quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Ruralistas e Ambientalistas

Edição de Artigos de Quarta-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com

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Por Roberto Gama e Silva


Trava-se no Congresso Nacional uma verdadeira guerra deflagrada pelo grupo parlamentar denominado “ruralista”.

O motivo é a pretensão dos proprietários de “frotas de tratores” em alterar o texto de um dos artigos do Código Florestal, posto em vigor pela Lei nº. 4.771, de 15 de janeiro de 1965 e atualizado pela Medida Provisória nº. 2.166, de 2001.

Os “ruralistas”, gulosos como sempre, usando o pretexto de ampliar a área cultivada do país, pleiteiam a modificação do item I do artigo 16º da Lei que reza o seguinte:

Art. 16º. As florestas e outras formas de vegetação nativa, ressalvadas as situadas em área de preservação permanente, assim como aquelas não sujeitas ao regime de utilização limitada ou objeto de legislação específica, são susceptíveis de supressão, desde que sejam mantidas, a título de reserva legal, no mínimo:

I – oitenta por cento, na propriedade rural situada em área de floresta localizada na Amazônia Legal.

A manutenção, como reserva legal, de 80% das áreas florestadas das propriedades privadas inseridas no “Bioma Amazônico”, não é, em absoluto, um número aleatório lançado, por capricho de algum ambientalista extremado, no texto da Lei.

Acontece que faltam conhecimento e competência aos membros do grupo herdeiro da tradição colonial que ainda visualizam o Brasil, mesmo depois do 7 de setembro de 1822, como fornecedor de uns poucos produtos agrícolas às metrópoles de outros continentes. Anteontem a cana de açúcar, ontem o café e hoje a soja!!!!

Nenhum deles, com certeza, têm conhecimento da “relação biunívoca” que existe entre a cobertura vegetal original e o regime de chuvas da Amazônia verdadeira.

Por essa razão, precisam travar contato, o mais rápido possível, com as primeiras noções desse grande segredo ambiental responsável pela formação da maior floresta ombrófila da Terra, numa área dominada por solos de baixa fertilidade natural.

Os ventos predominantes na região sopram do Oceano Atlântico para o interior, variando de nordeste para sudeste, conforme a posição da “Zona de Convergência Intertropical”, área de baixa pressão que acompanha as posições do Sol no seu movimento aparente.

A “Zona de Convergência Intertropical” passeia em torno do Equador terrestre e gera dois ventos permanentes: os alíseos de nordeste e os alíseos de sudeste

Quando o Sol se localiza bem ao norte do Equador predominam na Amazônia os ventos de sudeste, eis que a maior parte do território fica abaixo da “Zona de Convergência Intertropical”. Com o Sol bem ao sul do Equador os alíseos de nordeste, varrem a maior porção da região.

Nas posições intermediárias do passeio da “Zona de Convergência Intertropical”, os ventos do leste são os mais frequentes, promovendo a penetração profunda do vapor de água contido nas nuvens até os contrafortes andinos.

Entretanto, essa massa de vapor proveniente da evaporação do Atlântico só corresponde a uns 60 ou 65% das chuvas que caem sobre a Amazônia. O restante da precipitação se deve à evapotranspiração da superfície terrestre. Evaporação da umidade retida no solo e na superfície foliar da vegetação e transpiração da vegetação arbórea que recobre boa parte do “Bioma Amazônico”.

Se, de repente, a vegetação arbórea original sofrer diminuição sensível, a evapotranspiração também diminuirá na mesma proporção, mesmo que a floresta original seja substituída por uma floresta homogênea. A superfície foliar da floresta nativa, em função da diversidade florística e da disposição relativa dos indivíduos arbóreos, é sempre superior à superfície foliar da floresta homogênea.

Então, terá início uma reação em cadeia, que diminuirá progressivamente as chuvas, devido à diminuição paulatina da evapotranspiração.

Se, por acaso, a vegetação arbórea original for substituída por culturas de ciclo curto, com a soja, então acelerar-se-á a reação em cadeia, por causa da eliminação quase total da transpiração..

Esse fenômeno, por sinal, foi testado por ocasião do último período glacial, quando a “Zona de Convergência Intertropical” deslocou-se bem mais para o sul, em virtude da progressão das geleiras sobre as áreas continentais do Hemisfério Norte.

