domingo, 31 de agosto de 2008

A “Lei Paulinho da Viola” para “Pensar Brasil”

Edição de Artigos de Domingo do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com

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Por Jorge Serrão

O processo Globalitário passa por momentos decisivos. Quem agir com mais rapidez, precisão e eficácia terá o Poder Real Mundial. Quem não tiver a hegemonia, sorry: será periferia. As previsões para o Brasil são as piores possíveis. Dificilmente deixaremos de ser uma rica colônia de exploração, sem soberania, sem autodeterminação, sem independência. Tudo por culpa nossa. E não por mera ação de nossos controladores. Falta vontade de mudar para melhor. Precisamos de um choque de vergonha na cara.

Nossos dirigentes (que jamais podem ser chamados de elite) e nossa ignorante sociedade não compreendem que temos tudo para assumir o papel de protagonistas globais. Enquanto deixamos tudo como dantes no quartel do Abrantes, por pura falta de vontade patriótica, a Oligarquia Financeira Transnacional e suas corporações e ONGs ampliam seus tentáculos e nos controlam de verdade, liderando o Governo Ideológico do Crime Organizado.

Por que o Brasil parece condenado a se perpetuar como a “vanguarda do atraso”? A falta de Educação para a Democracia (aqui entendida como a prática da Segurança do Direito Natural, através do exercício da razão pública) explica tudo. Em terra de néscios, de ignorantes reproduzidos historicamente e de pretensos intelectuais reina a barbárie, os preconceitos, os erros, as censuras, as mentiras e as injustiças.

O Brasil tem de ser refundado, reinventado, redescoberto. Tal missão é para hontem. Temos de reestruturar o Estado Brasileiro para que ele sirva à sociedade – e não para que a cúpula da sociedade se sirva dele, como ocorre há centenas de anos. Redesenhado o Estado, é preciso investir em Educação básica. Os passos fundamentais são definir um sistema educacional de verdade e optar por um modelo de escola para começar o trabalho.

O segredo para isso, além da vontade política, será a forma de financiar nosso pleno progresso educacional, que viabilizará o verdadeiro desenvolvimento do Brasil. A idéia é usar o dinheiro do único lugar onde ele sobra: no mercado financeiro. A Educação pode ser sustentada – e ainda gerar lucro – se for criado um fundo, com recursos públicos e privados, remunerando os investidores com taxas acima da média de outras aplicações.

Seria o golpe supremo. Um Ipon educacional. Nem precisa reinventar a roda. Basta usar o dinheiro hoje na especulação financeira, que financia nossa desgraça econômica e só concentra renda, para o único investimento de verdade: a formação básica do ser humano, capacitando-o a pensar livremente, ensinando-o a usar ou produzir conhecimento. Com isso, teremos menos assalto dos bancos e menos ainda assalto aos bancos. Investiremos em cidadãos – não no crime organizado.

A proposta não é utópica. Basta vontade política. Veja o exemplo de outros países que têm mais dificuldades para se desenvolver que o Brasil. Os Tigres Asiáticos investem em Educação. A China e a Índia fazem a mesma coisa. Nosso “País de Tolos” apenas finge que faz isso. A maioria do nosso povo não percebe a importância da Educação. O fenômeno é fácil de explicar. Num País em que sempre vigorou a ignorância e a exclusão social, o papel da escola sempre foi relegado a um plano inferior.

Walter Molano, economista do BCP Securities de Greenwich, em Connecticut (EUA) dá um recado ao Brasil: "Cedo ou tarde a economia global será liderada pelas economias asiáticas, mas não ainda. A China ainda é relativamente pequena, se comparada aos Estados Unidos, e não é capaz de sustentar produtores de commodities como o Brasil. Tem havido muito entusiasmo e euforia, mas neste momento o Brasil está destinado a passar por uma liquidação. Se o Brasil acredita que não sofrerá as conseqüências de uma crise nos Estados Unidos e na Europa, o País está negando a realidade: Não existe forma de o Brasil ocultar-se disso”.

