sexta-feira, 9 de maio de 2008

Lula e Jobim enquadram militares que criticaram política indigenista e os colocam para tomar conta das “tribos”

Edição de Sexta-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com

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Por Jorge Serrão


Em dia de arrogância e abuso de autoconfiança, o oportunista chefão-em-comando das Forças Armadas, Lula da Silva, despejou sua ironia verbal contra o Alto Comando do Exército – que usou o General Augusto Heleno como porta-voz das críticas à política indigenista do atual desgoverno da República Sindicalista. Lula também criou um problema a mais para os militares, pois vai baixar um decreto determinando ao Ministério da Defesa que as Forças Armadas tenham obrigatoriamente unidades militares dentro de terras indígenas situadas em zonas de fronteira. Ou seja, Lula botou o bode na sala do Forte Apache.

Aproveitando o lançamento do Plano Amazônia Sustentável, que trata das supostas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na região, Lula fez elogios ao “patriotismo dos índios” contrariou a versão do Comandante Militar da Amazônia (e de toda cúpula do Exército Brasileiro) de que a política indigenista é “caótica”. O chefão em comando disparou: “Quem é que um dia ousou dizer que nossos índios faziam o país correr o risco de perder sua soberania porque estão em lugares muitos deles fronteiriços com o Brasil? É só ir a São Gabriel da Cachoeira (AM) que a gente vai perceber que grande parte dos militares são índios que estão vestindo a roupa verde e amarela das nossas Forças Armadas”.

Contrariando o que afirmara o General Heleno, Lula opinou que a criação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, na fronteira de Roraima com a Guiana e a Venezuela, como determinou seu desgoverno, não ameaça a soberania do território nacional. Ao lado do líder indígena Gecinaldo Sateré, em novo recado aos militares, Lula classificou de "bravata" a tese dos que vêem riscos de ocupação estrangeira: "Quem fala isso não fala com muita convicção. Acho que quem quer as coisas de verdade, não tem que ficar fazendo bravata. Se ela foi nossa desde que aqui Cabral pôs os pés, por que nós agora temos de ter preocupação com a Amazônia?".

Embora não tenha lido o discurso, o presidente demonstrou ter se preparado para o pronunciamento de guerra contra as Forças Armadas. Na avaliação do presidente, os "confrontos" nos debates sobre o assunto resultam da ignorância e da falta de informação. Lula lembrou que índios foram e são usados na demarcação e proteção das divisas. Citou os macuxis, ingaricós, wapixanas e tarepangues como exemplos de etnias que vivem na Raposa Serra do Sol e que ajudaram o marechal Cândido Rondon a estabelecer os limites da fronteira de Roraima, pegando em armas contra milícias inglesas. "Quando não tinha Exército, quantas vezes foram os índios que defenderam as nossas fronteiras?. Por que há esse antagonismo desnecessário?". A pergunta foi direta para os militares.

Outro recadinho

Ao determinar a obrigatoriedade de militares terem unidades dentro de terras indígenas situadas em Zonas de fronteira, o genérico de 4 estrelas Nelson Jobim ressaltou que a decisão integra um novo plano de atuação militar na região de fronteira da Amazônia que deve ser colocado em prática no segundo semestre.

Também em recado direto aos militares, produtores rurais e raros políticos patriotas que condenam a demarcação da reserva Raposa do Sol, em Roraima, Jobim disparou:

Queremos dizer claramente uma coisa fundamental: terra indígena é terra brasileira. É terra de propriedade da União afetada a usufruto indígena. Não há nações ou povos indígenas, existem brasileiros que são indígenas”.

Outra enquadrada

Nelson Jobim deu outra enquadrada no General Heleno e no Alto Comando do EB, usando a própria palavra dos militares contra eles:

O que nós temos que respeitar é a Constituição brasileira e não as eventuais declarações afirmadas pela ONU... Vamos implementar um crescimento exponencial da presença do Exército, da Marinha e da Aeronáutica na região amazônica e nas fronteiras do Centro-Oeste

Jobim fez um judô verbal contra o General Augusto Heleno que, em palestra no mês passado, no Clube Militar, criticou o compromisso brasileiro com declaração da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o direito dos povos indígenas, que prevê a desmilitarização das áreas.

