alheio.

É um fracassado em todos os sentidos. Para justificar o seu fracasso busca desesperadamente culpados para a sua incompetência pessoal, profissional e humana. No seu conceito, a culpa é sempre dos outros, nunca atribuída a ele mesmo. É um sujeito que funciona como uma refinaria projetada para transformar insatisfações pessoais e sociais em energia pura para promover a revolução proletária.


É um cínico. Não no conceito doutrinário de uma das escolas socráticas, mas no sentido de descaramento. Portanto, um sujeito sem escrúpulos, hipócrita, sarcástico e oportunista. Para justificar seu fracasso e sua incompetência pessoal, se coloca na condição de defensor do bem-estar da sociedade e da humanidade, quando na verdade busca atender aos seus interesses pessoais, inconfessos. Para isso, se coloca na postura de bom samaritano e entra na vida das pessoas simples e desprovidas da própria sorte, com seu discurso mefistofélico.

É um ateu. Devido a sua psicose, já comentada anteriormente, destitui Deus e se coloca no lugar d’Ele para distribuir justiça, felicidade e bem-estar social, solucionar todos os problemas do mundo e da humanidade, dentre outros quejandos. É um indivíduo que tem a consciência moral deformada e deseja, acima de tudo, destruir todos os valores cristãos e construir um mundo novo, segundo suas concepções paranóicas.


É um narcisista. A sua única paixão é por si mesmo, embora use da artimanha para parecer um sujeito preocupado com os outros, no fundo não passa de um egoísta movido pelo instinto de autoconservação.

É um niilista. Um sujeito que renega os valores metafísicos divinos e procura demolir todos os valores já estabelecidos e consagrados pela humanidade para substituí-los por novos, originários de sua própria demência. Assim, ele redireciona a sua força vital para a destruição da moral, dos valores cristãos, das leis etc. Sua vida interior é desprovida de qualquer sentido, ele reina no absurdo. É o “profeta da utopia” e o “filósofo do nada”.


É um genocida cultural. Na sua vasta ignorância da realidade do mundo manifestado, o esquerdista acha que o mundo é a expressão das idéias nascidas de sua mente deformada e assim se organiza em grupos para destruir a cultura de uma sociedade, construída a custa de muitos sacrifícios e longos anos de experiência da humanidade.

Agora que você conhece algumas características do esquerdista, fica um conselho: jamais discuta com um deles, porque a única coisa que ele consegue falar é chamá-lo de reacionário, nazista, capitalista e burguês. Ele repete isso o tempo todo e para todos que o contradizem, pois a única coisa que sua mente deformada consegue assimilar, são essas palavras. Com muito custo ele consegue pronunciar mais um ou dois verbetes na mesma linha aos já descritos, todos para desqualificá-lo e assim expressar a sua soberba.


Os conceitos atribuídos ao esquerdista se aplicam em gênero, número e grau aos socialistas, marxistas, leninistas, stalinistas, trotskistas, comunistas, maoístas, gramscistas, fidelistas, chevaristas, chavistas e especialmente aos membros da família dos moluscos cefalópodes.

Para finalizar, porém longe de esgotar o assunto, o esquerdista é aquele sujeito cuja figura externa é enormemente maior que a própria realidade. Sintetiza o cavaleiro solitário no deserto do absurdo, cuja ambição diabólica é querer mandar no mundo.


( * ) Anatoli Oliynik (61) é administrador e consultor de empresas.
ternuma.com.br

Anônimo disse...

Sou Professor de Geografia, e a cada dia me esforço para não contaminar meus alunos com a profunda decepção que tenho com o atual sistema político brasileiro. Quando algum sociólogo(alguns de expressão nacional)aparecia na mídia, defendendo suas teses fantasiosas, na maioria das vezes palavras de quem reside em outro planeta...e em outras vezes defendendo aguerridamente os direitos humanos(dos bandidos); minha decepção aumentava...eis que surge uma luz para brilhar nesta sociedade hipócrita...você quando atribui o valor merecido aos policiais, está contribuindo para levar um pouco de verdade a uma parcela da população, que com o tempo tiveram seu valores morais distorcidos pela corrupção, na qual esta mesma parcela da sociedade valoriza mais o infrator, pune os policiais que defendem a própia vida a vida das pessoas que os criticam, e mesmo assim, alguns destes policiais dão a vida em nome de valores reais, de honestidade e profissionalismo. Quero ressaltar a relevância deste texto, inteligente e pertinente ao momento atual em que vivemos.

Unknown disse...

Li o texto da Maria Lucia Barbosa, mas não vi o filme.
Por isso, vou dar minha opinião em relação às partes que não se referem ao filme propriamente dito.

Ela começa com uma visão generalista de que filme brasileiro não presta. Isso não é verdade, pois temos muitos exemplos de filmes nacionais com conteúdo. Mas concordo com ela quanto ao fato de que o cinema nacional dependa, numa posição muito cômoda, das verbas governamentais, seja em termos de incentivos baseados em subsídios e abatimento do imposto de renda de quem patrocina, como em disponibilização da máquina estatal na produção dos filmes. Mas, por outro lado, foi assim (e o fazem ainda hoje) que os Estados Unidos se tornaram a potência que são: colocando a máquina estatal a serviço de uma política de dissiminação cultural em nível mundial de que eles detiam a tecnologia do futuro (vide “Guerras dos Mundos”, “Jornada nas Estrelas”, “Viagem ao Fundo do Mar”, “4 de julho”, “Independence Day”, etc.)

