sábado, 29 de dezembro de 2007

Revanchismo nos olhos dos outros é refresco

Edição de Artigos de Sábado do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com

Por Jorge Serrão

O mundo gira. Os bêbados no poder acreditam que ele dá muitas voltas. Imagina se, do nada, um tribunal de defesa dos Direitos da Humanidade, nos Estados Unidos da América, resolve promover um festival de inquisição contra terroristas, do presente e do passado? Já pensou se algum juiz norte-americano resolve, agora, expedir uma ordem de prisão internacional contra o ilustre bolcheviquepropagandaminister brasileiro Franklin de Souza Martins, pela simples acusação de que participou do seqüestro do embaixador Charles Elbrick, na tarde calorenta do dia 4 de setembro de 1969?

Imagine se os “justiceiros” norte-americanos quiserem punir Franklin por ter escrito a carta ameaçadora que prometia “justiçar” o embaixador dos EUA, caso não fossem seguidas as exigências dos revolucionários de esquerda tupiniquins daquela época? Já pensou se algum magistrado cometesse a confusão de também indiciar o atual presidente e chefão de Franklin (o poderoso Lula), acusando-o te ter participado também daquela ação terrorista? Afinal, entre os vários codinomes usados por Franklin, na Dissidência do Partido Comunista Brasileiro, um deles era, justamente, “Lula”. Já pensou a confusão instaurada, se tal processo ocorresse? Já parou para pensar como seria extraditar o hoje ilustre ministro Franklin para uma masmorra Ianque? Ou revanchismo nos olhos dos outros é refresco?

Imaginar tal situação é o mesmo que “imaginar”, agora, um tribunal italiano condenando 13 brasileiros pela participação na Operação Condor. A Constituição brasileira de 1988, ainda em vigor até prova petista em contrário, proíbe a extradição de brasileiros para responderem por crimes ou serem processados fora do Brasil. Mesmo assim, alguns radicais do desgoverno Lula querem tirar proveito político-ideológico da recente decisão da Justiça italiana, que deseja prender latino-americanos suspeitos de envolvimento na perseguição às guerrilhas de esquerda, em décadas passadas.

Um dos radicaloides de plantão é o atual ministro especial da Secretaria dos Direitos Humanos. Paulo Vannuchi, defendeu a anulação da Lei de Anistia. Considerou positiva a ação da Justiça italiana. Reclamou que os os tribunais brasileiros precisam se adaptar aos tratados de direitos humanos assinados pelo País que condenam crimes políticos e prática de tortura. Paulo Vannuchi citou o Estatuto de Roma, do qual o Brasil é signatário, condena os crimes cometidos por motivação política. E ressaltou que a Convenção da Organização das Nações Unidas também tem posição contundente contra a tortura.

O grande gênio jurídico e democrata Paulo Vannuchi considera todos esses instrumentos “poderosos para anular a Lei de Anistia”. O revanchista ministro pondera que o Supremo Tribunal Federal brasileiro nunca foi suscitado sobre tal questão. Alega que a única consulta até hoje sobre a legalidade dessa Lei de Anistia foi feita ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que não é o tribunal constitucional do Brasil. O genial Vannuchi ainda ressaltou que o processo da Justiça italiana trata de episódio ocorrido em março de 1980, que não estaria coberto pela Lei de Anistia, que é de agosto de 1979.

Tarso Genro, ilustre ministro da Justiça de “Lula”, já deve ter recebido do procurador da República italiano, Giancarlo Capaldo, o pedido oficial de extradição dos brasileiros acusados de participação na Operação Condor. Na segunda-feira passada, a juíza Luisanna Figliolia pediu a custódia cautelar de 140 pessoas supostamente envolvidas na Operação Condor, entre elas 13 brasileiros, 61 argentinos, 22 chilenos e 32 uruguaios. Os brasileiros são acusados de colaborar com o seqüestro e a morte de Horacio Domingo Campiglia e com a Operação Condor, esquema de repressão que uniu os regimes militares da América do Sul.

Entre os brasileiros a serem “justiçados” pelos democratas italianos, com o apoio dos democratas petistas daqui, estão: Carlos Alberto Ponzi, ex-chefe do SNI em Porto Alegre; Agnello de Araújo Brito, ex-superintendente da Polícia Federal do Rio; Antônio Bandeira, ex-comandante do 3° Exército; Henrique Domingues, ex-comandante do Estado-Maior do 3° Exército; Luís Macksen de Castro Rodrigues, ex-superintendente da PF no Rio Grande do Sul; João Oswaldo Leivas Job, ex-secretário de Segurança no Rio Grande do Sul; Átila Rohrsetzer, ex-diretor da Divisão Central de Informações; Marco Aurélio da Silva Reis, ex-diretor do Dops no Rio Grande do Sul; Octávio de Medeiros, ex-chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI); Euclydes de Oliveira Figueiredo Filho, ex-comandante do 1º Exército, e Edmundo Murgel, ex-secretário de Segurança no Rio.

