quinta-feira, 22 de maio de 2008

Mafiosos que financiam políticos corruptos fazem lobby na justiça para liberar candidatos com problemas judiciais

Edição de Quinta-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com

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Por Jorge Serrão

Lobistas de grupos econômicos que acobertam políticos corruptos vão pressionar o Tribunal Superior Eleitoral a manter a brecha legal que flexibiliza a autorização para que candidatos com problemas judiciais possam disputar eleições. A pressão vai aumentar porque o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Brito, promete reexaminar a questão de autorizar ou não o registro de candidatos processados criminalmente ou por improbidade administrativa.

Brito recebeu ontem um pedido oficial para que a Justiça Eleitoral avalie a vida pregressa dos candidatos, caso a caso, "com base em critérios objetivos, observando-se o devido processo legal para acolher ou não os pedidos de registro de candidatura". O pedido foi apresentado pelos participantes do IV Senaje (Seminário Nacional de Juízes, Promotores e Advogados). Tudo foi liderado pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral pretende encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei de iniciativa popular, com assinaturas de 1% do eleitorado brasileiro, para proibir o registro de candidaturas que tenham problemas com a Justiça.

O juiz eleitoral do Maranhão, Marlon Ayres, um dos coordenadores do MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral) foi quem entregou a o texto da “Carta de Brasília” ao ministro Brito. Carlos Ayres Brito prometeu fazer a leitura da Carta em sessão administrativa do TSE e elogiou muito o trabalho dos participantes do Senaje. Ayres Brito só não quis revelar se é favorável à mudança da regra atual, que permite o registro de candidatos com esse tipo de processo na folha corrida, porque estaria antecipando seu voto num julgamento futuro. Porém, lembrou que, em setembro de 2006, votou contra a concessão de registro no julgamento do processo do presidente do Vasco e ex-deputado Eurico Miranda.

O Crime compensa sempre...

O cartel do Oxigênio conseguiu, judicialmente, suspender o processo administrativo que sofria na Secretaria de Defesa Econômica e no Cade.

Acusadas de organizar um sofisticado cartel para fraudar licitações públicas e dividir clientes com prejuízos para vários setores da economia, como saúde, alimentos, bebidas e metalurgia, as transnacionais White Martins, AGA, Air Liquide, Air Products e Indústria Brasileira de Gases (IBG), alegaram que as provas obtidas contra elas foram obtidas irregularmente.

Caso fossem punidas com a aplicação de pena máxima por formação de cartel, as empresas teriam de pagar 30% dos seus faturamentos

Agora, conseguiram enrolar tudo na Justiça, e continuarão fazendo os mesmos negócios de sempre.

Militares condenados no bolso

O Tribunal de Contas da União condenou sete oficiais do Exército a devolverem ao Tesouro Nacional R$ 2.081.311,63 (valor atualizado) por fraude no sistema de pagamentos do Exército.

O TCU concluiu que o programa de informática do Centro de Pagamento do Exército (CPEx) foi alterado e 55 pensionistas foram incluídos de forma irregular na folha de pagamentos.

Há indícios de que os beneficiados sejam parentes dos oficiais envolvidos na fraude.

Punição rápida

Segundo o TCU, os responsáveis também foram multados individualmente e inabilitados para exercerem cargo em comissão ou função de confiança na administração pública.

As multas variam de R$ 50 mil a R$ 30 mil.

Os militares têm 15 dias para comprovar o recolhimento dos valores ao Tesouro Nacional.

Sujeira na receita

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, exonerou ontem dois ex-graduados funcionários da Receita Federal - Paulo Baltazar Carneiro e Sandro Martins Silva - por improbidade administrativa e por gerenciar e administrar empresa privada.

Os dois respondem ainda a inquérito do Ministério Público, acusados de favorecer empresas privadas em troca do recebimento de propinas.

O caso foi um dos mais rumorosos do serviço público federal, por envolver funcionários de alto escalão da Receita.

O esquema

Sandro e Paulo Baltazar eram sócios da empresa Martins Carneiro, que dava consultoria na área tributária.

De acordo com as investigações, eles atuavam dos dois lados do balcão e chegavam a modificar normas tributárias para favorecer os clientes que, desse modo, conseguiam reduzir ou escapar do pagamento de multas milionárias impostas pelo Fisco.

A Corregedoria da Receita não informou detalhes dos processos que resultaram nas demissões dos dois servidores.

“Poderosos”

Os dois auditores foram muito influentes na Receita Federal durante vários anos.

Paulo Baltazar foi secretário-adjunto da Receita Federal.

Quando as acusações vieram à tona e as investigações começaram, ele já era aposentado, mas exercia o cargo de assessor da Receita.

Sandro Martins ainda se encontrava na ativa e era assessor do então secretário da Receita, Everardo Maciel.

Soberania da Amazônia na agenda

A empresária Ana Prudente convida para um encontro nacional de grande porte, que vai tratar do tema “Soberania Brasileira na Amazônia”, no próximo dia 10 de junho, em São Paulo.