Aquela tendência dos filmes nacionais remeterem à pornografia já não acontece com tanta frequência – é mais coisa dos anos 70 e 80. Claro que ainda encontramos senas de sexo, mas geralmente são filmes pornográficos, literalmente. Houve uma conscientização dos diretos e do público quanto à necessidade de não se exagerar a idéia de que o povo brasileiro é sensual; de que existem diferenças entre sensualidade, erotismo e de pornografia.

Novela nada mais é do que um drama com linguagem mais acessível, popular.

Não dá pra se contar uma história, sem personagens e tramas. Uma história sem o bandido, sem “lado mal”, fica sem graça, ou até inviável. É o mal caráter que dá o tempero à história.

Autores de teledramaturgia também erram, muitas vezes sem perceberem, e devem ser criticados por isso. Mas a imprensa está mais preocupada com os índices de audiência, de propiciar uma boa carreira para o jornalista. Jornalista que critica a Globo, pode não vir a ser funcionário dela – desculpem a generalização, mas procure reparar como os jornalistas, principalmente os da mídia eletrônica, se guiam por essa máxima. A imprensa é refém da Rede Globo.

O episódio da “branca azeda” deveria sugerir a criação de polêmica sobre o etnocentrismo(*), não se o autor deveria ter tratado isso ou não. Na minha opinião, ele quis justamente levantar a questão “com seria se os negros usassem de preconceito contra os brancos?”. Podem? Não podem? O que é preconceito? Aliás, costumamos usar o termo “preconceito” no lugar de “discriminação”. Preconceito é qualquer idéia pré-concebida que alguém pode ter de alguma coisa, de alguém. Discriminação, é “Qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada em raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica que tenha o propósito ou o efeito de anular ou prejudicar o reconhecimento, gozo ou exercício em pé de igualdade de direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou em qualquer outro domínio da vida pública” (Ivair Augusto Alves dos Santos; Wikipedia).

Quanto aos comentários do Lula, embora, infelizmente, eu tenha votado nele, só posso dizer uma coisa: nem deveriam ser comentados – ele só dá bola-fora!

Quero ver o “Tropa de Elite”, mas não sei porque, não acredito em salvador da pátria enquanto solução, apenas como exemplo. Ou seja, só seremos salvos a partir do momento em que nos conscientizarmos de que devemos nos valorizar mais, nos unir mais, de diminuir as diferenças em todos os sentidos e níveis.

A principal preocupação, acima da educação e da ecologia até, é a conquista de equilíbrios sociais, políticos e econômicos. Tudo advém do equilíbrio (ou desequilíbrio) das forças.

Essa conquista, pra mim, é a alternativa ao capitalismo selvagem.

A humanindade já conquistou a maioria das coisas que necessita: diminuição das distâncias, otimização do tempo e prolongamento da vida. Está na hora de colocar todas essas conquistas à serviço de toda a população mundial. Está na hora de distribuirmos o poder.
Os grandes conflitos, as guerras, as injustiças são provocadas essencialmente pela existência dos poderosos, das grandes corporações, dos interesses capitalistas, que não têm tempo a perder com os interesses individuais, com as minorias. Se o perdem, é para que possam ser ainda maiores, mais poderosos e mais provocadores de questões cada vez mais complexas.

Precisamos simplificar o mundo.


Ailton Marques

Anônimo disse...

Não concordo com os parágrafos 2 e 3 do texto de Anatoli Oliynik. É invejoso? SIM, porém, não é um fracassado em todos os sentidos. Muito ao contrário: Al Gore, George Soros, Oscar Niemeyer, Marta "Relaxa-e-Goza", Mino Carta, Emir Sader, os Clintons, FHC, os Kennedy, Mao Tsé Tung, etc... etc... etc.... e ponha-se etc. na lista. Todos poderosos magnatas que usam suas fortunas para comprar consciências e idiotas que acreditam em seus discursos.

Anônimo disse...

Maria Lucia querida,

A inversão de valores e a ausência total de consciência social já faz parte da nossa cultura de tal forma que os jornais publicam cartas de leitores defendendo o ilícito como se isso fosse um direito democrático!
Na semana passada, um jornal da "nossa cidade" publicou cartas de leitores defendendo a pirataria, inclusive um deles criticava a polícia por ter pedido aos cidadãos que parassem de comprar produtos piratas, alegando que a obrigação de coibir a criminalidade é do estado e não das pessoas!!!
Pirataria é crime, certo?
Se o Jornal sabe disso, como se permite publicar cartas defendendo a criminalidade?
Simples. O tal do "politicamente correto" e a tão valorizada "democracia" confundem tanto essa geração que eles não sabem mais distinguir permissão de permissividade!

Bem... sobre seu artigo, como sempre, você matou a pau!!!
Superparabéns e grande abraço!

Unknown disse...

...neste final de semana durmi um pouco mais tarde e ouvi uma coisa incrível no programa Altas Horas exibido pela Globo, o ator Wagner Moura afirmando que é a favor da legalização das drogas para combater o tráfico, como ja não basta os danos causados pelo alcool e o cigarro, milhões em propaganda para combater as consequências causada pelo fumo e o excesso de bebida, como se não bastasse milhares de pessoas querendo se livrar dessas porcarias e não consegue, muitas vezes pela falta de assintência e tratamento pelo SUS, e vem esse playboy de merda afirmar essa bobagem em uma platéia formada por jovens e adolecentes que é a favor da droga, imaginem só, fumar um baseado e depois ir pra rua dirigir, trabalhar, que poder de dicernimento tem uma pessoa com droga na cabeça, por favor alguem avisa esse ator que esta num caminho errado, devia estar preso agora;...agora percebo onde errou o filme, no elenco, chamaram um maconheiro para interpretar um policial, cuja moral e a ética é o oposto, do pensamento mediocre deste individuo que se diz ator, o filme pra mim já não agrada mais.