sábado, 1 de maio de 2010

A trajetória e o horror do crack

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Archimedes Marques


Os fatos criminosos, as conseqüências horripilantes na área social e familiar e o sortilégio causado ao usuário do crack, comprovam que essa droga, sem sombras de dúvidas, é mais perigosa do que todas as outras juntas.

De poder avassalador e sobrenatural, o crack sempre vicia o usuário quando do seu primeiro experimento e o que vem depois é a tragédia certa. Crack e desgraça são indissociáveis e quase palavras sinônimas. O crack é a verdadeira degradação humana.

Há alguns anos atrás, quando o crack foi introduzido no Brasil, em especial em São Paulo, seu uso estava praticamente restrito a classe paupérrima da nossa sociedade devido ao seu baixo custo de venda, começando assim a sua trajetória com os moradores de rua que eram viciados em álcool, maconha ou em cheirar cola e que assim viam naquela nova e poderosa droga mais barata e acessível, a pretensa solução para resolver ou para esquecer dos seus problemas.

Na época as autoridades constituídas viviam as ilusões de que esse subproduto da cocaína não sairia do consumo dos mendigos, dos pobres, dos desafortunados e dos desgraçados, por isso pouco se importavam com a problemática, contudo, o seu consumo rompeu esse quadrilátero, conquistou as demais classes sociais, expandindo-se rapidamente, virando uma epidemia nacional e aí, diante do clamor público, o Estado passou a correr atrás do prejuízo.

A dimensão da tragédia é difundida nos diversos Estados da Nação através de reportagens jornalísticas que comprovam o retrato devastador em todos os lugares possíveis e imagináveis aonde chegou o filho mortal da cocaína. O crack invadiu grandes e pequenas cidades, periferias e lugares de baixa a alta classe social, municípios, povoados, zona rural e já chegou até às aldeias indígenas.

O fracasso da política antidrogas do governo federal é estampado nos quatro cantos do Brasil. A cada reportagem televisiva assistimos atônitos pessoas adultas, jovens, adolescentes e crianças consumindo o crack, deitados no chão das praças, das calçadas, debaixo dos viadutos, das marquises, sem se incomodarem com nada ou mesmo correndo em desespero, vivendo aquele mundo imaginário, sem perspectiva de vida alguma.

Meninos e meninas na flor da idade se prostituem até por 1 real e praticam qualquer ato ou tipo de crime possível em busca do crack. Famílias inteiras se desesperam vendo os seus entes queridos buscando o fundo do poço pelo crack.

O crack trás a morte em vida do seu usuário, arruína a vida dos seus familiares e vai deixando rastros de lágrimas, sangue e crimes de toda espécie na sua trajetória maligna. Assistimos recentemente com imensa tristeza e pesar uma reportagem mostrada na TV Record em que crianças recém nascidas de mães viciadas em crack, são também barbaramente atingidas pelos efeitos nefastos da droga.

Nascem como se viciadas fossem, com crises de abstinências, com compulsão à droga, tremores, calafrios e com problemas físicos diversos, principalmente com lesões no cérebro que provavelmente os levarão às demências ou a outros tipos de problemas inerentes, ou seja, uma nova geração de vítimas do crack sem sequer ter consumido a droga por vontade própria. A maioria das mães drogadas também perdem o instinto materno e terminam doando os seus filhos debilitados.

Ao contrário da maioria das drogas, o crack não tem origem ligada a fins medicinais, muito pelo contrário, ele nasceu para alterar o estado mental do usuário, para viciá-lo de maneira sobrenatural e para aniquilar todos os seus órgãos, levando-o a uma morte breve, mas sofrível para si e para todos que o cercam.

A cocaína gerou o crack para terminar de arrasar as diversas gerações que dele buscam sensações diferentes, mas que não imaginam que na verdade caminham para a desgraça absoluta. Achando pouco os efeitos insanos da droga mãe, o homem adicionou ao lixo do processo da sua fabricação, alguns produtos químicos altamente nocivos e perigosíssimos para a saúde humana para depois repassá-la ao seu semelhante como passaporte para a morte.

