domingo, 25 de janeiro de 2009

Grandes encontros, grandes decisões

Edição de Artigos de Domingo do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com

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Por Arlindo Montenegro

O encontro nacional comemorativo dos 25 anos do MST foi em Sarandi, no Rio Grande do Sul. E a turma cantou de galo: “Os fazendeiros que se cuidem, este ano não tem a desculpa de eleições!” As decisões estratégicas não foram divulgadas. O financiamento sabe-se, como sempre, é do governo e de entidades estrangeiras, dentre as quais contam-se os companheiros das Farc que ajudam no treinamento.

Os dirigentes do MST revelaram algumas das linhas da pauta diversificada de 2009, isto é, ações que podem ser reveladas ao grande público:

1. Participar de uma campanha pelo controle estatal sobre a exploração e os lucros do petróleo descoberto na camada pré-sal.

2. Intensificar as invasões de terra para “destravar a reforma agrária"

3. Atacar o agro negócio. Aracruz e Votorantim que se cuidem!

4. Colocar suas milícias à disposição do Governo do Paraguai, contra os fazendeiros brasileiros naquele país e eventualmente para invadir as instalações da hidroelétrica de Itaipu.

João Pedro Stédile já distribuiu os "documentos e argumentos do povo do Paraguai" para orientar os sem terra. Os companheiros paraguaios já confirmaram a estratégia "de guerrilha". As universidades e o PT, CUT e outros movimentos ligados ao Foro de São Paulo, já estão mobilizados para apoiar o MST, reforçando a tese “bolivariana” de Chavez: esvaziar os argumentos de manutenção das instituições democráticas.

Todos atendem à palavra de ordem que diz: A crise do capitalismo se aprofunda e uma nova luta só está começando! As comemorações vão ser encerradas neste domingo, dia 25, no Assentamento Novo Sarandi, onde os assentados já aderiram aos transgênicos.

Do sul voam para o Norte onde estarão LuLu, Chavez, Cristina, Lugo, Evo, Foro de São Paulo, terroristas das Farc, no encontro de Belém. Ali ninguém comentará o relatório da Anistia Internacional que divulgou um balanço das ações das FARC nos últimos 20 anos: morte de 70 mil pessoas, maioria civis, vitimas de ataques a vilarejos, bombas e outras ações terroristas; o número de pessoas “desaparecidas” pode chegar a 30 mil; milhões de colombianos foram obrigadas a abandonar suas casas “pelas FARC e outros grupos paramilitares sustentados pelo comércio de drogas”.

Nem se fará menção ao resultado da pesquisa de Monitoramento por Satélite da Embrapa que LuLu recebeu no início do ano, do cientista Evaristo Miranda, mostrando que “em termos legais, só 29% do País seria passível de ocupação agrícola”. Porque 71% do território nacional estão legalmente destinados a minorias ou a outras prioridades, como proteção e preservação ambiental.

As leis ambientais, a atuação ideológica dos institutos, as diversas medidas de proteção colocam na ilegalidade:

“Grande parte da produção de arroz gaúcho, paulista e maranhense”; “do café em São Paulo, Minas, Bahia e Paraná” “de gado, no Pantanal”; “da maçã e vinho, no Sul;”; da criação de búfalos, em praticamente toda a região Norte”. O cientista conclui que “situações semelhantes atingem a soja, cana-de-açúcar, citricultura, tabaco. E avisa: “A agricultura será proibida.”

No Planalto Central, os ministros disputam os refletores: o ambientalonguista Minc quer acabar com o cultivo nas margens dos rios e nas encostas dos morros e reduzir a área de agricultura na Amazônia a 20%. O da agricultura grita: isto é uma catástrofe! Tem que ser 50%! E não vai mais a reuniões no Ministério do Meio Ambiente. Justiça, Relações Exteriores e AGU trombam entre si.

LuLu fica na dele! Nem liga para o arranca rabo doméstico. Está ocupado em resolver os grandes problemas mundiais, com as novas diretrizes dos que realmente controlam o mundo, onde o Brasil é apenas detalhe. Fica pouco tempo em Brasília, preferindo viajar e deitar falação bem longe, de preferência no exterior.

Na próxima parada, Belém do Grão Pará, os grandes da esquerda internacional vão reger a orquestra do Foro Social Mundial. A governadora do Pará já determinou ao Comando Geral da Polícia Militar, para dar assistência e segurança aos membros das Farc, que vão participar do encontro e amarrar os contatos dos seus negócios narcoterroristas.

E a juventude embevecida já pode contar com uma fartura de primeiro mundo. Os contribuintes estão pagando obrigatoriamente 150 milhões de Reais para garantir os alojamentos, segurança, turismo, espetáculos culturais, muito tucupi com tacacá, assai, guaraná, manissoba, caldeiradas, pimenta e catuaba.

Mais o principal: sexo “seguro” com a farta distribuição de 600 mil camisinhas no Acampamento da Juventude, no campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) onde, a grosso modo, cada dupla poderá ter 10 encontros sexuais seguros por dia. De fazer inveja aos bacantes do império romano. Não faltarão lubrificantes para aliviar incômodos do intercurso.

Quando LuLu aparece no Palácio é para tramar nos bastidores o modo de submeter algum movimento de “oposição”. Nossos “representantes” fazem o que o governo central manda sem lembrar que tem o dever de garantir os direitos individuais observando estritamente os parâmetros da democracia representativa. Para eles, o governo eleito tem o poder e apoio dos “movimentos sociais”, assim pode ditar o que quiser.

Arlindo Montenegro é Apicultor.

3 comentários:

Anônimo disse...

No encontro do Pará vão discutir a desmilitarização das fronteiras nas reservas indígenas. E criar uma rede de contatos para garantir o statu quo dos preconceitos. Belém tem 1 milhão de habitantes, quase totalidade aborígenes ou descendentes e minoria negros ou europeus.
Mas estão todos doutrinados pela rede globo... e ideologia do pt.
Porisso acham a festa uma graça!

Anônimo disse...

Arlindo,

Estamos abandonados a nossa própria sorte (ou azar).

Anônimo disse...

Os agricultores brasileiros deveriam há muito estar também procurando ajuda externa para enfrentar essa corja de narcoterroristas.

Se eles foram buscar ajuda em Cuba para se infiltrarem no nosso Estado, dar-lhes o troco procurando o Mosaad, já que possuem técnicas eficazes contra o terrorismo, é pouco.