O ilustrado economista não conhece nossa realidade sub-cultural. Aqui a prioridade sempre foi sobreviver. De preferência, sem questionar a própria realidade. Não importa como. Povo marcado e que sempre pastou passivamente (com raríssimas exceções históricas). Povo que finge que é feliz, enquanto leva uma vida de gado. E que hoje, ironicamente, é presidido pelo Boi Apedeuta – fabricado e beneficiado nos tempos da dita-dura que deu mole para muito vagabundo que agora tira onda com a nossa cara. Curtem as benesses do pretenso (podre) poder. Até quando?

Felizmente, nem todos são néscios. Uma hora a casa cai. Alguns começam a reagir. Outros dão sinais de organização. A minoria se manifesta no território (ainda) livre da internet. Muita gente está cansada de apenas falar mal do desgoverno. Alguns partem para propostas ou ações concretas para mudar as coisas que estão ruins há séculos. Infelizmente, a resistência contra as mudanças ainda é enorme. Mas quem não planta um abacateiro, nunca vai comer abacate no próprio quintal. E abacate demora a crescer e dar frutos.

Que tal colocarmos em vigor, em cada um de nós, a Lei de Paulinho da Viola (“Meu tempo é hoje, vivo o agora") – que o genial intérprete da MPB lançou no documentário que conta sua história, dirigido por Izabel Jaguaribe. Os brasileiros precisam superar e revogar a Lei de Gérson (“Eu gosto de levar vantagem em tudo, certo?”) – lançada no comercial televisivo do cigarro “Vila Rica”, em 1976. O craque da seleção de 70, hoje comentarista de futebol da Rádio Globo (RJ), Gerson Nunes, arrependeu-se de ter associado sua imagem à maldita frase.

Está na hora de outros brasileiros tomarem consciência e se arrependerem de tanta inércia ou néscia histórica. Chega de ignorância. Basta de corrupção. Temos de “Pensar Brasil”. A expressão significa “refletir, planejar e agir para mudar nossa realidade”. E, como prega o parágrafo único da Lei Paulinho da Viola, “nosso tempo é agora”. Nem ontem, nem amanhã, nem depois.

O brasileiro tem a possibilidade de escolher a qual opção aderir, entre aquelas três listadas pelo Capitão Nascimento, no filme “Tropa de Elite”: “Ou se corrompe, ou se omite, ou vai para a guerra”. Quem ficar com medinho, bancando o fanfarrão, vai rodar. Sujeito parado é alvo abatido pela guerra da história. Afinal, quem não reage rasteja.

Qual será a sua escolha? Corrupto? Omisso? Ou guerreiro, combatente do bem? Você decide. Ou, então, como prega o meganha da ficção: “Pede pra sair”...

Jorge Serrão, jornalista radialista e publicitário, é Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. http://www.alertatotal.blogspot.com e http://podcast.br.inter.net/podcast/alertatotal

14 comentários:

Anônimo disse...

Mais uma vez seu texto é impar...Tenho que imprimí-lo, recortá-lo e mandar emoldurar para depois pregá-lo no hall de entrada da casa...
Parabéns, com texto assim me obrigas a retornar mais vezes ao seu blog.
Bom para mim, bom para os que lêem, bom para o Brasil...
Valeu!!!

Esperança disse...

Anônimo, pq em vez de emoldurar o texto e guardar no hall da sua casa, vc não imprime várias folhas e distribui para a população surda, cega e muda.
É um trabalho de formiguinha, mas conhece aquele ditado: Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
Penso que vale a pena tentar.

Anônimo disse...

Quando é que vamos então começar a dar nome aos bois...??

Anônimo disse...

O inimigo é muito pior do que imaginamos:

http://br.youtube.com/watch?v=kylJDm40KY0&feature=related

http://br.youtube.com/watch?v=7awAo6CA5i4&feature=related

Esperança disse...