Será um seminário com palestras do General Luiz Gonzaga Schroeder Lessa (Ex-Presidente do Clube Militar), de Jonas Marcolino (Liderança Indigena Macuxi da reserva Raposa Serra do Sol) e de Denis Rosenfield (Professor de Filosofia / RS).

O encontro será dia 12 de junho, a partir das 10 horas, no Clube Espéria (Av. Santos Dumont, 1313 - Santana - Z. Norte São Paulo/SP - Fone: (11) 2223-3300).

Leia o artigo de Márcio Accioly: O Brasil está sendo repartido

Nada de santuário

O Coordenador do Plano da Amazônia Sustentável, Mangabeira Unger declarou-se contrário à idéia de manter a floresta como santuário "para o deleite da humanidade".

Preciso confiar no patriotismo e generosidade dos brasileiros nesse trabalho de construção coletiva. A causa da Amazônia sustentável, mais do que qualquer outra, é capaz de comover a nação”.

Falando ontem como ministro do Núcleo de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, foi elogiado por parlamentares ligados ao agrobusiness e madeireiros após audiência pública na Comissão da Amazônia da Câmara dos Deputados.

Mangabeira pregou que é preciso buscar um equilíbrio entre a preservação ambiental e um desenvolvimento econômico da região.

Mangabeira defendeu um zoneamento ecológico e econômico e disse que é preciso alterar o arcabouço jurídico a fim de simplificar o direito à propriedade privada na região.

Negócio enrolado

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, pediu vista do Plano Geral de Outorgas (PGO) e do Plano Geral para Atualização do Marco Regulatório das Telecomunicações do Brasil (PGR).

Os dois assuntos estavam na pauta da reunião de ontem do conselho diretor da Anatel.

O PGR pretende atualizar normas e regulamentos da Anatel para os próximos 10 anos e inclui o Plano Geral de Outorgas (PGO), fundamental para a aprovação da compra da Brasil Telecom pela Oi – negócio que interessa á cúpula do desgoverno Lula.

Votação polêmica

O Supremo Tribunal Federal deve retomar na próxima quarta-feira (dia 28) a votação sobre o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas.

O julgamento da ação que pede a inconstitucionalidade do artigo 5º da Lei de Biossegurança foi iniciado e interrompido no dia 5 de março, após pedido de vista do ministro Carlos Alberto Menezes Direito.

O ministro é católico militante: faz parte da União dos Juristas Católicos do Rio de Janeiro e já deu declaração pública contra a utilização de células-tronco em pesquisas, em 2001.

O defensor

A ação direta de inconstitucionalidade foi proposta em 2005 pelo então procurador-geral da República.

Cláudio Fonteles defende que o embrião pode ser considerado vida humana.

Ele pede a exclusão do artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a utilização em pesquisas de células-tronco embrionárias fertilizadas in vitro e não utilizadas.

A regulamentação prevê que os embriões usados estejam congelados há três anos ou mais e veta a comercialização do material biológico, além de exigir a autorização do casal.

Pressão católica

No julgamento de 5 de março, o relator do processo no STF, ministro Carlos Ayres Britto, votou contra a ação.

Brito votou a favor da continuidade das pesquisas com células-tronco embrionárias.

A ministra Ellen Gracie, então presidente do STF, adiantou o voto e avisou que seguirá o relator, contra a inconstitucionalidade da lei:

"Não constato vício de inconstitucionalidade. Segundo acredito, o pré-embrião não acolhido no útero não se classifica como pessoa".

Assombrando

Um filho do ministro Hélio Costa (das Comunicações) é funcionário-fantasma do gabinete do senador tucano Flexa Ribeiro (PA).

Eugenio Costa ganha R$ 2.649 como assessor parlamentar, mas mora em Minas.

O problema é que o rapaz se diz assessor de comunicação do senador.

Mas Flexa Ribeiro nega conhecê-lo, embora o acolha (à distância) em seu gabinete.

Polícia Política ainda não...

A Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio Grande do Sul enviou um comunicado à imprensa alertando sobre um e-mail falso que induz o usuário a preencher um formulário fictício atribuído ao Departamento de Investigação a Crimes de Informática da Polícia Federal.

Segundo a nota, a mensagem informa que o usuário acessou sites de conteúdo ilegal e que houve um "rastreamento investigativo".

A partir daí, a vítima é induzida a clicar num link para atualização de dados pessoais.

A Polícia Federal orienta as pessoas a excluírem permanentemente a falsa mensagem e revela que não solicita informações dos cidadãos por e-mail.

Sobrou só para o Aparecido

Em sua investigação sobre o dossiê com gastos do governo Fernando Henrique, a Polícia Federal deverá responsabilizar o ex-secretário de Controle Interno da Casa Civil José Aparecido Pires Nunes como o único responsável pelo vazamento do documento.

O ex-secretário só foi indiciado no artigo 325, do Código Penal, com base na Lei 10.180, de 2001, com pena de um a seis anos de reclusão.

Para PF, que não deverá usar todo o prazo de 60 dias, o inquérito, já em fase final, não contém indícios contra a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, ou contra a ministra Dilma Rousseff.

