sábado, 22 de maio de 2010

Cultura da Violência

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Arlindo Montenegro

A manutenção do poder está sedimentada sobre tumbas e valas comuns. A disputa encarniçada dos coletivistas, cada vez mais agressivos, exige a defesa encarniçada dos individualistas, que são naturalmente humanistas e descartam a obediência cega ao poder político. Por isto, os coletivistas da nova ordem mundial querem que sejam banidos da face da terra e aplicam a propaganda massiva para subordinar as boiadas desinformadas.

Sem contemplar neste momento os lances guerreiros e políticos no Afeganistão, Irã, Iraque, Oriente Médio, África, Europa ou América do norte, passeamos pelas Américas pobres. Sem lembrar os soviéticos matando com um tiro na nuca mais de 20 mil integrantes do exército e elite polonesa na floresta de Katyn... sem referir a perseguição aos cristãos e o império das drogas e utilização das técnicas de hipnose massiva em engenharia social... refiro o chão de cada dia.

Notícias mais recentes, colhidas na imprensa internacional, informam que na Sexta Feira, 15 de Maio, uma patrulha do Exército Colombiano protegia uma estrada que atravessa a mata, no Município de Choco, a 16 km da cidade de Quibdó, no noroeste do país.

De repente, os guerrilheiros das Farc atacaram a patrulha e deixaram 4 mortos e 7 feridos. O objetivo é boicotar as eleições que estão marcadas para o próximo dia 30 de Maio. Eles costumam espalhar minas, que resultam em amputações ou morte de civis e militares. No Sábado dinamitaram torres de transmissão e deixaram o município de Toledo sem energia. E no Domingo mataram mais dois policias, em emboscadas. Na Quarta-feira, 19 mais 6 militares mortos...

Guerras e guerrilhas, extermínio de populações que os comunistas e nazistas marcaram para morrer, milhares de vítimas do narcotráfico nas nossas cidades, comércio infame que mantém as finanças das Farc e seus sócios bolivianos, venezuelanos, cubanos, paraguaios, brasileiros – tudo resulta em funerais, orfandade e dor. Entre nós são mortos mais de 50 mil por ano. Sem pensar, sem agir, caminhamos, pisamos sobre os cadáveres dos antepassados.

Pena que a população brasileira não saiba, não entenda, não seja bem informada, sobre o viés da ideologia marxista presente em todos estes cenários de morte. Autoridades do governo colombiano já afirmam sobre atuação das Farc na amazônia, em território brasileiro. Mas neste governo, - a ministra candidata e os assessores mais próximos do presidente bom moço, que nada sabe, - todos têm as Farc como amigos íntimos e defendem o que há de pior entre os ditadores totalitários do planeta.

Na Argentina as eleições estão marcadas para 2011, mas as táticas para isolar os opositores da dona Cristina, já foram ativadas. O postulante do PRO, o milionário Mauricio Macri, que foi presidente do Boca Juniors e também Prefeito de Buenos Aires, está sendo acusado de “participar de uma associação ilícita” com a Polícia da capital, para fazer escutas telefônicas.

No milionário negócio das drogas, depois dos empresários das Farc que já atuam no Brasil desde o tempo em que a galinha tinha dentes – a polícia federal só veio a “saber” na semana passada – temos a vizinhança do Peru e da Bolívia, o terceiro produtor mundial de folhas de coca, matéria-prima da cocaína e também, junto com o Paraguai, figurando entre os maiores produtores mundiais de maconha.

Tudo começou com os Castro a serviço das políticas da ex União Soviética, distribuindo as drogas na Américas para quebrantar a moral ocidental cristã. A mais antiga ditadura do planeta, nega a manutenção de prisioneiros políticos, não obstante as damas de branco e zilhões de testemunhos.

O parlamento europeu acaba de fixar uma “posição comum” com os EUA, exigindo que Cuba observe e restaure os direitos e garantias individuais próprios de uma democracia. A resposta vem na bucha: “Cuba é um país soberano e não reconhece nenhuma moral na União Europeia para tratar questões de Direitos Humanos em Cuba.”

É neste clima que o boliviano Morales enfrenta uma greve geral da Central Operária Boliviana, por melhores salários, declarando que a greve contra os salários miseráveis “e contra revolução inspirada pelas ditaduras neoliberais que confundem os trabalhadores” e o vice presidente diz “é coisa da direita e não duvido que por trás estejam funcionários da embaixada norte americana”

O filme se repete, a miséria cubana se espalha, na esteira das políticas de estado marxista que interfere nos ciclos naturais, anula as liberdades individuais e à medida que controla todos os setores aumenta a pobreza e a frustração diante das promessas não cumpridas.

Esta gente não trabalha com programas racionais e sim com experiências improdutivas e demagógicas. Quando enfrentam oposições bem organizadas, começam a cortar cabeças, promovendo os que afirmam posições ideológicas mais radicais e autoritárias, no caminho do totalitarismo.

