sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Uma escolha difícil

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Valmir Fonseca

Um dos grandes dilemas que assombram uma pequena parte da população nacional nos últimos anos é a escolha de quem é o pior. A outra parte, nem pensa, nem se preocupa.

O PT ou a “metamorfose ambulante”? Dois parasitas em busca de uma presa. Encontraram.

Quem é o arauto de quem? ELE ou o partido? O partido ou ELE? É difícil.

Qual dos dois mais tem contribuído para fazer do Brasil um país sem caráter? Um país sem moral? Um país sem vontade e sem dignidade? Exangue? Uma pseudopotência?

Seria este o caminho para a comunização? Parece que sim.

Estaria a “metamorfose” para o Brasil assim como Fidel está para Cuba? Como Chávez para a Venezuela? Como...

Como a orgulhosa nação cubana pode suportar o Fidel? E a Venezuela o Chávez? Como pode um povo perder – se? Como agüentar e conviver com tais aberrações?

Logo saberemos. Estamos prestes a seguir na mesma senda.

Um crápula, uma estrutura pérfida, instituições coniventes e um povo pusilânime - eis a fórmula.

Em Cuba, o eterno ditador domina há mais de 50 anos. Na Venezuela, Chávez há quase dez. Aqui, a “metamorfose” por oito, mas por detrás dos bastidores, engrena mais quatro, e depois mais quatro, e depois...

O partido ou ELE? Quem será o arauto da catástrofe? ELE ou o partido? Ambos? Escolham.

Ao seu modo, a dupla é imbatível. Eles são inigualáveis no que se propuseram a fazer - a subjugação da nação brasileira. Contudo, cada qual, segundo o seu propósito, é canalha em proveito próprio.

O “nocivo irresponsável” pelo ambicioso desejo de colocar - se acima dos mortais, tornar – se a lenda da miséria, o guru do caos, o pai da contradição, a inconseqüência impune. Pelas pesquisas, ele é perfeito. Incomparável.

O partido domina, com a estreita colaboração de “sua excrescência”, fisicamente, toda a estrutura do governo, ocupando tantos cargos quanto possa. Já abarcou todas as forças do sindicalismo e, assim, adquiriu uma capacidade de mobilização e de imobilização insuperáveis. Sua meta, de tornar – se o próprio ESTADO, vai bem, obrigado. E como sentenciou uma amiga, “onde o PT passa, não nasce nem grama”.

Ambos, numa ligação carnal explícita, enxovalham a grandeza e a credibilidade da Nação perante a comunidade internacional. Com as mãos sujas da lama fétida que produzem, maculam valores, vilipendiam virtudes, distorcem a história, desencaminham os cidadãos.

Manuseiam ao seu torpe alvedrio a soberania, o estado, a administração pública, a imprensa, os empresários, os banqueiros, as minorias, os movimentos e dicotomias sociais que criaram e exacerbam. Todos os segmentos, meros títeres de sua vontade, serviçais submissos de uma ditadura que promete impor - se, de subjugar os recursos e o que ainda resta de mentes livres nesta terra.

E o pior, é que eles agem às escâncaras. Basta acompanhar, ler, analisar, comparar e recordar. Ah, você não acompanha, não lê, não analisa, não recorda? - Então se merece.

É a simbiose perfeita. Juntaram - se a imoralidade com a amoralidade ou vice - versa. O fruto das bestas será o caos, a esbórnia e a degradação do povo.

O mutualismo germinou e assentou - se em nossas entranhas, e extrai, até à exaustão, as nossas forças, as nossas reservas, as nossas grandezas, as nossas vontades, a nossa soberania e a nossa dignidade.

Perdemos a vontade, o siso e o juízo, inclusive, o último resquício de pudor.

A sociedade brasileira é a meretriz perfeita no lupanar, onde o partido e a “metamorfose” promovem orgias e bacanais, e como gigolôs baratos, recolhem a “féria”, e vivem no melhor dos mundos.

Eita, trem bão, sô!

Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General de Brigada Reformado do EB.

Um comentário:

Anônimo disse...

Ô GEneral, por trás de tudo está o Foro de São Paulo que manda no PT, que ocupa todos os espaços do poder (até mesmo nas FFAA!!!) no Judiciário, no Legislativo, nas empresas e fundações... e no Ministério da Cultura, nem precisa falar: estabeleceram o QG da imbecilização infanto juvenil.E desenhando todo o mapa da "engenharia social" a Trilateral, a ONU, o Instituto Tavistock e os poderosos clubes e banqueiros.
O que fica como pergunta boiando no mar do cérebro é se os militares de 1964, principalmente o Golbery, já não tinham esta informação que somente agora a internet e alguns livros (não traduzidos, desconhecidos por aqui)disponibilizam para uns poucos que querem entender as próprias feridas e as chagas da nação.
"Quando nos vinha com as mandioca, eles já estavam comendo a farinha".