Por mais de 60 mil anos a Amazônia foi recoberta por vegetação típica de cerrado, exceto em pequenos santuários úmidos remanescentes, onde a vegetação florestal conseguiu sobreviver.

Eis aí a razão pela qual os formuladores do Código Florestal só permitiram que 20% da vegetação arbórea nativa pudesse ser retirada para outros fins, nas propriedades privadas.

A competência desses legisladores fica sobejamente demonstrada pela inserção no texto do artigo 15º: “Fica proibida a exploração sob forma empírica das florestas primitivas da bacia amazônica que poderão ser utilizadas em observância a planos técnicos de condução e manejo a serem estabelecidos por ato do Poder Público, a ser baixado dentro do prazo de um ano”.

A irresponsabilidade, ou talvez incompetência, do citado Poder Público, impediu que fossem definidos, até hoje, os planos técnicos de condução e manejo determinados na Lei.

Mas, que outras conseqüências nocivas suscitaria um ataque maciço à floresta tropical úmida da Amazônia, além da transformação da área em uma grande savana?

Em primeiro lugar, a substituição da floresta tropical úmida afetaria o regime de chuvas no sudoeste do país, eis que uma parcela do vapor de água atmosférico é refletida pelos Andes para engrossar, em determinados meses, o índice pluviométrico do Mato Grosso, do Mato Grosso do Sul e de partes de São Paulo e do Paraná.

A conseqüência mais desastrosa, todavia, é o assassinato da “galinha dos ovos de ouro” dos brasileiros: os 40 bilhões de metros cúbicos de madeira em pé contidos no “Bioma Amazônico”, computados, tão somente, os indivíduos arbóreos com diâmetro à altura do peito igual ou superior a cinqüenta centímetros.

Pouco mais da metade desse volume contêm indivíduos arbóreos já conhecidos no mercado, ou seja, com cotação comercial. Todas essas madeiras com cotação comercial são da categoria conhecida como “hardwoods”, especiais para a fabricação de móveis, para a construção civil, para dormentes e tantas outras aplicações.

Por esse motivo exibem preços elevados, de modo que o valor estático dessas madeiras ultrapassa a casa de 1 trilhão de dólares.

Óbvio está que existem bens do subsolo amazônico que podem render mais dinheiro para o país. Todavia, nunca se deve esquecer que são eles bens de uma única safra, por não serem renováveis na escala humana de tempo.

As madeiras do “Bioma Amazônico”, ao contrário, são bens renováveis e só tendem a se valorizar devido à diminuição sensível dos estoques de “hardwoods” existentes na África e no Sudeste da Ásia.

Para conservar integralmente o “principal” dessa vultosa “caderneta de poupança”, bastará aplicar à atividade silvicultural técnicas de conservação modernas que, inclusive, concedam tempo suficiente para a regeneração natural dos talhões submetidos a corte.

Além da vegetação arbórea usada para a obtenção das “hardwoods”, a floresta amazônica encerra inúmeras espécies valiosas, tais como matérias primas para a indústria farmacêutica, para a elaboração de perfumes e cosméticos, para a indústria química. Há outra, ademais, capazes de fornecer látex, gomas e óleos vegetais, inclusive combustíveis limpos, e, até mesmo, alimentos, pelo aproveitamento dos frutos e dos gomos terminais do caule de certas palmeiras.

No tocante às plantas que possuem princípios ativos passíveis de uso na indústria farmacêutica, sabe-se que já existem mais de 300 espécies já catalogadas pelo “Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, além de algumas centenas usadas pelas populações interioranas, embora ainda não analisadas cientificamente.

Então, vale a pena trocar todo esse patrimônio por pastos e por plantações de culturas de ciclo curto?

Os ruralistas brasileiros devem aprender, bem depressa, que a Amazônia jamais deverá ser conquistada pela relha do arado ou pela pata do boi!

Agora, os seus opositores, os ambientalistas, merecem uma divisão em três grupos: os competentes, conhecedores das ciências biológica e ecológica, os do asfalto, que se identificam pelas excentricidades e, finalmente, os da “quinta-coluna”, que trabalham para as “Organizações Não Governamentais” estrangeiras.