Esta gente repete, segue, idolatra Marx, Lenin, Stalin, o Trotsky que Stalin mandou matar, Mao Tsé Tung, Kim Il Sung da Coréia e seu filho e sucessor Kim Il Jong. Segue e idolatra os assassinos Guevara e Castro, que aconselham a matar e aterrorizar. Aconselham a fechar o cerco e ensinam a quebrantar toda resistência de críticas dos trabalhadores, da elite intelectual e principalmente da imprensa independente. O exemplo está na Venezuela. Os exemplos estão no Brasil.

Arlindo Montenegro é Apicultor.

3 comentários:

jânio disse...

Bom texto. Mas para não repetir um verbo marcante como 'quebrantar', na última frase poderia ser substituído por 'vencer', por exemplo.

CESAR PINTO disse...

O Brasil devagarsinho, foi embarcando no CANTO DA SEREIA dos
paises do primeiro MUNDO.
Primeiro permitindo que os narco- traficantes envadissem o nosso território pelas nossas fronteiras desprotegidas, por culpa dos nossos governantes que permitiram o esvasiamento das nossas FORÇAS ARMADAS por anos consecultivos.
Dessa forma os traficantes, com as
fronteiras desprotegidas, passaram a traçar as suas rotas pelo território brasileiro. Parte da
carga de tóxico fica no Brasil, parte vai para os Paises do primeiro mundo.
Em 1992, quando no comando do 9.BPM da PMERJ, tentei alertar por carta registrada ao Sr. Presidente da República, Exmo Sr.Itamar Franco, que o Rio de Janeiro estava atravessando uma GUERRA CIVIL velada, entre a POLICIA MILITAR e os traficantes que tomaram a força os morros da cidade e as comunidades carentes (favelas). Fazendo refens todos os moradores daquelas comunidades.
As armas, contrabandeadas e infiltradas, de grande poder de fogo, passaram a fazer parte do cotidiano daquelas comunidades, constrangendo e intimidando ainda mais os moradores.

A POLICIA MILITAR, até aquela data cumpria a sua MISSÃO PRECÍPUA de
POLICIA OSTENSIVA PREVENTIVA, desde a sua criação.
Para combater poder constituido dos narco-traficantes, os nossos Governantes, tiveram a BRILHANTE IDÉIA de modificar a revelia do que consta no ESTATUDO DA POLICIA MILITAR, a Missão precípua, de OSTENSIVA PREVENTIVA para OSTENSIVA REPRESSIVA, sem nenhuma consulta, nem estudos sobre as consequências que poderiam advir, para essa população carente e tambem para tôda a população do estado.
A SEDE DE PODER de nossos governantes e políticos, esta nos levando a abraçar a CULTURA DA VIOLÊNCIA do primeiro mundo.
Ao colocar um efetivo ativo de 35mil homens, armados e preparados para desenvolver um policiamento ostensivo preventivo eficiente e de uma hora para outra transforma-los, em combatentes, com utilização de armas sofisticadas e preparadas para guerra e burrice, incopetência, ou no mínimo conivência com aqueles que ganham com a industria da violência.
Hoje a GUERRA CIVIL que antes era velada, com entrada de 35.ooo homens da POLICIA MILITAR, passou a ser aberta e não chegará a lugar algum.
O confronto aberto dos nossos POLICIAIS MILITARES E CIVIS só beneficia os detratores da patria e aqueles que se locupletam da Industria da violência.
Sòmente o MILITAR eleito pelo povo poderá mudar o quadro atual da DEMOCRACIA no BRASIL.
O BRIGADEIRO ERCIO BRAGA, EX-PRESIDENTE DO CLUBE DA AERONAUTICA E UM DELES O OUTRO É O GENERAL AUGUSTO HELENO.
ASS. Cesar Pinto Cel

A. Rosa Neto, desempregado disse...

Aí está Cel. Cesar Pinto, estamos divididos, os brasileiros, por um viés ideológico no poder que obedece e põe em prática as leis do internacionalismo.
Como chegaram ali? Utilizando uma poderosa máquina de propaganda, agindo nas escolas, mudando a história, esquecendo que a soberania de uma nação depende em primeiro lugar de sua defesa.
No passado, relaxamos a força imaginando poder construir uma democracia acima das diferenças ideológicas. É o mesmo que querer unir água com óleo. Na agitação parece que estão unidos. No repouso se separam. A anistia não foi esta tentativa?
No mundo globalizado parece que não temos como superar o que nos divide, o que nos separa: coletivistas e conservadores são como água e óleo.
Eles estão agindo e preservando o ambiente de terror que lhes interessa. O medo, a ameaça, a corrupção, são suas armas para manter o poder.
Nós, continuamos buscando a fórmula humana.