sábado, 10 de dezembro de 2011

Forças Armadas: Audiências Públicas no Senado

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Ricardo da Rocha Paiva

As audiências públicas da Comissão de Relações Exteriores e Defesa do Senado estão levantando vulnerabilidades estratégicas sem precedentes. Para que se tenha idéia, foi debatido em painel “O Papel das Forças Armadas: Missão Constitucional e Atividades Operacionais; Função Social; Serviço Militar Obrigatório ou Voluntário”.

A dimensão de assunto de importância vital para a sociedade brasileira não tem motivado os senadores. Com certeza, a grande maioria deles está sempre atarefadissima “trabalhando muito mais” junto às bases eleitorais nos estados federação do que propriamente no Congresso. Aliás, só uma lupa para se conseguir divisar alguma “prima dona” senatorial, seja da base carcomida do governo, seja da panelinha perdida da oposição, na programação da referida comissão durante este ano.

De qualquer forma, o preparo e a lucidez revelados nas exposições dos especialistas, neste painel, todas praticamente convergindo para conclusões em acordo, deixaram a impressão de que ainda existe uma núcleo de pensadores no País capaz de diagnosticar as nossas possibilidades e limitações, os problemas que temos capacidade para resolver e as ameaças que fogem ao nosso controle com os meios disponíveis no tempo presente.

A franqueza preocupada com que um general se manifestou, para o público que se ligou na TV SENADO em anoitecer melancólico, foi de forma a impressionar a todos os presentes. E o militar não usou de meias palavras, foi quase que um desabafo. Entre outras coisas, com relação à missão das Forças Armadas, no referente à sua destinação constitucional para a defesa da Pátria, o profissional das armas, membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil, praticamente em tom de denúncia, alertou: que estas instituições nacionais chegaram ao seu limite; que hoje, na situação de penúria em que se encontram, elas simplesmente “não estão em condições de defender a Pátria, sua missão principal”.

Disse, também, que só um submarino nuclear não basta para garantir o entorno do pré-sal, sendo necessária no mínimo uma flotilha destes submergíveis. Quanto a esta verdade, que se esclareça: tão somente a propulsão nuclear não adianta em nada. Será que somos tão “crédulos de carteirinha” ? De que valeria somente a submersão por mais tempo e fugir com maior velocidade e autonomia? Há que se dispor destas belonaves com a capacidade de retaliar, de disparar mísseis, mesmo que convencionais, na situação de submersas.

Infelizmente não dá para discorrer sobre todos os fatos concretos alertados pelo militar, entretanto, quando em uma imagem no “power point” foi mostrada a situação periclitante da nossa fronteira norte, quase toda ela delimitada por reservas indígenas descomunais, a ficha caiu para o Senador Fernando Collor, presidente da dita comissão e maior autoridade no encontro. A “área yanomany”! Sua imagem desabou como uma bomba no colo de quem procurou justificar o injustificável. A nacionalidade um dia ainda vai cobrar do político inconseqüente este desatino.

Decididamente, estamos a caminhar em túnel sem saída. Aonde vamos parar com este senhor presidindo, simplesmente não dá para acreditar, a Comissão de Defesa no Senado da República? O aposentado “caçador de marajás” vai se dignar a ouvir especialistas militares? Sim porque na época em que ocupava a suprema magistratura do País não lhe faltou o assessoramento de quem sabe das coisas.

Mas, convenhamos, pior do que ele ainda só mesmo o colegiado senatorial que, tal qual um grupelho de mentecaptos, sem nenhum compromisso com a realidade, o alçou a função de tamanhas magnitude e importância. Enfim, para tranqüilidade de todos, a audiência chegava ao seu final. Já eram aproximadamente oito horas da noite, quem sabe algum parlamentar até já tivesse chegado a Brasília para o ”batente” da semana de três dias, quem sabe?

Paulo Ricardo da Rocha Paiva é Coronel de Infantaria e Estado-Maior na reserva do EB.

16 comentários:

Anônimo disse...

