domingo, 29 de julho de 2012

A Incapacidade do Coletivismo

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Arlindo Montenegro

As pessoas se juntam para formar famílias. Organizam-se para produzir alimentos, bens e serviços; organizam-se para o estudo, a pesquisa e busca do conhecimento. Avaliam-se na prática o desempenho e interesses dos indivíduos, suas habilidades, persistência e dedicação. Estes são alguns dos fundamentos para o desenvolvimento da auto-estima e confiança entre qs que se orientam para atingir objetivos afins.

Por outro lado surgem os movimentos de ativistas políticos, um tipo de atividade que junta como massa de manobra, pessoas insatisfeitas, que buscam livrar-se de situações ou ambientes indesejados. É o porto seguro dos menos capazes, que renunciam à auto estima, ao conhecimento e à disciplina do auto desenvolvimento.

As referências motivacionais são externas e exploradas pelos comandos anônimos ou por líderes fabricados. Quando os mais destacados assumem os postos de poder, em qualquer nível hierárquico, mudam o discurso. As promessas de um mundo bem melhor continuam presentes, mas a prática é sentar em cima da carne seca, preservar o comando totalitário, custe o que custar e doa a quem doer. Vale a doutrinação da fé no mito ideológico, que substitui a fé de cada um em si mesmo e se transfigura em fé na força da boiada coletivista.

Como são incapazes de tomar decisões individuais multiplicam as assembléias, reuniões, encontros. Os mecanismos da discussão expõem os interesses de membros que desejam aparecer. Mas nenhum ouve as razões do outro ou a voz da própria consciência. Instala-se o conflito e a organização de massa atua no sentido autofágico, eliminando ou isolando seus próprios membros. As soluções para calar os dissidentes se multiplicam. Semeiam-se “palavras de ordem”.

No governo, as leis vigentes “para todos” não se aplicam para uns poucos, que avaliam o ambiente e agem de modo repreensível em benefício pessoal, sejam vereadores, prefeitos, governadores, deputados, senadores, ministros. As provas da corrupção que floresce no terreno coletivista são ignoradas ou varridas para debaixo do tapete, por ordem dos agentes do Estado, com justificativas irracionais.

Os infratores obtém altos lucros imediatos e continuados. Sentem-se seguros como bandidos associados para chupar o sangue da nação. As perdas se espalham e os custos ficam para os que produzem, para os que não tem como se queixar ou exigir moderação aos bandos do crime organizado que atuam controlando os mecanismos institucionais do governo.

A saúde, a segurança, o trânsito, a educação ou qualquer outro setor, vão apodrecendo e a propaganda torna impossível reconhecer um padrão de normalidade satisfatório para os que produzem sem descanso. Os mais velhos começam a perceber que o “normal” de hoje são condições de violência que há décadas ninguém imaginaria.

Na economia, no instrumental jurídico, em tudo quanto depende do arcabouço político, as decisões ficam para o futuro. As frágeis reformas deixam intactos os espaços e portas abertas para a multiplicação dos controles que submetem a nação ao silêncio e conformismo. Anunciam investimentos que desaparecem como mágica na contabilidade viciada. As conseqüências ficam para as futuras gerações, para os que nem podem votar ainda e são enganados desde o berço.

Lenin e os bolcheviques atreveram-se a mergulhar no caos da criação de uma nova ordem, com a fé cega na onipotência da doutrina marxista. Os nazistas não contavam com nada mais poderoso que a fé em seu infalível líder e na tecnologia. Ambos contavam com polícia e propaganda. Os resultados foram desastrosos.

Os nossos governantes, que atuam na linha de defesa dos códigos da nova ordem mundial, parecem seguir o mesmo caminho. Mas é possível constatar uma enorme incongruência entre as nobres promessas e a ação destes governantes tão imaturos. A palavra de ordem é a crise permanente.

Arlindo Montenegro é Apicultor.

2 comentários:

Anônimo disse...

O RELATÓRIO LUGANO ou da inviabilidade da população excluída na globalização

"De qualquer modo, Malthus está vivo no pensamento neo-liberal contemporâneo:

"Para garantir empregos estáveis e corretamente remunerados; para diminuir o risco do choque de civilizações, para integrar as novas gerações na cultura do mercado para que o estado preserve sua função de fornecedor de infra-estrutura e garantir a segurança dos cidadãos, para que não ocorra colapsos de abastecimento de água e
energia..." é preciso reduzir drasticamente a população. "O único meio de se garantir a
felicidade e o bem estar da grande maioria das pessoas é a redução do número de habitantes do planeta.
Esse é o verdadeiro sentido da expressão 'desenvolvimento
sustentável'" (extraído dos cap. 3 e 4).

O problema, então, não é saber se devemos diminuir consideravelmente a população, mas como fazê-lo."

(...)

"Os "cheks" malthusianos positivos são necessários, porque "O século XXI deverá escolher entre a disciplina e o controle, de um lado e a desordem e o caos, do outro. A única maneira de assegurar um máximo de bem estar a um maior número de pessoas, preservando o capitalismo, é diminuindo a população" (p. 89).

O "modus operandi" para a redução de 4 bilhões de pessoas até o ano 2020 está ancorado, de um lado, no fortalecimento dos flagelos que já envolvem a humanidade neste início de século, aqui representados pela atual configuração dos Cavaleiros do Apocalipse: a Conquista, a Guerra (com comércio internacional de armas e intervenção), a Fome e a Peste: "As conquistas, as guerras, a fome e a peste sempre
serviram para inibir o crescimento excessivo da raça humana e até hoje não perderam a importância. Tentamos mostrar como elas poderiam ser adaptadas às circunstâncias modernas” (p. 167)."

(...)

http://www.multiciencia.unicamp.br/artigos_01/R1_Patarra_port.PDF

Anônimo disse...

Os códigos da Nova Ordem Mundial em prol do coletivismo governado pela aristocracia ou um punhado de iluminados (Illuminatti) foi mostrado na abertura dos Jogos Olimpicis, quando a tocha olimpica que ficará acesa até ao final, foi representada por cada uma das nações da Terra.

O individualismo da tocha olimpica ao ser acesa, se manifestou ao serem juntadas todas as pequenas tochas individuais que representavam cada nação terrena.

Só não viu quem estava distraido. Tal como os simbolos dos Jogos Olimpicos ingleses, lembram a palavra Sião.

Poisa è, Arlindo, o individualismo vai ser irradicado e, nossos putativos governantes ajudam a NOM para que tal aconteca. A imbecialização do povão, torna-se urgente e necessaria segundo seus dogmas.