terça-feira, 5 de agosto de 2008

Palocci aposta que será absolvido incondicionalmente no STF, para chefão Lula nomeá-lo ministro de novo

Edição de Terça-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com

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Por Jorge Serrão

O deputado federal e ex-ministro Antonio Palocci Filho (PT-SP) acredita que será absolvido no Supremo Tribunal Federal, por falta de provas, da acusação de violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. O poderoso Palocci quer arrancar do STF a absolvição incondicional que lhe permitirá retornar a algum ministério do desgoverno Lula. Ele está de olho na Previdência ou na Fazenda. Mas pode lhe sobrar a Saúde.

Nos bastidores do STF, se comenta que a previsão de Palocci tem tudo para se concretizar. Tanto que Palocci recusou trocar o julgamento no plenário do STF, no caso da violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, pela suspensão do processo e o cumprimento de trabalhos comunitários como pena alternativa. Para o ex-ministro a troca da suspensão do processo - que tem 2,4 mil páginas e 11 volumes - pelo trabalho comunitário soaria como admissão prévia de culpa.

No STF, Palocci também responde a inquérito que o relaciona à máfia do lixo em Ribeirão Preto, cidade que administrou em duas ocasiões (1992-1996 e 2000-2002). O presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, definiu que, neste semestre, dará prioridade aos julgamentos de autoridades que gozam de prerrogativa de foro.

Palocci é crucial para o sistema petista, onde ele opera nos bastidores. Se ele cair, desaba todo mundo junto.

Batom na cueca

Em 2006, Francenildo denunciou que Palocci participava de festas onde havia a suspeita de partilha de dinheiro em uma mansão no Lago Sul, em Brasília - que ficou conhecida como a República de Ribeirão.

O caseiro afirmou que Palocci freqüentava a casa, desmentindo o ex-ministro, que dissera à CPI dos Bingos que nunca estivera lá.

Dois dias depois da entrevista, Francenildo teve o sigilo bancário violado.

No depoimento à Polícia Federal, o ex-presidente da Caixa, Jorge Mattoso, revelou que entregara pessoalmente a Palocci os extratos bancários do caseiro.

Direito dos criminosos

O criminoso também tem direitos fundamentais”.

Com este argumento, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, defendeu a criação de varas da Justiça especializadas no combate a abusos de autoridade em investigações.

Mendes acha que é preciso conciliar o combate à corrupção com o respeito à lei

Brasil com corrupção

Ingressar na vida pública, com a ajuda do voto dos idiotas, faz bem ao bolso dos políticos.

É o que indicam dados da organização não-governamental Transparência Brasil.sobre a evolução patrimonial de parlamentares que disputam a eleição deste ano.

Constata-se o enriquecimento, em média, de 46,3% dos vereadores.

Mas entre vereadores do Rio, o patrimônio cresceu mais de 110%.

Brasil sem corrupção

O pesquisador Luiz Otávio da Rosa Borges dará uma palestra sobre o tema "Como construir um Brasil sem corrupção".

Será para alunos do Curso de Graduação em Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas - convite do Professor Marcos Vasconcellos.

O debate acontece no dia 14 de agosto, das 13h às 14h 45min, na sede da FGV, Avenida Nove de Julho, 2029, 12º andar, Bela Vista, São Paulo, SP.

Que pena alternativa é essa?

Outros dois investigados pela violação do sigilo do caseiro Francenildo, ocorrido em março de 2006 - o ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Mattoso e o jornalista Marcelo Netto, então assessor de imprensa de Palocci, vão se dar muito bem.

Seus advogados solicitaram formalmente que o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, fizesse a proposta de suspensão condicional do processo e, como manda a Lei 9.099/1995, dissesse qual seria a pena alternativa.

O procurador propôs que Mattoso e Netto compareçam, de dois em dois meses, durante dois anos, "em escolas da rede pública de ensino para proferir palestras sobre o sistema democrático e o processo eleitoral".

Também teriam de fazer uma doação, "por uma única vez, de 50 resmas de papel Braille A4, de 120 gramas" à Associação Brasiliense dos Deficientes Visuais (ABDV).

