quinta-feira, 24 de março de 2011

Quem reage não rasteja!



Edição de vídeos no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão

Merece uma profunda análise histórica esta reportagem norte-americana. Retrata a súbita fama de um menino de 12 anos, Casey Haynes, que reagiu, depois de ficar cansado de ser vítima de bulling (assédio moral violento). Tal reportagem não poderia passar, integralmente, no Brasil. Aqui temos em vigor o nada democrático Estatuto da Criança e do Adolescente que proíbe que seja mostrada a imagem de uma criança, sem aquela ridícula e censória tarjinha preta.

Quando será que os brasileiros agirão como o Casey, espantando (e não necessariamente, espancando) para sempre aqueles que nos violentam cotidianamente? Enquanto a reação não acontece, fica a lição de um slogan do famoso programa policial da Super Rádio Tupi do Rio de Janeiro, a Patrulha da Cidade: “Quem não reage rasteja...”.

5 comentários:

Montenegro disse...

Este assunto é objeto de uma pesquisa no novo portal http://www.inquiete-se.com.br/, um espaço onde qualquer um pode criar enquetes, foros, debates, publicar artigos e relacionar-se livremente. No portal é só fazer a inscrição e quem quiser pode conservar o anonimato.

Anônimo disse...

PUTZZ MAIS UM!!!!
O Gen Ex Rui Alves Catão, ex Comandante Militar do Planalto foi
reformado por invalidez.
Seguiu-se o mesmo "modus operandi" dos colegas Gen Ex Guilherme, Ex
Chefe do DGP, bem como da filha do Gen Ex Montedônio.
Urge a necessidade da sociedade saber desses fatos. Faça o seu próprio
juizo de valor.


Reforma por Invalidez ====> Gen Ex CATÃO também entrou na moda.


*Acesse e veja:
http://www.jusbrasil.com.br/diarios/23580624/dou-secao-2-03-12-2010-pg-9*

*
*
Pg. 9. Seção 2. Diário Oficial da União (DOU) de 03/12/2010

*PORTARIA Nº 1.696 - DGP/DCIPAS/REFM, DE 1º DE*

*DEZEMBRO DE 2010*

Anônimo disse...

Pelo perfil dos dois parece ao contrario.

Anônimo disse...

"Quem não reage rasteja..."

Verdade absoluta. Tive problemas na escola quando menino. Isso foi lá nos anos 70.

O problema só acabou quando reagi à altura.

Naquela época não se podia reclamar nem com o bispo. Magricela, branquela e fracote, só fui realmente ajudado pela genética herdada de meus pais e avós. A partir de certa idade cresci muito depressa, para azar dos "colegas". Tudo se resolveu com algumas... vamos dizer... "conversas rápidas, energéticas e convincentes" na saída da escola...

E o mundo continuou a girar.

Anônimo disse...

E agora me lembrei de mais um caso, Serrão. Foi em 1976. Havia em minha turma da 6a. série uma menina tímida, gorduchinha e feia. O uniforme que ela usava dava sinais de muito uso, pois a família era pobre e humilde. Infernizaram tanto a vida da coitada que a mãe dela pediu para que a menina fosse transferida para outra escola. Nunca mais a vi. Como disse antes, naquela época não se podia reclamar nem com o bispo. Uma professora chegou a repreender o resto da turma sobre o que havia acontecido, mas tudo ficou por isso mesmo.