Vida que segue, enquanto não resolve o dilema diplomático da pimenta nos olhos do bêbado, o desgoverno brasileiro produz mais uma prova da sua boçalidade internacional. Um decreto de 14 de dezembro deste 2007, assinado pelos gênios Luiz Inácio Lula da Silva e pelo embaixador Samuel Pinheiro Guimarães Neto, concede ao “excelentíssimo senhor Juan Evo Morales Ayma”, Presidente da República da Bolívia, o Grande Colar da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul – da qual Lula é o Grão-Mestre.

A homenagem é justa. Afinal, índio gosta de colar. Além disso, Morales merece um prêmio por ter dado um prejuízo bilionário à Petrobrás na Bolívia. Nosso ano da graça de 2007 merecia terminar com tamanha boçalidade.

Jorge Serrão, jornalista radialista e publicitário, é Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. http://alertatotal.blogspot.com/ e http://podcast.br.inter.net/podcast/alertatotal

9 comentários:

Anônimo disse...

A PERIGOSA VULNERABILIDADE DA DEFESA EXTERNA DO PAÍS.


As questões de orçamento do Ministério da Defesa e de salário das Forças Armadas sempre foram, equivocadamente, relegadas a um plano secundário pelos Governos da Nova República.

Tal situação alcançou um patamar tão baixo que a própria mídia, que sempre ignorou os anseios do segmento castrense, passou, recentemente, a dedicar espaços prioritários de seu noticiário para alertar a sociedade brasileira sobre tal fato.

Tensões políticas nas Américas, desrespeitos explícitos à soberania das nações, ofensas públicas entre governantes, tudo exarcebado por um crescimento intempestivo dos arsenais bélicos da Venezuela, acendem uma luz vermelha de advertência para o nosso subcontinente.

A política externa brasileira tem sido conduzida com base nos princípios do direito de autodeterminação dos povos e de não intervenção nos assuntos internos de outros países. Tal posição, essencialmente pacifista, entretanto, não é suficiente para garantir uma paz permanente.

Os desentendimentos internacionais surgem, na maioria das vezes, de forma inopinada, sem dar tempo para se começarem as providências a partir de tais momentos. É preciso, pois, estar sempre preparado.

É óbvio, pois, que estamos completamente “fora dos trilhos” para poder garantir à nossa população qualquer segurança contra uma eventual ameaça concreta.

Um País para garantir sua soberania e ser respeitado pela comunidade das nações, precisa construir, pelo menos, uma razoável capacidade bélica dissuasória. Esta é a nossa emergência do momento

Para construirmos uma Força Armada útil, precisamos dar-lhe equipamento adequado e operado por militares competentes e de moral elevada.

É necessário, pois, conceder excepcional prioridade para atendimento ao Ministério da Defesa, para o reequipamento das Forças Singulares e uma urgente atualização salarial do pessoal, tendo em vista sua atual flagrante desigualdade comparativa com as demais funções de Estado.

Um país realmente preocupado com sua população, tem que entender que - o maior serviço social que um governo pode prestar ao seu povo, é conservá-lo vivo e em liberdade!



Alte Esq José Julio Pedrosa
Presidente do Clube Naval

Gen Ex Gilberto Barbosa de Figueiredo
Presidente do Clube Militar

Ten Brig Ivan Moacyr da Frota
Presidente do Clube de Aeronáutica

Anônimo disse...

Serrão
Inicialmente gostaria de agradecer pela excelência do jornalismo praticado por você e os demais jornalistas que diariamente nos brindam com matérias imparciais e sem mascaramento, doa a quem doer. Continue assim em 2008. Seu BLOG é um sucesso.

Meus parabéns pela ótima matéria e espero que o eco do que aí foi escrito chegue aos ouvidos do 1° escalão do desgoverno lula. Se é para punir alguém vamos dar o exemplo e começar pelos cabeças dos sequestros, assassinatos, roubos a banco, justiçamentos, etc. Se alguém tiver dúvida de quem são eles é só perguntar para o "Geraldo". Mais conhecido por Dep Fed JOSÉ GENUINO.

Mudando de saco para mala, não sou muito afeito às projeções econômicas e sobre investimentos internacionais mas quem seria louco a ponto de voltar a investir na Bolívia depois do prejuízo bilionário sofrido pela Petrobrás e principalmente investir em um país que está imerso em uma grande crise, pelo menos é isso que se vê nos noticiários.

Anônimo disse...