O General classificou de “ameaça à soberania nacional” a transformação da fronteira Norte do país em terras indígenas.

Ordem do Chefão

O ministro Jobim garantiu que a orientação de reforçar a presença militar na Amazônia partiu do presidente Lula.

Avisou que os detalhes para a implementação do plano serão definidos nos próximos 90 dias com os chefes das três Forças.

Ao longo dos próximos três meses, serão determinados o contingente militar, a localização dos novos postos de fronteira e a logística das tropas.

Confiança no Supremo

Lula avisou ontem que já tomou todas as providências necessárias em relação ao conflito na reserva Raposa do Sol, alegando que apenas deseja garantir a paz na região e aguardar a decisão do Supremo Tribunal Federal:

Na medida que a PF ia cumprir a decisão do governo para desalojar os arrozeiros e veio o processo para a Suprema Corte, nós agora temos a obrigação de manter a paz e a harmonia lá dentro. A PF vai ficar lá, a Força Nacional vai ficar lá, mas iremos esperar que a Suprema Corte se manifeste. O resultado da Suprema Corte vale para governo, índios, o branco, o governador, deputados, todos nós. Quando ela se manifestar, não cabe a nós ficarmos reclamando ou aplaudindo. Ou seja, o resultado da Suprema corte é o resultado da suprema corte - vale para o governo, vale para os índios, vale para o branco, vale para o governador, vale para os deputados, vale para todos nós - e eu estou tranqüilo”.

Lula falou com a certeza de que o resultado no STF, onde tem a maioria de 7 ministros indicados por seu desgoverno, será favorável a suas teses.

Demagogia de sempre

Lula batraqueou que a visão do governo, explicitada no Plano Amazônia Sustentável, é que a soberania da Amazônia, na sua parte brasileira, depende também da inclusão social, de direitos de cidadania e de obras de infra-estrutura que levem em conta o meio ambiente.

Lula comparou a situação dos índios aos cidadãos de favelas de cidades sem infra-estrutura:

"Obviamente, se um índio não receber as funções do Estado, vai ser tão rebelde quanto um cidadão numa favela do Rio sem água e esgoto. O que está faltando ao Brasil é assumir a Amazônia dentro do seu discurso".

"Humanidade"

Lula, que reconhecidamente não é chegado a leituras, informou que tomou conhecimento de um livro do século XVI que contava a história de um norte-americano que considerou o Rio Amazonas uma extensão do Rio Mississippi.

"Como tem gente que acha que a Amazônia tem de ser da humanidade. Achamos que é, que precisa produzir benefícios para todos os seres humanos, mas temos de dizer em alto e bom som que quem cuida da Amazônia é o Brasil, quem decide o que fazer na Amazônia é o Brasil".

Lula recomendou aos críticos que procurem informações sobre a "sabedoria" de especialistas e de gente que vive na região para entender a floresta:

"Somos quase analfabetos no conhecimento que temos da Amazônia".

Ironia com o ausente

Lula fez várias críticas indiretas, durante o lançamento do Plano Amazônia Sustentável, ao governador de Roraima, José de Anchieta Júnior (PSDB).

Frisou que o tucano foi o único governante da Amazônia Legal ausente na cerimônia.

Não está presente o governador de Roraima por problemas que vocês estão acompanhando pela imprensa. Deve ser por isso”.

Lula não perdoa que Anchieta Júnior mantenha uma posição crítica ao Planalto e contrária à prisão pela Polícia Federal do líder arrozeiro Paulo César Quartiero, prefeito de Paracaima e líder dos arrozeiros que ocupam a reserva.

Radicalizando

O ministro Carlos Ayres Britto, do STF, indeferiu ontem o pedido da União e da Funai (Fundação Nacional do Índio) para expedir mandado de busca e apreensão de armas, munições e explosivos na reserva indígena Raposa/Serra do Sol, em Roraima.

