segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Educação para a Repressão

Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Nadir Cabral

A gente comum não percebe o processo de implantação da cultura marxista nas escolas públicas do país, cujo objetivo é semelhante ao “Modelo nazista para a educação orientada para resultados”.

No Sul do país, um Promotor de Justiça tentou fazer face ao “movimento” de João Pedro Stédile e coibir nas escolas dos acampamentos “cartilhas” que ensinam táticas de guerrilhas para crianças, além de orientá-las nas ações de invasão de terras. O Promotor não obteve êxito, principalmente porque o tal “movimento”, dissimuladamente, não tem personalidade jurídica e os indivíduos do bando são, quando o são, processados individualmente. Mas, pasmem, há representantes do Judiciário brasileiro, premiando e se deixando fotografar ao lado do líder das invasões.

Contudo, a preocupação ultrapassa o que se ensina nesses campos de treinamento de guerrilheiros, ela adentra os portões escolares de todo o país e encontra as cabecinhas ingênuas e simples das crianças brasileiras, incapazes de censura, prontas para receberem o aprendizado doutrinário.

A desonestidade mesquinha e pensada de nossos “líderes” foi forjada nas cartilhas do revolucionário ateu Karl Marx. Como é difícil doutrinar pessoas mais velhas e experientes, o alvo a ser atingido é a criança.

A máxima “transforme o mundo por meio da transformação das crianças”, é ampla e ferozmente utilizada pelo Governo Federal. A líder da Liga dos Professores Nazistas, Hans Schemm orientava: “Aqueles que têm a juventude ao seu lado controlarão o futuro”; “Crie o cidadão de classe mundial”; “Crie um novo tipo de aluno”.

Essa trama de implantação de um regime comunista no país é velha e persistente, inicia-se por volta de 1935. O enredo obteve seu maior êxito após 1985, quando o Governo foi entregue aos civis.

O mais lamentável e digno de se fazer perder o sono, é a propaganda antimilitar que se faz durante todos esses anos, sem nenhuma resposta dessa Instituição indispensável a qualquer nação. Quando os dignos Generais ocuparam o cargo de Presidentes do Brasil, não aventaram para a necessidade de exposição honesta, das ações genocidas perpetradas pelos comunistas da Europa e da Ásia.

Quem hoje sabe que o “Ato Institucional n° 5”, foi editado em razão dos ataques terroristas que vitimaram dezenas de inocentes e de pessoas que nada tinham em comum com os revolucionários? Os terroristas de ontem, ocupam cargos de altíssima importância na Política Nacional de hoje e contribuem diretamente para o alijamento das liberdades individuais, por meio de uma educação a serviço de seus interesses menos louváveis.

A ”educação continuada” é mais uma demonstração da implantação desse modelo nazista no qual a criança e o adolescente sabem que podem cursar vários anos sem demonstrar qualquer desempenho intelectual, moral ou disciplinar, mas que no final receberá os seus certificados de aptidão para as próximas etapas. Resultado: analfabetos funcionais até nas escolas superiores.

O Estado, priorizando o tópico “educação para resultados”, programou direcionar o aluno para o primeiro emprego – “Programa Escola-Trabalho”, como fizeram os nazistas em tempo de quebra das Bolsas de Valores, 1929, antes da ascensão de Hitler ao poder em 1933, época de profundo desemprego na Alemanha.

A cartilha nazista do “Domínio da Aprendizagem", condiciona as crianças e jovens a abrir mão de sua individualidade, para cultivar o sentimento coletivista de servidores da sociedade. O indivíduo a serviço do Estado, subordinado às suas vontades e determinações, um “utilitário” da sociedade. A expressão “politicamente correto” surgiu na época de domínio nazista. Os professores de Munique eram orientados da seguinte forma: “De agora em diante não cabe a vocês decidir se algo é ou não verdadeiro, mas se é do interesse da revolução nacional-socialista”.

Não fazer uso da leitura é mais uma das orientações nazistas, cuja preocupação é definir resultados afetivos e não cognitivos. Parece que estamos falando do Brasil atual, onde o “conhecimento é publicamente condenado”, como na Alemanha de Hitler.