Por que será que esse cara esperou pra ir pra reserva e só depois botar a boca no trombone????
Deveria continuar com a boca cala da, igual estava na ativa.
É por isso que as FFAA estão nessa condição de penúria, porque o cara (Gen/Cel, etc...) só fica macho quando vai pra reserva. Que vá plantar batatas!!!

Martim Berto Fuchs disse...

Anônimo das 10:11

Assim você deixa o militar com a biruta ao avesso. Se eles se manifestam, são xingados por estarem se metendo. Se não se manifestam, principalmente depois de 1985, também são xingados ?
FA tem que se manter nas regras da Constituição. Não podem e não devem palpitar, quando na ativa, em assuntos que outros tem a prerrogativa de cuidar.
Se estão humilhando e sucateando as FA desde 1994, quem tem que ser xingado são os políticos que governam o país desde então. Esses deveriam responder perante a sociedade, do porque isso está acontecendo.
http://capitalismo-social.blogspot.com/

Anônimo disse...

No livro "Índios do Brasil" de autoria do Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon não há qualquer menção aos índios Ianomâmis. Durante a realização da Eco-92, na II Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, das Nações Unidas, em 1992, no Rio de Janeiro, o Presidente Collor sucumbiu aos interesses internacionais, inclusive às pressões de senadores americanos, a despeito da Carta Magna do BRASIL de 1988, das leis das fronteiras e demais orientações, destinando uma área que hoje equivale a 96.649Km2 - maior do que o Estado de Santa Catarina (95.443Km2) e pouco menor do que Pernambuco (98.938Km2), onde cabem folgadamente os seguintes países da Europa: Dinamarca (43.092Km2) + Holanda (33.936Km2) + Eslovênia (20.251Km2) + Andorra (467Km2) + Liechtenstein (160Km2) + Malta (316Km2) + Mônaco (1,81Km2) e ainda sobram 714,19Km2 - no chifre ou orelha esquerda do Estado de Roraima, fronteira com a Venezuela, à essa tribo fantasma denominada Ianomâmi, constituída de menos de 5.000 índios.

Anônimo disse...

O livro A Farsa Ianomâmi, escrito pelo coronel do Exército Carlos Alberto Lima Menna Barreto (*), põe a nu, ao provar com inúmeros documentos, a farsa do século passado, que foi a criação da Terra Indígena Ianomâmi (TI Ianomâmi).

Na verdade, o blefe monumental foi arquitetado por uma fotógrafa belga, Cláudia Andujar, que reuniu algumas tribos, que não tinham nenhuma relação entre si, e criou a "nação imemorial dos ianomâmis", com o total apoio dos caciques brancos de Brasília.

"A questão ianomâmi, como é apresentada pelos interesses alienígenas, clama contra a lógica e o bom senso. Como reivindicar o controle político de um território brasileiro da extensão de 94.1991 km2 (semelhante à área de Santa Catarina e três vezes a superfície da Bélgica), para uma tribo que o habita, de 5.000 índios, no máximo, e que vive, até hoje, no mais baixo estágio da ignorância e primitivismo? Estes próprios índios ignoram as reivindicações que são feitas em seu nome, por organizações internacionais mascaradas com intenções científicas (ecologia, ambientalismo, antropologia) e que fazem uma pressão crescente no sentido de entregar a soberania dessa área aos seus habitantes" (pg. 11).

