quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Questão de Lealdade

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Osmar José de Barros Ribeiro

Quero deixar claro que, entre as coisas que me foram ensinadas na AMAN, as aprendidas dos exemplos de chefes e companheiros, as que absorvi pela leitura e, mais que isso, pelas que aprendi na vivência em diferentes cursos e funções, está uma regra muito simples: LEALDADE. Lealdade aos nossos princípios morais, lealdade para com os Irmãos de Arma, lealdade para com os subordinados. Aprendi que, certos ou errados, devemos ser coerentes com os princípios e com os valores que defendemos.

O Ustra foi e é, antes de mais nada, um Soldado. Leal a seus Chefes e aos seus subordinados muito dos quais, no cumprimento de ordens emanadas das autoridades legais, encontraram a morte.

Ele não está sendo arrastado à rua da amargura por isso, mas para satisfazer a sede de vingança daqueles que, ontem derrotados, hoje estão no poder. Ele ocupa o lugar de Presidentes, Ministros e Comandantes que, estando mortos, não podem ser execrados como “sádicos torturadores”, a mentira que os comunistas espalham.

A História está sendo reescrita, graças à covardia de muitos, civis e militares, preocupados em “sair bem” na fotografia. A verdade é que não se deve julgar o passado com os olhos do presente. Quem viveu e sofreu aqueles dias, quando o temor de estar no lugar errado e na hora errada era a tônica, é que pode julgar os fatos. A grande e insofismável verdade é que a repressão aos bandidos da esquerda tinha todo o apoio popular.

Hoje, quando mais e mais evidente vai se tornando a responsabilidade do ex-presidente pela existência do “mensalão”, há que desviar a atenção do julgamento em curso no STF para outros temas e, aí, nada melhor que o Ustra, verdadeiro “boi de piranha”, para fazê-lo. Daí a exposição de cartazes financiados pela CUT, com o dinheiro dos nossos impostos, pela OAB/SP dirigida por um notório comunista e encabeçados pelo nome de Aton Fon Filho, um seguidor de Marighella, ex-"cursilhista" em Cuba como integrante do 1º Exército da Aliança Libertadora Nacional (ALN), assaltante e assassino.

O que querem? Pressionar a Justiça para a condenação do Ustra, quando melhor seria estarem em Brasília, pressionando pela condenação dos "mensaleiros".

Infelizmente, este é o Brasil dos nossos dias. Mas assim como à noite sucede o dia, a verdade surgirá

Osmar José de Barros Ribeiro éTen-Cel Inf (Ref).

2 comentários:

Anônimo disse...

Muito bem dito. Principalmente no tocante à covardia e omissão de militares. Quanto à omissão de civis que poderiam sim ajudar, bem...esses vão para onde o vento sopra. Não é assim?
Parabéns Coronel!

Anônimo disse...

Muito bem dito. Principalmente no tocante à covardia e omissão de militares. Quanto à omissão de civis que poderiam sim ajudar, bem...esses vão para onde o vento sopra. Não é assim?
Parabéns Coronel!