Sem oposição? Tudo farinha do mesmo saco?


Linha direta entre Lula e FHC evitou pedido de impeachment

Conversas secretas, intermediadas por Palocci e Bastos, ajudaram a esfriar caso do mensalão

http://txt4.estado.com.br/editorias/2008/08/31/pol-1.93.11.20080831.18.1.xml
Carlos Marchi / OESP / 31/08/08

Durante todo o primeiro mandato e parte do segundo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma linha direta de consultas com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, mantida por meio de conversas secretas dos então ministros Antonio Palocci, da Fazenda, e Márcio Thomaz Bastos, da Justiça. A linha direta funcionou com mais vigor no auge do escândalo do mensalão, quando os ministros pediram a Fernando Henrique para agir e evitar que a oposição descambasse para pedir o impeachment de Lula. Ele atendeu e se posicionou publicamente contra o impeachment.

Os encontros foram confirmados ao Estado pelo ex-presidente, Palocci e Bastos. Palocci confirmou que esteve pessoalmente com Fernando Henrique “pelo menos cinco vezes”; Bastos disse ter conversado com ele pessoalmente apenas uma vez, em junho de 2005, momento em que crescia a onda do impeachment. Mas os contatos por telefone foram bem mais freqüentes, confirmam os três. Palocci e Bastos asseguram que Lula sempre soube das conversas antes de elas ocorrerem e foi informado do seu resultado depois.

Mais de uma vez, no entanto, em momentos de difícil enfrentamento com a oposição, Lula sugeriu a Palocci: “Vai conversar com Fernando Henrique.” E pelo menos uma vez, em dezembro de 2007, o presidente determinou expressamente que Palocci - então já fora do governo - procurasse o tucano para negociar o projeto de reforma política que pretendia enviar ao Congresso no começo de 2008. Palocci marcou a conversa, mas antes que ela acontecesse Lula desistiu de promover a reforma política.

Ao Estado, Fernando Henrique elogiou Palocci e Bastos, confirmou as conversas e disse que elas foram possíveis porque os dois ex-ministros de Lula têm “noção institucional”. Estendeu o elogio ao chefe de gabinete Gilberto Carvalho: “Esse também tem noção institucional.” Lamentou que a linha de consulta tenha sido interrompida em 2008. No começo, não foi difícil a Palocci procurar o ex-presidente: além de manter excelentes relações com a oposição desde quando era ministro, ele tem a simpatia de Fernando Henrique desde que, prefeito de Ribeirão Preto, inaugurou uma estátua dele na cidade. “Não foi fácil para ele”, reconhece o ex-presidente. Do gesto, brotou afeto.

A conversa com Bastos ocorreu no dia 26 de junho de 2005, no apartamento do ex-presidente, em Higienópolis, e durou das 21 horas à 1 hora da madrugada. Não faltava intimidade pregressa aos dois: antes de serem amigos, eles conviveram em função da amizade dos seus pais. Bastos contou a Fernando Henrique os receios que Lula alimentava e perguntou sobre o espírito então reinante na oposição. A expressão exata que usou foi: “Precisamos baixar essa bola.”

Argumentou que ninguém podia apostar no pior, porque o País ficaria ingovernável. O ex-presidente concordou, deu um conselho e fez uma promessa. O conselho foi que Lula cuidasse de segurar os números da economia e impedisse que se evidenciassem sinais externos de desgoverno; a promessa foi que não jogaria lenha na fogueira e tentaria acalmar seus pares. Nas semanas seguintes, a sua influência foi sentida e acabou sendo vital para que a oposição refreasse o ímpeto e não chegasse ao limite do pedido de impeachment.