Absurdamente são adicionados à borra da cocaína para compor uma fórmula maligna e cruel, a amônia que é usada em produtos de limpeza, o ácido sulfúrico que é altamente corrosivo e usado em baterias automotivas, querosene, gasolina ou outro tipo de solvente que é para dar a combustão ao produto e, para render aumentando a sua lucratividade, a cal virgem, ou cal viva que também é tóxica e usada em construções ou plantações, que ao serem misturados e manipulados se transformam numa pasta endurecida de cor branca caramelizada onde se concentra mais ou menos 40% a 50% de cocaína. Assim nasceu o crack para o bem do traficante, para o mal da sociedade e para o horror da humanidade.

A fumaça altamente tóxica do crack é rapidamente absorvida pela mucosa pulmonar excitando o sistema nervoso, causando euforia e aumento de energia ao usuário, com isso advém, a diminuição do sono e do apetite com a conseqüente perda de peso bastante expressiva. Logo o usuário sente a aceleração ou diminuição do ritmo cardíaco, dilação da pupila e a elevação ou diminuição da pressão sanguínea, ou seja, uma transformação total da sua normalidade física.

Com o tempo o crack causa destruição de neurônios e provoca ao seu usuário a degeneração dos músculos do seu corpo, conhecida na medicina como rabdomiólise, o que dá aquela aparência esquelética ao indivíduo, ou seja, ossos da face salientes, pernas e braços finos e costelas aparentes.

O usuário do crack pode ter convulsão e como conseqüência desse fato, pode levá-lo a uma parada respiratória, coma ou parada cardíaca e enfim, a morte. Além disso, para o debilitado e esquelético sobrevivente seu declínio físico é assolador, como infarto, dano cerebral, doença hepática e pulmonar, hipertensão, acidente vascular cerebral (AVC), câncer de garganta e traquéia, além da perda dos seus dentes, pois o ácido sulfúrico que faz parte da composição química do crack assim trata de furar, corroer e destruir a sua dentição.

O crack vai destruindo o seu usuário em vida ao ponto dele perder o contato com o mundo externo, se tornando uma espécie de zumbi, ou morto-vivo, movido pela compulsão à droga que é intensa e intermitente. Como os efeitos alucinógenos têm curta duração, o usuário dela faz uso com muita freqüência e a sua vida passa a ser somente em função da droga.

Ainda não existem estatísticas oficiais nos Estados brasileiros que venham a comprovar o rastro da devassidão e desgraça causada pelo crack, entretanto já se comentam que as vítimas fatais mensais superam em dobro as vítimas de acidentes de trânsito, e em assim sendo, considerando que o Brasil sempre está nas primeiras colocações em mortes de transito no contexto mundial, conclui-se, portanto, que estamos caminhando para o caos absoluto por conta dessa droga.

Pelas matérias jornalísticas observa-se que o Estado do Rio Grande do Sul é o mais atingido pela tragédia do crack. Segundo o Jornal Zero Hora, há cinco usuários de crack para cada grupo de mil gaúchos, enquanto que é previsto para até o final do ano de 2012, apesar da grande taxa de mortalidade, que essa população de zumbis alcance o número de 300 mil componentes.

Já aqui no nordeste, mais de perto em Salvador, capital da Bahia, é fato em notícia que 80% das pessoas com idade entre 12 a 25 anos que vem a óbito são egressos do crack e morrem do crack ou pelo crack.

A dificuldade que o dependente do crack tem ao querer deixar o seu consumo também é imensa e requer uma força de vontade fora do comum, diferente do que acontece com os usuários das outras drogas.

A Universidade Federal de São Paulo atestou uma pesquisa que acompanhou a trajetória de 131 usuários de crack após 12 anos da saída dos mesmos de um hospital de tratamento, chegando a seguinte conclusão: Apenas 33% se recuperaram e venceram a droga, enquanto que 67% foram derrotados, e desse número, 17% continuavam dependentes, 20% desapareceram, 10% estavam presos e 20% foram mortos em decorrência do mal da droga ou assassinados por conta dela.

Conclui-se assim que estamos caminhando para uma espécie de genocídio, ou seja, morte em massa decorrente de ações de uma causa só, conforme previu o traficante colombiano Carlos Lehder Rivas, preso e condenado nos Estados Unidos da América em 1985, ao afirmar naquela data que o crack seria a terceira bomba atômica a ser lançada contra a humanidade e que iriam morrer mais pessoas do que todas as guerras mundiais juntas.

