quinta-feira, 20 de março de 2014

O “trem bala” do BNDES


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Hélio Duque

Quem ainda se lembra do trem bala? Ligaria o Rio de Janeiro a Campinas, com investimento previsto de R$ 38 bilhões. Era a menina dos olhos do governo Dilma Rousseff. Felizmente, para os brasileiros que pagam a conta, o projeto descarrilou em alta velocidade no seu nascedouro pela inviabilidade técnica e econômica. Era um sonho de uma noite de verão.

Infelizmente outros “trem bala” estão descarrilando na economia brasileira com reflexos danosos para o futuro do desenvolvimento sustentável, objetivo de qualquer governo sério. Um deles é pilotado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, que desenvolve relação promíscua com o Tesouro Nacional, digna de um lupanar de beira de estrada. No seu bojo é utilizada a lógica (ilógica) da contabilidade criativa, operada em larga escala na política econômica do atual governo brasileiro.

A aliança BNDES-Tesouro demonstra que a desordem e a irresponsabilidade na administração das contas públicas atingem níveis intoleráveis. Consiste nos empréstimos feitos pelo Tesouro, através a emissão de títulos públicos, ao banco de fomento, supostamente para alavancar os investimentos privados. O crescimento dessas operações vem atingindo números inacreditáveis. Cerca de 90% da totalidade dos empréstimos do Tesouro são ao BNDES, ficando 10% para outros bancos públicos, destacadamente Caixa Econômica e o Banco do Brasil. Farra inqualificável com o dinheiro público. O economista Edmar Bacha é didático: “O BNDES virou a mãe de todos os empresários. Virou uma desgraça e tem que voltar aos trilhos.”

Objetivamente: em 2007, início do segundo mandato do presidente Lula, os empréstimos do Tesouro aos bancos públicos correspondiam a 0,4% do PIB (Produto Interno Bruto), totalizando R$ 14 bilhões. Ao final de 2013 deu o gigantesco salto para 9,6% do PIB, representando R$ 438 bilhões. Afetará a vida do contribuinte no futuro com um custo insuportável, já que o tesouro se endivida a uma taxa de mercado e repassa ao BNDES a um valor menor. No ano passado o subsídio nesse tipo de operação teve custo de R$ 24 bilhões.
                           
O custo médio para o Tesouro gira em torno de 10%, enquanto o BNDES remunerará o empréstimo através a TJLP (Taxa  de Juro de Longo Prazo) de 5%. Os recursos oriundos dessas operações são canalizados para grandes empresas nacionais. Parcelas substanciais são transferidas para o exterior com execução de obras e financiamento na aquisição de empresas.

Em Cuba, a construção do porto de Mariel, pela empresa Odebrecht, teve no BNDES o grande financiador. O grupo JBS, frigorífico Friboi, o maior do mundo, teve nos recursos dessas operações Tesouro-BNDES, poderosa alavanca de financiamento. Investimentos no metrô de Caracas e obras de infraestrutura em Angola e outras partes do mundo, tem no banco brasileiro o garantidor dos créditos financeiros.

Daí a razão do governo Dilma Rousseff ter aprovado “protocolo inconstitucional” determinando a impossibilidade de se conhecer os termos de contratos celebrados por empresas brasileiras e países como Angola, Cuba e Venezuela. Com lamentável e triste submissão da maioria dos parlamentares que integram a base de apoio do governo. Os congressistas que honram o mandato popular, à exemplo do senador Alvaro Dias e outros, foram esmagados pelo voto submisso, no direito legítimo de conhecer aqueles protocolos. É o Congresso se demitindo do seu papel republicano.

O Brasil carente de investimentos na sua infraestrutura amarga solitário abandono. Exemplo: nos últimos dez anos, em saneamento básico, o investimento foi de R$ 9,8 bilhões. Numa realidade onde metade das residências não tem coleta de esgotos. As obras de transposição do Rio S.Francisco, que amenizaria a seca na região do semiárido nordestino, elevando a qualidade de vida daquela sofrida população, iniciada em 2005, está estagnada. Os portos brasileiros, as rodovias em situação de sucateamento de norte a sul, não merecem prioridade de investimentos na dinâmica exigida. Com a educação e a saúde, não é diferente.

Enquanto isso, o binômio Tesouro-BNDES, vai navegando em mares calmos, garantindo pescaria de bilhões de reais a grandes grupos econômicos nacionais, insaciáveis tubarões. Em outros mares, bravios e procelosos, os brasileiros em frágeis embarcações enfrentam a tempestade da corrupção e da incompetência.


Hélio Duque é doutor em Ciências, área econômica, pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Foi Deputado Federal (1978-1991). É autor de vários livros sobre a economia brasileira.

55 comentários:

Anônimo disse...

E ai que vai o dinheiro de nossos impostos e dinheiro que deveria ser usado para a segurança e saúde do povo brasileiro. Dinheiro que e emprestado a plim,plim que esta devendo de forma astronômica ao inss, devendo outros encargos que nunca são mencionados e prestando desserviço ao povo brasileiro so usando o seu canal para colocar o povo na inercia mostrando jogos em cima de jogos com essa cbs e seus canalhas chupinsando o pais e ela ela mesma se beneficiando em tudo que tem direito, sbt que já foi a banquirrota com o banco e o bnds salvou, e o empresário brilhante para se beneficiar da ajuda dos ptrabalhas cala sua consciência amordaçando os jornalistas brilhantes que tem no corpo de jornalistas e se omitindo na ajuda ao povo brasileiro que e quem paga a conta e finalmente o bispo que esta saltando fora da record porque já esta dando prejuízo, quanto a parte jornalística tem muito jornalista de mao cheia que estão nessas emissoras não fazendo um trabalho a altura de suas sabedorias, mas por causa do emprego se submetem a serem amordaçados. Eta pais de merda ninguém pensa nos velhos que tem suas aposentadorias achatadas, sua saúde em frangalhos de terem trabalhado a vida toda para o desenvolvimento da nação. Ninguem pensa em nossa juventude que e o futuro do pais sendo avacalhadas nesses programas de quinta que ficam fazendo apologia ao crime e iniciando nossas moças e rapazes na libertinagem e não na obrigação que tem com a vida e o universo. O que precisa e o brasileiro tomar vergonha na cara e começar a cobrar o que e necessário para as varias necessidades que possuem e não são observadas. Nossos parlamentares não tem vergonha na cara e não tem o mínimo de escrúpulos de cada vez mais quererem mais em mais sem pensar na coletividade que os mantem la. Este e um pais de merda, com uma politica e políticos de merda, com um judiciário de merda que não tem vergonha na cara de estarem ajudando ao assassinato coletivo e não movem um dedo para estirpar do poder essa podridão e vergonha que vem assaltando a nação dia e noite com a nossa omissão. Vergonha essa que pagaremos com nosso dinheiro, com nossa saúde, com nossa infância, com nossa juventude e com nossa vida. A omissão de hoje sera cobrada com juros em cima de juros amanha e ai sera tarde demais para salvar a nação. Abaixo essa politica de merda com pessoas sínicas, aventureiras, promiscuas que estão deixando o pais ser estrupado por esses políticos de merda. Quando vao tomar atitudes quando o pais for para o esgoto. Levantem a bunda do sofá, deixe plim plim e os outros empresários esgotos na lama que estão chafurdados e chafurdando e tomem o pais em suas próprias mãos povo brasileiros. Vocês e que pagam a conta parem de se omitir e começem a agir aqui, agora já senão vai ser o nosso pesadelo amanha.

