sábado, 7 de abril de 2012

Tarso, o novo Brizola novo

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ernesto Caruso

Leonel Brizola foi eleito governador do Estado do Rio de Janeiro em 1982, quase que imediatamente ao advento da Lei da Anistia de 1979. Nesse intervalo perdeu a sigla do PTB e criou o PDT que o acompanhou até a morte em 2004, com 82 anos. Aquele que foi o “inimigo público número 1” da Revolução de 1964 morreu bastante idoso, exemplo que neutraliza a fantasia e criatividade de alguns de assassinatos como de João Goulart, Juscelino Kubitscheck, etc, sem representarem ameaças a quem quer que fosse.

Já não pensava, nem agia como antes, na fase da agitação, sem se desvincular da Internacional Socialista. Passara o tempo da organização dos grupos dos onze, do incentivo à divisão no seio das Forças Armadas conclamando a que os sargentos matassem oficiais, do tal apoio financeiro, nem bem explicado, oriundo de Cuba para a luta armada e das reformas na lei ou na marra. Manteve um convívio amistoso com os militares, sem transparecer uma crise sequer. Tinha uma obsessão pela educação e para ser presidente da República.

Eis que soprado pelos ventos sulistas/petistas, desponta com a mesma afinação do Brizola novo, o político que chegou sexagenário ao Governo do Rio Grande do Sul, Tarso Genro.

Antes já deixara a sua marca como ministro da Justiça do governo Lula como protetor do terrorista condenado na Itália, Cezare Batisti e ao negar asilo aos pugilistas cubanos, devolvendo-os ao carinho da ditadura comunista dos Castro.

No rumo de como “construir um projeto de revolução socialista” foram reunidos entre os dias 01 a 05/02/12, em Santa Cruz do Sul, cerca de 1.200 jovens de 17 estados brasileiros, como destacado na notícia, “brigadas”, com a participação de camponeses, estudantes, moradores das periferias urbanas e representantes de movimentos sociais do Brasil e toda a América Latina.

Debateram sobre a organização, formação e lutas do Levante Popular da Juventude, com a presença de, de representantes da direção nacional do MST, de João Pedro Stédle, etc. Com punhos fechados exaltaram modelos como Marighela e outros.

Paralelamente ao evento foi realizada a II Feira e Festa da Agricultura e Agroindústria Camponesa, com a participação do governador Tarso Genro.

No Rio de Janeiro, o dia 29 de março foi marcado pela violência contra civis e militares que chegavam para a palestra “1964 — A Verdade” na sede do Clube Militar. Na saída foram alvos de ofensas verbais e físicas. Os agressores portavam bandeiras do PT, PCB, PCdoB, PSOL, PDT e de outros grupos de esquerda.

O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, passou em frente à sede do Clube, ao que consta, devido a outro evento.

Como exemplo da democracia pregada pelos manifestantes vejam o relato e fotos no endereço: http://papodefilhinha.blogspot.com.br/ (diga-se que de filhinha de papai ela não tem nada, é muito corajosa)

Pior. A imprensa não divulgou o grau de agressividade dessa turba no espaço público contra uma reunião interna pacífica em uma agremiação.

A jovem conclui a sua revolta: “Com vergonha, alergia e ainda ferida moral e fisicamente comento os fatos...”

Quantas das reuniões feitas pelos comunistas e afins para mostrar o lado da sua “verdade” foram molestadas e os seus participantes insultados e agredidos fisicamente?

Cabe ao Clube Militar processar nas esferas cabíveis os agressores dos seus convidados, identificando-os e responsabilizando-os por danos às pessoas e ao seu patrimônio. Para tanto, deve dispor de fotos e vídeos e testemunhas que provem os ataques. Os blogs dos violentos ilustram com fotos dos policiais militares, os ofendem e assinam em baixo.

E que o Clube Naval e da Aeronáutica se integrem nesse propósito; os seus oficiais lá estavam presentes sofrendo as mesmas hostilidades.

Mas, nem tudo está perdido na orquestração da mentira ou na negação da verdade: “Aqui, no Brasil, os 'valentinhos', beneficiários da democracia que os comunistas negam ao cidadão comum, cospem na cara de senhores idosos que se reúnem, na legalidade, para comemorar o 31 de março. Eu já estive do lado dos que hoje cospem nos militares que arriscaram a vida para impedir que o Brasil virasse Cuba.(Corajosos e valentinhos, Jornalista Mirian Macedo – 31 de março de 2012)

Ernesto Caruso é Coronel na Reserva do EB.

Um comentário:

Anônimo disse...

Esse artigo, totalmente verdadeiro, põe às claras o grande perigo que nos ronda. Aqueles que obrigaram a intervenção das Forças Armadas em 1964, agora estão no poder, certamente não tendo desistido de suas intenções sinistras para com o nosso Brasil. Só não aplicaram o regime de seus sonhos, porque não têm certeza absoluta do sucesso e assim, vão comendo pelas beiradas. Cagliostro