Vamos então liberar o Fernandinho Beira Mar e seus parentes e processar todos os policiais federais que o prenderam e a cúpula da policia do Rio de Janeiro por perseguição a um ser humano que só queria ter um pouco de dinheiro para viver e gastar com a família.

Anônimo disse...

Sou a favor da liberação dos arquivos da dita-dura, porém todos os envolvidos terão que responder pelos seus atos. Se nesse País houver justiça, todos os envolvidos terão que ser indiciados, a começar pelo nosso presidente. A lei de anistia veio para beneficiar esses bandidos que estão no poder hoje, eles que eram e sempre serão criminosos. A lei veio para permitir que eles voltassem para o Brasil e não respondessem pelos seus crimes. Ou será que naquele tempo assalto não era crime? Assassinato não era crime? Seqüestro não era crime?

Quem teme a abertura dos arquivos da ditadura? Os militares? Claro que não.

Os arquivos só não foram divulgados ainda, porque tem muita gente que hoje está no poder, envolvida com muita coisa errada. Lá tem de tudo sobre esses bandidos. Vamos mando-los para esse tribunal na Itália. O Lula estará ferrado, pois poderá ser preso quando pisar em solo italiano ele e sua corja, pois como cidadão italiano está também sujeita a lei daquele país.

Abre os arquivos Lula, talvez assim, nós brasileiros nos livremos de todos vocês. Quem sabe os Carabinieres venham aqui no Brasil e com a autorização do povo, prendam, você, a Dona Estela (Dona Dilma), o Franklin, os Josés terrorista Dirceu e Genuíno, o Gabeira, o Vannucci, o Fernando Henrique e todos bandidos que estão hoje no Congresso Nacional, na Câmara e integrantes do seu Desgoverno.

Povo Brasileiro, vocês já viram comunistas/socialistas fazerem algo para o povo? Desafio que me mostre, onde?

Só eles se dão bem, comem do bom e do melhor, gastam indiscriminadamente, usufruem tudo que o poder permite, e para o povo só resta trabalhar muito (quando se tem emprego), e pagar impostos.

Acordem, onde uma economia como a nossa vai ser a sexta economia do mundo, de uma hora para a outra. Foi mágica? Levaram em consideração os impostos? A qualidade dos serviços prestados? A qualidade de vida da população? A corrupção?

Acorda BRASIL. Comandantes, está na hora de agir e cobrar pelo sangue derramado dos brasileiros inocentes.

Anônimo disse...

A Itália como defensora dos direitos humanos???







Acima: Foto da dupla Hitler- Mussolini ( NOTA NÃO IRÁ APARECER AQUI)



Interessante notar a atitude de determinados paises Europeus , que perpetraram crimes de inigualável vileza contra seus cidadãos e cidadãos de outros paises, civis , homens , mulheres, e crianças , em números que atingem milhões , ao arvorarem-se como defensores de direitos humanos .



Segundo a Wikipedia ( http://en.wikipedia.org/wiki/Italian_war_crimes) ,







"No Italian war criminal was put to court for crimes in Africa, France, the Balkans and on the Eastern Front, though more than 1,200 Italian officials were indicted to the relevant authorities."

Ou seja militar algum da Itália foi punido pelas atrocidades cometidas .



Vejam as referências ,



References ( wikipedia)
Lidia Santarelli: "Muted violence: Italian war crimes in occupied Greece", Journal of Modern Italian Studies, September 2004, vol. 9, no. 3, pp. 280-299(20); Routledge, part of the Taylor & Francis Group [1]
Effie G.H. Pedaliu: Britain and the ‘Hand-Over’ of Italian War Criminals to Yugoslavia, 1945–48,Journal of Contemporary History, Vol. 39, No. 4, 503-529 (2004)[2]
Pietro Brignoli: Santa messa per i miei fucilati, Longanesi & C., Milano, 1973 [3]
H James Burgwyn: General Roatta's war against the partisans in Yugoslavia: 1942, Journal of Modern Italian Studies, September 2004, vol. 9, no. 3, pp. 314-329(16) [4]
Gianni Oliva: 'Si ammazza troppo poco'. I crimini di guerra italiani 1940-43. ('There are to few killings'. Italian war crimes 1940-43, Mondadori, 2006, ISBN 88-04-55129-1




É típico dos Italianos as atitudes teatrais ( como a do promotor Capaldo ), ridículas, risíveis , exploradas no cinema da década de 60 ( e mais recentemente como simpático “Capitão Corelli” jogando futebol com os Gregos para gerar uma atitude de tolerante simpatia , por este palhaços da Europa, cujos crimes foram relevados com a ajuda da chamada sétima arte , assim como foi feito para França , passando uma idéia de que todo Francês estava na "resistance". Balela . A maioria dos Franceses venerava os Nazistas e odiava os Judeus. Foram colaboracionistas e covardes - com exceções sim. Entendo que a aviação Francesa ficou no chão , e não era fraca, enquanto os Alemães passeavam pela França a dentro , vindo a desfrutar de sua champanhe e de suas prostitutas, por um bom tempo. As ambições a Imperio, do Italianos, foram abandonadas ,e eles voltaram a sua vocação , seu destiniomanifesto, de fazer macarrão, bolsas e sapatos com muito mais sucesso, do que em suas ações genocidas , por exemplo, na Etiópia-pela squais nunca foram punidos. Os Ingleses , um dos povos mais cruéis que jamais existiram, jamais foram punidos pelas guerras do ópio, ou por seus masacres na Índia.