A decisão ocorreu na análise da ação cautelar ajuizada pelo governo de Roraima para que o STF suspendesse qualquer operação para retirar não-índios da área, em especial a Operação Upatakon 3, da Polícia Federal.

No recurso juntado ao processo, a União e a Funai pediam que o mandado de busca e apreensão autorizasse a entrada de homens da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança nas fazendas ocupadas pelos não-índios para recolher armas que estivesse em poder dos fazendeiros.
Em sua decisão, o ministro entendeu que, pela natureza do pedido, a competência processual é da Justiça Federal de Roraima, conforme entendimento do STF no julgamento da Reclamação 2833.

Na ocasião, o plenário entendeu não caber à Corte julgar questões relativas a ameaças a indígenas, ou seja, fato que não trata especificamente da demarcação da reserva Raposa/Serra do Sol.

Holofotes

Representantes da Comissão Nacional dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil resolveram entrar no meio da polêmica sobre a demarcação das Nações Indígenas.

Os advogados foram ontem para Boa Vista a fim de acompanhar de perto as disputas na reserva Raposa do Sol.

Tiveram encontros com o bispo de Roraima, Dom Roque Paloschi, com o governador do estado, José de Anchieta Júnior, e com representantes dos índios e dos produtores de arroz.

Golpe contra o índio

O presidente da Bolívia, Evo Morales, jura que aceita um referendo revogatório que pode colocar fim ao mandato do primeiro governante indígena do país em apenas três meses.

Em uma declaração noturna à TV estatal, Morales avisou que promulgará a convocação ao referendo assim que receber a lei correspondente, aprovada sem aviso prévio pelo Senado, dominado pela oposição conservadora.

Num gesto surpreendente, o Senado boliviano aprovou na quinta-feira a convocação de um referendo revogatório sobre os mandatos do presidente Evo Morales, do vice-presidente Alvaro García e dos nove governadores regionais, o que deve agravar a crise política no país.

Segundo a lei aprovada, Morales perderá o seu mandato se os votos contra si superarem tanto em número quanto em percentual a votação que ele obteve nas eleições que venceu em dezembro de 2005.

Pai do Dossiê

Laudo preliminar do Instituto de Tecnologia da Informação (ITI), responsável pela perícia nos computadores da Casa Civil, revela que as informações sigilosas do dossiê com gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foram divulgadas por José Aparecido Nunes Pires, secretário de Controle Interno do ministério.

Os peritos do ITI recuperaram e-mails que haviam sido excluídos no disco rígido do computador do funcionário e encontraram correspondência entre José Aparecido e André Eduardo da Silva Fernandes, assessor do senador Álvaro Dias (PSDB).

Investigações parciais da Polícia Federal também apontam Aparecido como um dos responsáveis pelo vazamento do dossiê.

A mensagem fatal

No dia 19 de fevereiro, às 12h30m, aparece uma mensagem de André para José Aparecido, sem texto.

Às 14h39m, José Aparecido escreve para André "vamos almoçar nesta semana?".

No dia seguinte, às 8h39, André responde: "Te ligo na quinta".

Às 10h46m, Zé Aparecido devolve, dizendo: "André, leia o texto".

Segundo o laudo do ITI, esse e-mail continha um arquivo anexo com 28 páginas, onde estavam as informações sobre gastos sigilosos de FH.

A arte de negar sempre

Funcionário da Casa Civil desde os tempos em que José Dirceu comandava a pasta e antigo conhecido de parlamentares petistas, Aparecido é funcionário de carreira do Tribunal de Contas da União (TCU).

Aparecido confirma a troca dos e-mails com André, mas nega que tenha enviado o dossiê.

Mas houve, seguramente, há troca de e-mails, mas de amigos que foram colegas de trabalho. E jamais teve qualquer coisa que pudesse pelo menos beirar a ilegalidade”.

Novela continua

A Polícia Federal recebeu autorização da 12ª Vara da Justiça Federal para prorrogar por mais 60
dias o inquérito sobre o dossiê.

