sexta-feira, 4 de julho de 2008

Apagão da Telefônica, por sabotagem ou falha em software, revela falha na segurança de dados corporativos

Edição de Sexta-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com

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Por Jorge Serrão

Exclusivo - Informações sigilosas e privilegiadas, que são segredos das corretoras, podem ser roubadas da Nova Bolsa (Bovespa BM&F), gerando lucros milionários a especuladores. As informações são “hackeadas” no sistema de dados antes de serem lançados no painel da Bolsa. O caso, que já é comentário corrente no mercado financeiro, será investigado, sigilosamente, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), indica uma falha de segurança no sistema de transmissão de dados corporativos em São Paulo.

Sabotagem, invasão de hacker ou simplesmente uma falha grave no software (programa) dos super-computadores. Estes são os motivos para o “apagão” da Internet que tirou ontem do ar a rede da Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp). Tudo foi causado por problema técnico, inédito no mundo da informática, que paralisou ontem os serviços de transmissão de dados corporativos da Telefônica, na capital paulista. O sistema só voltou ao ar às 20h 30min.

O caos virtual afetou o mundo real. Impediu os serviços digitais do Detran, o registro de boletins de ocorrência das delegacias e o atendimento para retirada de documentos nas unidades do Poupatempo. Metade dos 12 mil pontos da rede de informática do governo do estado de São Paulo ficou paralisada desde às 22 horas de quarta-feira. Bancos e lotéricas também tiveram problemas de funcionamento.

O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, não soube precisar a causa do problema. A telefônica acredita que o defeito possa ter sido provocado por um software que controla os equipamentos.

Procon nela...

O Procon de São Paulo, que também teve seus serviços prejudicados ontem, recomenda aos consumidores que busquem devolução do valor pago pelas horas de serviço não prestado e busquem se documentar em relação a todo e qualquer dano em negócio, compromisso ou viagem que deixou de fazer por causa da pane.

De acordo com o Procon, a Telefônica só pode se eximir da responsabilidade de conseguir provar que o problema ocorreu por motivo totalmente alheio à empresa.

A telefônica foi notificada e pode ser multada com base no Código de Defesa do Consumidor, com valores que variam de R$ 200 a R$ 3 milhões.

Globo perdida

O Bispo Edir Macedo Bezerra, proprietário da Rede Record, está rindo abundantemente.

O jornalístico "Fala Brasil", da Record, apresentado por Marcos Hummel e Luciana Liviero, fechou o mês de junho à frente do Bom dia Brasil e do Mais Você, da Globo.

O Ibope informa que a Record ganhou da Globo por um ponto: oito contra sete.

A Globo não sabe o que fazer para reverter a queda seguida de audiência no começo das manhãs.

Já se especula que cabeças podem rolar, em breve, no Jardim Botânico...

Revanchismo

O Exército Brasileiro toma mais uma pancada, na guerra assimétrica promovida pelos revanchistas de plantão no desgoverno Lula.

O secretário especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, defensor público da revogação da Lei de Anistia de 1979, agora identificou "gravíssimos sinais de contaminação" do Exército por traficantes.

Pelo menos foi esta a conclusão do relatório preliminar do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana sobre a morte dos três jovens do Morro da Providência, no dia 14 de junho.

O CDDPH recomendará a rediscussão da presença do Exército em obras como a do Cimento Social, na qual o Exército cuidou da segurança durante sete meses.

Tucanagem com o Ustra

O alvo preferencial dos revanchistas, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, sofreu ontem mais um linchamento público.

"O coronel Ustra me torturou, ele pessoalmente, noites e noites seguidas no DOI-Codi".

A acusação é do vereador Gilberto Tanos Natalini, de 56 anos, líder do PSDB na Câmara Municipal de São Paulo.

Natalino se dispõe a fazer o reconhecimento do militar na Justiça Federal.

A defesa

"Jamais fiz prisões ilegais ou permiti torturas".

É o que afirma Ustra, que se diz alvo de "revanchismo, por vingança".

Nos anos 70, Carlos Alberto Brilhante Ustra, então major do Exército, era o comandante do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna.

O DOI-Codi era o órgão de inteligência e repressão do regime militar contra a guerrilha que queria implantar o comunismo no Brasil, pela via do terror – de maneira idêntica às Farc da Colômbia.