Governadores do crime

A Polícia Federal impediu uma onda de seqüestros de autoridades e políticos montada pelos traficantes Fernandinho Beira-Mar e Juan Carlos Abadía, e pelo ladrão de bancos José Reinaldo Girotti, o Alemão, ligado à quadrilha do PCC.

O trio planejou a ação dentro da Penitenciária Federal de Campo Grande.

Os narcotraficantes, que são parceiros das FARC colombianas (especializadas em terrorismo e seqüestro) foram transferidos de prisão em Campo Grande.

Orgulho

O ministro da Justiça, Tarso Genro, reagiu à iniciativa de militares da reserva de divulgar a ficha de autoridades do governo Lula com “passado terrorista” – entre elas, o próprio Tarso.

A minha ficha me orgulha”.

Foi o que se gabou o ministro, ex-tenente R2 do Exército Brasileiro, que defende a punição de quem tenha praticado tortura durante o regime militar.

Assunto superado

Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o jurista Carlos Velloso é contrário a uma revisão da Lei de Anistia, que perdoou todos os crimes políticos ou que foram cometidos com motivação política desde 1961:

É um assunto superado. A Lei de Anistia é peremptória, e estabelece um esquecimento, um perdão para os dois lados. Foi uma pedra colocada sobre o ocorrido. Também houve crimes do lado dos opositores ao regime. Mexer com uma coisa dessas pode gerar uma bola de neve. Isso não seria bom para a democracia brasileira. Sob o ponto de vista político, é desastroso. Sob o ponto de vista jurídico, é difícil imaginar uma mudança na lei”.

Aprovada em 1979, durante a negociação da abertura, o texto da Anistia permitiu o retorno dos exilados e beneficiou igualmente militantes de esquerda e militares.

Brasil entregue

O total de fusões e aquisições no Brasil continuou a crescer em julho.

Já acumula US$ 57,151 bilhões nos primeiros sete meses do ano.

Houve um aumento de 83,9% na comparação com o ano passado.

Contra a privatização do petróleo

A luta para cancelar os leilões das áreas promissoras de petróleo e gás ganha uma nova página nessa terça-feira.

Às 18h, no Sindicato dos Engenheiros (Senge), o Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás realiza plenária para organizar a continuidade das ações em defesa das riquezas naturais brasileiras.

O endereço do Sindicato dos Engenheiros é Avenida Rio Branco, 277, 17º andar, na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro.

Socorro, Pica-pau...

"A Praça é Nossa", do SBT, ganhou do "Jornal da Record" na disputa pelo Ibope na quinta-feira passada, na Grande São Paulo.

O programa comandado por Carlos Alberto de Nóbrega marcou 11 pontos de média, entre 20h12 e 20h55.

O telejornal da Record ficou com nove pontos de média.

Cada ponto no Ibope equivale a cerca de 55,5 mil domicílios na Grande São Paulo.

O resultado pode indicar que a opinião pública não anda levando o jornalismo brasileiro muito a sério... Prefere os programas humorísticos originais...

Credi-furto

Criminosos estão seqüestrando carros em Assis, a 426 quilômetros de São Paulo, usando até as facilidades do crédito.

No mesmo dia do roubo, as vítimas começam a receber telefonemas com pedidos de resgate pelo carro.

E os ladrões aceitam até pagamento parcelado do resgate, inclusive com cheques pré-datados.

No País em que os criminosos "também tem direitos fundamentais", como advoga o presidente da suprema corte, tudo pode mesmo acontecer...

Vida que segue...

Ave atque vale!

Fiquem com Deus!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Inteligente, inovador, fortemente analítico e propositivo, utilizando as mais modernas tecnologias para transmissão instantânea e eletrônica de informação privilegiada e análise estratégica, junto com a difusão de novos conhecimentos voltados para a construção e consolidação de novos valores humanos.

8 comentários:

Mario Fontes disse...