Anônimo disse...

Só para refrescar a memória dos leitores. A imprensa publicou em 2010, notíçias do um financiamento ao grupo FRIBOI, ou o quer que isso signifique, pelo mesmo BNDES, da ordem de RS 18.500.000.000,00. Com essa grana, teriam comprado empresas aqui e no exterior, indústrias, frigoríficos, e mais fazendas, Para quem? Isso ninguém sabe. Isso é que e Farra do Boi!!!!

Como calculou o Prof. Ives Gandra, para se ter uma ideia de quanto de dinheiro isso significa, se alguém pagar um real por segundo, levará mais de trinta e três anos para pagar um bilhão de reais.
Dezoito bilhões e meio de reais? mais de 600 anos????

Rogerounielo disse...

1. O tema BNDES comporta vários ângulos de análise. Excelente a visão de análise do economista Hélio Duque, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e que me estimulou a olhar essa questão do BNDES sob outros pontos de vista.

2. A conclusão dessas minhas análises foi de que para o Tesouro Nacional repassar R$ 365,2 BILHÕES ao BNDES, o Brasil faz dívidas R$ 730,4 BILHÕES e paga juros de R$ 300 BILHÕES, em 04 anos, onde demonstro que o país arca com 02 taxas Selic, nas operações Tesouro Nacional-BNDES, arca com custo elevado de bônus cambial, empresta esses R$ 730,4 BILHÕES, que apresentam custo de 18% a.a. e retorno de 5% a.a., o que vai fazer com que o percentual de comprometimento do orçamento geral da União, com pagamento de juros e amortização da dívida pública salte de 45,05% para 68,6%.

3. Nos próximos itens, explico os cálculos dessas conclusões, matemáticas, do custo BNDES, para o Brasil e, no item 50, abaixo, existe um link da análise completa, composta por mais de 111 itens.

4. O Tesouro Nacional obtém recursos para repassar ao BNDES de que forma? Pode ser imprimindo dinheiro, na casa da moeda do Brasil, ou pode ser captando esses R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS), no mercado, junto a investidores, nacionais e estrangeiros.

5. Trabalhemos com a hipótese de que o Tesouro Nacional captou os R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) no mercado, de investidores, nacionais e estrangeiros, para repassar ao BNDES e essa captação tem um custo, elevado, conforme demonstraremos abaixo.

6. Ao câmbio de R$ 1,80, R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS), correspondem a US$ 202,8 BILHÕES ou US$ 202.888.888.888,89, em valores exatos. Dessa forma, imaginemos, que diversos investidores trouxeram ao Brasil US$ 202,8 BILHÕES para emprestar ao Tesouro Nacional, por meio de compra de títulos públicos federais, para que o Tesouro repasse esses recursos ao BNDES.

CONTINUA

Rogerounielo disse...

1. O tema BNDES comporta vários ângulos de análise. Excelente a visão de análise do economista Hélio Duque, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e que me estimulou a olhar essa questão do BNDES sob outros pontos de vista.

2. A conclusão dessas minhas análises foi de que para o Tesouro Nacional repassar R$ 365,2 BILHÕES ao BNDES, o Brasil faz dívidas R$ 730,4 BILHÕES e paga juros de R$ 300 BILHÕES, em 04 anos, onde demonstro que o país arca com 02 taxas Selic, nas operações Tesouro Nacional-BNDES, arca com custo elevado de bônus cambial, empresta esses R$ 730,4 BILHÕES, que apresentam custo de 18% a.a. e retorno de 5% a.a., o que vai fazer com que o percentual de comprometimento do orçamento geral da União, com pagamento de juros e amortização da dívida pública salte de 45,05% para 68,6%.

3. Nos próximos itens, explico os cálculos dessas conclusões, matemáticas, do custo BNDES, para o Brasil e, no item 50, abaixo, existe um link da análise completa, composta por mais de 111 itens.

4. O Tesouro Nacional obtém recursos para repassar ao BNDES de que forma? Pode ser imprimindo dinheiro, na casa da moeda do Brasil, ou pode ser captando esses R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS), no mercado, junto a investidores, nacionais e estrangeiros.

5. Trabalhemos com a hipótese de que o Tesouro Nacional captou os R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) no mercado, de investidores, nacionais e estrangeiros, para repassar ao BNDES e essa captação tem um custo, elevado, conforme demonstraremos abaixo.

6. Ao câmbio de R$ 1,80, R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS), correspondem a US$ 202,8 BILHÕES ou US$ 202.888.888.888,89, em valores exatos. Dessa forma, imaginemos, que diversos investidores trouxeram ao Brasil US$ 202,8 BILHÕES para emprestar ao Tesouro Nacional, por meio de compra de títulos públicos federais, para que o Tesouro repasse esses recursos ao BNDES.

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

7. Para captar US$ 202,8 BILHÕES, ao câmbio de R$ 1,80, do “Investidor B”, para o Tesouro Nacional repassar esses recursos ao BNDES, o Brasil arca com três custos, descritos nas tabelas, em anexo, constantes da planilha intitulada “Juros pagos pelo Brasil a investidores - BNDES.xls” ou nos arquivos, em anexo, intitulados “Juros Pagos Pelo Brasil ao Investidor A.jpeg”, “Juros Pagos Pelo Brasil ao Investidor B.jpeg”, “Juros Recebidos pelo Brasil.jpeg” e “Bonus Cambial.jpeg”:

a) Primeiro Custo-Primeira Operação-Primeira Taxa Selic-“Investidor A” (Investidores Coletivos): venda de títulos públicos federais, para obter R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS). Para que esse dinheiro, Senhor Analista, que vai ser captado pelo Tesouro Nacional? Esses recursos são captados de diversos investidores, no Brasil, em reais, para que o Brasil faça o câmbio para o “Investidor B” (donos dos US$ 202,8 BILHÕES), já que o Brasil não obtêm esses recursos do caixa do Tesouro Nacional para transformar os dólares dos investidores em reais:

Ano Valor do Capital-R$ Selic Juros Pagos-R$ Saldo Devedor-R$

1º 365.000.000.000,00 9% 32.850.000.000,00 397.850.000.000,00

2º 397.850.000.000,00 9% 35.806.500.000,00 433.656.500.000,00

3º 433.656.500.000,00 9% 39.029.085.000,00 472.685.585.000,00

4º 472.685.585.000,00 9% 42.541.702.650,00 515.227.287.650,00

Observação: Na tabela acima fica fácil de compreender que, apenas, para fazer o câmbio, e captar US$ 202,8 BILHÕES, o Brasil pagará R$ 150.227.287.650,00 (Cento e Cinquenta Bilhões, Duzentos e Vinte e Sete Milhões, Duzentos e Oitenta e Sete Mil e Seiscentos e Cinquenta Reais), em 04 (quatro anos), à taxa de juros Selic de 9%, ao "INVESTIDOR A" (Diversos investidores que compraram títulos públicos federais, no valor de R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS).

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

b) Segundo Custo - Segunda Operação - Segunda Taxa Selic-“Investidor B” (Donos dos US$ 202,8 BILHÕES): aplicam R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) em títulos públicos federais que, finalmente, são entregues ao Tesouro Nacional, que os repassa ao BNDES:

Ano Valor do Capital-R$ Selic Juros Pagos-R$ Saldo Devedor-R$

1º 365.000.000.000,00 9% 32.850.000.000,00 397.850.000.000,00

2º 397.850.000.000,00 9% 35.806.500.000,00 433.656.500.000,00

3º 433.656.500.000,00 9% 39.029.085.000,00 472.685.585.000,00

4º 472.685.585.000,00 9% 42.541.702.650,00 515.227.287.650,00

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

c) Terceiro Custo - Bônus Cambial: É a diferença de câmbio, entre o momento “A”, quando os investidores trazem recursos em dólares, para o Brasil, e o momento “B”, quando os investidores levam seus recursos, em dólares, para fora do Brasil. É um conceito fácil de entender, conforme o exemplo abaixo (Vide aba “Juros e Bonus Cambial Total” ou arquivo “Juros e Bonus Cambial Total.jpeg”, em anexo):

Ano Capital - R$ Taxa (*) Juros - R$ Capital + Juros

1º* 486.933.333.333,34 9% 43.824.000.000,00 530.757.333.333,34

2º 530.757.333.333,34 9% 47.768.160.000,00 578.525.493.333,34

3º 578.525.493.333,34 9% 52.067.294.400,00 630.592.787.733,34

4º 630.592.787.733,34 9% 56.753.350.896,00 687.346.138.629,34

Total Dos Juros Pagos Pelo Brasil ao "INVESTIDOR B": R$ 200.412.805.296,00

* Taxa de Juros (Selic), na forma anual, paga pelo Brasil a compradores de títulos públicos federais

Capital Inicial em US$: 202.888.888.888,89

Câmbio: R$ 2,40

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Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

I. Digamos que você, como investidor, trouxe US$ 202.888.888.888,89, para o Brasil, ao câmbio de R$ 2,40, recebe R$ 486.933.333.333,33, aplica esses reais em títulos públicos federais, e quatro anos depois, leva os juros (R$ 200.412.805.296,00) mais o capital inicial, em reais (R$ 486.933.333.333,33), convertidos, para dólar (US$ 270.518.518.518,52), ao câmbio de R$ 1,80, para fora do Brasil;

II. O leitor percebeu que trouxe US$ 202.888.888.888,89, para o Brasil, e quatro anos depois vai levar US$ 270.518.518.518,52, para o exterior. Essa diferença de US$ 67.629.629.629,63 é o bônus cambial;

III. Neste exemplo, o bônus cambial de US$ 67.629.629.629,63 representou um ganho, para você, como investidor, de 33,33% sobre o capital, inicial, em dólares, trazido ao Brasil (US$ 202.888.888.888,89), mais os juros, em reais, de R$ 200.412.805.296,00;

IV. Convertendo o bônus cambial (US$ 67.629.629.629,63), para reais, ao câmbio de R$ 2,40, obtemos R$ 162.311.111.111,11, o que representa ganho, para o investidor, de 33,33% relativamente ao capital original de R$ 486.933.333.333,33;

V. Os juros de R$ 200.412.805.296,00 representam ganho, para o investidor, de 41,16% relativamente ao capital original de R$ 486.933.333.333,33.

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

8. Nas tabelas acima fica fácil de compreender que os R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) que o Tesouro Nacional captou, para repassar, ao BNDES, tem custos, relativos a juros de R$ 150.227.287.650,00 (Cento e Cinquenta Bilhões, Duzentos e Vinte e Sete Milhões, Duzentos e Oitenta e Sete Mil e Seiscentos e Cinquenta Reais), em 04 (quatro anos), à taxa de juros Selic de 9% a.a., que o Brasil pagou ao "INVESTIDOR A" (Diversos investidores que compraram títulos públicos federais para o Brasil fazer o câmbio, no valor de R$ 365.200.000.000,00 -- TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS -- e poder internalizar US$ 202,8 BILHÕES, pertencentes ao “INVESTIDOR B”, MAIS CUSTOS, relativos a juros de R$ 150.227.287.650,00 (Cento e Cinquenta Bilhões, Duzentos e Vinte e Sete Milhões, Duzentos e Oitenta e Sete Mil e Seiscentos e Cinquenta Reais), em 04 (quatro anos), à taxa de juros Selic de 9% a.a., que o Brasil pagou ao "INVESTIDOR B" (Diversos investidores que são donos dos US$ 202,8 BILHÕES e que compraram títulos públicos federais, no valor de R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) QUE, FINALMENTE SÃO ENTREGUES AO TESOURO NACIONAL QUE OS REPASSE AO BNDES.

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

9. Um momento Senhor Analista, antes de prosseguirmos! Pelo que entendi, em uma operação de captação, externa, de US$ 202,8 BILHÕES, ao câmbio de R$ 1,80, o Brasil paga, em 04 anos, juros de R$ 150.227.287.650,00 (Cento e Cinquenta Bilhões, Duzentos e Vinte e Sete Milhões, Duzentos e Oitenta e Sete Mil e Seiscentos e Cinquenta Reais), que corresponde a uma taxa Selic de 9% a.a., ao "INVESTIDOR A” e, também, paga MAIS R$ 150.227.287.650,00 (Cento e Cinquenta Bilhões, Duzentos e Vinte e Sete Milhões, Duzentos e Oitenta e Sete Mil e Seiscentos e Cinquenta Reais), que corresponde a uma taxa Selic de 9% a.a, ao "INVESTIDOR B”, correto? Correto!

10. Essas duas operações, sucessivas, significam que o total de juros pagos, pelo Brasil, ao “INVESTIDOR A” e ao “INVESTIDOR B”, é de R$ 300.454.575.300,00 (Trezentos Bilhões, Quatrocentos e Cinquenta e Quatro Milhões, Quinhentos e Setenta e Cinco Mil e Trezentos reais), em quatro anos? Correto? Correto!

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

11. Para o Tesouro Nacional repassar R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) ao BNDES, o Brasil faz uma dívida de R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) junto ao “INVESTIDOR A”, no PRIMEIRO MOMENTO, e, NO SEGUNDO MOMENTO, faz MAIS OUTRA DÍVIDA de R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) junto ao “INVESTIDOR B”, ao custo de R$ 300.454.575.300,00 (Trezentos Bilhões, Quatrocentos e Cinquenta e Quatro Milhões, Quinhentos e Setenta e Cinco Mil e Trezentos reais), em 04 anos, com taxa Selic de 18% a.a. ou 9% a.a. em cada uma das duas operações citadas anteriormente. Senhor Analista, estou surpreso! Nunca li ou vi nenhuma análise com essa abrangência e profundidade na imprensa brasileira! Pois é! Eu também fiquei surpreso quando fui investigar, sozinho, algumas verdades que a política, os políticos, os empresários e a imprensa não dizem, por que não sabem ou, talvez, em alguns poucos casos, não dizem a verdade, sabendo da verdade, por que interessa ao “Sistema Espoliativo do Povo Brasileiro” ocultar essas verdades! O FATO É QUE, SE ALGUMAS VERDADES NÃO COMEÇAREM A SER DITAS, O BRASIL VAI É QUEBRAR DE VERDE E AMARELO, COM ORDEM E COM PROGRESSO!

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

12. Entretanto, não podemos nos esquecer das RECEITAS. Que receitas Senhor Analista? Os US$ 202,8 BILHÕES, captados do “INVESTIDOR B”, entram para as reservas, em dólares, do Brasil, e são aplicados, pelo Banco Central do Brasil-Bacen, em títulos do Governo dos EUA, por 04 (quatro anos), a uma taxa de juros de 0,5% a.a., gerando receitas de US$ 7.358.962.828,25 que, ao câmbio de R$ 1,80, se transformam em receitas de R$ 13.246.133.090,85 (Treze Bilhões, Duzentos e Quarenta e Seis Milhões, Cento e Trinta e Três mil Reais e Noventa Reais e Oitenta e Cinco Centavos), em quatro anos.

13. Para o Tesouro Nacional repassar R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) ao BNDES, o Brasil faz uma dívida de R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) junto ao “INVESTIDOR A”, no PRIMEIRO MOMENTO, o que gera custo, com pagamento de juros, provenientes da taxa Selic de 9% a.a., em 04 anos, de R$ 150.227.287.650,00 (Cento e Cinquenta Bilhões, Duzentos e Vinte e Sete Milhões, Duzentos e Oitenta e Sete Mil e Seiscentos e Cinquenta Reais) e, no SEGUNDO MOMENTO, FAZ MAIS OUTRA DÍVIDA de R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) junto ao “INVESTIDOR B”, o que gera custo, com pagamento de juros, provenientes da taxa Selic de 9% a.a., em 04 anos, de R$ 150.227.287.650,00 (Cento e Cinquenta Bilhões, Duzentos e Vinte e Sete Milhões, Duzentos e Oitenta e Sete Mil e Seiscentos e Cinquenta Reais).

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

14. Em outras palavras, resumindo, para o Tesouro Nacional repassar R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) ao BNDES, o Brasil faz dívidas, TOTAIS, de R$ 730.400.000.000,00 (SETECENTOS E TRINTA BILHÕES E QUATROCENTOS MILHÕES DE REAIS), junto ao “INVESTIDOR A” e junto ao “INVESTIDOR B”, o que gera CUSTO, TOTAL, COM PAGAMENTO DE JUROS, provenientes de DUAS taxa Selic de 9% a.a., em 04 anos, de R$ 300.454.575.300,00 (Trezentos Bilhões, Quatrocentos e Cinquenta e Quatro Milhões, Quinhentos e Setenta e Cinco mil e Trezentos reais), mais RECEITAS de R$ 13.246.133.090,85 (Treze Bilhões, Duzentos e Quarenta e Seis Milhões, Cento e Trinta e Três mil Reais e Noventa Reais e Oitenta e Cinco Centavos), em quatro anos, decorrentes de aplicação de recursos, em dólares, em títulos públicos federais e, SIMPLESMENTE, TODO ESSE PROCESSO DE ENDIVIDAMENTO, VERTIGINOSO, ACONTECE SEM NENHUM TIPO DE FISCALIZAÇÃO DA SOCIEDADE, POR MEIO DO CONGRESSO NACIONAL, QUE PAGA IMPOSTOS PARA SUSTENTAR ESSA “FARRA COM DINHEIRO DO CONTRIBUINTE”. ISTO É INCRÍVEL!

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

15. Em resumo, para o Tesouro Nacional capitar R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS), para repassar para o BNDES, o Brasil incorre nos custos e nas receitas abaixo:

a) Custo de 18% (duas taxas Selic de 9% a.a.) nas duas operações, consecutivas, com o “INVESTIDOR A” e com o “INVESTIDOR B”;

b) Custo do bônus cambial de 33,3%;

c) Receita de 0,5% a.a. com aplicação de recursos das reservas brasileiras, em dólares, em títulos do Governo dos EUA.

16. Em resumo, para o Tesouro Nacional capitar R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS), para repassar para o BNDES, o “Investidor A” e o “Investidor B” incorrem nos custos e nas receitas descritas abaixo:

a) Embolsam receita de 18% a.a. (duas taxas Selic de 9% a.a.) nas duas operações, consecutivas, com o “INVESTIDOR A” e com o “INVESTIDOR B”;

b) Embolsam receita proveniente do bônus cambial de 33,3%, perfazendo total, de receitas, finais, de 42,3% (18% a.a. das duas Selic + 33,3% de bônus cambial);

c) Incorrem nos custos com pagamento de impostos incidentes sobre os ganhos com aplicações financeiras;

d) Se você, como investidor, pagar 30% de Imposto de Renda e IOF, incidentes sobre o total de juros recebidos (R$ 200.412.805.296,00), em 04 anos, no valor de R$ 60.123.841.588,80, fará com que seus ganhos, em relação ao capital inicial (R$ 486.933.333.333,33), diminuam de 41,2% para 28,5%.

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17. Dessa forma, no final, o ganho do investidor, será o bônus cambial de 33,3% + 28,5% (Juros recebidos depois de pagos impostos), perfazendo total, final, de ganho, de 61,8% em relação ao capital, original (R$ 486.933.333.333,33), quatro anos depois.

18. Se você, como investidor, EMPRESTOU US$ 202.888.888.888,89, NO EXTERIOR, para trazer para o Brasil, e está pagando juros de 3% a.a., para algum banco estrangeiro, que lhe emprestou esse dinheiro, em dólares, ainda assim estaria lucrando 58,8% nessa operação de emprestar dinheiro, em dólares, no exterior, para aplicar, em reais, no Brasil, em títulos públicos federais, recebendo uma taxa Selic de 9% a.a., mais bônus cambial de 33,3%, menos 30% de impostos (Imposto de Renda e IOF), incidentes sobre os ganhos financeiros), o que o mercado denomina de “carry trade”. O “carry trade” é um dos grandes problemas de competitividade do Brasil! Por quê o “carry trade” é um dos grandes problemas de competitividade do Brasil? Qual é o empresário que podendo ganhar 58,8% em uma operação de “carry trade” (ESPECULAÇÃO FINANCEIRA) vai investir recursos nos fatores de produção da empresa pela qual é responsável?

19. Dessa forma, caros cidadãos, brasileiros, contribuintes que pagam impostos para manter essa verdadeira farra, irresponsável, com o dinheiro público, no Brasil, nota-se que o Tesouro Nacional, juntamente com o BNDES, criaram uma forma, bastante, criativa, perigosa e muito cara, financeiramente, de burlar o controle de endividamento público, no Brasil, pois o Congresso Nacional não autoriza esses gastos exorbitantes do Tesouro Nacional, mediante repasses ao BNDES e, na prática, o Governo Federal, está gastando muito mais do que foi autorizado a gastar, quando da aprovação do Orçamento Anual de Gastos Públicos Federais, pelo Congresso Nacional. Eu diria que se encontrou uma FORMA CRIATIVA DE BURLA DO CONTROLE DE GASTOS PÚBLICOS, NO BRASIL, e jogando fora, de uma vez por todas, a responsabilidade fiscal, contida na Lei de Responsabilidade Fiscal, que continua existindo, mas na prática, está sendo burlada com a concordância, tácita, do Congresso Nacional, da Controladoria Geral da União, do Tribunal de Contas da União, do Ministério Público Federal e, por fim, de toda a sociedade brasileira. Isto é incrível!

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20. Vide matéria, em anexo, intitulada “Tesouro banca 51% dos empréstimos do BNDES”, divulgada pelo Senado Federal, em 30/11/2012, no link http://www.senado.gov.br/noticias/opiniaopublica/inc/senamidia/notSenamidia.asp?ud=20121130&datNoticia=20121130&codNoticia=782456&nomeOrgao=&nomeJornal=Valor+Econ%C3%B4mico&codOrgao=2729&tipPagina=1, segundo a qual “Os repasses do Tesouro permitiram que os empréstimos do BNDES nos 45 meses de suporte do Tesouro (período entre janeiro de 2009 e setembro deste ano) fossem 65% maiores que os R$ 327,4 bilhões desembolsados pela instituição nos seis primeiros anos de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003 a 2008). Os desembolsos quase dobraram em dois anos a partir da decisão governamental, passando de R$ 90,9 bilhões em 2008 para R$ 168,4 bilhões em 2010”.

21. Você como cidadão deve estar se perguntando, no seu íntimo, que esse processo, descrito anteriormente, de crescente aumento do endividamento do Brasil, sem autorização do Congresso Nacional, é um processo financeiro insano e perigoso para o Brasil, correto? Correto, o processo é insano e perigoso para o Brasil!

22. É uma insanidade, a meu ver, o Brasil buscar crescimento econômico sem fazer poupança, interna, para financiar os seus ciclos de crescimento econômico, pois esse processo se torna oneroso, caro e inviável, no longo prazo, já que para pagar os crescentes encargos do endividamento público, que não para de crescer, por meio da emissão de títulos públicos federais, a carga tributária deve ser aumentada.

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23. Quando você, como cidadão, ouvir, na televisão ou ler nos jornais, que o Governo Federal está repassando recursos ao BNDES, por meio do Tesouro Nacional, lembre-se que a conta desse processo será paga por você e por sua família, por meio do aumento da carga tributária, que não para de crescer e cresce na mesma proporção em que cresce o total do endividamento bruto do Brasil e em que cresce os juros pagos pelo Brasil.

24. O BNDES se tornou um fator de risco, sistêmico, para a economia do Brasil, na medida em que AS SOMAS, ENORMES, DE DÍVIDAS QUE O BRASIL CONTRAI, POR MEIO DA VENDA DE TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS, VIA TESOURO NACIONAL, ACRESCIDA DO ENORME CUSTO FINANCEIRO DE CAPTAÇÃO DESSES RECURSOS, descrita anteriormente, não estão sendo utilizadas para serem aplicadas no financiamento de investimentos, no Brasil, e tão pouco o BNDES parece estar tendo cuidado nos empréstimos que realiza às grandes empresas como é o caso das empresas citadas nos itens abaixo.

25. Vide matéria, em anexo, intitulada “Dívida de empresas de Eike vai a R$ 25,1 bilhões”, divulgada pela Folha.Uol, em 16/08/2013, no link http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/08/1327279-divida-de-empresas-de-eike-vai-a-r-251-bilhoes.shtml, segundo a qual “As dívidas das empresas de capital aberto do grupo EBX, de Eike Batista, chegaram a R$ 25,1 bilhões no fim de junho”. Só para o BNDES, as empresas de Eike devem mais de R$ 10 BILHÕES e, dificilmente, o BNDES vai reaver esses recursos de volta.

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26. Vide matéria, em anexo, intitulada “OGX torna-se a 3ª empresa com maior risco de calote no mundo”, divulgada pela Folha.Uol, em 16/08/2013, no link http://www.infomoney.com.br/ogxpetroleo/noticia/2848212/ogx-torna-empresa-com-maior-risco-calote-mundo.

27. Conforme a matéria “BNDES Numa Fria”, edição de 02.11.2011, da Revista Exame, sobre a situação em que se encontram os maiores frigoríficos do país, extraímos o resumo abaixo:

a) O BNDES colocou quase 12 bilhões de reais, contando diferentes linhas de crédito e compra de participação acionária, em cinco frigoríficos, de 2008 a 2011;

b) O mercado de capitais acompanhou o Governo, ajudando a financiar a consolidação do setor, por meio de captação, na bolsa, no montante de R$ 6,1 bilhões;

c) Os lucros desses frigoríficos caíram ou até entraram no negativo;

d) O endividamento dos frigoríficos cresceu, abruptamente: a) o JBS devia R$ 5,6 bilhões, em 2008, e deve, atualmente, R$ 17 bilhões; b) o Marfrigdevia R$ 4,3 bilhões, em 2008, e deve, atualmente, R$ 11 bilhões; b) o Minervadevia R$ 1,4 bilhões, em 2008, e deve, atualmente, R$ 1,9 bilhões.

28. “Marfrig tem prejuízo de R$ 540 mi”. O grupo Marfrig encerrou o terceiro trimestre com prejuízo líquido consolidado de R$ 540 milhões, ampliando o resultado negativo reportado no mesmo período do ano passado, quando registrou prejuízo de R$ 68,6 milhões. O lado financeiro pesou sobre o resultado, por conta dos reflexos dos efeitos não caixa ocasionados pela depreciação do real frente ao dólar no período.

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29. “Governo breca fusão JBS Marfrig”. O empresário Joesley Batista, um dos controladores do frigorifico JBS-Friboi, reuniu-se no fim de outubro com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O objetivo era consultá-lo oficialmente sobre a posição do governo a respeito de uma eventual proposta de compra do concorrente Marfrig pelo JBS Friboi. Muito endividado, o Marfrig tornou-se alvo de especulações por parte da concorrência. Mantega disse o que o mercado já sabia: o governo federal, que detém30% do JBS e 14% do Marfrig por meio do BNDES, não admite a possibilidade de uma fusão ou compra entre os dois frigoríficos. Na avaliação do ministro, a concentração de mercado seria muito grande e prejudicaria a concorrência no setor. Com informações da Exame.

30. O Brasil paga muito caro pelas captações que o Tesouro Nacional faz, mediante emissão de títulos públicos federais, para repassar recursos para o BNDES e esses recursos, ao invés de serem utilizados, em grande percentual, para melhorar a infra-estrutura do país, o que geraria aumento do PIB e da arrecadação, menor inflação etc. etc., são aplicados em grandes empresas que não estão investindo no Brasil, mas utilizando esses recursos, baratos, para cobrir custos, internos e externos, para ajudar suas matrizes no exterior, que estão em crise ou pura e simplesmente estão sendo desviados para destinos que podem ser perfeitamente rastreados como é o caso, dos empréstimos às empresas de Eike Batista. Vide matéria, em anexo, intitulada “Tesouro banca 51% dos empréstimos do BNDES”, divulgada pelo Senado Federal, em 30/11/2012, no link http://www.senado.gov.br/noticias/opiniaopublica/inc/senamidia/notSenamidia.asp?ud=20121130&datNoticia=20121130&codNoticia=782456&nomeOrgao=&nomeJornal=Valor+Econ%C3%B4mico&codOrgao=2729&tipPagina=1, segundo a qual:

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a) “Os repasses do Tesouro permitiram que os empréstimos do BNDES nos 45 meses de suporte do Tesouro (período entre janeiro de 2009 e setembro deste ano) fossem 65% maiores que os R$ 327,4 bilhões desembolsados pela instituição nos seis primeiros anos de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003 a 2008). Os desembolsos quase dobraram em dois anos a partir da decisão governamental, passando de R$ 90,9 bilhões em 2008 para R$ 168,4 bilhões em 2010”.

b) “O balanço encaminhado ao Congresso Nacional referente ao terceiro trimestre de 2012 mostra que 63% dos recursos repassados pelo Tesouro de 2009 até setembro deste ano foram utilizados pelo BNDES para financiar empresas de grande porte. O número é ligeiramente menor do que a participação das grandes empresas nos financiamentos totais do banco no mesmo período que alcança 68%”.

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31. Captar recursos, por meio da emissão de títulos públicos federais, para que o Tesouro Nacional injete dinheiro no BNDES, gera pagamento de juros pelo Brasil. Vejamos o histórico do valor dos juros pagos pelo Brasil nos últimos 10 anos. Se somarmos o saldo devedor nominal da dívida pública interna do Brasil, em 2011 -- R$ 2.600,7 TRILHÃO (DOIS TRILHÕES, SEISCENTOS BILHÕES E SETECENTOS MILHÕES DE REAIS), MAIS O VALOR DOS JUROS PAGOS PELO BRASIL DE 2000 A 2010 -- R$ 1,564 TRILHÃO (UM TRILHÃO QUINHENTOS E SESSENTA E QUATRO BILHÕES DE REAIS -- (Fonte: a) Link versão em inglês: http://www.larouchepub.com/other/2010/3708brazil_carry_trade.html, em anexo, arquivo “Londons Brazil Carry Trade.pdf”; b) Link versão em português: (http://fimdostempos.net/bolha-brasil-explodir.html) e (http://portugues.larouchepub.com/outrosartigos/2010/0323_bolha_brasil.html), em anexo, arquivo “O carry trade brasileiro feito por Londres.pdf” --- descobre-se que o Brasil assumiu, na prática, dívidas de R$ 4,164 TRILHÃO (QUATRO TRILHÕES CENTO E SESSENTA E QUATRO BILHÕES DE REAIS), nos últimos dez anos --, OU SEJA, o Brasil obteve a fantástica soma de R$ 4,164 TRILHÃO (QUATRO TRILHÕES CENTO E SESSENTA E QUATRO BILHÕES DE REAIS), nos últimos dez anos, e aplicou em investimentos em infra-estrutura, saúde, educação, inovação etc. e na competitividade da indústria nacional e do país, correto? A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR É: ONDE FORAM PARAR OS R$ 4,164 TRILHÃO (QUATRO TRILHÕES CENTO E SESSENTA E QUATRO BILHÕES DE REAIS) ?

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32. “O orçamento geral da União de 2011, executado, foi de R$ 1,571 TRILHÃO (UM TRILHÃO QUINHENTOS E SETENTA E UM BILHÕES DE REAIS), no total, sendo que R$ 708 BILHÕES foram destinados ao pagamento de juros e amortizações da dívida pública, o que representou 45,05% do orçamento geral da União de 2011 (Fonte: página 15 da Cartilha, em anexo. Elaboração: Auditoria Cidadã da Dívida. Nota: O valor de R$ 708 bilhões inclui o chamado “refinanciamento” ou “rolagem”, pois a CPI da Dívida Pública comprovou que parte relevante dos juros são contabilizados como tal).