Em 1973, em noticiário bombástico, Cláudia Andujar se referiu pela primeira vez aos índios ianomâmis, os quais, no entanto, nunca haviam sido identificados pelos exploradores que passaram pela região. E olha que foram muitos, tanto do Brasil, quanto do exterior. No capítulo 3, A Ianomamização dos Índios, diz Menna Barreto: "Manoel da Gama Lobo D'Almada, Alexandre Rodrigues Ferreira, os irmãos Richard e Robert Schomburgk, Philip von Martius, Alexander von Humboldt, João Barbosa Rodrigues, Henri Coudreau, Jahn Chaffanjon, Francisco Xavier de Araújo, Walter Brett, Theodor Koch-Grünberg, Hamilton Rice, Jacques Ourique, Cândido Rondon e milhares de exploradores anônimos cruzaram, antes disso, os vales do Uraricoera e do Orenoco, jamais identificaram quaisquer índios com esse nome" (pg. 29). Com a autoridade de quem foi o primeiro comandante do 2º Batalhão Especial de Fronteira e do Comando de Fronteira de Roraima, diz Menna Barreto: "É preciso ficar claro antes de tudo que os índios supostamente encontrados por Cláudio Andujar são os mesmos de quando estive lá, em 1969, 1970 e 1971. (...) eles continuam a ser os xirianás, os uaicás, os macus e os maiongongues de sempre, ficando essa história de 'ianomâmis' só para brasileiros e venezuelanos" (pg. 33).

Anônimo disse...

Anônimo das 10:11

Nas nossas FFAA não tem macho quer seja Gen/Cor, etc, etc...!!

Nem macho nem Honra, só melancia!

Anônimo disse...

Depois das Nações Ianomâmi e Raposa Serra do Sol, vem aí uma nova nação, que está sendo engendrada pelos morubixabas da Funai, pelo CIMI e por sociólogos e antropólogos de diversas partes do mundo, para arrancar mais um naco do mapa do Brasil: a Nação Cué-Cué Marabitanas.

Logo irá aparecer nos noticiários. No momento é a TI Cué-Cué Marabitanas, que, juntamente com outras TI, existe apenas nos mapas da FUNAI, do CIMI e das ONGs. Fica no Estado do Amazonas, município de São Gabriel da Cachoeira e tinha 1.645 indígenas, em 1996, segundo fonte do Instituo Socioambiental (ISA).

A Portaria da FUNAI nº 1.131, de 23 de novembro de 2007 (Cfr. http://ccr6.pgr.mpf.gov.br/atuacao-do-mpf/portarias/docs_portarias/portaria_funai_1131.pdf), publicada no Diário Oficial da União nº 229, de 29 de novembro de 2007, define o Grupo Técnico para realizar a delimitação da TI Cué-Cué Marabitanas, constituído também - vejam só! - por "lideranças indígenas" e integrantes da ONG Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN). O Exército, que durante séculos ocupou e preservou a Amazônia para o Brasil, mais uma vez não foi chamado para opinar sobre o assunto.

Pesquisando na Internet, descobri algo espantoso, que não vem sendo divulgado pela mídia, para que os vendilhões de nossa Pátria possam trabalhar mais à vontade. No Blog do antropólogo e ex-presidente da Funai, Mércio Pereira Gomes (http://merciogomes.blogspot.com/2007/10/iluso-messinica.html), lê- o seguinte:

"...A ilusão messiânica também tem configurações laicas. Veja, por exemplo, a proposta do ISA de forçar a Funai a demarcar a Terra Indígena Cue Cue Marabitanas em tal dimensão que junte em uma única área as terras indígenas Yanomami (9,9 milhões de hectares) e Alto Rio Negro (10,5 milhões de hectares), as quais, junto com a demarcação de mais duas terras contíguas ao Sul, totalizariam cerca de 23 milhões de hectares e fechariam uma fronteira contínua de 2.500 km com a Venezuela e a Colômbia".

(continua)

Manoel Vigas disse...

Saudações.

"Forças Armadas: Audiências Públicas no Senado"

ASSUNTO: Complemento ao ANÔNIMO das 10:11 AM

Mais honesto do que ficar chorando no leite derramado, . . .

estes senhores que desarmaram a população de bem, desabonaram suas próprias patentes militares perante o povo BRASILEIRO e denegriram a INSTITUIÇÃO DE CAXIAS com omissões e conivências sem fim, . . .

desconsiderando a CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA, . . .

. . . seria, envergonhados,

. . . falar “agora” de coisas mais úteis, mais próprias de suas qualificações.