Em tese essa é a regra deste desgoverno, apostar na impunidade de seus membros... Por esta razão ouso afirmar:


Mario Fontes - O QUE SE DEVE FAZER!! IP:189.64.105.xxx | 05-08-2008 08:36:50

Mario Fontes - O que se deve fazer! IP:189.64.105.xxx | 05-08-2008 08:17:38

Se a questão fosse partirmos do pressuposto que bastaria, nossos comandantes militares, “terem peito” para demonstrar ao Presidente Lula, da necessidade de se dar um basta a este tipos de atitudes por parte do Ministro da Justiça, Tarso Genro, realmente em tese evitaria-se um desgaste para ambas as partes envolvidas.

No entanto questiono, é esse nosso propósito, o de evitar desgastes ?

Será que tudo o que envolve a atividade destes cidadãos, os terroristas abrigados no Ministério e em outras posições de destaque, deste governo, não merecem de nossa parte a devida retaliação?

Como fica a nação brasileira? Ficará obrigada a ver se abrigar o “embaixador” das Farcs, no Brasil, gozando de asilo político? Será que nossa sociedade não gostaria de ver cessar as drogas chegarem ao morros das grandes capitais brasileiras, abastecidas por esta gente, que “sócia” deste desgoverno, envenenam seus filhos?


E nossa soberania, como ficará?? Continuará a mercê da mídia domesticada, em nos dar atenção e levar a discussão a opinião pública?

E quanto a corrupção deslavada e cínica, continuaremos permitindo que nosso mandatário maior não saiba de nada, e que fique tudo como está?

E quanto ao Estado de Direito, nossas instituições continuarão a sofrer os abalos, até se ver seus alicerces podres, caírem sobre nossas cabeças?

O Estado Policial continuará, agora regulado, através de debates, a se equiparar a uma gestapo alemã?

As questões são muitas, o que de verdadeiro fica não é o que se é possível fazer na atual conjuntura, mas sim a imperiosidade do que se deve fazer.

Anônimo disse...

Marcha a Roraima deve mobilizar mais de 50 veículos
04-Aug-2008
08:47:46-Com o slogan "Acorda Brasil! A Amazônia é nossa. Marcha rumo a Roraima", produtores de várias partes do país saem de carro do Mato Grosso com destino a Roraima. A previsão de chegada é dia 15 deste mês.
Sindicatos rurais de vários municípios já aderiram a Marcha, são eles: Canarana, Água Boa, Arenápolis, Sinop, Juína, Guarantã do Norte, Colniza, Aripuanã, Brasnorte, Pontes e Lacerda, Gaúcha do Norte e outras entidades como a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), o Sindicato dos Madeireiros de Juína e equipe da AgroAmazônia.

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso, (Famato) também tem manifestado apoio ao movimento, e tem seu empenho reconhecido pela Associação dos Produtores Rurais de Juína, que é uma das entidades responsáveis pela organização da Marcha.

"É natural que a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), como órgão máximo da classe produtora no Estado, encampe de maneira exemplar essa mobilização solidária. Queremos explicar à sociedade brasileira a importância de se preservar nos estados o equilíbrio fundiário já estabelecido e, por sua vez, a permanência de sua agroeconomia", comenta Aderval Bento, presidente da Associação.

Desde que o mais recente conflito entre arrozeiros e indígenas na reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, voltou à tona com repercussão nacional e internacional, o Sistema Famato, liderado pelo diretor-secretário, Valdir Correa, vem se solidarizando com a causa e encampa agora a mobilização entre os sindicatos rurais e setor produtivo mato-grossense para a marcha a Roraima.

Tanto é que o Sistema Famato em prol dessa causa que passou a ser de todo o setor produtivo nacional criou um adesivo com o slogan: "Acorda Brasil! A Amazônia é nossa. Marcha rumo a Roraima", que será colado nos veículos dos produtores que vão a marcha e também já pode ser visto na página principal do site da Federação.

De acordo com o planejamento prévio divulgado, a intenção dos produtores mato-grossenses que participarão da Marcha, é de seguir em caminhonetes com destino a Vilhena (RO) partindo de vários municípios do Estado no dia 11 de agosto, prosseguindo para Porto Velho.

Chegada a Boa Vista

Já no dia 14, os marchantes pretendem estar em Manaus. A programação continua no dia 15, quando os produtores seguirão viagem para a capital Boa Vista (RR) e finalmente no sábado, dia 16, todos os participantes do movimento, se encontram e juntarão com os produtores roraimenses, no município de Pacaraima, local escolhido para ser palco principal da manifestação.

