sábado, 28 de agosto de 2010

Os falsos “balões” de ataque dos coletivistas

Artigo no Alerta Total – www.alertotal.net

Por Humberto Pinto


Os Coletivistas Atacam em Todas as Frentes. A onda dos “ecologistas” do Século XXI iniciou-se nos fins dos anos 90. Tudo começou de repente. A metamorfose foi rápida.

As viúvas do comunismo científico assumem a nova da defesa da natureza. Na versão desses embusteiros a ecologia do Século XXI, internacionalista e prepotente, submete o homem a subproduto da natureza.

Na história do comunismo encontram-se os pretextos desse atual momento da História da Humanidade. No curso desse pseudo humanismo o homem perde a primazia. No Brasil, alguns Governos da República que sucederam os militares no poder “mergulham de cabeça” na nova ideologia.

Políticos brasileiros, oportunistas, rápido se ajustam ao discurso dos internacionalistas revolucionários verdes e a máquina legislativa passa a produzir de acordo com suas propostas.

Vem a ECO92, cúpula ou cimeira da terra, e mais adiante, como conseqüência, surge à pérola da hipocrisia na ação de governar: Art. 42 da Lei 9.605 de 12 de fevereiro de 1998, falso, injusto e uma ofensa aos brasileiros:

Art. 42 da Lei 9605 de 12 de fevereiro de 1998, capitulado "DOS CRIMES CONTRA A FLORA".

“Fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação, em áreas urbanas ou qualquer tipo de assentamento urbano.
Pena - Detenção de 1 (hum) a 3 (três) anos, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente." O que enseja nossa defesa:- O Art. 42 nega a Arte;- O Art. 42 é um ato de agressão ao Folclore e à Cultura;- O Art. 42 é antidemocrático: prática legislativa inspirada do fascismo; - O Art. 42 é genérico: faz da exceção a regra, isto é, nivela pelo erro;- O Art. 42 é injusto: fere o direito individual;- O Art. 42 é conflitante com a C F do Brasil: Dos Direitos e Garantias Individuais: Art. 5º, incisos IV e IX; Art. 215 e 216;
- O Art. 42 é confuso: é de aplicação impossível e contraria os princípios do Direito Penal.

Claro que as agressões não se restringem à cultura.

O novo lobo, diverso, aparece em todas as frentes.

Num plano bem concatenado criam os estereótipos, geram o desarranjo social e instalam o conflito, e seus peões atacam nas cidades e no campo.

Assim, a Amazônia Brasileira, a Agricultura, o Direito de Ir e Vir, o Direito de Propriedade, a Liberdade Religiosa, o Pátrio Poder e a Família, principalmente, são seus objetivos próximos.

O Estado, leniente há muito, com seus poderes inertes, não exerce suas funções institucionais e o povo atônito, enfraquecido nas suas defesas, passa ser refém, nas áreas dos conflitos.

Tudo está priorizado pelos usurpadores do poder político, que fazem da lei um instrumento das suas intenções ideológicas.

Mas entre o mau e o bem, a mente como varinha de condão, apta para impedir o mau, mostra o horizonte da liberdade para onde devemos caminhar.

Humberto Pinto é Coronel da Reserva da Polícia Militar do Rio de Janeiro e defensor das tradições juninas e julinas.

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