Invariavelmente estamos diante de um modelo de sociedade idêntico ao daquela época, cujo ataque ideológico aniquilou com a tradição do respeito hierárquico e autoridade familiar. "Apelou ao desejo da juventude de ser independente do mundo adulto e explorou o conflito de gerações e a tendência típica dos jovens de desafiarem as figuras de autoridade, sejam pais ou professores”.

Desorientar os jovens por meio de “ações chocantes”, como por exemplo, educação sexual, onde os “educadores” se valem de enormes órgãos genitais masculinos para ensinar as crianças a colocar o preservativo. No Maranhão, o Governo do Estado autorizou testes de AIDS em menores de idade, diga-se, crianças, sem a autorização dos pais, uma afronta à Constituição Federal, artigo 226, § 7º.

Tudo isto tem um significado incontestável: o (des)Governo e seu séquito, objetiva aniquilar a Lei Maior do país e implantar a “lei” totalitária do coletivismo da nova ordem mundial. Eles silenciaram a oposição, como também prevê a cartilha de Hitler. O Brasil não possui “direita”, a única direita que existiu, foi quando os Militares assumiram e se empenharam em desenvolver nos brasileiros espírito de patriotismo e de cidadania.

Certa vez, exaltada, indignada por tudo o que vem acontecendo questionei um amigo: - Bem, se à época do Regime Militar, alguns jornais brasileiros não publicavam notícias “censuradas” pelos Militares, e, ao invés disso, publicavam receitas de bolos, porque os Generais não “pagaram” para que fossem publicadas as verdades ocultas, a agenda oculta dos revolucionários em todo o mundo?

Eis a resposta: - “Imagino que não pagaram porque a formação militar é muito específica: estratégias de defesa, engenharia, informação, segurança, armamento. O”inteligente”? = Golbery... da estratégia para a segurança nacional, criador do SNI, defensor da tolerância aos marxistas nas escolas superiores... O único que tinha sensibilidade filosofia, política, humanidades, era o Castelo Branco. O resto desprezava tudo isto. O Figueiredo gostava de cavalos. O Costa e Silva de jogar nos cavalos, o Médici gostava mesmo era de futebol. Eram pessoas comuns, gente honesta, sem os vícios da política.”

“E foi bem por isso que não pagaram aos jornais. Também por alheamento, desconhecimento ou desprezo dos estudos de psicologia aplicada do Bernays, depois dos Tavistock... acho que consideravam isso “frescura” de gringo. Não pagaram por ética e por uma repulsa ao que considerariam corrupção, uma repulsa característica dos governantes militares, devido a sua formação na caserna e desprezo às práticas políticas tradicionais dos oligarcas.”

Então, caros leitores, o momento da reflexão já passou. Temos de agir em defesa de nossas crianças e jovens, da propriedade e da liberdade. Conheço um indivíduo que em um dos momentos da História do Brasil, foi estudante primário e que teve uma coleguinha de sala que disse: “a fazenda de seu fulano será do meu pai (operário) se o Brizola ganhar as eleições”.

Preocupante, não?

Fonte: O Modelo Nazista Para a Educação Orientada Para Resultados - Autora: Berit Kjos.

Nadir Cabral é Professora Universitária.

4 comentários:

Anônimo disse...

O MST é uma milícia ou exército paramilitar do Partido dos Trabalhadores e não há milícias ou exércitos paramilitares no mundo com CGC ou Inscrição Estadual, muito menos registro em cartório civil.

Portanto, não há que se falar que para reprimir uma milícia se deva antes esperar que ela faça seu registro oficial. Honduras nos deu um exemplo sério de como reprimir aqueles que porventura ousam ir contra a Constituição de um país. O resto é pura conversa fiada.

Anônimo disse...

Congratulações a esta Professora. Agora entendo melhor o susto que levei com os livros dos meus filhos. É confortador saber que ainda existem mestres atentos e motivados no combate ao comunismo.
João Bosco dos Santos, São Vicente.

Anônimo disse...