O primeiro grupo, relativamente reduzido, não tem oportunidade de se manifestar nacionalmente, abafado que está pelos integrantes dos dois outros grupos.

Os ecologistas do asfalto são os que, normalmente, ocupam cargos na hierarquia governamental e, como não conhecem a matéria, acabam acolhendo as opiniões dos integrantes do terceiro grupo.

A “quinta-coluna” ambientalista, representada pelas “Organizações Não Governamentais” estrangeiras que invadiram a Amazônia, usa o conhecimento dos patrocinadores para confundir os brasileiros desprevenidos, pregando a “preservação” da região, que em termos científicos significa a intocabilidade dos ecossistemas regionais, de modo tal que fiquem reservados para o uso futuro dos países mais adiantados, hoje praticamente desprovidos de recursos naturais.

Essas organizações estrangeiras, sem exceção, devem ser proibidas de operar na Amazônia, sobretudo junto às comunidades indígenas.

Evidente que, em simultaneidade, com a expulsão das “Organizações Não Governamentais” estrangeiras, devem ser afastados dos órgãos que cuidam do meio ambiente os fanfarrões que se intitulam ecologistas, isto é, os integrantes do segundo grupo.

Só assim os brasileiros garantirão a soberania nacional sobre a coração (hearthland) do Brasil.

O vazio de poder não é o maior perigo que ronda a Amazônia brasileira, mas sim o vazio de competência!

Roberto Gama e Silva é Almirante Reformado e Presidente da Comissão Executiva Provisória do Partido Nacionalista Democrático.

5 comentários:

Kozel® disse...

Volte ao mar,Almirante,porque produção agrícola e meio-ambiente precisa se interar mais ,ler ao invés de escrever artigos ,ir nas regiões produtivas da 'amazônia legal" e não dar uma de sabichão ,que nem o ministro do meio ambiente,que versa sobre o assunto com o conhecimento de frequentador de boteco do baixo leblon(nada contra os botecos),mas a ignorância e o número de gente que gosta de malhar os produtores rurais em prol de um ambientalismo utópico é crescente e os argumentos políticos deploráveis.

Arlindo Montenegro disse...

Bravo Almirante! Grande Serrão!
Agradecimentos por mais uma página de saber, orgulho pátrio e visão objetiva tão rara nestes dias bicudos.
Os valores culturais que fundamentavam o saber, que enriqueciam o espírito, que destacavam os lideres com legítima autoridade e competência, valores que afirmavam um direcionamento para estágios superiores de civilização, sumiram do cenário cultural. Foram substituídos pela cultura a serviço da ideologia e do consumismo.
O senso de liberdade cultural dado pelo enriquecimento do espírito foi substituído pela libertinagem sem freios que serve aos controladores financeiros e suas ideologias. Somente alternativas institucionais diferentes e eqüidistantes das ideologias do capimunismo poderiam conduzir-nos para construir uma pátria orgulhosa, onde governantes sábios pudessem conduzir os brasileiros a confiar em si mesmos, construir em liberdade e abandonar as ideologias que promovem os incompetentes e conduzem para o caos.

Anônimo disse...

Gostei desse artigo, Serrão.

Peço licença para postar esse artigo, pois depois de assistir esse vídeo, cheguei a conclusão que as táticas de subversão estão sendo exitosamente aplicados também à realidade brasileira.

Parabéns ao blog e até a próxima!

Palestra - Yuri Bezmenov
Enderço para baixar toda a paletra legendada em português

http://endireitar.org/site/component/docman/doc_download/23-palestra-tomas-schumanyuri-bezmenov-la-1983-pt-br

Escrito por G. Salgueiro
Ter, 06 de Janeiro de 2009 14:50

O tema de hoje não aborda uma questão especificamente latino-americana mas tem tudo a ver conosco. Trata-se de uma série de sete vídeos, com duração média de 9 minutos cada, de uma palestra oferecida na Summit University de Los Angeles pelo ex-agente do KGB Yuri Bezmenov, ou Tomas Schuman (nome adotado depois da deserção), para uma platéia bastante numerosa como se pode ver nos vídeos. Bezmenov já é conhecido de muitos de nós, por causa da entrevista que concedeu em 1983 e que pode ser revista (ou vista) no site do Farol da Democracia Representativa.