Até o momento, o delegado Sérgio Menezes, que está à frente das investigações, já tomou o depoimento de cinco pessoas, incluindo Alvaro Dias, que preferiu não revelar o que disse à PF.

Com mais tempo concedido pela Justiça, a Polícia Federal vai agora continuar ouvindo os envolvidos no caso.

De onde saiu mesmo?

A PF tenta descobrir ainda quem produziu o dossiê e entregou o documento a José Aparecido.

Para a PF, já é certo que o dossiê que chegou ao Congresso foi extraído de um banco de dados montado por seis servidores da Casa Civil.

Este detalhe deve ser esclarecido com os próximos depoimentos, que devem ser retomados a partir da próxima semana.

Cuidando da lavanderia

O plenário do Senado aprovou ontem projeto que altera a legislação sobre crimes de lavagem de dinheiro ampliando as punições.

Entre as mudanças está o aumento da pena máxima de 10 para 18 anos de prisão para quem for flagrado neste tipo de crime.

O projeto, que agora vai para a Câmara, também estabelece que o valor da fiança pode ser igual ao que foi movimentado criminosamente.

Quebrando o sigilo

O projeto também dá mais instrumentos para a atuação da autoridade policial e do Ministério Público.

Permite acesso aos dados cadastrais do investigado, mantidos pelas instituições financeiras, operadoras de cartão de crédito, empresas telefônicas, justiça eleitoral e provedores de internet.

Apresentado em 2003 pelo senador Antonio Carlos Vallares (PSB-SE), o projeto teve como relator o senador Pedro Simon (PMDB-RS).

Mais poder ainda aos juízes

O juiz poderá decretar o seqüestro de bens e dinheiro ou valores durante o inquérito.

O projeto altera e reforça a composição do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

A Secretaria da Receita Federal, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, a Agência Brasileira de Inteligência e o Departamento de Polícia Federal, entre outros, passarão a integrar o Coaf.

Novas penas

O projeto que será analisado pelos deputados também diz que a prática de lavagem de dinheiro é considerada um crime específico, independente do delito que deu origem ao dinheiro ou patrimônio acumulados ilegalmente.

Aumenta a pena (de 3 a 18 anos de reclusão) em dois terços, se o crime for cometidos de forma reiterada ou por intermédio de organização criminosa.

E estabelece que os que ajudam a lavagem de dinheiro também serão punidos.

O projeto prevê redução de pena nos casos em que houver colaboração para a elucidação do crime ou delação de participantes. Isso será negociado pelo juiz e pelo Ministério Público, mantido em termo separado e sob sigilo.

Controlando gastos?

Depois de um mandato e meio de desgoverno, a equipe de Lula decidiu que vai rastrear contas de serviços no Executivo, com o objetivo de reduzir o gasto na administração pública federal.

Vamos monitorar desde (os custos com) energia elétrica, água e esgoto, até serviços técnicos profissionais, de apoio, administrativos, diárias, passagens e gastos com terceirizados. Em tudo isso, vamos fazer um pente fino. O objetivo é reduzir o máximo possível o volume dessas despesas

O anúncio foi ontem feito pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, durante audiência pública na Comissão de Fiscalização e Controle do Senado.

Os alvos iniciais

Inicialmente serão monitorados os gastos dos Ministérios do Planejamento, Defesa, Saúde, Educação, Justiça e Fazenda.

Foram escolhidos os ministérios que, atualmente, têm os maiores orçamentos.

Para isso, o governo já contratou o Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), que vai auxiliar o trabalho com tecnologia e definir a freqüência e o volume dos gastos dessas contas.

Fim das contas

No Senado, o ministro Paulo Bernardo defendeu ainda o fim de todas as contas tipo B de provimentos de fundos existentes em estados e municípios.

Segundo ele, somando-se as contas do tipo B de todo país elas devem representar mais de R$ 1 bilhão de em gastos.

Só no governo federal são cerca de R$ 100 milhões.

Segundo o ministro, vários governadores e prefeitos que se orgulham em dizer que não usam cartão corporativo, na verdade estão usando as contas do tipo B e, com isso, "ficam a salvo de qualquer polêmica".