Viva a bandidagem

Os marginais de plantão têm nos motivos para comemorar.

O CDDPH também vai sugerir a descriminalização do desacato à autoridade.

A alegação é que tal proposta consta da Convenção de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos, da qual o Brasil é signatário.

O desacato foi o motivo foi alegado para a prisão dos jovens que foram, indevida e ilegalmente, entregues por militares aos para traficantes rivais do morro da Mineira - que os torturaram, assassinaram e jogaram seus corpos no aterro sanitário de Gramacho, em Duque de Caxias.

Quem matou mesmo?

Curioso como são julgados e publicamente condenados, na velocidade máxima, os 11 militares acusados de entregar aos traficantes de uma quadrilha rival três moradores do Morro da Providência, no Rio de Janeiro.

Enquanto isso, continuam soltinhos da silva os traficantes que realmente tiraram a vida dos pobres rapazes, cujas famílias terão direito até a pensão de um salário mínimo.

Pintados como bandidos, os militares respondem por homicídio triplamente qualificado (cometido cruelmente, sem possibilidade de defesa pelas vítimas e por motivo torpe), cujas penas podem variar de 12 a 30 anos de prisão.

Prisão para quem pode

O Ministério Público Federal ratificou o pedido de prisão preventiva contra os militares acusados.

Mas os bandidos que torturaram, assassinaram com 46 tiros e jogaram os rapazes no lixão não são encontrados pela competente polícia do Rio de Janeiro.

Lógico: transformar militar em bandido é fácil; o difícil é prender os bandidos de verdade.

A cagada e o cagaço

Em depoimento ontem na Justiça Federal, o tenente Vinicius Ghidetti de Moraes Andrade alegou que sofreu pressão de seus subordinados que só queria dar um corretivo nos três jovens e agora heróis Wellington Gonzaga da Costa Ferreira, de 19 anos, David Wilson Florenço da Silva, de 24, e Marcos Paulo Rodrigues Campos, de 17, quando os entregou aos traficantes do morro da Mineira.

O militar alegou que não pretendia desobedecer ordens do superior, o capitão Laerte Ferrari Alves, que mandou soltar os três moradores da Providência que os desacataram.

"Fui formado na academia e aprendi que se deve obedecer ordens dos superiores. Eu queria dar um susto. Queria deixá-los com cagaço (sic)".

Sem resposta

O juiz o juiz Marcello Granado, da 7ª Vara Criminal Federal, quis saber se foi na academia que o tenente aprendeu a dar "sustos" nas vítimas.

Ghidetti preferiu deixar sem resposta a bem intencionada perguntinha do magistrado.

Aliás, o Alto Comando do Exército deveria outorgar ao juiz a Medalha do Pacificador, pela irônica perguntinha.

Caso militar

O advogado do tenente, Luiz Azenha, tenta descaracterizar a denúncia de homicídio doloso.

Ele defende a tese de que a única intenção dos militares era "dar um corretivo" nos rapazes

Se ficar provado que o crime dos militares não foi contra a vida, o caso pode voltar para a Justiça Militar.

Obra da Providência Eleitoral

Em depoimento nas Comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, criticou ontem a decisão da Justiça Eleitoral de parar obras no Morro da Providência, no Centro do Rio de Janeiro.

Jobim admitiu que o senador Marcelo Crivella (PRB - RJ) patrocinou o projeto ao destinar emendas parlamentares para a reforma das casas:

Essa obra foi efetivamente patrocinada, no início, pelo senador Crivella, mas a obra tem um sentido social”.

O projeto Cimento Social recebeu R$ 12 milhões do Ministério das Cidades por meio de emenda do senador, que é candidato a prefeito do Rio de Janeiro.

Jobim questionou os deputados se o que deveria ser levado em consideração nesse caso seria o processo eleitoral ou o bem estar dos moradores.

Chumbo no candidato

Além de responder pelo uso do Exército no projeto Cimento Social e pelo informe na "Revista do poder", o candidato do PRB a prefeito do Rio, senador Marcelo Crivella, poderá ter mais problemas com a Justiça Eleitoral.

O site oficial do PRB, partido também do vice-presidente José Alencar, deixa clara a ligação com a Igreja Universal do Reino de Deus, de onde Crivela é bispo licenciado e sobrinho de Edir Macedo Bezerra.