Sobrou para os derrotados Alemães, que acabaram tendo que sustentar um bem sucedida indústria de indenizações, que só parou com a denúncia de um corajoso Judeu ( Autor do livro "The holocaust industry ") , sobre o esquema , que muitas vezes em vez de "reparar" casos autênticos de assassinatos e confinamento em campos de concentração , se isto é possível de reparar com moeda, sustentava espertalhões.



Não há País ou região do planeta que não repouse sobre crimes odientos e de vasta amplitude, em números.



Segundo do Livro Negro do Comunismo, estes são os números para as vítimas do comunismo, que inspirou a filosofia e ação de inúmeras organizações terroristas :







“| USSR[1] | 20 million |
| China | 65 million |
| Vietnam | 1 million |
| North Korea | 2 million |
| Cambodia | 2 million |
| Eastern Europe | 1 million |
| Latin America | 150,000 |
| Africa | 1.7 million |
| Afghanistan | 1.5 million |
| Other | 10,000 |




| Total | ~100 million “



fonte: http://distributedrepublic.net/archives/2004/05/01/the-tally



Segundo o artigo “Italy's bloody secrets”



“They ( Os Italianos ) were always portrayed as victims of fascism, but Mussolini's soldiers committed atrocities which for 60 years have gone unpunished. Now the conspiracy of silence is at last starting to unravel. Rory Carroll reports.

The footnotes of Italian history record Giovanni Ravalli waging war on criminals. He was a police prefect who kept the streets safe and pursued gangs such as the one which stole Caravaggio's The Nativity from a Palermo church in 1969. An adviser to the prime minister, a man of the establishment, he retired on a generous pension to his home at 179 Via Cristoforo Colombo, south Rome, to tend his plants and admire the view. He died on April 30 1998, aged 89”



E mais ( consultem as fontes ) ,



“The footnotes do not record a Greek policeman called Isaac Sinanoglu who was tortured to death over several days in 1941. His teeth were extracted with pliers and he was dragged by the tail of a galloping horse. Nor do they mention the rapes, or the order to pour boiling oil over 70 prisoners.

After the war Ravalli, a lieutenant in the Italian army's Pinerolo division, was caught by the Greeks and sentenced to death for these crimes. The Italian government saved him by threatening to withhold reparations unless he was released. Ravalli returned home to a meteoric career that was questioned only once: in 1992 an American historian, Michael Palumbo, exposed his atrocities in a book but Ravalli, backed by powerful friends, threatened to sue and it was never published”



“. General Pietro Badoglio's planes dropped 280kg-bombs of mustard gas over Ethiopian villages and strafed Red Cross camps. He died of old age in his bed, was buried with full military honours and had his home town named after him. General Rudolfo Graziani, aka the butcher of Libya, massacred entire communities; his crimes included an infamous assault on the sick and elderly of Addis Ababa. His men posed for photographs holding severed heads. General Mario Roatta, known to his men as the black beast, killed tens of thousands of Yugoslav civilians in reprisals and herded thousands more to their deaths in concentration camps lacking water, food and medicine. One of his soldiers wrote home on July 1 1942: "We have destroyed everything from top to bottom without sparing the innocent. We kill entire families every night, beating them to death or shooting them."



A reação dos simpáticos Italianos, as vezes denominados amigavelmente de “Carcamanos” não são nada simpáticas quando expostos à verdade :



“Ken Kirby's 1989 BBC Timewatch documentary, Fascist Legacy, detailing Italian crimes in Africa and the Balkans and the allies' involvement in the cover-up, provoked furious complaints from Italy's ambassador in London. The Italian state broadcaster, Rai, agreed to buy the two one-hour programmes, but executives got cold feet and for 11 years it has sat in a vault in Rome, too controversial to broadcast. "It's the only time I can remember a client shelving a programme after buying it," says a BBC executive. Kirby did manage to show it at a film festival in Florence. The reaction was toxic. "They put security on me. After the first reel the audience turned around and looked at me, thinking 'what a bastard'."