Três anos depois, olhando para trás e avaliando a situação, o ex-presidente minimizou o fato de ter atendido aos apelos. “Eu não fiquei contra o impeachment porque eles me pediram, mas porque sou muito cauteloso nessas questões. Na época, não havia condições políticas para sustentar um pedido de impeachment de Lula. Criaria uma cisão no Brasil”, alinhou. Explicou por que aceitou as conversas secretas: “Adversários políticos não devem ser tratados como inimigos.”

MERGULHO NO ESCURO
Tudo azedou repentinamente quando, em 8 de julho de 2005, em meio a um evento no Palácio do Planalto, Bastos foi informado de que um assessor do deputado José Nobre Guimarães (irmão do então presidente do PT, José Genoino) fora preso em São Paulo com dólares na cueca. Transmitiu o informe a Lula na mesma hora. Depois, relataria a um amigo que, em quatro anos de convivência, nunca vira Lula tão desolado. “Meu Deus, onde é que isso vai parar?”, balbuciou o presidente, como se tivesse perdido o rumo.

Mas o pior ainda estava por vir. Em 11 de agosto, o publicitário Duda Mendonça confessou, na CPI dos Correios, que recebera no exterior parte do pagamento pela campanha de Lula. Naquela noite, Bastos e Palocci foram conversar com o presidente na Granja do Torto. Sem rodeios, opinaram que a confissão de Duda o atingia pessoalmente e que a situação, a partir disso, fugia ao controle do governo. As análises impactaram Lula, que aceitou a sugestão de procurar Fernando Henrique mais uma vez para negociar.

O enviado desta vez foi Palocci, que fez ao ex-presidente um relato assustador. Contou que o governo se sentia desorientado e que os conselheiros próximos a Lula temiam por ele após as últimas revelações, que iam do grotesco (os dólares na cueca de um assessor petista) ao dramático (a comprovação de que Duda recebera dinheiro ilegal pela campanha, o que jogava o escândalo no colo de Lula). Disse que havia novos escândalos não revelados, como um rombo que passaria dos R$ 500 milhões no Banco do Brasil.

Palocci chegou a admitir que tudo aquilo era “um desastre, um desastre”. Noutro momento, teria dito: “Está tudo perdido.” Ao final, fez um apelo “em nome da democracia e do futuro do País” - que a oposição desse uma trégua para dar tempo ao governo de “consertar tudo”, exorcizando o seu visível lado podre. Ao final, indagou se Fernando Henrique aceitaria um encontro com Lula. O ex-presidente topou; exigiu apenas que houvesse um convite e um encontro públicos.

FRASES

Fernando Henrique Cardoso
Ex-presidente

“Eu não fiquei contra o impeachment porque eles me pediram, mas porque sou muito cauteloso nessas questões. Na época, não havia condições políticas para sustentar um pedido de impeachment de Lula. Criaria uma cisão no Brasil”

'Adversários políticos não devem ser tratados como inimigos'

Esperança disse...

19 Agosto, 2008
Encontro contra a Impunidade e a Violência

No dia 13 de setembro próximo, 15:00hs, nos manifestaremos publicamente contra a impunidade e a violência, em todas as esferas, que vêm nos assolando.

Em São Paulo, Capital - Praça Ramos de Azevedo, Centro, em frente ao Teatro Municipal.

No Rio de Janeiro, Capital - Praça Cardeal Arcoverde, Copacabana, em frente ao metrô.

Tóquio, Japão - em frente à Embaixada Brasileira (as 03:00hs, horário de Brasilia).


Quanto aos demais Estados onde temos membros (Pernambuco, Distrito Federal, Minas Gerais, Ceará, Espírito Santo, Bahia, Rondônia, Paraná, Mato Grosso do Sul e agora também, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte), tão logo tenhamos os locais, postaremos aqui.

Acompanhe informações no site da ANDEC
http://andec.blogspot.com/

No youtube:

http://br.youtube.com/watch?v=eYq2lUW76zQ

Mario disse...