Assim, de nada valeu a acusação apresentada por André Fernandes, assessor do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que recebeu o dossiê de Aparecido.

Pára logo com tudo

Para a PF, também não há nada que incrimine Fernandes e o senador.

Para a polícia, não há mais motivos, pelo menos por enquanto, para tomar o depoimento de Dilma e Erenice.

A PF já concluiu a perícia sobre um pen drive e sete dos 13 computadores recolhidos na Casa Civil e quer logo acabar com a estória.

Só mais um ouvido

O delegado Sérgio Menezes, que comanda as investigações, deve interrogar o secretário de Administração e homem de confiança de Dilma, Norberto Temóteo, entre outros servidores da Presidência.

Segundo Aparecido, Temóteo pediu às secretarias da Casa Civil os servidores que montaram um banco de dados sobre gastos da Presidência com cartão corporativo desde o governo Fernando Henrique.

Caso não surjam novas informações, as investigações devem parar por aí.

BB será nossa caixa de quem?

O Banco do Brasil surpreendeu o mercado financeiro ontem à noite, ao anunciar que iniciou as conversas com o governo de São Paulo para incorporar o banco estatal paulista Nossa Caixa.

Com o negócio, o BB quer ganhar força para fazer frente aos concorrentes privados, que têm crescido nos últimos anos com a compra de instituições menores.

Se realizada, a aquisição pode levar o BB a disputar a liderança do mercado paulista, onde o banco federal ocupa, atualmente, a quarta posição.

Junto com o negócio, José Serra (um tucano cada dia mais aliado do Palácio do Planalto) deve obter vantagens em uma nova renegociação da dívida do Estado de São Paulo com a União.

Mega Acordo Eleitoral

Por trás da venda da Nossa Caixa para o BB, costura-se um mega-acordo eleitoral para este ano e 2010.

Em 2010, José Serra desistiria de sua eventual candidatura à Presidência e investiria na reeleição para cuidar das grandes obras que o dinheiro em “nossa caixa” lhe permitirá fazer.

O apoio seria dado ao candidato de Lula e dos banqueiros: Aécio Neves (que virá pelo PSDB ou pelo PMDB), tendo como vices Sérgio Cabral Filho ou Dilma Rousseff.

Na eleição para a prefeitura paulistana, este ano, o candidato do Planalto é Gilberto Kassab, que concorre à reeleição, com o apoio de Serra – e não Marta Suplicy que apenas vai disputar para perder.

Alvo é o Geraldo

O objetivo estratégico do Planalto, e que agrada José Serra, é anular Geraldo Alckmin no curto e médio prazos.

O apoio a Kassab para reeleição tem a intenção de impor uma derrota a Geraldo Alckmin, para impedir que, daqui a dois anos, ele possa se candidatar ao governo do estado de São Paulo ou até à Presidência da República (dependendo de qual partido Aécio Neves estará filiado).

Perdendo agora, Alckmin fica enfraquecido para novos pleitos em 2008 e 2010.

Terror fiscal

Mesmo sem a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), a Receita Federal conseguiu arrecadar de janeiro a abril deste ano R$ 221,495 bilhões.

Houve um crescimento de R$ 24,907 bilhões em termos reais (descontada a inflação), alta de 12,56% em relação aos quatro primeiros meses de 2007.

Em valores nominais, a arrecadação no primeiro quadrimestre foi superior em R$ 33,59 bilhões.

O crescimento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) foi de 146,42%

Viva a farra do crédito e da especulação

Só o montante arrecadado com o IOF nos quatro primeiros meses deste ano representa metade do total arrecadado pela CPMF no primeiro quadrimestre de 2007.

Quando atualizado pelo IPCA o tributo arrecadou R$ 12,106 bilhões.

O IOF rendeu aos cofres públicos em abril R$ 1,714 bilhão, valor 157,99% superior em termos reais ao registrado em abril de 2007, de R$ 664 milhões.

As operações de crédito de pessoas físicas foram as que mais geraram arrecadação com IOF em abril, de R$ 703 milhões, seguidas das operações de crédito a pessoas jurídicas, de R$ 618 milhões.

Golpe da emenda 29

O governo exige que junto com a aprovação da Emenda, os parlamentares criem uma forma de gerar recursos para a Saúde.

O chefão Lula da Silva já deixou claro que vai vetar a proposta se isso não for feito.

Ontem, durante café da manhã do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), Lula explicou que não pode usar o excesso de arrecadação para custear despesas com saúde, porque, se houver queda na receita, o setor será prejudicado.

Quem pariu a emenda que a embale

Pela chamada Emenda 29, os gastos do governo com o setor têm que aumentar em mais de R$ 8 bilhões por ano, ou cerca de R$ 23 bilhões nos próximos quatro anos.