Nesta palestra, bastante didática e coroada pelo seu bom humor, também oferecida em 1983, ele explica uma das principais funções do KGB que, longe de centrar-se no campo da espionagem – que abrangia apenas 15% de suas funções – ocupava-se do esquema da subversão nos países-alvo da extinta URSS. Esse processo, que foi idealizado para dar seus frutos após 20 anos, obedecia a etapas rigorosas e consistia em desmoralizar, dominar e destruir esses países através de seu sistema religioso, político, econômico, da ordem e da lei, da cultura, de suas tradições. Os subversores eram na maioria das vezes pessoas que vinham para intercâmbio como estudantes, atores, diplomatas, jornalistas que levavam anos estudando na Universidade Patrice Lumumba – como muitos brasileiros que hoje ocupam cargos no governo brasileiro, e nós sabemos quem são - e depois retornavam a seus países para cumprir a missão.

O processo se dava de forma lenta e gradual, de modo a que os novos conceitos fossem sendo introduzidos de modo imperceptível e só aconteciam se o país a ser subvertido aceitasse esta condição. (Leiam este artigo e compreendam como a coisa funciona criminosamente). É fácil ver como aqui na América Latina este processo “prosperou” como em nenhum outro, pois nunca tivemos um país com governantes suficientemente fortes para dizer “não, muito obrigado; sua oferta não me interessa”, e lutassem para que seus valores, religião, leis permanecessem intactos. Observem, por exemplo, que os países de ditadura totalitária não permitem que seus cidadãos tenham acesso a informações vindas de fora, porque isto iria subverter a ordem interna de seu regime, como ocorre ainda hoje em Cuba, Coréia do Norte, China comunista, etc.

Esta palestra é na verdade uma aula magna de valor inestimável, embora nos chegue um tanto tardia pois já concluímos todas estas etapas, mas não só vale a pena ouvi-la com muita atenção como deve ser divulgada amplamente. Na audição desta segunda-feira do “True Outspeake”, Olavo faz uma análise muito boa sobre estes vídeos e pode ser ouvida clicando no banner ao lado. A palestra é toda em inglês mas também há legendas em português, um trabalho primoroso de David Balparda Carvalho, que pode-se obter clicando num triângulo na barra inferior direita e em seguida num retângulo acima deste.

Não vou me alongar mais porque a palestra dispensa comentários. Peço apenas que façam um paralelo com o que este homem diz – e ele foi um agente desta transformação, enquanto jornalista do Novostia Press – e o que vivenciamos hoje no Brasil e em todo o continente latino-americano, sobretudo com a ditadura da mídia, toda ela prestimosa subversora. Ouçam e meditem sobre cada palavra dita porque, talvez, ainda tenhamos alguma chance de sobrevivência se levarmos isto a sério. E, notem, este homem fez estas denúncias há 26 anos e hoje os subversores colhem seus frutos abundantes, conforme ele mesmo afirmou ser o tempo aproximado para a consecução plena da estratégia.

Fiquem com Deus e até a próxima!

Fonte: http://notalatina.blogspot.com/

Anônimo disse...

Gostei desse artigo, Serrão.

Peço licença para postar esse artigo, pois depois de assistir esse vídeo, cheguei a conclusão que as táticas de subversão estão sendo exitosamente aplicados também à realidade brasileira.

Parabéns ao blog e até a próxima!

Palestra - Yuri Bezmenov
Enderço para baixar toda a paletra legendada em português

http://endireitar.org/site/component/docman/doc_download/23-palestra-tomas-schumanyuri-bezmenov-la-1983-pt-br

Escrito por G. Salgueiro
Ter, 06 de Janeiro de 2009 14:50

O tema de hoje não aborda uma questão especificamente latino-americana mas tem tudo a ver conosco. Trata-se de uma série de sete vídeos, com duração média de 9 minutos cada, de uma palestra oferecida na Summit University de Los Angeles pelo ex-agente do KGB Yuri Bezmenov, ou Tomas Schuman (nome adotado depois da deserção), para uma platéia bastante numerosa como se pode ver nos vídeos. Bezmenov já é conhecido de muitos de nós, por causa da entrevista que concedeu em 1983 e que pode ser revista (ou vista) no site do Farol da Democracia Representativa.