Fonte: http://www.derechos.org/nizkor/impu/itaimp1.html



Vale a pena visitar o sítio http://www.criminidiguerra.it/, em particular . parte que descreve a repressão aos terroristas que desafiavam o jugo de um povo que se destaca por sua habilidade em fazer sapatos , bolsas ,e pasta, bem como filmes onde são descritos como cômicos e simpáticos invasores ( a fugura do Capitão Corelli ).



Vejam , por exemplo, “ Disposizioni del Comando Supremo: repressione atti terroristici (16.4.1942) “ , na fonte acima citada



E mais, da mesma fonte:



La Tribuna di Ginevra - del 4 marzo 1947
Lettere da Roma

IL PROCESSO DEI CRIMINALI DI GUERRA IN ITALIA

“ L'Italia non ha conosciuto nulla di simile al processo di Norimberga. Sebbene essa sia stata con la Germania il principale socio dell'Asse - al principio dell'attuale tragedia - i suoi criminali di guerra sono stati liquidati quasi tutti dagli italiani stessi. L'esecuzione di Mussolini fu ordinata dal Comitato di Liberazione Nazionale dell'Alta Itália”



Devemos apontar que a Itália ,a Itália unida, é um País jovem e confuso , sua união deu-se apenas em 1861, com a ajuda do revolucionário Garibaldi , cuja experiência em conflitos armados ganhou destaque por sua participação nos embates do Rio Grande du Sul - Nota: Garibaldi era também cidadão americano (http://www.arcaini.com/ITALY/ItalyHistory/ItalianUnification.htm ) , tendo migrado para Staten Island ( New York) em 1848. A Itália meteu-se na primeira guerra mundial, na segunda , em aventuras imperialistas, para finalmenete desembocar numa cômica democracia , com uma cômica sucessão de governos e envolta em corrupção, sendo a sede de um das mais antigas e mais cruéis organizações criminosas do ocidente.



Mas não é verdade que até as nádegas da Europa, a Espanha , destruidora de civilizações da América, pátria da Inquisição, do Fascismo, de Guernica , onde ofereceu sua população civil como campo de provas paras bombas incendiárias dos Nazistas , arvorou-se em defensoras dos direitos humanos num processo contra Pinochet. Nem cem mil Pinochets somariam a crueldade e vocação genocida deste País atrasado . A Espanha supera a Itália em derramar o sangue de inocentes. Simplesmente 500 anos de massacres, assassinatos, pilhagens , genocídios , roubos. Um povo tecnologicamente atrasado , mas que ganhou de presente várias fatias do mercado Brasileiro entregues por apátridas. Neste caso ( Pinochet) , algusnIngkleses lembraram as ligações de suposta amizade como os Chilenos desde que o Almirante Cochrane “libertou” o Chile do jugo dos desprezíveis Espanhóis - http://www.guardian.co.uk/tory99/Story/0,,202256,00.html. O articulista descreve a dívida que os Igleses teriam com o Chile por seu apoio na Guerra das Falklands, semo que , argumenta, a perda de vidas teria sido bem maior que os 200 Ingleses que lá pereceram. Sumarizando , a partir da Europa é bandido contra bandido, criminoso de guerra contra criminosos de guerra, genocídio contra genocídio.



Eu poderia estender-me mais sobre as ligações do promotor Italiano como “Institute for policies Studies “ ( American Universtity , Washngton College of Law ) ,http://www.ips-dc.org/projects/legalscholars/index.htm, “The Pinochet precedent : Individual accountability ofr international crimes “ , de onde o advogado Peter Kornbluh, dispara contra Pinochet, contra os Estados Unidos e simpatiza com Fidel e Chavez , segundo o sitio , Peter “ directs the Cuba Documentation Project and the Chile Documentation Project at the National Security Archive (www.nsarchive.org), a public interest research center located at George Washington University (Washington, DC). He is co-author of The Iran-Contra Scandal: The Declassified History (New Press) and author of a new book, The Pinochet File: A Declassified Dossier on Atrocity and Accountability (New Press). “



Devemos notar que analisadas de forma isolada todas estas iniciativas contra violação direitos soam justas , não fosse imersas em hipocrisia e na na perpetuação do domínio do fortes contra os fracos , dos Ingleses contra Indianos e Chineses, dos Franceses contra Argelinos, dos Espanhóis contra os Incas, dos Americanos contra os Vietnamitas e as vítimas de Hiroshima e Nagasaki, dos Alemães e Espanhóis contra Guernica, da ditadura Cubana contra seus cidadãos , dos Italianos contra povos da Europa e contra a Líbia , dos japoneses contra os Chineses .



Eu sinceramente acho que o Brasil é dos paises que menos crimes tem nas costas , tendo conseguido sair da situação de um País primitivo para uma economia complexa e desenvolvida. E eu acho que boa paret disto devemos a moderação e patriotismo de nossos militares.