Para o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, a responsabilidade de encontrar a fonte de financiamento ou de cortar gastos para bancar os novos investimentos em saúde é do Congresso:

“O projeto é de iniciativa do Congresso, é justo que eles resolvam isso. Como você aprova um projeto que cria uma despesa e não aponta como vai ser custeada? Eles criam uma despesa e eu acomodo? Não é possível que eu tenha de resolver o problema que eu não criei. Eu não votei esse projeto. O governo não vai participar desta discussão. Temos um problema que é a Emenda 29 criada pelo Congresso. Evidentemente que para que ela entre em vigor precisa ter uma fonte (de recursos). Mas nós não vamos entrar nesta queda-de-braço”.

Risco de nova tungada

Aliados do governo encontram brecha legal para recriar contribuição sem precisar de emenda constitucional.

Um ministro do Supremo já avisou ao desgoverno que a nova CPMF pode ser recriada de maneira mais simples, por lei ordinária.

Objetivo governista é cobrar 0,1% sobre toda transação financeira e, com isso, arrecadar R$ 10 bilhões por ano destinados à saúde.

Guerra no STF

A oposição promete entrar no Supremo Tribunal Federal (STF) caso o Congresso aprove a recriação da CPMF por meio de um projeto de lei complementar e não por emenda constitucional.

O líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA), advertiu que se a Câmara fizer isso estará cedendo à chantagem do governo.

A Constituição é clara. Não tem outro caminho que não seja uma emenda constitucional. O Supremo nesse caso seria taxativo. Se esse absurdo prosperar na Câmara, seria digno fazer um exame de sanidade no Congresso. A base do governo estaria dando um golpe na Constituição e não vamos aceitar isso de jeito nenhum. Isso é chantagem da pior espécie possível”.

Dita-dura

O artigo de Marco Antonio Villa, publicado na "Folha", sobre o regime militar conseguiu desagradas a gregos e baianos.

Em resumo, o historiador defende que os grupos de esquerda que optaram pela luta armada contra a ditadura não estavam a serviço da democracia.

Segundo Villa, no fundo, eles queriam substituir a ditadura dos generais pela "ditadura do proletariado".

Ainda de acordo com a tese de Villa, que desagradou aos militares, "o terrorismo desses pequenos grupos deu munição para o terrorismo de Estado e acabou usado pela extrema-direita como pretexto para justificar o injustificável: a barbárie repressiva".

Belo currículo

Perseguido pela dita-dura em 1964, o rapaz exilou-se no Uruguai no início da década de setenta e, no retorno ao Brasil, passou a atuar como advogado trabalhista, escritor, poeta e crítico literário.

Neste período, juntamente com seu irmão militou no Partido Revolucionário Comunista e depois ingressou no PMDB.

Foi eleito vereador em 1968 pelo MDB, e muitos anos depois se filiou ao Partido dos Trabalhadores e liderou nesta sigla algumas tendências classificadas como “moderadas”.

Na década de 70, o brilhante radical constituiu um escritório em parceria com uma “tradicional família de advogados e políticos locais” (os Jobim).

Depois disso foi deputado federal, vice-prefeito, candidato a governador e duas vezes prefeito de Porto Alegre; e concorreu em 2002 ao governo do estado do Rio Grande do Sul (perdendo no segundo turno).

No primeiro governo Lula, inicialmente foi "Secretário de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.

Agora, é o ministro da Justiça Tarso Genro, que tem um belo currículo.

Quase salva

A Editora Três conseguiu um importante passo para liquidar sua dívida financeira com a aprovação do plano de recuperação judicial apresentado aos credores da companhia.

Em assembléia ocorrida na terça-feira, o projeto apresentado pela empresa para liquidar os débitos junto aos envolvidos - ex-funcionários e fornecedores - foi aceito quase que por unanimidade em votação. De um total de cerca de 300 votos, apenas dois deles foram contrários à proposta da Três.

A dívida inserida no plano de recuperação judicial é de R$ 60 milhões.

A decisão da assembléia precisa ainda da aprovação da Justiça da 2ª Vara de Recuperações Judiciais de São Paulo, o que deve ocorrer na próxima semana.

O Desafio é a nossa correria

Numa corrida contra o tempo, a Petrobras anunciou ontem uma nova descoberta na camada pré-sal da Bacia de Santos, em área batizada de Bem-te-vi.

A que a “estatal” (da qual capital estrangeiro tem hoje mais de 25% do controle acionário) tem até outubro para decidir se ficará mesmo com diversos blocos que tem sob regime de concessão da ANP.

Se não houver descobertas, os blocos têm de ser devolvidos – o que obriga ao anúncio constante dos famosos “poços do visconde de sabugosa”...

Novo Poço do visconde?

A Petrobras anunciou, no começo na noite de ontem, que fez uma nova descoberta de óleo de boa qualidade na camada pré-sal da Bacia de Santos.

Segundo nota divulgada à imprensa e a investidores, o consórcio formado pela empresa (com 66% de participação), junto com Shell (20%) e a portuguesa Galp Energia (14%) encontrou óleo no bloco BM-S-8, na Bacia de Santos, área conhecida como Bem-te-vi.

Foi o sexto anúncio de descoberta desde o ano passado na camada pré-sal (onde as dificuldades de exploração ainda são imensas e caras).