Correndo contra o tempo o Ministério da Saúde lançou um Programa emergencial em junho de 2009 que prevê investimentos na ordem de 118 milhões de reais até o fim de 2010, com proposta de aumentar o número de leitos e de profissionais dedicados à saúde mental, assim como, de instalações de novos núcleos de apoio à saúde da família e centros de atenção psicossocial, entretanto, essa verba, mostra-se pequena para a extensão da gravidade do problema.

Enquanto isso, milhares de pessoas no Brasil ingressam na Justiça com ações contra o Estado pleiteando direito à indenização ou ao tratamento adequado em clínicas particulares para os seus familiares viciados que estão vivendo o drama do crack. Nesse sentido o Estado de Sergipe é exemplo nacional através do Juiz de Direito da Comarca de São Cristóvão, Manoel Costa Neto, que além de desenvolver um trabalho de conscientização contra os riscos do uso dessa droga.

Vem decidindo em sentenças justas e humanitárias, através das ações individuais apoiadas pelo Ministério Público e posteriormente por conta de uma Ação Civil Pública ingressada pela Defensoria Pública, que todo aquele dependente químico, principalmente do crack, que reside dentro da circunscrição daquele município, já pode ter do Governo a compensação no seu tratamento, ou seja, o Estado está sendo obrigado a arcar com as despesas dos drogados em clínicas particulares.

O crime organizado continua investindo pesado do tráfico de drogas. Muita cumplicidade perversa promove e mantém o crack no seio da nossa sociedade. Tudo prolifera e floresce com muito arranjo sinistro. A política de repressão ao tráfico não esta sendo suficiente para conter o avanço do crack. A Polícia, apesar de todos os esforços empreendidos, com prisões e apreensões diariamente de muitos traficantes e de grandes quantidades de crack, não é forte o bastante para vencer essa batalha.

Assistimos também desolados, jovens e crianças abandonando as escolas e recrutados pelo tráfico em troca do crack e algumas migalhas em dinheiro. O documentário apresentado pela Rede Globo no programa Fantástico no ano de 2006 denominado “Falcão - meninos de tráfico” comprovou essa triste realidade brasileira. Durante as gravações, 16 dos 17 meninos “falcões” entrevistados morreram, sendo 14 em apenas três meses, vítimas da violência na qual estavam inseridos.

Por sua vez, apesar de tudo isso, apesar dessa realidade brutal e com perspectivas de piorar ainda mais a sua problemática, sentimos o poder público ainda meio tímido, sem verdadeira vontade política para debelar tal situação.

O Estado tem a obrigação de investir em massa não só na área curativa do mal, mas também na repressão e principalmente na prevenção que é a raiz da problemática, elaborando projetos que efetivamente influenciem os nossos jovens a nunca experimentar droga alguma, em especial o crack, ou então teremos taxas de mortalidade inaceitáveis com o suposto genocídio em ação, tragédias familiares e sociais no extremo, além do aumento geométrico da criminalidade, destarte para os crimes de furto, roubo, homicídio e latrocínio por conta dessa droga avassaladora.

Aliados a tais medidas governamentais é preciso também da conscientização popular principalmente na área da educação. Dentre as formas de prevenir está a questão de se oferecer atividades escolares extracurriculares que despertem mais atenção dos estudantes, além de um convívio mais profundo e dialogado entre alunos com professores, psicólogos e especialistas, assim como, entre pais e filhos, para enfim, lutarmos com todas as forças possíveis contra essa epidemia.

Não podemos achar que a polícia e a medicina resolverão os problemas, que, muitas vezes, se iniciam nos lares, escolas, festas, shopings center e outros lugares de convivência social, principalmente dos jovens, mais expostos, por vários motivos, à atração do mundo das drogas.

Archimedes Marques, Delegado de Policia, tem Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Publica pela Universidade Federal de Sergipe) archimedes-marques@bol.com.br

12 comentários:

Anônimo disse...