Nesta palestra, bastante didática e coroada pelo seu bom humor, também oferecida em 1983, ele explica uma das principais funções do KGB que, longe de centrar-se no campo da espionagem – que abrangia apenas 15% de suas funções – ocupava-se do esquema da subversão nos países-alvo da extinta URSS. Esse processo, que foi idealizado para dar seus frutos após 20 anos, obedecia a etapas rigorosas e consistia em desmoralizar, dominar e destruir esses países através de seu sistema religioso, político, econômico, da ordem e da lei, da cultura, de suas tradições. Os subversores eram na maioria das vezes pessoas que vinham para intercâmbio como estudantes, atores, diplomatas, jornalistas que levavam anos estudando na Universidade Patrice Lumumba – como muitos brasileiros que hoje ocupam cargos no governo brasileiro, e nós sabemos quem são - e depois retornavam a seus países para cumprir a missão.

O processo se dava de forma lenta e gradual, de modo a que os novos conceitos fossem sendo introduzidos de modo imperceptível e só aconteciam se o país a ser subvertido aceitasse esta condição. (Leiam este artigo e compreendam como a coisa funciona criminosamente). É fácil ver como aqui na América Latina este processo “prosperou” como em nenhum outro, pois nunca tivemos um país com governantes suficientemente fortes para dizer “não, muito obrigado; sua oferta não me interessa”, e lutassem para que seus valores, religião, leis permanecessem intactos. Observem, por exemplo, que os países de ditadura totalitária não permitem que seus cidadãos tenham acesso a informações vindas de fora, porque isto iria subverter a ordem interna de seu regime, como ocorre ainda hoje em Cuba, Coréia do Norte, China comunista, etc.

Esta palestra é na verdade uma aula magna de valor inestimável, embora nos chegue um tanto tardia pois já concluímos todas estas etapas, mas não só vale a pena ouvi-la com muita atenção como deve ser divulgada amplamente. Na audição desta segunda-feira do “True Outspeake”, Olavo faz uma análise muito boa sobre estes vídeos e pode ser ouvida clicando no banner ao lado. A palestra é toda em inglês mas também há legendas em português, um trabalho primoroso de David Balparda Carvalho, que pode-se obter clicando num triângulo na barra inferior direita e em seguida num retângulo acima deste.

Não vou me alongar mais porque a palestra dispensa comentários. Peço apenas que façam um paralelo com o que este homem diz – e ele foi um agente desta transformação, enquanto jornalista do Novostia Press – e o que vivenciamos hoje no Brasil e em todo o continente latino-americano, sobretudo com a ditadura da mídia, toda ela prestimosa subversora. Ouçam e meditem sobre cada palavra dita porque, talvez, ainda tenhamos alguma chance de sobrevivência se levarmos isto a sério. E, notem, este homem fez estas denúncias há 26 anos e hoje os subversores colhem seus frutos abundantes, conforme ele mesmo afirmou ser o tempo aproximado para a consecução plena da estratégia.

Fiquem com Deus e até a próxima!

Fonte: http://notalatina.blogspot.com/

Anônimo disse...

Serrão,

Aqui já tem um boa quantidade de material, para começar a pesquisar sobre Amazônia, demarcação e outros assuntos relacionados.

Até a próxima

Raposa-Serra do Sol e a monarquia britânica

http://www.alerta.inf.br/Geral/1314.html


Monarquia britânica lança dupla ofensiva para 'conservar' a Amazônia

http://www.alerta.inf.br/Geral/1333.html


Em Roraima, 'governo mundial' coloca Itamaraty em xeque

http://www.alerta.inf.br/Geral/em_roraima_governo_mundial_coloca_itamaraty_em_xeque.html


'Soberania responsável': hora de o Brasil dar um basta ao radicalismo ambiental

http://www.alerta.inf.br/Geral/1342.html


Fundo Amazônia, mais uma concessão do 'ecopresidente'

http://www.alerta.inf.br/Geral/1363.html


ONGs ambientalistas proliferam no Brasil

http://www.alerta.inf.br/Geral/1369.html