As contas do tipo B do governo federal serão encerradas a partir de julho.

Apelando para a poupança

Os endividados brasileiros, pendurados no pretenso crédito fácil para a onda consumista que dá sustentação à política econômica do presidente Henrique Meirelles, apelaram à poupança para pagar suas contas.

O Banco Central informou ontem que R$ 1,848 bilhão saiu das cadernetas de poupança no mês de abril.

Este é o primeiro saldo negativo na captação líquída (diferença entre depósitos e retiradas) desde agosto de 2006, quando o déficit foi de R$ 280 milhões.

Fraudes no INSS

Duas servidoras do INSS da Avenida Brasil foram presas em flagrante ontem, no momento em que inseriam dados falsos nos sistemas informatizados do INSS, para conceder benefícios assistenciais fraudulentos a pessoa idosa.

As presas são Olga Helena Monteiro de Moraes e Tania Maria da Rocha Vilela.

Estima-se que, somente neste ano, o prejuízo aos cofres do INSS atingiria a monta de R$ 7 milhões.

A servidoras foram indiciadas pela prática do crime previsto no artigo 313-A do Código Penal, cuja pena de reclusão varia de dois a 12 anos e multa, além da possibilidade da perda do cargo público.

A investigação foi feita pelo Departamento de Polícia Federal, Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários (Deleprev/RJ) e o INSS (Gerência Executiva Norte)

Onde está a honestidade?

Os deputados estaduais fluminenses Anabal, Marcos Figueiredo e Marcelino foram absolvidos ontem pelo plenário da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro.

Os três eram suspeitos de participação no esquema da bolsa fraude, no qual eram forjados auxílios-educação para funcionários fantasmas da Casa.

O Conselho de Ética da Alerj havia sugerido a suspensão do mandato de Marcelino por 60 dias e a suspensão das prerrogativas de Anabal e Marcos Figueiredo por 30 dias.

Os três, no entanto, não sofrerão qualquer punição.

Embromation na Varig

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu liminar para suspender o processo de execução fiscal de dívidas trabalhistas da antiga Varig S/A, hoje VRG Linhas Aéreas S/A, arrematada em leilão pela Gol Transportes Aéreos S/A.

A execução foi determinada pela 3ª Vara do Trabalho de Recife (PE), que reconheceu a Gol como sucessora da Varig para responder às ações por dívidas trabalhistas da empresa arrematada.

Mas a Gol pede ao STJ que defina como competente o juízo da 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro para decidir todas as questões resultantes do leilão da Varig.

Boas compras

Para o banco de investimentos Merrill Lynch os mercados emergentes são uma boa história de crescimento, pois são “uma classe ativo subcapitalizada e pouco alavancada”.

Por esta razão, o banco acredita que as emissões de ativos e as fusões e aquisições apresentam tendência de alta.

No Brasil, com o dólar artificialmente em baixa, fica ainda mais fácil adquirir nossas empresas ou empreendimentos agrícolas ou minerais.

Ferrando o Geraldo

Orestes Quércia (PMDB) já declarou apoio à reeleição de Gilberto Kassab (DEM) à Prefeitura de São Paulo.

O governador José Serra, que vinha trabalhando nos bastidores em favor de Kassab, fingirá seguir a orientação de seu partido e formalizar apoio a Alckmin.

Ontem, Serra, Quércia e Kassab estavam juntinhos na inauguração do complexo viário Jurubatuba, na zona sul de São Paulo, que mais parecia uma festinha de campanha eleitoral.

O encontro acontece após o Diretório Municipal do PSDB decidir lançar a pré-candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin à Prefeitura de São Paulo.

Fechando a aliança

O PR (Partido da República) deve formalizar hoje seu apoio ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), para as eleições municipais deste ano.

A moeda de troca será o apoio para a reeleição, também, do presidente da Câmara Municipal, vereador Antonio Carlos Rodrigues (PR).

O PR também negocia com o PT um eventual apoio a Marta Suplicy.