Brilhante artigo que demonstra claramente a linha neo-facista/nazista do PT. Como já é sabido, o PARTIDO Nacional Socialista DOS TRABALHADORES alemães é filho bastardo do PC russo. No fim, os nazistas só foram chamados de "di direita" porque queriam parte do território russo. E só.

Blog do Itamaracá disse...

Mandou bem,professora!

Faltou dizer,infelizmente,quando começou a tal de 'educação continuada'(como se toda ela não fosse exatamente assim,contínua e continuada...).
A expressão "educação continuada",com o sentido que quer passar hoje em dia,nada mais é do que outro nome para 'avanço progressivo',que virou 'promoção automática', e que teve origem numa malfadada lei de nº5692/71.

Vivi,como aluna, os horrores de sua implantação,que algumas escolas mais resistentes tentaram adiar praticando a reprovação à moda antiga,fazendo vistas grossas à lei,sendo correspondidas nesse 'descuido' pelo sistema oficial que só mandava aprovar aluno inepto e inapto se houvesse muita reclamação dos pais.Assim,quando eram acionadas,tanto as Secretarias de Educação,como as suas regionais,com aval do MEC,pressionavam para que a promoção automática se efetivasse.
Ou pela maquiagem aplicadas às avaliações com as intermináveis recuperações[verdadeira praga nas escolas de hoje,que não são nem mais bimestrais,mas prova a prova,atividade a atividade],ou pela simples alterações das notas/conceitos,fazendo pressão em cima dos professores durante os tais conselhos de classe,verdadeiros centros cirúrgicos onde o que mais se faz é dar pontos.Em colégios privados as recuperações eram verdadeiras máquinas de fazer dinheiro,pois cada dependência era cobrada fora da mensalidade...Fazia dinheiro e milagres,já que em menos de duas semanas se aprendia tudo que não aprendera em um ano...

Tanto lá atrás em 71,como agora,o motor da aprovação automática,do avanço progressivo,da educação continuada,era e é evitar o represamento de repetentes lotando turmas,forçando aumento do número de salas,de professores,etc.
A ordem era e ainda é:manda pra frente mesmo sem saber nada,sem aprender.Não pode aluno ficar em descompasso idade/série.Não pode ter repetentes contumazes,alguns com 15 anos na quinta série,por exemplo.Transferem a culpa pela repetência pras costas dos professores,como se estes fossem carrascos que adoram repetir os anjinhos,gênios,por sadismo, quando quem conhece sala de aula,trabalha de maneira profissional e séria,sabe muito bem que muitos não aprendem porque não querem,porque são avessos ao trabalho intelectual,porque detestam sentar a bunda numa cadeira e ler,pensar,refletir,raciocinar.
Querem tudo pronto,mastigado,regado a muita atividade "lúdica".
O modelo gerou o que temos por aí fracassando nos tais exames de qualidade...São os filhos e netos das gerações usadas como cobaias nas experiências pedagógicas,do uso populista da Educação por pilantras que não cansam de arrotar o mantra "toda criança na escola";verdadeiros crechões,onde queimar pestanas,doer a cabeça de tanto estudar,aprender,são meros efeitos colaterais.O principal e ter lugar para empilhar gente,com alguma ração diária,algumas "tias" tomando conta enquanto os pais 'trabalham'.Dito assim,nem parece que há desemprego...todo mundo trabalhando e largando filhos nas escolas,se possível 365 dias por ano.

Se serve de consolo, o modelo não é jabuticaba tipicamente brasileira. A Educação,do ponto de vista do viés "escolaridade"( que é só uma parte da Educação),está podre e seguindo a mesma receita de fracasso em muitos países.Poucos países escapam,talvez a Coréia do Sul,com forte tradição de hierarquia e respeito aos mestres.Na Europa,em maior ou menor grau,a escolas que viraram zonas estão por todo lado:de Portugal até a tão decantada Finlândia que tão citada é como modelo que causa espanto não produzir nem 10% do que produzem os EEUU[ a parte que deu certo...] ou Japão.

Em matéria de empenho para afundar a Educação, ou o pouco de qualidade que se via até 1971, o presente não fica devendo nada ao passado.São siameses no fracasso.