Além do estado de Mato Grosso, a Marcha tem mobilizado Federações e Sindicatos Rurais de mais 25 estados e mais o Distrito Federal. O município do Pacaraima é um dos que estão na "Zona de ameaça" de perder sua economia agrícola, caso o Supremo Tribunal Federal (STF), decida, pela demarcação de nova extensão de áreas indígena na região.

Os Sindicatos rurais e produtores interessados em integrar a caravana da Marcha, podem fazer as inscrições pela internet, no site da Famato, (www.famato.org.br). Vale ressaltar que as fichas devem ser preenchidas e enviadas via e-mail, para o coordenador Aderval Bento ( aderval-bento@hotmail.comEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email ) ou pelo fax (66) 3566-3650 (aos cuidados do Emerson).

Anônimo disse...

Seminário é encerrado com a “Carta de Roraima”
04-Aug-2008
21:48:10-“O I Seminário Nacional de Produtores Rurais e Desenvolvimento Sustentável em Áreas Fronteiriças reuniu em Boa Vista, Roraima, neste dia 4 de agosto de 2008, o Governo do Estado, a Confederação da Agricultura Pecuária do Brasil e representações das sociedades civil e militar para uma posição quanto à propriedade da terra na Amazônia brasileira. Este documento retrata o sentimento dos seus signatários quanto à necessidade, premente, de que o Governo brasileiro defina uma política de desenvolvimento sustentável para a Amazônia, sob pena de ver ameaçados os interesses nacionais sobre esta imensa região, de importância singular para a humanidade.
O discurso, só, já não resolve. A soberania sobre a Amazônia brasileira deve ser exercida de forma efetiva, materializada num projeto de desenvolvimento sustentável que atenda aos interesses do Brasil e dos 25 milhões de brasileiros que habitam a região e a justificam como território pátrio, apesar da evidente ausência de Poder e do vazio demográfico.

O desenvolvimento sustentável pressupõe o equilíbrio entre a produção econômica, a geração de empregos, a expansão social e a preservação do meio-ambiente. E é condição elementar para a Amazônia, uma região de florestas densas, rios caudalosos, riquezas minerais, homens, mulheres e crianças com direito de acesso aos meios de produção e a uma vida digna.

A existência do homem sobre as terras da Amazônia não é para ser ignorada ou tratada como questão secundária. É aspecto fundamental, a ser considerado, e deve balizar as políticas do Governo Federal para a região. Assim, deve-se enxergar a Amazônia não apenas como uma floresta, um santuário a ser preservado.

A segurança na faixa de fronteira, uma questão de soberania, vê-se ameaçada na Amazônia, onde fica evidenciado o vazio de Poder, a ausência do Estado nacional, com a expansão do narcotráfico, do contrabando e do descaminho e a ação de Organizações Não-Governamentais cujos interesses são desconhecidos do próprio Governo brasileiro.

Não é recomendável a demarcação de imensas reservas indígenas na faixa de fronteira, nos moldes atualmente propostos pelo Governo Federal, sobretudo na Amazônia, região de baixa densidade populacional, que faz limite com países onde imperam grupos paramilitares e de narcotraficantes que facilmente ultrapassam as fronteiras nacionais.

O precedente da demarcação em território contínuo de Raposa/Serra do Sol, hoje contestada pelo Governo de Roraima no Supremo Tribunal Federal, criou uma situação no mínimo inusitada e que demonstra o perigo de se fazer concessões absurdas. O comandante local do Exército foi impedido por indígenas de entrar naquela região, onde inclusive existe um Pelotão sob sua responsabilidade.

Na região de Raposa/Serra do Sol, o problema é ainda mais grave. Um ato do Governo Federal, uma simples Portaria, recomendada pela Funai, com poder de lei, como se o Executivo Legislativo fosse, decidiu a vida de centenas de brasileiros que justificaram para o Brasil a posse daquelas terras, diante da ameaça estrangeira vizinha.