EXEMPLO:
Receita de Ovo Cozido

Ingredientes:
- Ovos (quantos quiser cozinhar)
- Água (o suficiente para cobrir os ovos)
Modo de Preparo:
Em uma panela funda, ferva a água. Assim que ela ferver, coloque o(s) ovo(s) lavadinhos com cuidado para não rachar! Você vai reparar que a água deixará de ferver na mesma hora, como mostra a imagem. Quando ela voltar, comece a contar 10 minutos! Após os 10 minutos, seu ovo está pronto.

Atenciosamente.
Manoel Vigas

Anônimo disse...

(continuação)

O que se pode depreender das investidas do ISA, com pleno apoio da Funai e do CIMI, e de milhares de ONGs, tanto nacionais quanto estrangeiras, o problema indígena no norte de Roraima e Amazonas é muito mais grave do que imaginávamos, depois que foram criadas e homologadas pelo Governo Federal as TI Ianomâmi e Raposa Serra do Sol. Ou seja, o movimento indigenista, de caráter entreguista (entre os brasileiros que apóiam tal patifaria) e de propósito gatuneiro(entre os espertalhões estrangeiros, que querem preservar para si, no futuro, a colossal riqueza do subsolo, de minerais raros), quer transformar uma área igual a três vezes o solo de Portugal em uma mega nação indígena, ao unir "nações indígenas" de Roraima à Vila Bitencourt, AM, passando pela Cabeça do Cachorro, em um arco de 3.000 km de extensão - com a agravante de fazer fronteira com tropas das FARC escondidas nas florestas colombianas. Existe pressão de expandir ainda mais esse imenso território amazônico, se o avanço indigenista se estender também ao Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Sem falar que a TI Raposa Serra do Sol, que também faz divisa com a Venezuela, ao norte, e a Guiana, a leste, tem uma área superior a 1,7 milhão de hectares.

Espertamente, brasileiros apátridas, sob as ordens de ONG estrangeiras, pretendem que o Governo Federal primeiro homologue a TI dos cués, um território menor, para então darem o golpe final, monumental, definitivo, que é a criação e homologação da TI Alto Rio Negro, que tem uma área superior ao território ianomâmi. Com isso, terão conseguido o diabólico intento, que irá mais do que triplicar as terras contínuas dos territórios indígenas junto à fronteira com a Venezuela e a Colômbia, para mais fácil criar uma gigantesca e riquíssima Nação Indígena.

E por que aquela enorme região foi escolhida para comportar tão poucos índios? Uma visita ao endereço do site de Rebecca Santoro (Imortais Guerreiros) nos dá uma valiosa e decisiva pista, em seu texto "O misterioso, rico e estratégico corredor que passa por Roraima" (Cfr. http://www.imortaisguerreiros.com/artigosrebeccasantoro.htm#255844686): a riqueza de sua bacia sedimentar.

O que se pode prever é que, em futuro não muito distante, será criada a Grande Nação Ianomâmi, ou algum outro nome bombástico que venha a ter, como Cué-Cué Marabitanas, que é o sonho milenarista dos novos beatos da atualidade. Será a efetivação da balcanização de toda a Amazônia, dilapidando as extensas terras que um dia pertenceram ao Brasil, país que, daí em diante, será conhecido mundialmente como Brasilistão - uma mistura de Brasil com Afeganistão. Outras extensas áreas indígenas do País terão o mesmo destino no futuro, a persistirem o entreguismo estatal e a inércia dos cidadãos brasileiros.

Convém lembrar, que, além dos indígenas, outros bantustões segregacionistas (Cfr. http://www.webartigos.com/articles/2172/1/brasilistao-os-bantustoes-dos-indios-quilombolas-e-mst/pagina1.html
), também de cunho socialista, estão sendo criados em todo o Brasil, dentro dos moldes do Apartheid sul-africano de triste memória, que são os acampamentos do MST e as terras reivindicadas pelos quilombolas.

Martim Berto Fuchs disse...

