segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Excrescência Nacional

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Humberto de Luna Freire Filho

Decididamente nosso país está nas mãos de bandidos da pior qualidade.

Se alguém tinha dúvidas quanto ao papel desempenhado há muitos anos por essa excrescência, verdadeira fossa, chamada Congresso Nacional, agora com a eleição para presidência de uma das Casas do "nobre" Renan Calheiro, não tem mais.

Esse indivíduo não pode ser discutido no âmbito da política. Em um país sério ele só teria espaço restrito às páginas policiais e enquanto não fosse preso. É um desqualificado que, junto com seus pares, zomba da nossa cara há anos, e ainda, compulsoriamente, lhe pagamos o salário.

José Renan Vasconcelos Calheiros, sei que esse desabafo não lhe chegará, será bloqueado por assessores bem remunerados com dinheiro público e que lhes puxam o saco, todavia, ainda assim arrisco: sugiro que, em respeito ao cidadão brasileiro e em respeito ao nosso país, renuncie pela segunda vez ao cargo de presidente do Senado, desta vez em nome da ética e da moral que você não as tem para ocupar o cargo, apesar dos 56 votos dados por seus asseclas, reais e verdadeiros investidores de curto prazo, adeptos do "modus operandi" da Casa.

Não tenho medo de você nem de seus capangas de Alagoas. Saiba, sou um cidadão brasileiro sem medo de corruptos.

Humberto de Luna Freire Filho é Médico.

4 comentários:

Anônimo disse...

Tenho Orgulho de Brasileiras como voce!






Anônimo disse...

Em 1985, Renan enfrentou uma disputa interna em seu partido para ser o candidato peemedebista à prefeitura de Maceió, mas foi derrotado por Djalma Falcão. Foi então eleito para a presidência regional do PMDB, com o apoio do usineiro João Lyra. O relacionamento próximo ao usineiro viria a figurar, no futuro, em denúncias de favorecimento ilícito e outros crimes. Apoiado por Lyra, Calheiros candidatou-se novamente e foi reeleito deputado federal com a maior votação do PMDB e a segunda maior do estado de Alagoas, obtendo um total de 54.888 votos.

Um conjunto de denúncias de corrupção atingindo Renan Calheiros ocupou as manchetes da imprensa brasileira em 2007. O caso foi chamado de Renangate, neologismo aludindo ao escândalo do Watergate e outros que usaram a mesma terminação - gate. A crise começou em 25 de maio, com a circulação da notícia sobre o pagamento da empresa Mendes Júnior à ex-amante de Renan, e perdurou até 11 de novembro, quando ele renunciou à Presidência do Senado.

As denúncias começaram com a revelação, em reportagem de capa da revista Veja, de que a empreiteira Mendes Júnior pagava 12 mil reais por mês à jornalista Mônica Veloso. Segundo a revista, Mônica havia sido amante de Renan e tivera um filho com ele. A partir de então, uma sequência de denúncias na mídia relatou: a compra de rádios em Alagoas, em sociedade com João Lyra, em nome de laranjas; o ganho com tráfico de influência, junto à empresa Schincariol, na compra de uma fábrica de refrigerantes, com recompensa milionária; o uso de notas fiscais frias, em nome de empresas fantasmas, para comprovar seus rendimentos; a montagem de um esquema de desvio de dinheiro público em ministérios comandados pelo PMDB; e a montagem de um esquema de espionagem contra senadores da oposição ao governo Lula. Ao todo, houve seis representações no Conselho de Ética do Senado do Brasil, por seus pares, pedindo a cassação de Renan. Sob pressão do público, Renan desistiu da presidência, embora sem abandonar o mandato.

guerracivilbrasileira.blogspot.com

Anônimo disse...

Dr. Humberto, acho que ainda existem brasileiros c/ sangue nas veias.
Um grande abraco.

Estéfani JOSÉ Agoston disse...

Senhor: Bandidos da pior qualidade? Menospreza a eficiência delles, certamente.

São eficientíssimos, certamente.