sábado, 19 de dezembro de 2009

Destruição da Cultura

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Adriano Benayon


A oligarquia que domina as finanças mundiais e as demais indústrias de grande peso, não cessa de agir para concentrar mais poder, visando a tornar absoluto seu império sobre o Planeta.

Além da concentração econômica favorecida pelos governos, mercê do crescente uso do dinheiro e da mídia em eleições, essa oligarquia, com sedes principais em Londres e Nova York, serve-se, há mais de um século, da comunicação social, da indústria do entretenimento e da publicidade, para solapar os fundamentos da natureza humana.

Por que e para que isso? Eliminar esses fundamentos implica inviabilizar qualquer resistência ao projeto de governo mundial. Com efeito, a humanidade só poderá afastar os males crescentes que vem sofrendo, se o homem preservar a consciência de sua dignidade e o entendimento de que esses males não resultam da ordem natural das coisas, mas de ações deliberadas dos que se arrogam o comando do Mundo.

Em suma, eles tratam de apassivar os seres humanos, a ponto de estes perderem essa condição. Torná-los nada mais que consumidores teleguiados, quando não destituídos de emprego, saúde e prematuramente excluídos da vida, para servir sempre o poder totalitário, ora como súditos do mercado, nas altas e nas depressões econômicas, ora nas guerras.

Os monopolizadores do poder real não se mostram. Põem sob o foco das atenções, como se poder tivessem, “governantes” que não passam de títeres. Os regimes democráticos disso só têm aparências.

Para fazer que os povos tolerem condições insuportáveis, um dos métodos principais é destruir suas culturas. Isso se tornou possível a partir do desenvolvimento dos meios de comunicação de massa, e foi sendo realizado cada vez mais intensamente, à medida que a tecnologia desenvolveu novos meios.

Na primeira metade do século XX, surgiram o rádio e o cinema. Ambos foram utilizados na propaganda e na difusão de informação e de desinformação. Também como veículos da indústria do entretenimento, com novelas e música no rádio.

Chegaram a veicular manifestações de verdadeira cultura popular e erudita. Mas essas foram perdendo espaço, ao intensificar-se a exploração comercial e o aviltamento dos gostos. Com a indústria fonográfica, por exemplo, no Brasil, o samba e outras formas musicais foram modificados, para pior, por dissonâncias e ritmos em voga nos EUA.

Durante a segunda guerra mundial e até algum tempo após seu término (1939-1947) predominou de modo absoluto o cinema norte-americano, tendo Hollywood funcionado como atraente e poderosa máquina de moldagem dos gostos, das modas e das opiniões. Ao lado de bons filmes, grande volume de produções acostumou as massas à mediocridade musical, ao consumismo e à banalização da violência. Britânicos e norte-americanos apareciam como heróis. Espanhóis, mexicanos e franceses como figuras ridículas.

As rádios sofreram a invasão de produções fonográficas dos EUA, com alguma música autêntica desse país e a da Broadway. O grosso, porém, constituído de ritmos desagradáveis e ruidosos, associados a melodias cada vez mais pobres, o que há de pior nos EUA. Essa americanização, conducente à degradação, era incentivada por propinas aos disc-jockeys, patrocinadas pela USIS, a agência governamental de difusão dos EUA.

O efeito devastador já era grande, mas nada de comparável ao verificado especialmente a partir dos anos 50, quando começaram os festivais de rock e o recrudescimento das bandas cujo êxito comercial acompanha a selvageria dos ruídos e do comportamento cênico.

Passados alguns decênios de tais importações generalizou-se a deformação do senso artístico, o que leva hoje as pessoas a chamarem de música o que nada tem de musical: ritmos destruidores do equilíbrio energético das pessoas, ausência de melodia e de harmonia.

Não coincidentemente, outra fonte da contracultura é a Inglaterra, sede tradicional do império anglo-americano. Também a Holanda, antiga associada do poder britânico, foi centro propagador dos modos porcos e do niilismo dos hippies, beatniks etc.

Ou seja, para anular seus servidores, o sistema age de dois modos. Primeiro, promove distorções irreparáveis na estrutura econômica e social, e faz que os povos delas se esqueçam por meio de desgraças ainda maiores: guerras crescentemente devastadoras, à medida que as armas incorporam os avanços tecnológicos.

Segundo, aproveitando-se do desespero que tudo isso provoca, faz surgir e difundir modos de pensar niilistas e negadores da realidade. Assim, a máquina de comunicação social estimula a fuga, o falso refúgio nos vícios, a busca deliberada da autodegradação.

Isso se combina com o uso de drogas e a promoção, da promiscuidade sexual, das tatuagens e dos piercings a fim de acabar com a capacidade de distinguir entre o que preserva a vida - e as características do ser humano – e o que as destrói.