Fenômeno cabalista

A Cabala tem ajudado o craque Ronaldo a recuperar o entusiasmo pela vida através da espiritualidade.

Foi sua ex-futura-eterna namorada, Maria Beatriz Antony, que o incentivou a estudar a doutrina judaico-esotérica.

Ronaldo retomou o tratamento do joelho, iniciou uma dieta de emagrecimento com o endocrinologista Osvino Pena, e não quer mais saber de assunto com traveco.

Motel só para conversar?

Eduardo Swiech, advogado dos travecos que arrumaram o barraco com Ronaldo, garante:

Durante as mais de três horas em que o jogador Ronaldo Fenômeno permaneceu num motel na Barra na companhia de três travestis, no dia 28, apenas promovendo um “bate-papo sobre amenidades” e não falando de sexo ou drogas:

“Falaram sobre várias coisas, como a carreira dele, sua recuperação, viagens que já tinha feito, como tinha sido seu dia, enfim, ficaram conversando no quarto”.

Nova estória

Segundo o advogado, assim que percebeu que elas eram travestis, Ronaldo falou que não queria mais dar continuidade ao programa e deu R$ 300 a cada uma.

De acordo com Swiech, a confusão começou depois que Andréia — que na versão do advogado deixou o motel durante o encontro para fazer outro programa — voltou ao local e exigiu que o craque lhe pagasse R$ 1 mil, como prometido.

“Como Andréia havia saído, ele entendeu que ela não merecia receber e afirmou que não pagaria. Irritada, ela disparou algumas bobagens e se alterou, mas já voltou a si e por isso contou toda a verdade”.

A Mala da Globo

A Rede Globo comprou de novo direitos do Campeonato Brasileiro de futebol de 2009 a 2011.

Pagará R$ 220 milhões por temporada.

Flamengo, São Paulo e Corinthians, por não concordarem com os termos estabelecidos, não se fizeram representar.na reunião do Clube dos 13 que amarrou o negócio.

A gente merecemos

Versinho que a turma do arco-iris detona via Internet para avacalhar a enlutada Nação Rubro Negra:

"Mamãe eu vi, mamãe eu vi, mamãe eu vi a raça chorar. Libertadores, Libertadores, Libertadores, não vão mais jogar"

"Chora flamenguista o sonho acabou, Libertadores, já terminou".

Aliás, chefão Lula, quem aposta na autosuficiência do já ganhou e fala demais acaba igual ao Flamengo na Libertadores.

Vida que segue...

Ave atque vale!

Fiquem com Deus!

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3 comentários:

Anônimo disse...

AGRIPINO SERÁ VICE DE DILMA!!

Não fiquem surpreendidos se aparecer, no futuro, a chapa Dilma-Agripino para
presidente...Só um estúpido acredita que o Agripino - político experiente - fez aquela pergunta impensadamente...Ele
fez a pergunta que a Dilma queria que ele fizesse...Tudo foi tramado de antemão..O
Agripino levanta a bola e a Dilma corta!!Perfeito!!E quem ganha o jogo? Os
banqueiros, que mandam no PT, PSDB, PMDB, DEM e outros mais...Nós não temos
oposição no Brasil. Só temos um partido: o dos banqueiros!!

Marcos Paulo

Anônimo disse...

Os mesmos comunas que mantém os indígenas brasileiros vivendo na idade da pedra para "preservar sua cultura", silenciam sobre genocídio étnico e cultural que os companheiros chineses fazem no Tibet...

Ordens da ONU, da Internacional Socialista, do Foro São Paulo...
a Pátria Grande sendo desenhada...

Vamos permitir??????????????????

BRAGA disse...

Se conforma Serrão. Pior que o mengão ser eliminado, é a nação brasileira (a que pensa e trabalha duro), ter que aturar o zurrar do apedeuta-mor deslumbrado e seus nefastos asseclas. Até quando? Quando essa merda espirrar prá tudo que é lado. Vai ser uma fuderança geral. Não tá longe. Basta os states se fu... e ohhh!
Braga