BRAGA disse...

É isso aí Serrão e bitanca.
Tutti buona gente!
Aprendi muito. Vale replay depois das “festas de ano novo”, pois agora vale o rei “manguaça” e os “manguaceiros”.
E nós, ohhhhh!
Braga

Paulo Figueiredo disse...

É fácil entender a diferença fundamental entre ditadura e democracia, partindo da visão petista. Para estes (outrora defensores da ética e moralidade na política; e hoje enfiados até a ultima raiz dos cabelos em todo tipo de sujeira que fingiam abominar) a diferença filosófica entre os regimes é a seguinte: Ditadura é quando os outros estão reprimindo, prendendo e roubando. E democracia é quando nós estamos reprimindo, prendendo e roubando.

Anônimo disse...

QUAL DITADOR MATOU MAIS EM TODOS OS TEMPOS?
Confira uma biografia dos 10 mais cruéis matadores da história
Texto Roberto Navarro

Em números absolutos, o maior matador foi o ditador chinês Mao Tsé-tung, que mandou nada menos que 77 milhões de compatriotas para o além.

Em percentual relativo, o líder mais sanguinário foi o general Pol Pot, que assassinou "apenas" 2 milhões de pessoas – um terço da população do Camboja, país em que ele foi primeiro-ministro entre 1976 e 1979.

A relação tem como critério básico o total de mortes causadas pela ação ou omissão de líderes com poderes ditatoriais. Isso inclui desde fuzilamentos no paredão até grandes fomes causadas por uma guerra civil, por exemplo.

Os números foram coletados pelo cientista político e historiador americano Rudolph J. Rummel, que escreveu quase duas dúzias de livros com informações sobre casos de "democídio" - o nome que Rummel dá ao assassinato de uma pessoa por um governo. Foram muitos, sobretudo nos últimos 100 anos. "Se enfileirarmos os cadáveres das vítimas de democídio no século 20, eles dariam 6 voltas em torno da Terra", diz o historiador.

São eles:
1. Mao Tsé-tung: 77.000.000
2. Joseph Stalin: 43.000.000
3. Adolf Hitler: 21.000.000
4. Kublai Khan: 19.000.000
5. Imperatriz Cixi: 12.000.00
6. Leopoldo II: 10.000.000
7. Chiang Kai-shek: 10.000.000
8. Genghis Khan: 4.000.000
9. Hideki Tojo: 4.000.000
10. Pol Pot: 2.000.000

Veja abaixo os 10 governantes mais assassinos de todos os tempos.

1. Mao Tsé-tung (ou Mao Zedong) (1893-1976)
VÍTIMAS: 77.000.000
PAÍS: China
MODUS OPERANDI PRINCIPAL DAS MORTES: Execuções, assassinatos e políticas econômicas desastradas que mataram de fome parte da população

Líder do Partido Comunista Chinês desde 1931, Mao foi presidente da República Popular da China de 1949 a 1959 e presidente do Partido até sua morte. Neste período, implantou um regime de terror, com o assassinato de "contra-revolucionários", proprietários rurais e inimigos políticos, sendo responsabilizado pela execução de vários ex-companheiros, militantes comunistas expurgados sob as mais variadas justificativas.

A partir de 1950, lançou um programa de reforma agrária e coletivização da agricultura que desorganizou a economia do país e provocou a maior onda de fome já registrada pela História. Pouco depois deste episódio, Mao e seus assessores mais próximos lançaram em meados da década de 1960 a Revolução Cultural, esforço justificado como uma tentativa de mudar a mentalidade da população chinesa e prepará-la para o socialismo. A campanha levou a prisões em massa, fechamento de escolas e perseguições que provavelmente causaram a morte de mais de 1 milhão e meio de pessoas.

2. Joseph Stalin (1879-1953)
VÍTIMAS: 43.000.000
PAÍS: União Soviética
MODUS OPERANDI PRINCIPAL DAS MORTES: Assassinatos, perseguições étnicas

Durante os 25 anos que governou ditatorialmente a antiga URSS, Stalin transformou o país em potência mundial, promovendo a industrialização. Isso envolveu, porém, entre outras coisas, a implantação de um programa forçado de coletivização da agricultura e abolição da propriedade privada, que só foi possível com o assassinato de agricultores e a criação de um estado de terror policial, através do qual promoveu o expurgo e a execução de adversários políticos.

Depois de ter papel fundamental na derrota dos nazistas na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), estendeu o controle soviético aos países das Europa Oriental, obrigando vários deles a manterem-se no bloco comunista, ao custo da repressão de opositores, da fome e do empobrecimento das suas populações. Stalin também foi responsabilizado pela existência de campos de trabalhos forçados para deter dissidentes e pela perseguição de minorias étnicas que viviam na União Soviética, realizando transferências compulsórias de populações que causaram número de mortes jamais calculado com precisão.

