quinta-feira, 5 de julho de 2012

“Phoda-se” o Brasil

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Adriana Vandoni

Não há mais dúvida sobre a tentativa indecorosa de Lula em interferir no julgamento do mensalão. O assédio do ex-presidente foi confirmado por alguns outros ministros do Supremo e sua atitude não deveria ser surpresa a ninguém. Em seu primeiro ano de governo, ao ser informado que a Constituição não o permitia expulsar do país um jornalista norte-americano que relatou seu apreço pelo álcool, Lula exclamou: “foda-se a Constituição”.

Essa expressão foi a que regeu seus dois governos, aliás, foi a regente de sua vida. “Foda-se”. Já comentei antes com vocês e sempre volto nesse tema. Lula não tem noção de moral ou de ética simplesmente por não ter sido programado para isso. Lula não recebeu referência desses conceitos básicos.

Para Lula, transgredir regras é “driblar o destino”, é “se dar bem”, “ser esperto”. Há tempos que me convenci que Luiz Inácio é um salafrário congênito. Foi programado desde antes da concepção para ser um delinqüente. Para sua família, achado nunca foi roubado. E o produto de um roubo, se usado para fins eleitos pela família como nobres, é perdoado e exaltado.

O livro com a biografia de Lula, apesar de romancear passagens de sua vida, revela o ambiente delinqüente e sem parâmetros de moralidade em que Lula se criou, onde o roubo e o desvio de conduta eram encarados como sorte, como uma esperteza ou malandragem a ser utilizada como um drible à pobreza. Não há em sua programação princípios fundamentais como o respeito ao próximo.

Lula é uma massa amorfa moldada pelo que há de pior no ser humano. E seus dois governos foram assim. Por ignorância, má fé ou simplesmente por amoralidade, tentou desestabilizar todas as Instituições democráticas. De Agências Reguladoras, Congresso Nacional e Justiça, seu governo tentou desmoralizar, infelizmente com algum êxito, é verdade.

Lula não driblou seu destino, como gosta de afirmar sua malta. Ele forjou uma vida se apossando do que não é dele. Foi programado para isso: para não ter caráter e “foda-se” o resto.

Adriana Vandoni é Economista.

4 comentários:

Anônimo disse...

lulla è uma aberração humana, social e politica.

Anomia è seu status social.

Seus seguidores, e são muitos na classe política e judicial, nivelam-se pelo que mais baixo essa aberração possui.

Foda-se lulla que tanto mal já fez ao Brasil.

Anônimo disse...

Brilhante artigo, o maior problema é constatar que esse "lulismo", esse comportamento imoral de aproveitar-se da desgraça alheia, já contagiou a maioria dos brasileiros e se perpetua como uma herança maldita de pai para filho. Se a minoria consciente não agir a tempo só restará a ira divina para nos purgar desse câncer.

Ronald disse...

Mas também não pode ser surpresa alguma que um abjeto pau-de-arara filho de uma desgraçada desdentada e analfabeta tenha moral e dignidade.
São em momentos assim que acho que o aborto deveria ser permitido : para que bastardos e párias como esse escroque não transformem o mundo num lugar pior do que já é.

Anônimo disse...

Ei aí uma mulher que diz com todas as letras o que muitos homens na midia não tem coragem de dizer.Parabéns Sra.Adriana Vandoni por não estar aliada ao politicamente correto em moda atualmente.