São brasileiros – homens, mulheres e crianças – cuja presença familiar na região data de mais de cem anos e que estão sendo considerados "intrusos" na própria terra onde nasceram ou que escolheram para produzir riquezas. Cidadãos e cidadãs nacionais ameaçados em seu próprio território, ocupado de boa-fé, quando a presença indígena era algo ainda muito distante.

O laudo antropológico que levou o Governo Federal à demarcação contínua de Raposa/Serra do Sol foi contestado pela própria Justiça Federal de Roraima e pelo Tribunal Regional Federal da 1ª. Região. É documento irreal, sem valor legal, e não deve prosperar, até mesmo por que contraria interesses legítimos, direitos adquiridos sobre terras tradicionalmente ocupadas por não-índios.

A solução para Raposa/Serra do Sol é a demarcação que não segregue os povos indígenas, não crie dificuldades à presença do Estado brasileiro e assegure ao estado de Roraima, com 92,66 por cento de suas terras controladas pelo Governo Federal, através do Incra, do Ibama e da Funai, condições para promover o seu próprio desenvolvimento e autonomia.

A portaria presidencial de demarcação de Raposa/Serra do Sol, a desestadualização das terras e a não-regularização fundiária quebram o princípio constitucional do federalismo, uma vez que subjugam o estado de Roraima e impedem qualquer desenvolvimento, submetendo-o à permanente dependência do Governo Federal, como unidade federativa inviável, com a mínima autonomia.

Os brasileiros ratificam a crença na iniciativa privada, na força da parceria entre Governo e classes produtivas e trabalhadoras como alavancas poderosas da melhoria da qualidade de vida da população.

Não se pede nada mais que o justo!”

JOSÉ DE ANCHIETA JÚNIOR

Governador do Estado de Roraima

FÁBIO DE SALLES MEIRELLES

Presidente da CNA

Mario Fontes disse...

Mário Fontes - General de Brigada! IP:189.65.84.xxx | 05-08-2008 12:05:38

Que o brilhante e inatácavel artigo do General de Brigada Paulo
Chagas, sirva de comedida e agil análise por parte de nossos
compatriotas. Em sua análise sob o título de "A voz das legiões" esplana com rara
inteligencia e sensibilidade a obviedade dos fatos que nos cercam.

Brada, da estatura de quem está com a verdade, convocando seus pares
para a reflexão, alertando seus iguais em comando, na ativa, a frente
das legiões.


Que o Brasil seja, verdadeiramente outro após os fatos que temos
vivenciado! Que a independencia e a honra estejam cada vez mais
próximas de todos nós. E que este passo, de estarmos reunidos no Clube
Militar, seja o inicio de uma Pátria Renovada!

Anônimo disse...

05-08-2008 - 12h01

Deputados lamentam transferência de General para Brasília

Da Redação




O comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, General Eliéser Girão Monteiro Filho, foi transferido para Brasília. A saída do militar de Roraima, pode ter sido uma retaliação do governo Federal, pelo fato de meses atrás ele ter recebido no quartel o deputado federal Márcio Junqueira (DEM) e alguns arrozeiros contrários a demarcação da área indígena Raposa/Serra do Sol em área contínua.

Nesta terça-feira no retorno aos trabalhos na Assembléia Legislativa de Roraima (ALE-RR), os deputados Mecias de Jesus (PR), presidente da Casa e Aurelina Medeiros (PSDB), líder do governo na Assembléia lamentaram a decisão do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

\"Um absurdo\", foi o que declarou o deputado Mecias sobre o fato. Para o presidente da ALE-RR, tudo o que Lula achava ruim quando não era presidente da República agora ele resolveu fazer.

\"Retaliar um General do Exército, um General que está trabalhando pelo País, sobretudo desenvolvendo as suas funções militar e sua obrigação, o seu dever cívico e patriótico. Agora Lula pune um militar, transferindo-o de um Estado onde realizava um excelente trabalho. Lamento profundamente em nome do povo brasileiro e em especial do povo de Roraima\", declarou Mecias.


Ditadura

Segundo a deputada Aurelina Medeiros a história mostra que a pior ditadura é a civil. O Estado está passando por esta situação, ou seja, uma ditadura do presidente que não escuta ninguém, que age de forma ilegal em Roraima e faz prevalecer sua vontade.