Grana suspeita

Depois de prender 23 pessoas na Operação Vorax, a Polícia Federal aprendeu R$ 7 milhões escondidos em malas e caixas de papelão em uma casa que pertence à Prefeitura de Coari, a 400 quilômetros de Manaus, no Amazonas.

Há suspeita que o dinheiro tenha origem ilegal e seria usado em campanhas eleitorais.

Pela segunda vez, a PF pediu a prisão preventiva do prefeito de Coari, Adail Pinheiro (PMDB), suspeito de ser o chefe da quadrilha.

O primeiro pedido foi negado pelo desembargador Cândido Ribeiro.

Pressão pela educação

O Diretório Nacional do PSOL protocolou ontem uma ação contra a prefeitura do Rio de Janeiro por não cumprimento, segundo o partido, do dispositivo da Constituição Federal que obriga os municípios a destinarem 25% da arrecadação à educação.

A ação é com pedido de liminar para obrigar a prefeitura a aplicar a diferença e corrigir o erro.

O PSOL questiona os repasses que o município afirma estar fazendo para a educação.

Jogada Premium

A marca Cintra é mais uma da série de aquisições feitas pelo Grupo Schincariol, iniciada em 2007, com a compra da Baden Baden, de Campos do Jordão (SP), e a marca e o negócio de franquias da Devassa (RJ) e a pernambucana Nobel.

No último dia 8 de maio, a Schincariol anunciou a compra da Eisenbahn, premiada cervejaria artesanal de Blumenau (SC).

Com essas três marcas, a Schincariol é detentora hoje do maior portfólio nacional de cervejas Premium.

Quem vai sair do armário?

A 12ª Parada do Orgulho Gay de São Paulo, que acontece no domingo, deve atrair 3,5 milhões de pessoas, segundo expectativa dos organizadores.

Serão 22 carros de som que a partir das 12 horas começam o desfile na Avenida Paulista.

Os carros seguem pela Rua da Consolação e encerram a parada na Praça Roosevelt.

Este ano o tema do evento é Homofobia mata! Por um estado laico de fato.

“Patricinha” demitida

A filial da Record em Ribeirão Preto demitiu a editora-chefe e apresentadora do "Tudo a Ver Interior", Patrícia Penteado.

Só porque a bela patricinha posou para um ensaio sensual da revista "Mix - Prazer em Viver", sem pedir autorização à emissora.

A jornalista foi descrita como "uma cortesã do passado, no melhor estilo Dona Beija".

Craque da baixaria

Estreando no mundo dos filmes pornôs, a ex-Ronaldinha Vivi Brunieri revelou algumas das aventuras sexuais com o ex-namorado, o Fenômeno Ronaldo:

Fiz sexo oral no Ronaldo na poltrona de um avião”.

A Ronaldinha também elogiou a performance do jogador, informando que “ele tinha fôlego e pegada”.

Pelo visto, Ronaldo só não consegue ser mais “pegador” que o desgoverno e os políticos brasileiros – sempre prontos para estuprar a democracia, a ética, os valores e os recursos da Nação.

Vida que segue...

Ave atque vale!

Fiquem com Deus!

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5 comentários:

Anônimo disse...

ARTIGO


ATIVOS REAIS, NIÓBIO, PLASMA, FUSÃO NUCLEAR, ENERGIA E... RORAIMA.



POR QUE SERÁ MUITO DIFÍCIL MANTÊ-LA SOB O GOVERNO DO BRASIL.



Por Rebecca Santoro

16 de maio de 2008



Em agosto de 2005, um ex-conselheiro do presidente norte-americano Ronald Reagan disse, em entrevista ao jornal The Australian que, se por um motivo qualquer, houvesse uma repentina venda maciça de dólares, a Grande Depressão de 1939 pareceria um piquenique. Para se ter uma idéia, o volume de dólares fora dos EUA é cerca de quatro vezes o PIB daquele país. Em tal situação, os dirigentes da oligarquia mundial, entre eles Warren Buffett e George Soros, dois dos maiores donos de ativos financeiros do mundo, vêm transformando sua riqueza financeira em riqueza real, adquirindo ativos reais, como terras, bens de produção (indústrias e máquinas) e minerais preciosos.



Dominar todo o processo produtivo, desde a extração ou a fabricação de matéria-prima ao produto final, depois sua comercialização, no atacado e novarejo, pelo menos de todos os bens mais importantes para a vida moderna é o sonho dourado das grandes oligarquias transnacionais. Depois virá o caos para o indivíduo comum, em todo o planeta, especialmente para os considerados (por estas oligarquias) como sub-raça – na qual se encaixam os latino-americanos. Mas, por enquanto, seguem enganando a tudo e a todos por trás de causas humanitárias, ambientais, indígenas, de minorias de todos os tipos, etc. Enquanto todo mundo embarca na canoa da financeirização da economia, como a forma mais vantajosa de ganhar dinheiro e de preservar o valor de seu capital financeiro, os que sabem dos planos futuros para o mundo, espertamente, compram terras, bens de produção e avançam sobre o domínio da exploração, extração, manipulação e comercialização do universo das matérias primas, incluindo os minerais.