Deixa ver se entendi. Vocês estão querendo que as FA derrubem novamente um governo eleito ? Pelo fato de não fazerem, vocês os estão defenestrando ?
É difícil de acreditar que uma proposta dessas seja levada à sério.
Não é para menos que estão sucateando as FA desde 1994. Quem vai dar armamento para o "inimigo" para depois levar um pontapé na bunda ?
Quem tem que impedir que um PT da vida assuma e faça o que estão fazendo, são os políticos contrários. E onde estão esses políticos ? Comprados ? Já se venderam ? Cooptados ?
Em 1964 a esquerda queria implantar um modelo à la Fidel, na marra. Se deram mal. Agora estão tomando o governo por dentro, fazendo o que bem entendem e não encontram nenhuma oposição. Só encontram políticos querendo participar da boquinha.
Se os políticos não estão nem aí e a sociedade aplaude, a culpa é de quem ? Das FA ? Tem dó.
O que precisamos é de um novo pacto social, de um novo paradigma, começando por proibir a existência de partidos políticos, sendo os candidatos à candidato escolhidos pela sociedade, sem essas organizações perigosas, também conhecidas como partidos, nos impondo seus capangas.
http://capitalismo-social.blogspot.com/

Anônimo disse...

Anônimo das 2:28 PM

"FA tem que se manter nas regras da Constituição. Não podem e não devem palpitar, quando na ativa, em assuntos que outros tem a prerrogativa de cuidar."

Regras da Constituição? Da nossa? Sério? Tem a certeza? Jura? E então quanto ao separatismo consciente e comprovado por parte de collor de melo, fhc, lulla e dilma?

Pelo que vemos, com tanta omissão, silêncio, não palpitar por parte das nossas FA já que conforme afirma, "são os políticos que governam o país desde então. Esses deveriam responder perante a sociedade, do porque isso está acontecendo", está querendo branquear a ação e omissão das nossas FA no que respeita ao comprovado separatismo do nosso território e atos de alta traição contra nossa soberania, já que são os próprios políticos através da corrupção e ações consistentes que estão destruindo a nossa Nação?

Poramordedeus tenha lá santa paciência, mas as nossas FA mesmo sucateadas estão coniventes juntamente com os nossos políticos nos atos de alta traição contra nossa soberania, território e separatismo!

Vivemos uma ditadura civil de índole comprovadamente soviética na conseqüência da derrota em 1964 do PCdoB ou PC do B, tudo tem um propósito, uma única matriz, a tomada do Poder por meio do gramscismo e conseqüente destruição do Brasil enquanto Nação, através da covardia e omissão das nossas FA. Ou as FA terão que ser ao contrário que diz a nossa Constituição, cegas, surdas e mudas perante o separatismo esquecendo o juramento que fizeram em defender nossa soberania e ela praticamente só existe no papel?

"As armas podem mais que as leis."
(Ovídio)

"As armas não conhecem limites."
(Sêneca)

"A diplomacia sem as armas é como a música sem os instrumentos."
(Otto von Bismarck)

"As armas devem ser usadas em última instância, onde e quando os outros meios não bastem."
(Nicolau Maquiavel)

Anônimo disse...

Deputado pede prisão
do Governador do DF
Sábado, 10 de Dezembro de 2011 – 22:18 hs
O Deputado Federal Fernando Francischini do PSDB PR representa, na próxima segunda feira, pela Prisão Preventiva do Governador do DF Agnelo Queiroz e de Ailton Carvalho de Queiroz, bem como pela quebra de sigilo bancário e fiscal da família Queiroz e do casal Glauco Alves e Santos e Juliana Alves e Santos para o Procurador Geral da Republica Roberto Gurgel.

Duas ações distintas demonstram que o Governador do Distrito Federal tem obstruído as investigações que estão sendo realizadas pelo STJ, PGR e PF. Primeiro a consumação do crime corrupção supostamente entregue ao Policial Militar João Dias para que “não continuasse a delatar o esquema” e que acabou preso depois de tentar devolver o dinheiro recebido no Palácio dos Buritis. Segundo, pelas ameaças de morte realizadas diretamente ao jornalista Cláudio Dantas que denuncia crimes de ocultação de patrimônio capitulados na Lei de Lavagem de Dinheiro.