No entender da parlamentar a transferência do General Monteiro não é este extremo todo. Ela vem acompanhando a questão da Raposa/Serra do Sol há tempos e assistiu o pronunciamento do General Santa Rosa, da Secretária Estratégia da Presidência da República em Brasília e em seguida o militar perdeu o cargo.

\"O General Augusto Heleno se posicionou como comandante da Amazônia e seguida foi chamado a se calar. O General Eliéser já sabia alguns dias de sua transferência. Já o Coronel Barroso do Amapá que também se posicionou sobre a questão e deve ter sido mandado calar\", disse a parlamentar.

Na visão da deputada Aurelina, os militares que se posicionaram em favor da questão da Raposa/Serra do Sol, da defesa dos interesses internacionais e quem se posiciona em favor da soberania nacional, a favor da brasilidade e a favor do País, eles são relegados pelo governo Federal.


Populismo

\"É uma pena que a gente tenha o governo Federal que não escuta as pessoas, pois eles agem pelo populismo apenas com o objetivo de manter os nomes na mídia. Comprando a boa fé dos brasileiros com uma cesta básica, esquecendo os interesses maior do seu País principalmente os interesses dos brasileiros e prevalecendo nas suas decisões maiores os interesses dos que não são brasileiros\", concluiu a deputada Aurelina Medeiros.









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Mario Fontes disse...

Mário Fontes - General de Brigada! IP:189.65.84.xxx | 05-08-2008 12:05:38

Que o brilhante e inatácavel artigo do General de Brigada Paulo
Chagas, sirva de comedida e agil análise por parte de nossos
compatriotas. Em sua análise sob o título de legiões esplana com rara
inteligencia e sensibilidade a obviedade dos fatos que nos cercam.

Brada, da estatura de quem está com a verdade, convocando seus pares
para a reflexão, alertando seus iguais em comando, na ativa, a frente
das legiões.


Que o Brasil seja, verdadeiramente outro após os fatos que temos
vivenciado! Que a independencia e a honra estejam cada vez mais
próximas de todos nós. E que este passo, de estarmos reunidos no Clube
Militar, seja o inicio de uma Pátria Renovada!



Responder Responder a todos Encaminhar

RÔ-LITORAL disse...

Caro Serrão, hoje o Grupo Guararapes fez uma denúncia à Nação muito importante. Não consegui acessar o site, mas é a primeira vez que vejo um grupo constituído fazer sérias denúncias. Acessei-as por intermédio de dois outros blogs: O Cavaleiro do Templo e o Blog do Clausewitz.

Esperança disse...

http://www.ucho.info/

Recordar é viver...

Por ocasião do golpe de 64, o então militante de esquerda Tarso Genro fugiu para Rivera, no Uruguai. O auto-exílio se deu em função das inúmeras prisões decretadas à época. Com o passar do tempo, o próprio Tarso percebeu que ninguém o procurava e nada lhe acontecia. Foi então que ele resolveu contatar José Augusto Brilhante Ustra – advogado em Santa Maria, irmão do coronel Ustra e amigo de seu pai, Adelmo Genro – para saber se seria ou não preso. Na companhia do pai, Tarso Genro viajou de trem de Rivera para Porto Alegre, onde procurou o coronel Athos Teixeira, então secretário de Segurança. Sogro de José Augusto Brilhante Ustra, o coronel Athos garantiu a Tarso Genro que ele não seria preso.

Roendo a corda...

Tempos depois, sob a orientação e proteção de José Augusto Brilhante Ustra e Athos Teixeira, o gaúcho Tarso Genro ingressou no Exército, de onde saiu como tenente R/2 de Artilharia. Como verdadeiro poliedro de ingratidão, Tarso Genro, agora ministro da Justiça, tenta colocar no olho do furacão a corporação que lhe deu guarida nos momentos mais difíceis. Contrariando decisões da Justiça e, principalmente, o que determina a lei de anistia, Tarso Genro quer enquadrar os militares no afã de conquistar notoriedade, com vistas à sucessão de Lula da Silva, em 2010. Ora, se trair os que lhe deram proteção e ajuda é algo para se orgulhar, que alguém explique o que é deplorável.