Roraima não está sob disputa à toa, dentro deste quadro. Sob o solo daquele Estado, especialmente o que fica sob as reservas indígenas, estão, também, as maiores reservas de minerais preciosos e estratégicos do mundo – todos de qualidade excepcionalmente boa. Há ouro, diamante, entre outros e nióbio, cujo Brasil é detentor de 98% das reservas mundiais.



Certamente o leitor já ouviu falar por aí sobre a importância deste mineral para a indústria aeronáutica e aeroespacial, bem como para a construção de dutos pelos quais podem ser transportados água, petróleo e suas variantes entre grandes distâncias. Igualmente já deve ter ouvido falar que o Brasil, possuindo praticamente todas as reservas deste mineral no mundo, não poderia, como constam em tabelas oficiais, ser o exportador de apenas 40% do nióbio que circula no planeta e nem ganhar tão pouco com a comercialização de um produto que, só pelo fato de ser praticamente exclusivo e tão necessário, teria de ter seu preço estabelecido por quem produz (mais ou menos o que acontece com os produtores de petróleo).



Ora, nada disso que está exposto acima representa nenhuma novidade. A questão dos mistérios que envolvem o nióbio brasileiro, sua produção e sua comercialização é antiga e muito já foi falado sobre o assunto, embora não em rede nacional, em horário nobre, nos grandes telejornais brasileiros.



Mas, agora, há um fato novo para quem não costuma se inteirar sobre assuntos científico-tecnológicos – talvez o grande responsável pela questão da pressão sobre a demarcação das reservas indígenas, especialmente as que se encontram sobre depósitos de nióbio e em terras próximas às fronteiras do Brasil com outros países.



Você sabe o que é plasma? Sabe que a energia conseguida através da manipulação adequada dos átomos neste reconhecido quarto estado da matéria (além dos já bastante conhecidos: sólido, liquido e gasoso) pode vir a substituir com sucesso tudo o que se usa para obter energia a partir da manipulação núcleos atômicos?



O quarto estado da matéria – o plasma - já é conhecido desde os meados dos anos 40 e constitui, na verdade, 95% do nosso universo visível. O plasma existe, por exemplo, em relâmpagos e raios, que ionizam o ar, transformando-o em plasma. Também pode ser visto em um dos maiores e mais famosos espetáculos naturais da terra, a chamada aurora boreal, que ocorre normalmente próximo aos pólos da terra. O sol é uma grande bola de plasma. Manipulado pelos homens, podemos observar o plasma, por exemplo, numa lâmpada fluorescente em funcionamento, nos letreiros de neon das ruas e mesmo nos já famosos televisores de parede.



Como se sabe, toda matéria do universo é feita de átomos, que, por sua vez, são compostos de pequenas partículas possuidoras de cargas que estão sempre em movimento: os prótons (com carga positiva), os nêutrons e os elétrons (com carga negativa), que têm maior liberdade de locomoção, por ficarem em volta do átomo. O estado físico em que cada substancia se encontra é devido à velocidade desse movimento e pode ser afetado por energia, por calor e por pressão. Nas substancias sólidas, os átomos estão muito juntos, portanto suas partículas (e eles próprios) têm pouca liberdade de movimento; nos líquidos, os átomos e suas partículas têm mais liberdade de movimento; nos gasosos, os átomos estão totalmente livres para se mover com grande espaço entre si. Quando atinge o estado de plasma, a matéria se modifica radicalmente: os átomos deixam de ser átomos por um breve momento, quando o núcleo de prótons e nêutrons se desgruda de seus elétrons, que passam a se mover muito rápido e independentemente. Durante esses violentos movimentos muitas partículas colidem liberando grande energia e fazendo com que uma substancia adquira inúmeras propriedades incomuns, como magnetismo, condutividade elétrica, grande calor, entre outras.



As formas mais comuns de fazer um gás se transformar em plasma (esse processo se chama "ionizar"), é aquecendo-o a temperaturas extremamente altas - o que acelera o movimento dos elétrons desprendendo-os -, ou passando, através dele, uma corrente elétrica tão forte que a alta voltagem faça com que seus elétrons sejam forçados a se soltar do núcleo. Quanto menos elétrons haja no sistema, mais fácil e menos energia será necessária para fazer com que o gás atinja o estado de plasma. O plasma depende, então, do gás com o qual você quer fazê-lo, da pressão/temperatura atual e da quantidade de energia (calor ou voltagem) que você precisa para separar os elétrons dos núcleos. Para diferentes aplicações, exigem-se também plasmas de diferentes densidades, temperaturas e íons: para plasmas densos, quentes e de íons leves, temos a fusão termonuclear controlada (FTC) dos isótopos leves do hidrogênio e do hélio. Para plasmas densos, mornos e de íons pesados, propulsão e tochas a plasma. Para plasmas pouco densos, frios e de íons pesados, há a implantação iônica, processos de esterilização e lâmpadas fluorescentes.