Caro Serrão.
".Rio - Justiça garante realização da Marcha da Maconha. De Jacqueline Costa, de O Globo:

A Justiça garantiu a realização da Marcha da Maconha, que acontecerá neste sábado, a partir das 15h. O juiz Luis Gustavo Grandinetti, do 4º Juizado Especial Criminal (Leblon), concedeu habeas-corpus em nome de um dos organizadores da manifestação, o sociólogo Renato Cinco, autorizando o evento.

A determinação judicial é extensiva a todos os participantes. A decisão, porém, deixa claro que ninguém pode usar ou incentivar o uso da maconha. Será a sexta edição da marcha, que acontece desde 2002.".
Pode?!

Anônimo disse...

Serrão,

O artigo do Archimedes Marques, sobre o crak é muito bem escrito, e demonstra que o autor conhece, tecnicamente, o poder destrutivo desta droga. Parabéns a ele.

Porém, enquanto o "Anônimo", das 06:04 AM, comentou sobre a "Marcha da maconha", eu te envio, em duas postagens (pois não cabe em apenas uma), alguns, digamos "comentários", coligidos aqui mesmo na Internet, sobre outro tipo de "droga", que não nos corrói apenas o cérebro, que fica a imaginar como isso é possível, mas, também, nos afeta o bolso, visto que o nosso suado "dinheirinho" pago pelos inaceitáveis impostos (como o IR, que acabou de encerrar o envio das famigeradas "Declarações"). Assim, segue, abaixo, um texto (que intitulei "O 'Jeitinho PT'". Até me atrevo sugerir que desenvolvas um dos teus excelentes artigos sobre o tema.

Receba um abraço fraterno do amigo

Roberto Santiago


***********************************

O “Jeitinho PT”

No Brasil, uma nova maneira de governar foi criada. Em Brasília, há passe livre para os egressos dos movimentos sindicais, principalmente se forem ligados ao PT. Para essas pessoas parece que as portas são mais largas e os caminhos menos sinuosos. Criou-se na capital federal a casta dos integrantes da República sindical brasileira. 'Nunca antes na historia desse País' tantos ex-dirigentes sindicais ocuparam postos chaves no destino da Nação Brasileira. É sobre essas pessoas, o que faziam e o que estão fazendo agora que nós iremos “falar”.

Jair Meneguelli - torneiro mecânico e ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC? Alguém lembra dele? Pois bem, ele sumiu. Fomos procurá-lo. Sabe onde o encontramos? Hoje ele se encontra em Brasília. É Presidente do Conselho Nacional do Sesi e comanda um orçamento de R$ 34.000.000,00. Salário atual: R$ 25.000,00. Salário anterior (no tempo de sindicalista “pobre”) R$ 1.671,61.

Heiguiberto Navarro - ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Encontramos também. Sabe onde? Em Brasília. Sabe o que ele faz hoje? É “assessor” do Secretário Nacional de Estudos e Políticas da Presidência da República. Gostaram do nome? Salário atual: R$ 6.396,00. É ele quem articula os eventos do Presidente Lula quando ocorrem fora do Palácio do Planalto. Recordando, ele é ferramenteiro e na época tinha um salário de R$ 1.671,61.

João Vacari Neto - bancário, ex-presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Também o encontramos. Adivinhe onde? Brasília? Certa a resposta! O que ele “faz” atualmente? É membro do Conselho Nacional de Itaipu. Ajuda a decidir sobre a alocação do orçamento de Itaipu, cerca de R$ 4.500.000.000, 00. Salário R$ 13.000,00. Antes o seu salário era de R$ 4.909,20.

Paulo Okamoto, aquele que pagava (ou ainda paga?) dívidas do Lula – fresador, ex-tesoureiro da CUT. Está sumido do noticiário, mas nós o encontramos. Sabe onde? Em Brasília? Certa a resposta! O que ele faz hoje? Presidente do SEBRAE. Salário R$ 25.000,00. Comanda um orçamento de R$1.800.000.000,00. Salário anterior, quando era “pobre”: R$ 1.671,61.

(continua)

Anônimo disse...

Primeiramente é preciso agradecer ao Dr. Delegado Archimedes e ao Blog do Serrão, por trazer a nós, leitores atentos e preocupados com os problemas da nossa sociedade, matérias tão contundentes e indispensáveis como esta que nos alerta e informa sobre o crack.

