domingo, 10 de outubro de 2010

Cobaias do Governo Mundial

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net/
Por Arlindo Montenegro

Existe um projeto de governo mundial que se vem desenvolvendo há séculos. Neste momento vivemos a etapa de eliminação dos estados nacionais. Implantam-se os dispositivos para a uniformidade de comando, obediência aos gerentes controladores, partidos e personalidades assimiladas, que implantam a submissão das gentes em cada canto do planeta.

No começo deste mês, a secretária de estado H. Clinton e a secretária de saúde K. Sebelius, divulgaram comunicado pedindo desculpas à Guatemala, por uma pesquisa "científica" do governo norte americano após a II Guerra mundial: com o objetivo de testar a penicilina, infectaram prisioneiros e doentes mentais com sífilis.

Estas notáveis experiências "científicas" utilizando cobais humanas confinadas já tinham sido exponencialmente desenvolvidas pelos comunistas na União Soviética e pelos nazistas na Alemanha e países ocupados pelos arianos de Hitler. Ambos ensaiaram dominar o mundo sob um so império totalitário, maior que o de Alexandre, maior que Roma.

Na esteira do pedido de desculpas governamental, Susan Reverby, professora de um colégio de Massachusets revelou que nos anos 1960, cerca de 700 norte americanos, em asilos e quartéis militares, foram infectados, tratados com penicilina, mas "não necessariamente curados".

Bom, pelo passado, desculpem! O comunicado poderia continuar informando, que as pesquisas secretas com seres humanos e a forma de exterminar grandes contingentes, incapazes de defesa, está mais ativa do que nunca: é uma ferramenta do poder totalitário que avança sobre todas as nações, em todos os campos: educacional, ocupacional, produtivo, cultural e principalmente do pensamento.

E tudo com a assessoria bem remunerada de equipes ministeriais, que executam políticas e mudanças estruturais para o embrutecimento das pessoas, fomentando o medo, a ração de informação, empregabilidade, salário e emprego dos recursos. Tudo sob controle de bancos centrais interligados, no exercício da economia fictícia do mundo global.

Enquanto discutimos a perder de vista sobre a indigência moral, instituições públicas, redução da pobreza, direitos humanos, educação universal sem peias ideológicas, liberdade de expressão e culto religioso agora ameaçados, ganha espaço a corrupção e a violência, ameaçando a vida e a sobrevivência no ambiente Brasil.

O mesmo ocorre em toda a América Central e do Sul, na África, na Asia e na mesma Europa, todos empurrados para abrir mão de valores culturais e adotar comportamentos uniformes, que facilitem o controle dos estados sob o domínio de uma coisa econômica que ninguém entende, mas que se expressa na forma de um novo colonialismo.

O mundo em que vivemos é bem diferente do que imaginamos. O respeito devido aos cidadãos “acima de qualquer suspeita”, cai por terra no momento em que seus nomes, endereços, falcatruas e crimes contra a humanidade são expostos. Da noite para o dia, das trevas para a luz, o crédito dos ingênuos, tolerantes e iludidos vira em frustração, sarcasmo e no pior dos casos em cinismo.

É temendo a exposição de seus crimes, que partidos e governantes manipulam as leis, compram a consciência de parlamentares, juízes e empresários: para dominar manter o poder em todos os espaços, utilizando a violência, o terrorismo e a insegurança. Investidos como representantes, criam as leis de auto proteção, são os intocáveis, separados da nação que enganam.

A luta contra os guerrilheiros traficantes de drogas e armas, sofre a sabotagem de muitos agentes “acima de qualquer suspeita”. Constitui-se na luta pela sobrevivência da humanidade, na restauração das ideias que nos encaminhavam para um ambiente de ordem e progresso, sucessivamente interrompido por golpes, na aparência domésticos, mas na realidade componentes táticos do jogo estratégico, formulado em altas esferas internacionais.

Existem momentos em que as pessoas podem virar o jogo. O objetivo é combinar a troca de comando e abrir espaço para a crítica ampla, geral e irrestrita sobre o irremediável mal feito. Combinar o que queremos como nação. Encontrar os caminhos para exigir a cooperação entre os semelhantes, em substituição à competitividade selvagem do jogo mortal que nos impõem.

Pior do que está, pode ficar, se o poder continuar nas mãos dos mesmos cínicos enganadores que convidam para o circo e atiram as pessoas aos leões. Basta de cinismo e hipocrisia!

Arlindo Montenegro é Apicultor.

Nenhum comentário: