sábado, 9 de fevereiro de 2013

Projeto de Nação x Projeto de Poder (1)

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sergio Tasso Vásquez de Aquino

Os oficiais brasileiros que combateram na Segunda Guerra Mundial ao lado das democracias e contra o totalitarismo nazi-fascista, ao regressarem à Pátria defrontaram-se com o paradoxo de o nosso país ser governado por regime autoritário, de inspiração fascista no nascedouro. Logo logo, pois, estavam as Forças Armadas à frente do movimento pela democratização da vida nacional, do qual decorreu a queda da ditadura que vigia desde 1937.

Nos corpos de oficiais das Três Forças, na época, residia , também, a nata da intelectualidade brasileira, o que determinou o surgimento em seu seio de um ideário que buscava novos, eficazes e eficientes caminhos para a afirmação do Brasil no cenário internacional e para a concretização do seu destino de grandeza e de realização do povo, mercê dos portentosos recursos postos à disposição dos brasileiros pela luta, pela bravura, pelos trabalhos e pelos sofrimentos dos heroicos ancestrais luso-brasileiros.

A consequência prática dessas ideias foi a criação da Escola Superior de Guerra - ESG, com a formulação de sua notável Doutrina de Ação Política, constantemente atualizada e aperfeiçoada durante os anos seguintes e pelos tempos afora, de acordo com o próprio espírito dinâmico com que foi gerada.

Inédita, criativa, autêntica e profundamente nacional, lastreada em elevados princípios espirituais, éticos e morais, a Doutrina da ESG transformou-se em referência para o planejamento da vida nacional e fonte de formação e aperfeiçoamento dos militares e civis que acudiam, anualmente, aos seus variados cursos, e passavam a conhecer profundamente o Brasil e seus problemas e as formas de buscar-lhes e dar-lhes soluções. Como gravado em seus dísticos característicos: “ UM CORPO E UMA ALMA A SERVIÇO DO BRASIL” e “AQUI SE ESTUDAM OS DESTINOS DO BRASIL”.

Foi difundida por toda a América do Sul e copiada, adaptada e adotada pelas escolas de altos estudos estratégicos de todos os seus países, havendo servido, também, de base doutrinária para o Colégio Interamericano de Defesa, em Washington, levada pelo então Coronel Meira Matos, quando lá exerceu as funções de Chefe do Departamento de Estudos.

Formulados didaticamente pela ESG, passaram os Objetivos Nacionais Permanentes - soberania, integridade do patrimônio nacional, integração nacional, democracia, progresso, paz social – a orientar todo o esforço de construção nacional, centrado no fortalecimento do Poder Nacional nas suas expressões, política, econômica, psicossocial, militar e científico-tecnológica, para garantir Desenvolvimento e Segurança ao Brasil. Daí decorreram uma Política Nacional e uma Estratégia Nacional, sempre visando ao bem comum.

A aplicação prática dos conceitos formulados na Doutrina da ESG permitiu que os governos advindos da Revolução Restauradora de 1964 dessem notável impulso quantitativo e qualitativo à vida brasileira, elevando nossa economia aos primeiros postos do mundo e garantindo a prevalência dos valores democráticos entre nós, num regime forte, porém não totalitário ou arbitrário, que se fizera necessário para salvar o País da ameaça de domínio pela esquerda extremada, de inspiração marxista-leninista-maoista-castrista-trotzkista, que apelara à agitação propagandístico-política e à via armada para a tomada do poder.

O planejamento estratégico integrado, cobrindo todos os campos de atividades e todas as regiões do Brasil, seguido de adequadas ações de organização, execução, coordenação e controle permitiram o desenvolvimento, mais que o crescimento apenas, em todas as expressões do poder nacional e por toda a parte, melhorando a qualidade de vida dos brasileiros e elevando nossa Nação no concerto internacional. Foram notáveis os surtos de progresso e de bem-estar experimentados, num dos índices de desenvolvimento mais importantes da História humana contemporânea.

Nenhum dos Generais-Presidentes se quis eternizar no poder, sendo seus períodos de governo constitucionalmente limitados, e generalizada era a honradez na gestão da coisa pública: nenhum deles enriqueceu no governo, nem havia os escândalos que se tornaram tão comuns a partir da chamada “democratização”, ao ponto de hoje serem considerados inevitáveis e normais pelo povo, que foi perdendo suas referências ético-morais pela intensa lavagem cerebral ideológica a que vem sendo submetido, principalmente de 1990 para cá.

O ideário do Movimento Salvador de 1964 buscava “debelar a subversão, erradicar a corrupção e promover o homem comum brasileiro”. Uma vez que foi percebido que a Nação voltava a trilhar os bons caminhos históricos, que faziam do Brasil o festejado “país do futuro”, capaz de ver realizados os sonhos de grandeza, paz e abundância que sempre inspiraram seus melhores filhos, mercê da aplicação racional dos formidáveis recursos naturais de que é superlativamente dotado, os últimos Generais-Presidentes resolveram promover a abertura política, com a chamada “democratização do País”,. Dessa forma, de maneira espontânea e sem traumas, encerrou-se o chamado “período militar”, com o retorno do governo aos civis, mediante eleições livres e universais.

Antes de deixarem o governo, e como notável contribuição para a paz social, os governos militares promoveram a anistia, “ampla, geral e irrestrita”, seguindo o exemplo magnífico de Caxias, o Pacificador, aplicável a ambos os lados envolvidos na cruenta luta dos anos anteriores, um defendendo as instituições no campo democrático e o outro tentando substituí-las por outra ordem, de acordo com sua inclinação ideológica comunista. Como consequência, muitos antigos guerrilheiros e terroristas, que se haviam exilado do Brasil, trocados por diplomatas estrangeiros sequestrados pela esquerda extremada, e líderes políticos de esquerda puderam regressar ao País e reencetar atividades políticas, em função do que finalmente puderam ascender aos mais altos postos da República, nos Três Poderes.

O primeiro Presidente civil a ser eleito, Tancredo Neves, faleceu antes de assumir, causando ambiente de profunda comoção nacional. Em seu lugar, foi empossado o Vice-Presidente, José Sarney, extremamente frágil politicamente, já que o cenário político, na época, era dominado pelo chefe real da oposição e figura dominante na Assembleia Nacional Constituinte, da qual decorreu a Constituição de 1988, Ulysses Guimarães. Essa Constituição, parlamentarista no espírito e bastante influenciada por ideias de revanche e de divisão da sociedade, tem sido a causa última das graves mazelas que passamos a viver nacionalmente desde então.

Fraco foi o governo Sarney, com uma inflação galopante, que atingiu píncaros absolutamente inaceitáveis, que corroía a moeda e vida econômica e social do Brasil. A percepção de crescentes focos de corrupção no governo e fora dele fez com que os brasileiros, ainda sensíveis a esse problema naquela quadra, aceitassem a imagem do “caçador de marajás”, teatralmente assumida pelo desconhecido candidato Fernando Collor de Mello, que, graças ao surto de aspiração ético-moral e ao apoio avassalador da mídia, especialmente televisiva, se alçou a Presidência em 1990. Esse, também, foi o ano fatídico, em que o Projeto de Nação concebido, formulado, vitalizado e aplicado pelos “governos militares” passou a ser combatido, vilipendiado, esquecido, sendo substituído por mero projeto de poder, até hoje e crescentemente em curso, para tristeza e infelicidade nacionais.

Quem estudar com isenção a História do Brasil, de 1964 a 1984, verá que os militares intervieram na política, para salvar o Brasil da ameaça de comunização que sobre ele pairava, de forma perigosa, imediata e real, e atendendo aos clamores do povo. Os índices de progresso e avanço da vida nacional, em todos os campos e setores, foram naquele então, e até hoje, inigualáveis. E havia honradez na gestão da coisa pública. De forma alguma, éramos, como atualmente, dos mais corruptos países do mundo.

O Brasil se dava ao respeito e era respeitado e ninguém de fora, Estado, empresa, ONG, se metia em nossos negócios ou atrevia-se a querer dizer o que devíamos fazer. Éramos uma só grande Nação, soberana, altiva, una e indivisa, sem fracionamentos e lutas de classes e sociais, exemplo de convivência fraterna para o mundo. A grande civilização dos trópicos, que cria em seu radioso futuro, tinha fé, esperança e orgulho de ser Brasil!

Sergio Tasso Vásquez de Aquino, Vice-Almirante reformado, é membro da Academia Brasileira de Defesa e do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil.

6 comentários:

Anônimo disse...

Com todo o respeito que tenho pelas FFAA, leio esse trecho com muita dor no coração. Só faltou o ato da assinatura de rendição. Não perdemos a batalha, perdemos a guerra, é isso? Jmv

Cesar Pinto Cel - averdadedasmentiras-unknown- falando a verdade disse...

Sr.Vice Almirante a nossa ESG ensinou como conviver hamoniosamente civis e militares, mas por incrível que pareça, não alçaram a Presidência da República, nenhum daqueles que lá estudaram.
Colocaram como chefe da Nação um inteligente cidadão sindicalista e sua camarilha e deram a eles a partir dos anos 80 todas as chances possíveis para a perpetuação no poder por tempo indeterminado. E assim o fizeram:

FALANDO A VERDADE

O CRIME ORGANIZADO ATUAL E AS FONTES DE RECEITAS.

NA DECADA DE 1980 O PARTIDO DO TRABALHADORES(PT), INCONFORMADO COM O RUMO DADO PELO PARTIDO QUE ESTAVA NO GOVERNO, RESOLVEU TRAZER PARA ESTE PAÍS AS ONGS(ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS), QUE EM ALGUNS PAISES DO EXTERIOR FUNCIONAVAM, COMO UM ESPECIE DE AUXILIAR DOS GOVERNOS JUNTOS AS COMUNIDADES CARENTES E AQUELES DO POVO MENOS FAVORECIDOS PELAS OPORTUNIDADES.

MAIS A INTENÇÃO DESTAS ORGANIZAÇÕES IMPORTADAS PARA O BRASIL PELO PT, ERA OUTRA OU SEJA, TENTAR MOSTRAR AO POVO BRASILEIRO QUE OS GOVERNOS SÓ PENSAVAM EM MELHORIAS, DA CLASSE MEDIA, PARA CIMA, ESQUECENDO TOTALMENTE DA CLASSE DE PESSOAS POBRE E MENOS FAVORECIDAS DA POPULAÇÃO PELAS OPORTUNIDADES, EM EMPREGOS, SAÚDE, ALIMENTAÇÃO, TRANSPORTE , HABITAÇÃO, SEGURANÇA E OUTRAS QUE LHES ERAM NEGADAS PELO PODER PÚBLICO NA ÉPOCA.

A PRINCIPIO PODERIAMOS CONCLUIR QUE A IDÉIA DA IMPORTAÇÃO DESTAS ONGS, ESTAVAM CORRETAS E PODERIAM AJUDAR TAMBÉM AOS GOVERNOS A ESTENDEREM ESTAS MELHORIAS E DESENVOLVIMENTO, ATÉ ESTAS CLASSES SEM OPORTUNIDADE ATÉ ENTÃO. VEJAM O MOTIVO DO PARTIDO QUE AS TROUXE PARA O BRASIL: ONGS; "Aqui no Brasil esse movimento chegou na Década de 80, principalmente com as associações de moradores, que cobravam participação na administração pública das cidades, sendo comum os mutirões que conseguiram asfaltar ruas, construir praças etc.
O movimento, todavia, demorava para avançar e as lideranças, despreparadas para aquele momento, resolveram ocupar o espaço político eleitoral, transformando as associações em trampolim para as câmaras e prefeituras, principalmente."

MAS POR TRÁS DISSO TUDO, HAVIA UM GRANDE PLANEJAMENTO ADQUIRIDO PELOS SEUS IDEALIZADORES (PT), QUANDO SE ENCONTRAVAM NO EXILIO NOS PAISES DE 1º MUNDO, APRENDERAM COMO OFUSCAR OS GOVERNOS BRASILEIROS, COM ESSAS ORGANIZAÇÕES PARALELAS E CONFLITANTES, VAGAROSAMENTE FORAM DENEGRINDO A IMAGEM DOS GOVERNOS JUNTO A OPINIÃO PÚBLICA.

AGORA JÁ ESTAVA BEM CLARO A SUA INTENSÃO, COLOCAR NO GOVERNO UMA PESSOA "TRABALHADORA E DO POVO" LIGADA A SINDICATOS, MESMO SEM NENHUMA QUALIFICAÇÃO ESTUDANTIL OU UNIVERSITÁRIA, COMO CANDIDATO A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.
A MUITO CUSTO CONSEGUIRAM O QUE QUERIAM, ELEGERAM O SEU CANDIDATO A PRESIDENTE DA REPUBLICA, O SR. LULA.

A PARTIR DAÍ SURGIU O GRANDE PLANO DE CONTINUAÇÃO NO PODER POR TEMPO INDETERMINADO, COMO JA FOI MOSTRADO EM POSTAGENS ANTERIORES.

COM O APRENDIZADO TRAZIDO DO EXTERIOR, PELOS E SEUS ALIADOS, DESENVOLVEU O CRIME ORGANIZADO DA SEGUINTE FORMA:
Continua;

Cesar Pintro Cel - averdadedasmentiras - unknown - falando a verdade disse...

Continuação;
Aprenderam em outra escola como funciona o Crime Organizado e o desenvolveram, assim.

CONCEITO DE ORGANIZAÇÃO - POR PAULO

Recorrendo ao conceito clássico (ver Escola Clássica), podemos definir qualquer organização como um conjunto de duas ou mais pessoas que realizam tarefas, seja em grupo, seja individualmente mas de forma coordenada e controlada, actuando num determinado contexto ou ambiente, com vista a atingir um objectivo pré-determinado através da afectação eficaz de diversos meios e recursos disponíveis, liderados ou não por alguém com as funções de planear, organizar, liderar e controlar.

Desta definição de organização convém reter alguns conceitos fundamentais para a sua adequada compreensão, nomeadamente:

1. Actuação coordenada: para que exista uma organização, não basta que um conjunto de pessoas actuem com vista a atingir um objectivo comum; é necessário também que essas
2. Recursos: representam todos os meios colocados à disposição da organização e necessários à realização das suas actividades. Neste recursos incluem-se os recursos humanos, os recursos pessoas se organizem, ou seja, que desenvolvam as suas actividades de forma coordenada e controlada para atingir determinados resultados. Esta coordenação e controlo é geralmente efectuada por um líder mas encontram-se muitas vezes organizações em que estas tarefas são efectuadas por todos os membro em conjunto através, por exemplo, de um órgão colegial.

LIDER - SR. LULA (COORDENAÇÃO E CONTROLE)

COLEGIADO - TODOS OS PARTICIPANTES DO MENSALÃO E CONDENADOS PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.

materiais e tecnológicos, os recursos financeiros, a imagem de mercado e credibilidade perante o exterior.

MEIOS A DISPOSIÇAO:

1 -CARGO DE PRESIDENTE DA REPÚBLICA - OCUPADO PELO SR. LULA

2 - RECURSOS HUMANOS; TODOS OS MINISTROS NOMEADOS PELO PRESIDENTE E DEMAIS ALIADOS; COM ALGUMAS EXCEÇÕES.

3 - RECURSOS FINANCEIROS - ADQUIRIDOS PELOS, ELEITOS E NOMEADOS COM PERCENTUAIS DAS SUAS PASTAS, SEM UTILIZAÇÃO DO DINHEIRO REFERENTE AO ORÇAMENTO, SOMENTE AQUELES DE RECEITAS EVENTUAIS, TAIS COMO; EM RECEBIMENTO DE CONTRATOS E MULTAS E OUTROS NÃO ORÇAMENTÁRIOS.

4 - IMAGEM DE MERCADO E CREDIBILIDADE NO EXTERIOR - NADA A ACRESCENTAR.

3. Afectação eficaz: os recursos organizacionais descritos no ponto anterior são, por definição, escassos, daí que a sua alocação deva ser efectuada eficazmente por forma a que a probabilidade de atingir os objectivos pré-definidos seja a maior possível. É daqui que surge a principal justificação para a necessidade da gestão nas organizações.

OS RECURSOS PELO CONTRÁRIO NÃO SÃO ESCASSOS, SÃO ENORMES.

4. Objectivos: Representam as metas ou resultados organizacionais pretendidos e a obter no futuro ou, por outras palavras, o propósito que justifica toda a actividade desenvolvida ou mesmo a própria existência da organização. Naturalmente, todas as organizações devem determinar não apenas os seus objectivos, mas também definir as medidas e formas de actuação e de alocação de recursos que se pensam mais adequadas para os atingir.

METAS - DEVIDAMENTE DEFINIDAS - OBJETIVO A TOMADA DO PODER POR UM PERIODO INDETERMINADO, JÁ DELINEADO E SENDO EXECUTADO ATÉ O MOMENTO COM PLENO ÊXITOS, COM PEGUENOS PERCALSOS A RESOLVER, MAS COM AJUDA DOS MINISTROS ALIADOS DO PARTIDO NO SUPREMO, SERÁ TUDO DEVIDAMENTE RESOLVIDO EM SEUS MÍNIMOS DETALHES, A TEMPO E ANTES DAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES, PARA ALEGRIA DO POVO E O FUTURO DA NAÇÃO BRASILEIRA.

5. Contexto: Representa toda a envolvente externa da organização que, de forma directa ou indirecta, influencia a sua actuação e o seu desempenho. Nesta envolvente externa inclui-se o contexto económico, tecnológico, sócio-cultural, político-legal, e ainda um conjunto de elementos que actuam mais próximo e directamente com a organização, tais como os clientes, os fornecedores, os concorrentes, as organizações sindicais, a comunicação social, entre outros.
Continua;

Cesar Pinto Cel - averdadedasmentiras - unknown - falandoa verdade disse...

Continuação;
TUDO ESTÁ DEVIDAMENTE CONTROLADO, COM O MINISTRO DA FAZENDA, EXECUTANDO O PLANO COM PLENO ÊXITO E POR ORDEM DO PARTIDO E DO SR. LULA, COM ALGUMAS INTERFERÊNCIAS EXTERNAS E DOMICILIARES DA PRESIDENTA, MAS QUE AINDA NÃO CAUSAM AMEAÇAS A DITADURA DO PROLETÁRIADO PROJETADA PELO PLANO INICIAL, DE CONTINUAÇÃO NO PODER, COM APOIO TOTAL DO POVO BRASILEIRO, DAS DIREÇÕES NACIONAIS DO PT E DOS PARTIDOS ALIADOS E PARTICIPANTES DESTE GRANDIOSO E ABENÇÕADO PLANO NACIONAL.

AS FÔRÇAS ARMADOS ESTÃO DEVIDAMENTE CONTROLADAS E SUCATEADAS, INIBIDAS PARA QUALQUER TIPO DE REAÇÃO, ASSIM COMO AS DE SEGURANÇA PÚBLICA, A JUSTIÇA E O MINISTÉRIO PÚBLICO. EM SUMA ESTA TUDO DOMINADO.

NADA MAIS A ACRESCENTAR O CRIME ORGANIZADO ESTÁ NO PODER E CONTINUARÁ POR MUITO TEMPO ATÉ A QUE LEI DO RETORNO DETERMINE O VOLTA AOS TEMPOS DE GLÓRIA DA DEMOCRACIA BRASILEIRA PRÓPRIAMENTE DITA.

Manoel Vigas disse...



Saudações.

“O presente é objeto de sensação,
o futuro de esperança
e o passado de memória.”
(Aristóteles)


“O presente é objeto de sensação” ?

E a Doutrina da ESG ?