A página www.prb10.org.br é desenvolvida pela Unideia.com, uma agência de criação de sites na web cujo domínio tem como responsável Natal Wellington Furucho, através da Editora Gráfica Universal Ltda..

A denúncia foi do Imperador do Rio, Cesar Maia (DEM), em seu ex-blog.

Malvada internet

Tesoureiro da campanha de Crivella em 2006, Furucho é bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, diretor-geral da Rede Record em Brasília, suplente de Crivella no Senado.

Furucho é detentor do domínio de outros 48 sites ligados à Universal, inclusive marcelocrivella.com.br, bispomacedo.com.br e arcauniversal.com.br.

A última alteração nesses registros ocorreu em novembro de 2007, e o nome de Furucho continua a aparecer como o responsável.

Apesar das evidências, ele alega desconhecer a relação do portal com o PRB, dizendo que está afastado da função há cinco anos.

Só falta reunir com o Bispo

O papa Bento XVI recebeu líderes indígenas da reserva Raposa Serra do Sol, em encontro que o Vaticano tentou manter em sigilo.

O pontífice garantiu que dará seu apoio na tentativa das tribos de manter sua reserva em demarcação contínua em Roraima.

A coordenadora da Organização de Professores Indígenas de Roraima, Pierlangela Nascimento da Cunha, representante da tribo Wapixana. Jacir José de Souza, fundador do Conselho Indígena de Roraima (CIR) e da etnia Makuxí, promovem, há duas semanas, reuniões com dirigentes europeus para impedir que o Supremo Tribunal Federal desmarque a reserva indígena.

Depois do encontro com o Papa, agora, só falta os índios se reunirem com o Bispo Macedo para costurar o apoio final.

Lobby forte

Os indígenas entregaram uma carta ao papa pedindo sua intervenção no conflito.

"O nosso povo está enfrentando um momento de grande angústia diante da ocupação ilegal de nosso território”.

As ONGs que financiaram a viagem dos índios, entre elas a inglesa Survival International, comemoraram as declarações de Bento XVI em favor dos indígenas.

Viva a milícia

O deputado Natalino Guimarães, do DEM, e seu irmão, o vereador Jerominho, do PMDB, seriam os chefes do principal grupo paramilitar que atua na zona Oeste do Rio de Janeiro.

Foi essa a confirmação do delegado Marcos Neves, titular da 35° DP (Campo Grande), em depoimento à CPI das Milícias da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Neves revelou à CPI que a milícia que atua no bairro faturaria cerca de R$ 2 milhões por mês, na exploração de atividades como venda de gás, transporte alternativo e “gatonet”.

Liga da Justiça

O delegado afirmou que o atentado a bomba contra a delegacia de Campo Grande, em 11 de junho, foi motivado pela prisão, por porte de arma de calibre restrito das Forças Armadas, de um policial militar conhecido como Filé.

De acordo com o delegado, o PM fazia parte da "Liga da Justiça", milícia que detonou com o tráfico de drogas Zona Oeste da capital:

"Não existe traficante em Campo Grande, já que, ao assumir o controle da região, os milicianos assassinaram todos os membros do tráfico por eles identificados. Quando tive o primeiro contato com o tema, equivocadamente, pensei que a milícia seria um mal menor em relação ao tráfico e que seria mais facilmente combatida pelo poder público. Rapidamente percebi que estava equivocado, já que os milicianos estão infiltrados em todos os setores da sociedade".

Demorou, mas prendeu

A Polícia Federal prendeu ontem, em Ilhabela, no litoral Norte de São Paulo, o extremista italiano Pierluigi Bragaglia.

Nascido em Roma, em 1960, Bragaglia era procurado pela polícia italiana há 26 anos, acusado de fazer parte de um grupo terrorista italiano denominado "Grupos Armados Revolucionários" (NAR), de extrema direita.

Bragaglia foi condenado pela Corte de Apelação de Roma em 1988, em caráter "irrevogável", a uma pena de 12 anos e 11 meses, por ter participado de "bando armado, assalto, seqüestro de pessoas, detenção e porte de munição e armamento de guerrra".

Na pousada

A polícia italiana começou a suspeitar que Bragaglia estava no Brasil há pelo menos um ano e quando passou a ter certeza, acionou a Polícia Federal brasileira.

Depois de quinze dias de buscas, a PF o prendeu hoje em Ilha Bela, onde possuía uma pousada.