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Nome do Arquivo: “Cartilha 2012. Auditoria Cidada da Divida Publica.pdf”
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Tamanho: 1,21 MB
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Link:
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http://rapidshare.com/files/1909671414/Cartilha%202012.%20Auditoria%20Cidada%20da%20Divida%20Publica.pdf
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33. Captar recursos, por meio da emissão de títulos públicos federais, para que o Tesouro Nacional injete dinheiro no BNDES, gera a elevação do endividamento público do Brasil, o que gera graves consequências, no curto, médio e no longo, prazos.

34. Ao elevar o endividamento do Brasil de R$ 660 BILHÕES, em 2002, para R$ 2,7 TRILHÕES, em 2010, pagando R$ 1,5 TRILHÕES, em juros (Taxa Selic), nos últimos 10 anos, gerando endividamento, geral, final, do Brasil, de R$ 4,2 TRILHÕES, onde o Brasil pagava 2,5% a.a. de taxas de juros em operações, externas, em dólar, para 46% de taxa efetiva, final -- para aprofundar conhecimento sobre este ponto da análise consulte “Parte 000. Revelação Da Trindade (PARTE 09 - FIM DO PREDOMÍNIO DA MATERIALIDADE). TEMA: “CÂMBIO FLUTUANTE. DÍVIDA EXTERNA. DÍVIDA INTERNA. JUROS, EFETIVOS, TOTAIS. ANÁLISE MACROECONÔMICA (AS TRÊS OPERAÇÕES, COM DÓLAR, REALIZADAS PELO CAPITAL ESPECULATIVO, QUE PROVOCAM VERDADEIRA SANGRIA DE RECURSOS PARA O BRASIL)‏. DEMONSTRAÇÃO DE COMO O BRASIL PAGA DUAS TAXAS SELIC. Link http://rounielo.blogspot.com/2011/10/parte-000-revelacao-da-trindade-parte.html” --, o PT, com a ajuda dos demais partidos políticos, do Brasil, mais do que favoreceram os banqueiros e empresários, nacionais e internacionais, à custa do elevado grau de comprometimento do futuro das famílias do Brasil, dos meus filhos, dos seus filhos e dos nossos entes queridos.

35. Note que o PIB do Brasil, em 2011, foi de R$ 4,1 TRILHÕES, conforme matéria, em anexo, intitulada “Em 2011, PIB cresce 2,7% e totaliza R$ 4,143 trilhões”, divulgada, pelo IBGE, em 06/03/2012, no link http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=2093

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36. Se elevamos o endividamento do Brasil de R$ 660 BILHÕES, em 2002, para R$ 2,7 TRILHÕES, em 2010, pagando R$ 1,5 TRILHÕES, em juros (Taxa Selic), nos últimos 10 anos, gerando endividamento, geral, final, do Brasil, de R$ 4,2 TRILHÕES, podemos concluir que o Brasil torrou todos os seus bens e serviços (PIB do Brasil de R$ 4,1 TRILHÕES, em 2011), nos últimos 10 anos, com o pagamento de juros da dívida pública, interna e externa, mediante resultados pífios em termos de crescimento do próprio PIB, ganhos de produtividade nacional, sociais, educacionais etc. ENTÃO, POR QUE O BRASIL GASTA TANTOS RECURSOS, ESCASSOS, PROVENIENTES DO SUOR DO POVO BRASILEIRO, PARA BENEFICIAR, APENAS, UNS POUCOS, PREJUDICANDO O PAÍS INTEIRO, POR LONGAS DÉCADAS?

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37. Correto afirmar que o PMDB e, especialmente, o PSDB, relativamente ao PT, em termos de gestão da coisa pública, não fizeram trabalho melhor, apesar de se vender como o partido que criou o real e a estabilidade da moeda, o que é uma verdade, mas o que o PSDB não diz é que sua política econômica mais do que favoreceu o capital estrangeiro, no longo prazo, e que a política econômica de estabilidade da moeda não era sustentável, ao longo do tempo, pois essa política econômica, implementada pelo PSDB, não resolveu problemas crônicos de corrupção, no Brasil, que derrubam a competitividade e a produtividade da economia, e que também não levou a nenhuma inversão, representativa, na constante queda do nível sócio-cultural-intelectual do povo brasileiro, apesar do crescente acesso das famílias a bens, produtos e serviços que não tinham acesso anteriormente, via endividamento estratosférico, e muito menos, ainda, reverteu o quadro, geral, de descalabro de crescimento, vertiginoso, do endividamento público, no Brasil, apesar da Lei de Responsabilidade Fiscal que, é bom que se diga a verdade, impediu, apenas, aumento improdutivo de gastos públicos no nível estadual e municipal, mas garantiu aumento, centralizado, no Governo Federal, de gastos públicos, improdutivos, de elevado custo financeiro, para o Brasil, tendo o PSDB à frente do Governo Federal, aspecto (elevação dos gastos públicos) que foi, exponencialmente, ampliado pelo PT à frente do Governo Federal. Para dizer o mínimo, o PT “enfiou o pé na jaca”, comprou, descaradamente, o apoio do PSDB, do PMDB e dos demais partidos políticos, no Brasil, por meio da elevação do endividamento público e da corrupção, conforme veremos logo abaixo, e implementou uma coisa nova e estranha no Estado Brasileiro, qual seja, a de NOMEAR PESSOAS COMPETENTES PARA DETERMINADAS FUNÇÕES, MAS TOTALMENTE INCOMPETENTES PARA O EXERCÍCIO DE CARGOS DE IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA PARA O PAÍS, fazendo com que houvesse crescimento, exponencial, dos efeitos da má gestão, que atualmente se transformaram em cultura no Governo Federal (Ministérios, empresas públicas, sociedades anônimas de economia mista etc.), difícil de ser revertida, no curto e no médio prazo.

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38. Por quê a política econômica do PSDB mais do que favoreceu o capital estrangeiro? Em 1994, a dívida líquida do setor público era de R$ 108,8 BILHÕES (CENTO E OITO BILHÕES DE REAIS) e poderia ter sido quase, integralmente, quitada com os recursos provenientes das privatizações, mas não foi o que ocorreu, e saltou para R$ 660 BILHÕES (SEISCENTOS E SESSENTA BILHÕES DE REAIS), em 2002.