QUAL SERIA HOJE, 09 DE FEVEREIRO DE 2013 ?

CONFIRA UM PASSADO RECENTE:

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(18/07/2006)
A Escola Superior de Guerra (ESG), no Rio de janeiro, foi cenário terça-feira de um acontecimento inimaginável anos atrás (saudosa época dos PATRIOTAS):
uma palestra de João Pedro Stedile, o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) sobre o tema Reforma Agrária e Meio Ambiente. O convite partiu do general de Exército José Benedito Barros Moreira, comandante da ESG.

PARA QUEM NÃO SE LEMBRA:

João Pedro Stedile é um economista e ativista social brasileiro. É membro da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), do qual é também um dos fundadores

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BEM, A “MEMÓRIA DO PASSADO” PRECISA SER RESPEITADA.

DO TEXTO:
“Quem estudar com isenção a História do Brasil, de 1964 a 1984, verá que os militares intervieram na política, para salvar o Brasil da ameaça de comunização que sobre ele pairava”

DISCORDO ABSOLUTAMENTE ! ! !

EM 1984 JÁ ESTÁVAMOS SENDO DESTRUIDOS COMO NAÇÃO BRASILEIRA.

O CORRETO É:

DE 31 DE MARÇO DE 1964 A 12 DE OUTUBRO DE 1977.

A COMUNIZAÇÃO DO BRASIL FOI REINICIADA APÓS 1964 PRECISAMENTE EM 12 DE OUTUBRO DE 1977 QUANDO NAQUELA MANHÃ FATÍDICA O ILMO. SR. MINISTRO DO EXÉRCITO SYLVIO COUTO COELHO DA FROTA FOI DEMITIDO PELA DUPLA “g/g”.

DEPOIS DESSE ATO APÁTRIDA,
JÁ NO DIA SEGUINTE VEIO A “ABERTURA”, E O RETORNO DOS “INOCENTES”

E A CONSEQÜENTE APROPRIAÇÃO INDÉBITA DA NAÇÃO, SUA DESTRUIÇÃO MORAL E CÍVICA..

HOJE, 2013, JÁ ESTÁ CONCLUIDO AQUELE O VITORIOSO PROCESSO COMUNISTA DE ANIQUILAÇÃODA FORÇAS ARMADAS.

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ANIQUILAÇÃODA FORÇAS ARMADAS ?

--- SUCATEADAS, COM ORÇAMENTE PROPORCIONALM,ENTE INFERIOR A QUALQUER TRAFICANTE DE MORRO.
--- AS ESCOLAS PREPARATÓRIAS FORAM TRANSFORMADAS EM COLÉGIO, INCLUSIVE COM CRIANÇAS “A BORDO”.
--- SOLDO ? ........... VERGONHOSO “SOLDO ESMOLA”.
--- FARDA ? .......... “pra que ?” ... “não temos guerra ! ! !”
--- RANCHO POBRE, E SUBSTITUIDO POR “LICENCIAMENTEO CAVALHEIRO”, OU SEJA....... VAI COMER EM OUTRO LUGAR, PORQUE AQUI OH !


QUANTO AO RESPEITO AOS SÍMBOLOS NACIONAIS,

À POSTURA MILITAR,

A DEFESA INTERNA DA NAÇÃO:

“prefiro não comentar” ....

Atenciosamente.
Manoel Vigas

Estéfani JOSÉ Agoston disse...

Perdão, senhor cel. Cesar Pinto, não foi o povo que 'lá alçou' José Sarneycorruptocorruptor, Fernandinho do Pó, Lullamijão, DilmaVermelha, mas um projeto militar, de militares.

O povo, tonto, confiando na "sabedoria" dos militares, votou. E deu no que deu. Mas claro, militares esoonderam que a 'mão que balança o berço' eram mãos militares, projeto militar, projeto de Golbery & Geisel, e trocentos mais, extremamente inteligentes num processo para destruir nossa Nação, porém sempre escondendo as mãos. E deu no que deu, conseguiram destruir nossa Nação, destruir as FFAA.