Quando o teórico Karl Marx disse que a igreja (religião) era o ópio do povo, mal supunha o grande pensador, que o grande inimigo na opinião dele, era um nada em relação as drogas que estão devastando a nossa sociedade nos dias atuais.
Hoje já dá para concluir com relativa facilidade e certeza, que somos capazes de inventar e aprimorar com o tempo, verdadeiros ópios do povo. Tudo observado e com a discreta complacência dos nossos poderes constituídos.

Recordo-me do belíssimo poema I Juca Pirama, de Gonçalves Dias, na estrofe que diz:
Não chores, meu filho não chores
A vida é luta renhida, viver é lutar
A vida é um combate, que aos fracos abate
Aos fortes, aos bravos, só pode exaltar...

Lendo a matéria do Dr. Delegado Archimedes , tenho a sensação que somos todos fracos diante desta droga...

Anônimo disse...

(continuação)

O "Jeitinho PT"

Luis Marinho - pintor de veículos - ex-presidente da CUT. Lembram dele? Um doce para quem disser onde fomos encontrá-lo. Em Brasília? Certa a resposta. Estou devendo um doce para milhões de pessoas. O que é que ele está fazendo? Virou Ministro da Previdência Social. Salário R$ 8.363,80. Comanda um orçamento de R$ 191.000.000. 000,00. Anteriormente o seu salário era de R$ 1.620,40.

Wilson Santarosa - operador de transferência e estocagem, presidente do Sindicato dos Petroleiros de Campinas. Está no Rio de Janeiro. É “gerente de comunicação” da Petrobrás e “membro”(??) do Conselho Deliberativo da Petros. Salário atual R$ 39.000,00 comanda um orçamento de R$ 250.000.000, 00. Seu salário anterior era de R$ 3.590,90 (que pulo!!!).

João Antonio Felício - professor de Desenho e História da Arte e ex-presidente da CUT. É outro que está no Rio de Janeiro. É atualmente “membro”(??) do Conselho do BNDES, salário R$ 3.600,00 por reunião da qual participa, com direito a transporte, hospedagem mais ajuda de custo. É um dos responsáveis pela aprovação do orçamento do BNDES de R$ 65.000.000.000, 00. Tem sob sua responsabilidade opinar sobre sua destinação e acompanhar a execução. Salário anterior R$ 1.590,00.

Sergio Rosa - escriturário e ex-presidente da Confederação Nacional dos Bancários. Também se encontra em Brasília. É atual presidente do Previ, Fundo de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. Salário atual de R$ 15.000,00 (Só isso??, Será, mesmo???). Comanda um orçamento de cerca de R$ 106.000.000, 00. Salário anterior R$ 4.500,00.

José Eduardo Dutra - geólogo, ex-presidente do Sindiminas de Sergipe, atual Sindipetro. Hoje, “graças a Deus”, se encontra em Brasília, onde é presidente da BR Distribuidora, com um “mísero” salário de, “apenas”, R$ 44.000,00 (Ufa!!!!!!). Comandará, entre 2008 a 2012, um orçamento de R$ 2.600.000.000,00. Seu salário anterior era de R$10.000,00

Wagner Pinheiros - analista de investimentos. Diretor da Federação dos Bancários de São Paulo. É outro que faz parte da Nova República. É presidente da Petros, Fundo de Pensão dos Funcionários da Petrobrás. Salário atual “apenas” R$ 44.000,00 (Ufa, Ufa!!!!!). Comanda um patrimônio de R$ 32.400.000.000, 00. Seu salário anterior, quando era “pobre”: R$ 5.232,29. É bom frisar que o salário anterior era o salário percebido como dirigente sindical.

E que qualificações essas pessoas têm???
Isto para citar “apenas” alguns dos favorecidos dentre os mais de 100.000 cargos criados para abrigar os “cumpanhêros”, pagos com nosso suado dinheirinho.

DIRETA X ESQUERDA disse...