Fabio Campana

Martim Berto Fuchs disse...

O que o "anonimo" está propondo é um golpe militar, com uma óbvia ditadura, para que então tenha alguém que cuide das nossas fronteiras.
Ou você imagina os militares tomando esta decisão por sua conta e risco e depois pacificamente voltam aos quartéis e fica tudo como se nada tivesse acontecido ?
Se você é a favor de nova ditadura militar, diga ! Todos tem direito à sua opinião. Bem ou mal, estamos numa democracia. Mas não fique pedindo para os outros tirarem as castanhas do fogo por você e se não o fizerem, são uns melancias.
Há outras soluções, desde que mudemos o foco da única que consideramos válida. O mesmo objeto, olhado de posição diferente, se apresenta de modo diferente.
http://capitalismo-social.blogspot.com/

paulo ricardo da rocha paiva disse...

Na ativa quem fala está sujeito ao RDE, por isso só falamos quando na reserva. Ademais, quando falávamos na ativa, e pressionávamos, nos chamavam de "gorilas". Agora aguente(reservas indígenas descomunais,assinatuta do TNP, quistos raciais de "quilombolas",leilâo das nossas reservas minerais,etc).Voçês conseguiram calar as FFAA/ativas,mas nunca conseguirâo fazê-lo com suas reservas. E não faltam oficiais inativos botando a boca no mundo. Só que não temos a tropa na mão meu caro, "valente e decidido" anônimo. Faça alguma coisa de bom, repasse e apóie esses companheiros que estâo se manifestando e que entendem perfeitamente o seu desabafo mas lamentam a sua desinformação quanto à nossa campanha de recuperação da auto-estima nacional.

paulo ricardo da rocha paiva disse...

Na ativa quem fala está sujeito ao RDE, por isso só falamos quando na reserva. Ademais, quando falávamos na ativa, e pressionávamos, nos chamavam de "gorilas". Agora aguente(reservas indígenas descomunais,assinatuta do TNP, quistos raciais de "quilombolas",leilâo das nossas reservas minerais,etc).Vocês conseguiram calar as FFAA/ativas, mas nunca conseguirâo fazê-lo com suas reservas. E não faltam oficiais à paisana botando a boca no mundo. Só que não temos a tropa na mão meu caro, "valente e decidido" anônimo. Faça alguma coisa de bom, repasse e apóie esses companheiros que estâo se manifestando e que entendem perfeitamente o seu desabafo mas lamentam a sua desinformação quanto à campanha de recuperação da auto-estima nacional, que deve unir não apenas os militares mas, principalmente, os civis.

Anônimo disse...

Na ativa quem fala está sujeito ao RDE, por isso só falamos quando na reserva. Ademais, quando falávamos na ativa, e pressionávamos, nos chamavam de "gorilas". Agora aguente(reservas indígenas descomunais,assinatuta do TNP, quistos raciais de "quilombolas",leilâo das nossas reservas minerais,etc). A politicalha conseguiu calar as FFAA/ativas,mas nunca conseguirâo fazê-lo com suas reservas. E não faltam oficiais à paisana botando a boca no mundo. Só que não temos a tropa na mão meu caro, "valente e decidido" anônimo. Faça alguma coisa de bom, repasse e apóie esses companheiros que estâo se manifestando e que entendem perfeitamente o seu desabafo, mas lamentam a sua desinformação quanto à nossa campanha de recuperação da auto-estima nacional.

Anônimo disse...

Quanto ao entreguismo. O que diria CÂNDIDO RONDOM? - incrível, não-crível, inacreditável...não sei. Mas bem sei o diria DERCI GONÇALVES.
Como compatriota e contribuinte, quero sim força às FORÇAS. Traduzindo: proteção as nossas fronteiras, recursos e povo.