O italiano também foi autuado no Brasil por falsidade documental (carteira de motorista, CPF e outros, em nome de Paolo Luigi Rossini Lugo); posse ilegal de arma, uma vez que possuía um revólver calibre 38 sem registro em sua residência; e fraude de lei sobre estrangeiro (usar o estrangeiro para entrar ou permanecer em território nacional, nome que não é seu), previsto no artigo 309 do Código Penal.

Reitor denunciado

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) denunciou à Justiça o ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB) Timothy Mulholland e o ex-diretor da Editora UnB Alexandre Lima por formação de quadrilha e peculato.

As penas para os crimes variam de um a 12 anos de prisão, além de multa.

Eles são acusados de montar uma organização criminosa para desviar recursos públicos arrecadados pela UnB e repassados às suas fundações de apoio.

Também foram denunciados dois ex-funcionários da Editora UnB: Elenilde Duarte e Cláudio Machado.

Causa indígena

A denúncia é baseada nos desvios constatados em convênios entre a Fundação Universidade de Brasília e a Funasa (Fundação Nacional de Saúde), para prestação de serviços de saúde às comunidades indígenas ianomami, em Roraima, e xavante, em Mato Grosso.

A UnB, por sua vez, subcontratou, sem licitação, a Fubra e a Funsaúde para executar as atividades.

No total, foram repassados à UnB e às duas fundações cerca de R$ 67 milhões.

Mas o dinheiro foi usado para satisfazer os interesses pessoais dos denunciados, como pagamento de festas, viagens, jantares, móveis e eletroeletrônicos para uso particular dos envolvidos, entre outros.

A jogada

O esquema de desvio funcionava por meio do recolhimento de uma suposta taxa administrativa pelas fundações de apoio.

Cerca de 7,5% dos valores totais repassados pela Funasa eram depositados em uma conta bancária à parte.

Os recursos não integravam a contabilidade das fundações e eram movimentados de forma paralela pelos denunciados, sem qualquer controle por parte dos dirigentes das entidades de apoio.

Desse total, 2,5% eram livremente movimentados por determinação de Alexandre Lima, considerado o principal agente operacional do grupo.

Luxo de lixo

Tudo foi descoberto depois que foram revelados gastos de R$ 470 mil na compra de móveis de luxo para o apartamento funcional da reitoria da UnB.

Entre os itens adquiridos, estava uma lixeira de quase mil reais.

Na ocasião, os estudantes da universidade fizeram muita pressão e ocuparam a reitoria da UnB para cobrar a renúncia de Timothy Mulholland.

Viva a ignorância

Pelo menos 50% das vagas em escolas técnicas e universidades federais serão destinadas a estudantes que cursaram o ensino médio em escolas públicas.

Basta que seja aprovado o projeto da senadora Ideli Salvatti (PT-SC), que também prevê cotas específicas de acordo com a proporção de negros e indígenas do estado onde fica a instituição.

O texto foi aprovado ontem pela Comissão de Educação do Senado e agora será apreciado na Câmara.

Armação da Garotinha

O TRE-RJ interrompeu ontem o julgamento de recurso proposto por Clarissa Barros Assed Matheus de Oliveira, em que ela pede o reconhecimento da filiação requerida ao diretório municipal do PMDB no Rio de Janeiro, para poder se candidatar ao cargo de vereadora no município.

Filha dos ex-governadores Anthony Garotinho e Rosinha Matheus, Clarissa Matheus alega que cumpriu a exigência legal de requerer, a pelo menos um ano das eleições, a filiação ao partido pelo qual pretende concorrer.

Depois de o relator, juiz Marcio André Mendes Costa, e do juiz Célio Salim Thomaz Junior votarem a favor do restabelecimento da filiação de Clarissa, a desembargadora federal Maria Helena Cisne pediu vista dos autos.

Honestidade se aprende em casa

O jardineiro Javel Gomes da Silva, 64 anos, devolveu, na terça-feira, uma pasta que encontrou com mais de R$ 2 mil em cheques e um talão em branco.

A pasta tinha sido esquecida, na segunda-feira, por volta das 13h30m, pela administradora de empresas Beatriz Regina Cadaval Baptista, 44 anos, em um ônibus, em Porto Alegre.