Caro Sr. Arquimesdes,

Seu texto é estarrecedor....o problema maior é que temos um ex-presidente defendendo a liberação da maconha e o atual presidente colocando colar de maconha no pescoço ao visitar um país produtor e exportador de drogas....grupos políticos associados às FARCS, organização criminosa que seqüestra, mata, e é o maior produtor e exportador mundial de drogas com apoio de grupos políticos no Brasil...Senhor não adianta " acabar com a cachaça sem destruir o alambiques"...não sei se entendeu???!!!!

Anônimo disse...

Trouxas são aqueles que acham que a política de drogas (ou antidrogas para os politicamente corretos) não está dando certo. A disseminação das drogas não passa de uma política implantada e hoje bem sucedida pelos donos do poder no mundo que tem hoje no Brasil um de seus principais laboratórios de Engenharia social. As drogas tem um papel muito importante para a manutenção do poder nas mãos dos mesmos de sempre. Quanto mais alienada for a população mais fácil ela será controlada. Quem algum dia já entrou em uma favela sabe que os pontos de distribuição são todos conhecidos. Por que não são eliminados então? Por que interessa a quem está no poder que continue assim. Aumentando o número de usuários, aumenta a necessidade de repressão e de tratamento. Aumentada a necessidade de repressão e tratamento, justifica-se um aumento do aparelho estatal. Quanto maior for o aparelho estatal melhor para quem está no poder. No texto do delegado observa-se que a ação do Juiz e do MP de Sergipe determinam que o Estado tome conta dos drogados. Droga é isso: manutenção e aumento do poder estatal. Quanto maior for o número de drogados maiores serão as verbas necessárias para a saúde e para a segurança pública. É o Estado através de sua incompetência (ou competência) justificando a sua existência e aumentando o seu poder.

silveira disse...

Mas o que está acontecendo?
Marcha da Maconha!?
Torneiro ganhando uma fortuna por mês?
Crack matando parente próximo?
"Algo parece estar fora da ordem
Fora da nova ordem Mundial"

Tropa de Elite neles!
Denunciem! Denunciem!
Disque denuncia!
Cuidem dos seus filhos! Quem é realmente os amiguinhos dos seus filhos? O que eles estão vendo na Internet? Não votem nos políticos
que tem ficha suja! Ou simplesmemte
cuspa neles!

Eu preferiria a Anarquia então.

carlos disse...

Enquetes com centenas de votos e matérias com 5, 6, 7 comentários...
A credibilidade deste blog esta pior do que a da folha

BRAGA disse...

Prezado Carlos.
Mostrar a "cara", ninguém tem c..
Marcar uma "caixinha" anonimamente é mole!
Nem precisa gastar neurônios.
Esse é um Blog dos mais respeitáveis e de credibilidade que conheço.
Quem quer hoje, no mundo do TER, "perder" tempo elaborando um comentário, que requer raciocínio, objetividade e simplicidade?
Deu prá entender?
Obigado.
Um abraço Serrão.

BRAGA disse...

Prezado Carlos.
Mostrar a "cara", ninguém tem c..
Marcar uma "caixinha" anonimamente é mole!
Nem precisa gastar neurônios.
Esse é um Blog dos mais respeitáveis e de credibilidade que conheço.
Quem quer hoje, no mundo do TER, "perder" tempo elaborando um comentário, que requer raciocínio, objetividade e simplicidade?
Deu prá entender?
Obigado.
Um abraço Serrão.

Anônimo disse...

Será que o Dr. Archimedes, conhece o livro documento "Red Cocaine", que relaciona a cronologia das decisões de Lenin, Stalin e Kruchov para espalhar as drogas no mundo ocidental e assim quebrar as espinha da moral cristã?
Será que ele conhece o trabalho da Escola de Frankfurt de onde saiu o Sr. Herbert Marcuse para mobilizar a partir da Universidade da Califórnia o "faça amor, não faça a guerra", as manifestações de woodstock - sexo, drogas e rock'n roll?
Será que ele percebe que sob o governo socialista isto só tende a aumentar?

Anônimo disse...

A ideologia comunista está em toda parte e o governo do PT é formado por gente com passado que tem como companheiros os terroristas narcotraficanates das farc, do epp do paraguai e todos são do mesmo clube que Lula fundou: o Foro de São Paulo.
Esta é a droga mãe de todas as drogas.