Agora que você já tem uma idéia do que seja o plasma e de como se dá sua manipulação para a obtenção de energia, vamos falar sobre a busca de alternativas para a utilização do petróleo como fonte de energia. A energia nuclear já teve um futuro promissor, na década de 50, quando se dizia que era uma energia tão barata que nem valeria a pena cobrar por ela. Acontece que a realidade se encarregou de destruir essa esperança, depois dos acidentes de Tree Miles Island, em 1979, e de Chernobyl, em 1986.



Mas, agora, com a progressiva crise do petróleo, os reatores atômicos voltaram ao jogo energético global. A mais nova geração de reatores, chamados de fast-breeder, acaba com um outro dilema que envolvia o uso de energia nuclear – onde armazenar o lixo atômico. Isto porque os fast-breeder consomem quase todo o combustível composto de urânio e plutônio usados na produção de energia e ainda podem aproveitar os rejeitos deixados por outras usinas.



Mas, há um porém. A nova geração de reatores usada para beneficiar o urânio e o plutônio usa uma tecnologia que, na prática, também pode ser aplicada para fazer plutônio usado em bombas atômicas.



A única tecnologia capaz de dissipar todas as dúvidas sobre os reatores atômicos é a fusão nuclear. A idéia é produzir energia a partir de átomos de hidrogênio, obtendo, como resultado da reação, o inofensivo gás hélio. Seria o fim dos dejetos radioativos e do temor de material desviado para fazer bombas.

Por isso, no ano passado, um consórcio internacional formado por Coréia do Sul, Japão, Estados Unidos, União Européia, Rússia e China decidiu construir um protótipo de 6 bilhões de euros (cerca de R$ 18 bilhões). A máquina - O ITER (International Thermonuclear Experimental Reactor) -, plantada na cidade francesa de Cadarache, deverá entrar em operação em 2015. O reator é uma grande câmara de aço em forma de pneu, com um volume equivalente a meia piscina olímpica. Dentro dele, campos magnéticos serão utilizados para tentar fazer o gás hidrogênio chegar a uma temperatura superior a 100 milhões de graus Celsius - isto é seis vezes mais quente que o núcleo do Sol.

Ora, que recipiente suportaria tamanha temperatura sem simplesmente se dissolver? Para resolver esse problema, criou-se uma espécie de campo magnético (um imã gigante feito de nióbio – resistente a altas temperaturas) que faz com que todo o processo de liberação de energia com as fusões ocorra à distância controlada das paredes dos recipientes.

Se a técnica da fusão nuclear for dominada, a era do petróleo finalmente terá chegado ao fim no planeta.

Estamos quase chegando em Roraima... Vamos continuar.

Na época em que foi formado o consórcio para fabricar este reator, cogitou-se, em manchetes jornalísticas pelo mundo, a entrada do Brasil no grupo, por uma questão muito simples: é que o país tropical do carnaval mais famoso e do futebol mais belo do mundo, também é o mais rico do planeta, se não praticamente o fornecedor exclusivo, de um mineralzinho chamado NIÓBIO, do qual o país detém entre 95 e 98% das reservas mundiais e que é fundamental na construção do primeiro aparelhozinho gerador de energia em grande escala que pode mudar a história da matriz energética utilizada pela humanidade. Só isso. Não tem nióbio, não tem aparelhozinho.

Divulgava-se até hoje que estariam no Centro-Oeste dois terços das reservas de nióbio do Brasil. Agora, sabe-se que, em Roraima, bem dentro da reserva indígena Raposa da Serra do Sol, se definitivamente demarcada em terras contínuas, além de outras importantes riquezas minerais, está a maior reserva de nióbio do planeta. Ora, desapropriar do estado brasileiro uma terra que fica bem no meio do país é bem mais complicado do que numa terra que fica na sua fronteira norte (lembrar da já demarcada reserva Yanomami, que, junto à Raposa do Sol, praticamente, fechará toda a fronteira norte daquele estado, em forma de reserva indígena e ambiental), grande parte da qual limitada com a Venezuela – país governado por um projeto de ditador que patrocina e se alia a tudo quanto é terrorista do mundo, desde as FARC até a Al Qaeda, inclusive municando estes grupos com armas e urânio, fazendo, parece, de tudo para ser invadido militarmente (e leia-se aqui, por homens da Black Water – uma das empresas privadas de formação de combatentes militares que teve enorme expansão depois que o Secretário de Defesa do EUA, Donald Rumsfeld, resolveu tirar do Pentágono (isto é, do estado norte-americano) a hegemonia sobre as decisões e mobilizações de guerra - são americanos contra americanos: lá também há vendilhões da pátria).

E tem gente que acha que Chavez, seria o chamado mal que vem para bem, por que estaria impedindo, ou pelo menos retardando, os norte-americanos de penetrarem com seus planos intervencionistas e imperialistas na América-Latina... Não está não. Está é dando motivo - um atrás do outro, aliás...

Entenderam por que caciques indígenas patrocinados por ONGs estrangeiras a as próprias ONGs – agentes das oligarquias internacionalistas – estão sendo pagos a peso de ouro para exigir a demarcação de reservas indígenas e ambientais por todo o país, e agora especialmente da reserva Raposa da Serra do Sol em terras contínuas?