O jardineiro, que devolveu a pasta na casa de Beatriz, destacou que o seu maior exemplo sempre foi o pai:

Ele era muito enérgico. Dava uma ordem uma vez só e ensinou os sete filhos a fazer o que era certo. Nunca pegamos nada que não fosse nosso. Hoje, tem pai e mãe que fala a mesma coisa 10 vezes, e o filho não obedece”.

Como o Brasil seria melhor se os cidadãos e, principalmente, os nossos políticos pensassem e agissem como o jardineiro Javel...

Vida que segue...

Ave atque vale!

Fiquem com Deus!

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2 comentários:

Anônimo disse...

“ROMARIA”

Eu, daqui da minha insignificância, observando pela TV e lendo agora nesse site, a reportagem daqueles dois índios (marionetes) ligados ao cir, levando presentes e fazendo pedidos ao Papa, num puro jogo de cena, proporcionada por ONGS ligada a própia igreja, (vaticano->cnbb->cimi->cir) com o firme propósito de fazer pressão na decisão que estar por vir do supremo tribunal federal, me ponho a imaginar, como estão se sentindo a grande maioria dos índios, brasileiros de verdade, ligados a SODIUR e outras sociedades indígenas de Roraima, que não se curvaram aos caprichos, propostas mirabolantes e interesses dessas ONGS ESTRANGEIRAS a serviço da internacionalização da Âmazonia, e por isso, vem sofrendo, há muito, descriminações de todo porte. Se não fosse o Governo de Roraima, estariam bem pior do que estão agora, onde falta desde a assistência básica ao remédio, porque do Governo Federal, só receberam mesmo foi o ABANDONO, ao contrário dos ligados ao CIR, que tem desde o celular a HILUX.
Tenho certeza que o Governo é sabedor de tudo que acontece aqui, e tem medo que a população brasileira saiba da verdade, porque foge da proposta de se fazer um plebiscito para saber o que os índios que vivem na área raposa serram do sol querem em relação ao tipo de demarcação, se contínua ou em ilhas.
Essa minoria de índios, ligados ao CIR, muito privilegiados, se fazerem de vítimas, coitadinhos, querendo dar a impressão, que se não demarcarem também aqueles 1% dos um milhão e setecentos mil hectares, das terras mais bonitas e ricas que tem em Roraima, não estão respeitando seus direitos, vão ficar sofrendo e sem ter onde morar, o que comer, vão ser dizimados.
Quanta mentira, quanta asneira e quanta hipocrisia, são 14.521 habitantes vivendo nessa enorme área de mais de 1,7 milhões de hectares, entre índios e não-índios (dados do IBGE-RR). Mesmo que, se o supremo permitir, por direito, a permanência dos PRODUTORES RURAIS nesses minúsculos 1%, a vida desses índios ligados as ONGS ESTRANGEIRAS, continuaram melhores do de muita gente que luta, estuda, trabalha e paga impostos, para terem só 1% das benesses que eles tem, pois só ficarão abandonados, depois que forem usados na sua plenitude, por esses falsos amigos ongueiros. (veja exemplos de outras reservas demarcadas, onde os índios que ali vivem estão abandonados, esquecidos entregues a própia sorte, pois não servem mais para demarcar nada).
Poxa, a verdade é cristalina, muita gente sabe, só não entendo por que estamos vendo nosso estado ser retalhado, o filé entregue aos históricos e inescrupulosos tubarões famintos da oligarquia mundial, que financia há muitos anos tudo isso, usando para conseguir seus objetivos, uma entidade, muito poderosa, que mexe com a emoção, o sentimento e a espiritualidade das pessoas, para convencer, divulgar na mídia (mentiras, armações) e formar opinião a qualquer custo no nosso povo a fim de cumprir seus ambiciosos objetivos. E ninguém faz nada...


Deus seja pai e não padrasto do Estado Roraima, que esta sendo ferido de morte e parece que só você poderá salva-lo.

Anônimo disse...

É muito mais fácil criar cotas de 50% de vagas nas faculdades do que melhor o ensino público, o que seria o correto. "Brilhante Idéia" dessa senadora do PT. Que vorgonha, e ai dos que precisarem desses "profissionais" no futuro.
Vai ver que daqui uns tempos terá outro projeto, obrigando a dar-lhes diploma também.
Inteligência, não tem sexo, raça ou nível social...Quem é burro, é burro mesmo, não são qualquer tipo de cotas que vão dar-lhes inteligência.