3. Adolf Hitler (1889-1945)
VÍTIMAS: 21.000.000
PAÍS: Alemanha
MODUS OPERANDI PRINCIPAL DAS MORTES: Guerra, campos de extermínio

Líder do Partido Nacional Socialista (nome oficial da organização nazista) entre 1921 e 1923 e chefe do governo da Alemanha de janeiro de 1930 até a morte, Hitler chegou ao poder através de eleições livres, depois de tentar um golpe de estado que resultou em sua prisão. Transformou-se em ditador logo em seguida, com a eliminação de rivais e opositores.

Principal responsável individual pela Segunda Guerra Mundial, que deflagrou ao invadir a Polônia em 1939, ordenou que exércitos alemães atacassem e ocupassem vários países, assumindo a responsabilidade pelas atrocidades cometidas pelos nazistas em seu nome durante a primeira metade da década de 1940 na Europa e norte da África. Também permitiu e incentivou a realização organizada de genocídio que buscava exterminar judeus, ciganos, deficientes físicos e mentais, dissidentes políticos, homossexuais e outras minorias. Suicidou-se ao fim da guerra.

4. Kublai Khan (1215- 1294)
VÍTIMAS: 19.000.000
PAÍS: Mongólia
MODUS OPERANDI PRINCIPAL DAS MORTES: Guerra, assassinatos

Com nome também traduzido como Khubilai ou Kubla, o "khan" ("chefe") era neto do conquistador Genghis Khan. Atacou a China, derrotou-a e em 1271 proclamou-se o primeiro imperador da dinastia mongol que governou o país. Além das mortes causadas pelas guerras que provocou em diversas partes da Ásia (incluindo Pérsia, Vietnã e sul da Rússia), os soldados sob seu comando tornaram-se conhecidos por atos de extrema crueldade contra populações civis, incluindo castração de prisioneiros, assassinatos em massa e estupros coletivos.

O único relato pessoal sobre ele foi feito por Marco Polo, que visitou sua corte. O viajante italiano apresenta Kublai Khan como um soberano ideal - durante o reinado, a China atravessou uma fase de grande prosperidade - mas reconhece que ele era incapaz de controlar os atos de subordinados e tinha propensão a sofrer ataques ocasionais de crueldade assassina.

5. Imperatriz Cixi (1835 - 1908)
VÍTIMAS: 12.000.000
PAÍS: China
MODUS OPERANDI PRINCIPAL DAS MORTES: Repressão a rebeliões da população

Também conhecida como Imperatriz Tz'u-hsi, era uma das concubinas de status inferior do Imperador Xianfeng quando, em 1856, deu à luz aquele que viria a ser seu único filho. Quando o garoto tinha seis anos de idade o pai morreu e ele tornou-se o Imperador Tongzhi, mas poucos meses depois um golpe de estado levou Cixi a assumir o poder de fato. Seu governo a princípio tentou combater a corrupção endêmica no país, mas foi marcado pela ocorrência de grandes levantes populares, que devastaram províncias tanto do norte como do sul e foram sufocados com grande brutalidade.

Porém o maior deles, a Rebelião dos Boxeadores (de 1900 a 1901) teve estímulo oficial da Imperatriz e de funcionários do governo, em apoio a uma sociedade secreta de praticantes de artes marciais, que lutavam para expulsar todos os estrangeiros do território chinês. O incidente culminou com a intervenção de uma força militar internacional que ocupou e saqueou Pequim, provocando enorme quantidade de baixas entre a população.

6. Leopoldo II (1835 - 1909)
VÍTIMAS: 10.000.000
PAÍS: Bélgica
MODUS OPERANDI PRINCIPAL DAS MORTES: Guerra, fome, assassinatos

O rei da Bélgica que ocupou o trono de 1865 até a morte acreditava que a obtenção de colônias em outros continentes era indispensável à prosperidade econômica de seu país, e devotou todos os esforços para alcançar esse objetivo. Entre os empreendimentos estava a criação do Estado Livre do Congo, território de sua propriedade particular localizado na África, de onde eram extraídos borracha e marfim com o uso de trabalho escravo, recrutado entre a população local.

Denúncias divulgadas na primeira década do século 20 revelaram também que assassinatos a sangue frio eram prática habitual no território. As primeiras estimativas da quantidade de vítimas só foram feitas em 1924, e ressaltaram a dificuldade de quantificar perdas populacionais ocorridas naquele período na região. Estudos posteriores indicaram que provavelmente nunca será conhecido o total exato de pessoas mortas pelas agressões militares indiscriminadas, fome e disseminação de doenças tropicais causadas no Congo pela ação dos belgas sob o Rei Leopoldo II.