Voltando à música, um dos efeitos da segunda guerra mundial foi a virtual extinção das composições musicais populares e semi-eruditas em vários países europeus. Isso deu com a ocupação militar norte-americana, seguida da penetração econômica e política, também manipulada por Londres. Acabou assim, entre outras, a maravilhosa criatividade melódica que caracterizou a península itálica, ao longo de mais de dois milênios.

Sabe-se, desde Platão, que a música é elemento essencial da educação, pois esta não existe sem a componente da elevação espiritual. Os promotores do governo mundial totalitário percebem que seu objetivo só é possível, se anularem o discernimento das pessoas. Sabem também, com Aristóteles, que o hábito é uma segunda natureza. Por isso, não há modo mais eficiente de escravizar que fazer acreditar que qualquer coisa é a mesma coisa.

Adriano Benayon é Doutor em Economia. Autor de “Globalização versus Desenvolvimento”, editora Escrituras.

5 comentários:

Anônimo disse...

Muito bom! Vou ouvir Cantos Gregorianos enquanto faço faxina. Vou esquecer que estou na "merda" até depois do carnaval...

Anônimo disse...

série de 3 ótimos vídeos legendados
sobre a Nova Ordem Mundial:



http://www.youtube.com/watch?v=YninFRIujfo&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=ovrJhIKP4qc&NR=1

http://www.youtube.com/watch?v=xkug5awVsU0

Anônimo disse...

Os objetivos da NWO são:

1-redução da população do planeta em 2/3 até 2050

2-controle total sobre o que sobrar, e para isso servirá o socialismo. Os restantes serão confinados em cidades bem adensadas, com tudo bem controlado
(alimentação,educação,finanças,saúde,prole, atividades, longevidade, etc).
Interessa à NWO um mundo de imbecis e fracotes, e para isso são necessárias as dezenas de vacinas com mercúrio,
flúor na água, codex alimentarius, medicamentos que só tratam sintomas e trazem mais doenças, lavagem cerebral subliminar e neurolinguística pela tv, chemtrails, etc)

3-a elite da NWO é tecnológica, e está pelo menos 50 anos à frente.
A ciência, tecnologia e a medicina que temos hoje são controladas pela NWO,
que libera apenas o que lhe convém.
Em 1865, a partir da teoria original de Maxwell, já se sabia como extrair
energia ilimitada do vácuo quântico (veja em
http://www.cheniere.org/correspondence/030706.htm
http://www.cheniere.org/references/maxwell.htm)
Desde 1930 já se sabia que o câncer é uma infecção causada por fungos. Morrem anualmente 9 milhões de pessoas por câncer, mas à big pharma e big medica (integrantes da NWO)
interessam os 300 bilhões de dólares que os govêrnos mundiais gastam na "cura" do câncer (a quimioterapia, absurdamente cara, tem uma taxa de sucesso de 2% -dois por cento - em 5 anos de sobrevida dos pacientes).
A eterna desculpa é que a causa é genética, e um dia encontrarão a cura.

4-A NWO dispõe do dinheiro que quiser, porque o gera a partir do nada, empresta aos governos e
cobra juros. Os governantes, corruptos e servis, fazem o jôgo da oligarquia financeira, não sem receber, naturalmente, polpudas comissões.

5-o clima atípico do mundo atual não se deve ao "aquecimento por CO2", já bem desmoralizado, e sim aos ciclos normais do planeta, e ao emprego de armas escalares desde o final da década de
70, com o objetivo de gerar crises e estimular a política de contrôle global da atividade econômica.
(veja em www.cheniere.org, na pág 2)

6-A grande mídia está toda controlada e a serviço da NWO.
Além de desinformar e distorcer a realidade, tentam moldar
o comportamento social, e para isso precisam destruir os valores e a cultura atuais.
Ao que parece, nem mesmo as grandes instituições religiosas ocidentais escaparam da penetração e consequente envenenamento.

Anônimo disse...

LOURA MÁ:
Seu Jorge,
É muito triste constatar como o mal já está feito, lendo o que postou o "anonimo disse" logo no 1o. comentário sobre a matéria. Nossa POPULAÇÃO já está irremediavelmente perdida. Sem valores éticos, deseducados, despolitizados e aculturados, além de ateus. Tudo isso agravado pela "emancipação" feminina. Egoisticamente pessoas procriam e vão deixando os filhos sozinhos, com vizinhos, em creches ou arremedo delas. Assim, presas fáceis dos objetivos globais uma vez que os pais historicamente sempre estiveram ausentes da educação das crianças, ficando esta a cargo das mulheres. Mais que meio caminho andado para os projetos das elites globAIS.
PIOR PARA NÓS, os outros.
É o recado subliminar: Sobre GAIA apenas os poucos que estão no ápice da pirâmide. Aos demais, pobres mortais, resta o subsolo, sete palmos abaixo!

Anônimo disse...

Uma simples busca de resposta à uma simples pergunta pode decifrar muita coisa: Porque quaisquer referencias aos “Protocolos dos Sábios de Sião” são, terminantemente, proibidas em todas as redações jornalísticas?