quarta-feira, 18 de abril de 2012

Contradições insolúveis da Nova Ordem Mundial

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Arlindo Montenegro

Ouvi en passant que o aristocrático coma’ndante Castro caiu na real, declarando que “a economia socialista é inviável para qualquer país”. De imediato pensei: - bom meus ouvidos e o cérebro ainda são hábeis. Mas a notícia parecia surrealista.

O repórter de tv transmitia de Havana, o lançamento de um livro de memórias do guerrilheiro mór das Américas. O advogado filho de berço nobre, descendente dos consquistadores espanhóis, que submeteu a ilha-nação para o trabalho escravo em benefício próprio e de familiares.

A família Castro construiu uma fortuna controlando a empresa “Guerrilhas S.A.” com o auxílio do império da economia socialista da URSS. Utilizou todas as ferramentas do planejamento estatal e da agitação e propaganda (“agitprop”) para manter os cubanos isolados do mundo, justificando o empobrecimento e dificuldades ao boicote comercial dos EUA. Os Castro, controlam empresas e negócios capitalistas fora e dentro da ilha, incluindo navegação, tráfico de armas e drogas e um banco sediado em Londres.

O boicote político americano é mais uma ficção. As empresas de propriedade do ditador cubano espalhadas pelo mundo sempre comerciaram com as mega empresas multinacionais de cidadãos americanos. Em Cartagena, na Colômbia a cúpula (ou cópula) das Américas gorou. Por baixo dos panos, o que negociaram estrategicamente, é segredo.

Gostaria de saber se nas tais memórias de mil páginas, a velha raposa justifica a posição indefensável de suas políticas. As nações reunidas em Cartagena, desejam que a ditadura cubana deixe de torturar presos de consciência, ingressando na era do capimunismo, que nem a China, que nem o Brasil que, como tudo indica quer mesmo é liderar forçar com os BRICs, fortalecendo a nova ordem mundial.

Gostaria de saber porque, após a queda do muro de Berlim e exposição parcial dos crimes contra a humanidade, perpetrados pelos comunistas em Cuba - e em todas as nações que formavam a “cortina de ferro” ao redor da “mãe Rússia” soviética, a mídia do mundo capitalista, continuou promovendo o regime feudal dos Castro.

Pouca gente por aqui vai ler o que foi obrado sobre mil páginas pelo mais destacado tirano das Américas. Em 20 anos de “revolución” a economia cubana que se destacava entre os países latino americanos, caiu para “a 15." posição, somente à frente da Nicarágua, de El Salvador, da Bolívia e do Haiti. (“La Lune et lê caudillo”, Jeannine Verdès-Leroux, Gallimard, 1998).

A “revolución” –melhor seria designada como “involución” – que fascinou tantos brasileiros hoje no poder, logo de saída negou aos cubanos a promessa dos guerrilheiros de convocar eleições livres. "Eleições! Para quê?", sentenciou o coma’ndante. Em seguida jogou no lixo a Constituição que garantia os direitos fundamentais e passou a governar exclusivamente por decreto.

As leis espelhadas na Constituição da URSS só foram adotadas em 1976! Proibindo o direito à livre associação, entre outras restrições às liberdades consagradas pela civilização. Mudanças atuais? Só mesmo para atrair investimentos dos amigos da revolução, para obras e negócios que somem ao poder dos Castro e sua corte.

A aventura guerrilheira, vencida pelos exércitos americanos, fundamentalmente porque em nenhum momento contou com a adesão e vontade cultural das nações cristãs, foi substituída pela implantação da revolução cultural gramscista, com forte apoio do Instituto Tavistock, das Fundações norte americanas e da Teologia da Libertação.

Neste admirável mundo novo das drogas a notícia alvissareira que nos chega nas entrelinhas é que ainda sobram neurônios saudáveis. Ainda restam cérebros que buscam entender como a economia capitalista tira da cartola trilhões de dólares e euros para “salvar” os banqueiros que financiam guerras e distribuem créditos para o consumo.

Resta entender como nossos governantes fazem para “controlar” uma economia que vaza para o esgoto da corrupção, envolvendo os mais destacados executivos políticos desta nação. Segundo ouvi dizer, os mensalões e desvios em todos os níveis, as negociatas e chantagens, engordam contas em paraísos fiscais, que no final vão favorecer as candidaturas eleitorais de cartas marcadas.

Para o “povo” as facilidades do crédito da rede bancária internacional, que suga em juros extorsivos o trabalho garantido dos anos futuros. A nação desavisada e ignorante morde o anzol dos eternos escravagistas, controladores dos recursos de todas as nações.

Eles emitem dinheiro sem lastro para cobrar mais juros e submeter mais. Que o diga o banqueiro Fidel Castro sócio do sistema financeiro internacional com sua casa bancária sediada em Londres. Os Rotschild, os Rockfeller, os Bilderberger, os coroados da Europa, sabem-no muito bem.

As reformas da China apenas ampliam, centralizando em Pequim, o que já existia em Xangai e Hong Kong. As reformas de Cuba são impostas pelo ambiente propício à Nova Ordem Mundial. Políticas semelhantes se configuram no Brasil.

Arlindo Montenegro é Apicultor.

Um comentário:

Márcia Regina disse...

Revelador. Gostei muito desse artigo. Rastreando os Castros(um clã assassino e ambicioso ao extremo) descobri que são judeus sionistas. Fidel é judeu e sionista, assim como os KKirchner da argentina. Eles todos tem estreitas relações com a família real britânica(casa sax-coburg-gothan) e seus lacaios os Rothschilds. Você sabe algo sobre isso?