Serrão,

Seu texto está muito bom e o ponto central é, sem dúvida, a educação. Entretanto, cabe um reparo à cultura. Lamentavelmente, a educação (falha) começa em casa: raros são os pais que educam seus filhos para o sucesso. A grande maioria tem a mentalidade do "estude oara conseguir um bom emprego" e, não, para estar melhor preparado a enfrentar riscos. Daí, não basta que o Estado e/ou a iniciativa privada invista na educação. Não basta os pais investirem na educação dos filhos para "arranjar emprego no Banco do Brasil (sempre atrás do Estado paternalista).

Outro ponto:

Você também mostra preocupação com os tais de "excluídos". Vamos com calma. Excluídos sempre existirão; sempre serão excluídos, por um motivo ou outro, com as raras exceções que, como em tudo, confirmam a regra. Falam tanto em "falta de oportunidade" quando, por natureza, oportunidades nunca caem no colo prontinhas; é preciso ir atrás. E, evidentemente, não é baixando o nível do geral, como os comunistas fizeram e estão fazendo, que se criam oportunidades.

A propósito, no "Zorra Total", da Globo, há um personagem típico: o baiano que ameaça deixar a terrinha, cansado de micaretas, picaretas e outras "etas" festivas o ano todo, mas, no fim, acaba rendendo-se à vagabundice permanente.

É claro que há muito mais a dizer, mas, paro por aqui porque sei que estou pregando no deserto.

Em tempo: tem toda razão o Olavo de Carvalho quando diz que é perda de tempo engajar-se a movimentos que se dizem "apolíticos". Acaba-se descobrindo que são comandados por aqueles que, em verdade, nada querem mudar.

Anônimo disse...

Fica faltando criar o Movimento Pensar Brasil e começar a agir, manifestações, divulgação e identidade para restaurar a política brasileira em alto nível. Sem organização e atuação política vamos ficar pregando no deserto.

Alerta Total de Jorge Serrão disse...

Grande Mário,

A saída é política. Principalmente, vontade política. Os tais movimentos apolíticos ou aideológicos são puro 171: estelionato político.

BRAGA disse...

Boa noite Serrão.
Dentre os sempre excelentes artigos que você escreve, este talvez tenha sido um dos melhores.
Peço sua permissão para reproduzi-lo para todos os meus conhedidos.
Parabéns.
Braga

Alerta Total de Jorge Serrão disse...

Detone à vontade, professor Braga.

Anônimo disse...

serrão eu recorto e colo e mando pra tudo que é gente no meu email... continua destroçando seu léxico que eu distribuo por aqui... pra mexer com a cabeça do povo abraço texto ótimo

alexandre disse...

Jorge, você escreve bem e com muita contundência. Mas, em minha modesta avaliação, comete um erro quando fala em "educação" e "vontade pólítica".

Numa nação não soberana - e que, portanto, ainda não é propriamente uma nação - você poderá encontrar de tudo, menos a vontade política no sentido de se formar cidadãos.

A falta de vontade política e a falta da educação são consequências e, não, causas.

Logo, a questão é: como reverter esse processo histórico de subjugação ideológica? Ou: qual a estratégia emancipatória eficaz e factível, diante da situação posta?

A resposta, creio, você não nos ofereceu... Mas, se me permite, vou arriscar um palpite.

A resposta estaria no "domínio da informação" e na "consciência de consumo".

Em outras palavras, precisamos, por um lado, encontrar meios de amenizar o monopólio midiático.

De outro, propiciar condições para um "agir coletivo". Uma espécie de consciência de classe.

E, na sociedade de consumo contemporânea, somos coletivamente oprimidos na condição de consumidores.

Como tal, portanto, devemos nos articular política, econômica e ideologicamente.

Não sei se fui claro. De qualquer modo, devo dizer que o seu site e seus textos são muito interessantes. Parabéns.

Abs.

Anônimo disse...

Serrão


Jamais pensei em viver dias como esses....


o povo está revoltado tanto com as oposições como com o governo do crime!!!

pensando bem... pode ser a saída!!