7. Chiang Kai-shek (1887 - 1975)
VÍTIMAS: 10.000.000
PAÍS: República da China (Nacionalista) e Taiwan
MODUS OPERANDI PRINCIPAL DAS MORTES: Guerra, massacres

Chiang Chung-cheng era o nome oficial do general que liderou o governo nacionalista da China entre 1928 e 1949. Em 1927, ele chefiou um sangrento golpe de estado e massacrou milhares de militantes comunistas, contra quem travou uma guerra civil, encerrada em 1949 com a vitória de seus inimigos, as forças de Mao Zedong. Nesta época, foi acusado de ignorar as necessidades da população afetada pelo conflito, agravando seu sofrimento e contribuindo para aumentar o número de baixas.

Após a derrota, Chiang fugiu para a ilha de Taiwan, onde fundou um novo país depois de enviar soldados para exterminar cerca de 20 mil moradores locais. Governou Taiwan por quase 30 anos, recorrendo a métodos como torturas, prisões sem julgamento e assassinatos generalizados, além de usar corrupção, chantagem e censura à imprensa para reprimir seus opositores.

8. Genghis Khan (1162-1227)
VÍTIMAS: 4.000.000
PAÍS: Mongólia
MODUS OPERANDI PRINCIPAL DAS MORTES: Guerras, massacres

O guerreiro-governante mongol foi um dos maiores conquistadores da História, construindo império que se estendeu da Ásia ao Mar Adriático, na Europa. Começou subjugando as tribos nômade vizinhas à sua, que unificou sob um estado militar de rígida disciplina, passou a atacar vilarejos além das áreas sob o controle original de seu povo, e acabou por liderar exércitos em campanhas militares que causaram destruição, morte e caos econômico por todo o continente asiático.

Entre as táticas empregadas por ele e por seguidores sob seu comando estava o terror psicológico provocado pela aniquilação de populações inteiras que resistissem aos seus ultimatos. Historiadores modernos reconhecem a importância da liderança de Genghis Khan nas atrocidades cometidas por seus guerreiros, mas ressalvam que muitos dos abusos foram praticados por generais agindo por conta própria, sem sua supervisão direta.

9. Hideki Tojo (1884-1948)
VÍTIMAS: 4.000.000
PAÍS: Japão
MODUS OPERANDI PRINCIPAL DAS MORTES: Guerra, massacres, fome

Militar que foi primeiro-ministro do Japão durante a maior parte da Segunda Guerra Mundial (no período entre 1941 e 1944), Tojo participou de um motim em Tóquio em 1936, antes de ser nomeado no ano seguinte como comandante do exército japonês que ocupava a Manchúria, promovendo massacres contra a população local. De volta a Tóquio, tornou-se um dos principais defensores do acordo com a Alemanha nazista e a Itália fascista, que originou o Eixo. Tornou-se ministro da Guerra do gabinete japonês em 1940, assumindo a chefia do governo no ano seguinte.

Um dos militaristas mais agressivos entre o grupo que dirigia o país, coordenou o esforço de guerra e assumiu poderes ditatoriais durante o conflito. Quando a derrota final aproximava-se, em 1944, Tojo foi afastado do comando das forças armadas. Após a rendição tentou suicídio, mas sobreviveu. Julgado por crimes de guerra, foi condenado e enforcado.

10. Pol Pot (1925-1998)
VÍTIMAS: 2.000.000
PAÍS: Camboja
MODUS OPERANDI PRINCIPAL DAS MORTES: Massacres, fome

Saloth Sar era o verdadeiro nome do ditador cambojano conhecido pelo codinome Pol Pot, que entre 1975 e 1979 liderou um governo comunista radical, responsável pela retirada em massa da população das cidades, enviada à força para "campos de reeducação" no interior, com objetivo de criar uma nova sociedade sem classes. A operação envolveu o assassinato de milhões de pessoas e o desarranjo da economia, causador de uma onda de fome e doenças que, aliada à repressão política, provocou eventualmente o extermínio de quase a metade da população do país, segundo algumas estimativas.

O legado de brutalidade e caos social prossegue até hoje - o Camboja continua sendo um dos países mais pobres do mundo, mergulhado em turbulento impasse político e com umas das maiores taxas de incidência de AIDS do planeta. Afastado por uma invasão vietnamita em 1979, Pol Pot embrenhou-se na selva e continuou chefiando um governo assassino, agora em guerra civil, até ser afinal deposto em 1997. Foi então colocado em prisão domiciliar por seus ex-companheiros e morreu no ano seguinte de causas naturais.

http://super.abril.com.br/revista/246/materia_revista_261295.shtml?pagina=1

Andre Marques disse...

Ley dos medios já!