Os índios, manipulados e de olho comprido na "grana preta", acham que vão poder vender energia do Complexo de Contigo para o próprio Brasil e ainda explorar as riquezas minerais (e biológicas) da região para vender aos brasileiros e aos estrangeiros – tudo simples e roubado, assim, na mais petista cara-de-pau e em detrimento de toda a nação brasileira, que, ou mal ou bem, tem gasto muito dinheiro com a região, desde que o país se tornou independente de Portugal.



Que direito à reserva indígena para preservação de cultura é esse que obriga um país a ceder terras para índios que vão viver na mais descarada "homem-branquice"? Se ainda fosse para viver de empreendimento turístico, como o fazem alguns índios norte-americanos, vá lá, desde que em terras que não fossem ricas em minérios, de preferência, e nem tão absurdamente imensas. Essa teoria do direito à terra a quem nela primeiro habitava e que não teve forças para expulsar os "inimigos" invasores, se aplicada ao pé da letra, e no mundo todo, fará com que tenhamos, todos, que devolver tudo aos primeiros filhos dos homo-sapiens. Será o reino do coletivismo, idealizado pelos globalistas internacionalistas, cuja inspiração vem do mais velho e conhecido comunismo.



As oligarquias transnacionais investiram bilhões e bilhões de dólares para colocar as reservas indígenas bem em cima de nossas riquezas naturais e outros mais não sei quantos bilhões para impedir que explorássemos essa terra do Brasil, o que nos levaria, inevitavelmente, para os patamares do primeiro mundo, quiçá para a liderança mundial pacífica, com a qual milhares de oligarcas-comunistas-ambiciosos-ganaciosos-exploradores sairiam perdendo. E perdendo muito.

É quase impossível lutar contra essa gente. Há que se pensar em uma saída inteligente. E isso tem que ser pensado, em conjunto, por todos os amantes da liberdade individual e da paz, desde norte-americanos até chineses e brasileiros, de todas as raças e de todas as cores. É uma luta do Indivíduo contra a escravidão coletivista.

Se tudo continuar como está, e mais uma grande reserva indígena acabar sendo definitivamente demarcada em área contínua, em parte da fronteira norte do Brasil, tudo indica que, em breve, principalmente depois do país ter assinado a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, teremos homens da Black Water fazendo a segurança militar da mais nova nação do mundo, que rapidamente será reconhecida pela ONU como legítima - no mínimo, alegando basear sua decisão em centenas de manifestos enviados à mesma, em nome de ONGs, clamando por defesa dos povos indígenas daquela região. E eu não vou nem falar da questão do abastecimento energético da região, originado na Venezuela de Hugo Chavez – que pode cortar o fornecimento, caso o companheiro Lula veja sua vontade de demarcar a reserva em terras contínuas ser contrariada.

Rebecca Santoro

E-mail: rebeccasantoro@gmail.com

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Rebecca Santoro

BRAGA disse...

Boa noite Serrão.
Lula está para conseguir algo que nunca ninguém conseguiu. Se igualar ao Garotinho.
Lula é um “menino beiçudo” (ele sabe o que é).
Gostaria muito de conhecer o país que ele propaga; não conheço, inclusive porque a minha renda está bem abaixo da famosa “per capita”.
Me considero um grande “babaca”, pois sendo de origem humilde, estudei com afinco até me formar (sempre em escola e faculdade públicas, por concurso, sem necessidade de “cotas” ou outras merdas inventadas por esse desgoverno).
Trabalhei 40 anos na área de ensino, exemplificando por minhas atitudes éticas e morais, perante meus alunos.
Na vizinhança, não encontro ninguém encontrando emprego fácil e, de um modo geral estão endividados, pois têm que dar o “meio” para o desgoverno, sem “bufar”. A outra metade para se alimentar (muito mal), pois a inflação é cavalar na área de alimentos.
Enfim, a situação deve estar ótima para a corja de baderneiros irresponsáveis e vagabundos dos “mst´s” da vida e a petralhada assanhada que jogou no lixo todos os princípios éticos e morais que nortearam o então fundado PT.
Conseguiram me enganar durante anos, imagina o resto.
Não sou derrotista nem pessimista, sou realista. Nunca em toda a minha vida fui abordado por alguém de algum instituto de pesquisa.
A ética jornalística foi pro “espaço”. Dificilmente, algum grande jornal publica algo que tenha escrito.
Mas não esmoreço. Pois omissão é um crime grave. Não sou omisso.
Lula, se lhe resta algum senso de dignidade, medite no que lhe escrevo (sou um velho “ex-companheiro): A sua semeadura está sendo feita, lembre-se que a colheita terá que ser feita!
Para quem não entende, pode ler o “Evangelho de Jesus” ou a “Lei da Ação e Reação”.
Braga

Anônimo disse...

Parabéns pelas Informações, criação e desenvolvimento do Site!!!!

Anônimo disse...

Parabéns pelas Informações, criação e desenvolvimento do Site!!!!

imoveis nova friburgo disse...

e isso ai Serao!!