39. Depois do “Governo FHC”, tivemos o Governo do Partido dos Trabalhadores, quando, então, o endividamento do Brasil saltou de R$ 660 BILHÕES (SEISCENTOS E SESSENTA BILHÕES DE REAIS), em 2002, para R$ 2,6 TRILHÃO (DOIS TRILHÕES E SEISCENTOS BILHÕES DE REAIS), em 2010, ou seja, de 1994 para 2010, a dívida líquida do setor público cresceu R$ 1.940.000.000,00 (UM TRILHÃO, NOVECENTOS E QUARENTA BILHÕES DE REAIS) ou 293,9%, em relação ao endividamento de R$ 660 BILHÕES (SEISCENTOS E SESSENTA BILHÕES DE REAIS), em 2002.

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40. Não é preciso lembrar que a arrecadação de impostos, no Brasil, também, acompanhou esse crescimento exponencial do endividamento público promovido não, apenas, pelo PSDB ou pelo PT, à frente do Governo Federal, mas por toda a máquina política da “base aliada”, pois o crescimento do endividamento público, no Brasil, abastece os acordos que sustentam um sistema político anacrônico criado para que o Brasil não tenha condições de controlar nada, enquanto o sistema político anacrônico se locupleta no mel representado por recursos públicos abundantes, obtidos por meio de empréstimos de investidores, nacionais e internacionais, que compram títulos públicos federais e recebem elevadas taxas financeiras de remuneração desse capital privado emprestado ao Governo Federal e que se transforma em recursos públicos do orçamento da União, para ser, literalmente, em muitos casos, jogado no lixo do desperdício, dos desvios, dos superfaturamentos, da falta de ética e da irresponsabilidade, generalizada, de uma sociedade brasileira que simplesmente se acostumou a pensar que a corrupção nunca traria efeitos negativos, nefastos, para todos nós que nos omitimos na gestão da coisa pública, no Brasil. Só cegos não veem isso!

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41. É bom, sempre, lembrar, dinheiro não dá em pé de árvore e a mágica do crescente pagamento de juros, pelo Brasil, aos investidores, nacionais e internacionais, coincide com a mágica do crescimento dos impostos que os brasileiros pagam ao longo do tempo.

42. Não bastasse todo esse descalabro de excesso de endividamento do Brasil, em nome de um “desenvolvimentismo” que não está se materializando, na prática, pois as taxas de investimento, no país, estão estacionadas há vários anos e o PIB cresceu, apenas, 1% em 2012, contra 2,7% em 2011, o PT ainda pretende que o BNDES “empreste” R$ 1,8 TRILHÕES, até 2015, elevando o endividamento, geral, final, do Brasil, para R$ 6 TRILHÕES (1,8 TRILHÕES QUE SERÃO “GASTOS” PELO BNDES + 4,2 TRILHÕES DE GASTOS QUE O PAÍS JÁ EFETUOU, CONFORME ITEM 52 RETRO), conforme matéria, em anexo, intitulada “BNDES QUER INVESTIR R$ 1,8 TRILHÃO ATÉ 2015”, divulgado por Petronotícias, em 31.07.2012, no link http://www.petronoticias.com.br/archives/12109

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43. Para o Tesouro Nacional captar R$ 1.800.000.000.000,00 (UM TRILHÃO E OITOCENTOS BILHÕES DE REAIS), correspondentes a US$ 1.000.000.000.000,00 (UM TRILHÃO DE DÓLARES), ao câmbio de R$ 1,80, do “Investidor B”, para entregar ao BNDES, o Brasil arca com três custos, descritos nas tabelas, em anexo, constantes da planilha intitulada “Juros pagos pelo Brasil a investidores - BNDES - R$ 1,8 TRILHAO.xls” ou nos arquivos, em anexo, intitulados “Juros Pagos ao Investidor A. Captacao R$ 1,8 Trilhao.jpeg”, “Juros Pagos ao Investidor B. Captacao R$ 1,8 Trilhao.jpeg”, “Juros Recebidos pelo Brasil.jpeg” e “Bonus Cambial. Captacao R$ 1,8 Trilhao.jpeg”:

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Rogerounielo disse...

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a) Primeiro Custo-Primeira Operação-Primeira Taxa Selic-“Investidor A” (Investidores Coletivos): venda de títulos públicos federais, para obter R$ 1.800.000.000.000,00 (UM TRILHÃO E OITOCENTOS BILHÕES DE REAIS). Para que esse dinheiro, Senhor Analista, que vai ser captado pelo Tesouro Nacional? Esses recursos são captados de diversos investidores, no Brasil, em reais, para que o Brasil faça o câmbio para o “Investidor B” (donos dos US$ 1.000.000.000.000,00 -- UM TRILHÃO DE DÓLARES), já que o Brasil não obtêm esses recursos do caixa do Tesouro Nacional para transformar os dólares dos investidores em reais:

Ano Valor do Capital-R$ Selic Juros Pagos-R$ Saldo Devedor-R$

1º 1.800.000.000.000,00 9%* 162.000.000.000,00 1.962.000.000.000,00

2º 1.962.000.000.000,00 9% 176.580.000.000,00 2.138.580.000.000,00

3º 2.138.580.000.000,00 9% 192.472.200.000,00 2.331.052.200.000,00

4º 2.331.052.200.000,00 9% 209.794.698.000,00 2.540.846.898.000,00

Total dos Juros Pagos Pelo Brasil ao "INVESTIDOR A": R$ 740.846.898.000,00

Saldo Devedor=Capital + Juros

* Taxa de Juros (Selic), na forma anual, paga pelo Brasil a compradores de títulos públicos federais

Observação: Na tabela acima fica fácil de compreender que, apenas, para fazer o câmbio, e captar US$ 1.000.000.000.000,00 (UM TRILHÃO DE DÓLARES), o Brasil pagará R$ 740.846.898.000,00 (Setecentos e Quarenta Bilhões, Oitocentos e Quarenta e Seis Milhões e Oitocentos e Noventa e Oito Mil Reais), em 04 (quatro anos), à taxa de juros Selic de 9%, ao "INVESTIDOR A" (Diversos investidores que compraram títulos públicos federais, no valor de R$ 1.800.000.000.000,00 (UM TRILHÃO E OITOCENTOS BILHÕES DE REAIS).

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Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

b) Segundo Custo - Segunda Operação - Segunda Taxa Selic-“Investidor B” (Donos dos US$ 1.000.000.000.000,00 -- UM TRILHÃO DE DÓLARES): aplicam R$ 1.800.000.000.000,00 (UM TRILHÃO E OITOCENTOS BILHÕES DE REAIS) em títulos públicos federais que, finalmente, são entregues ao Tesouro Nacional, que os repassa ao BNDES:

Ano Valor do Capital-R$ Selic Juros Pagos-R$ Saldo Devedor-R$

1º 1.800.000.000.000,00 9%* 162.000.000.000,00 1.962.000.000.000,00

2º 1.962.000.000.000,00 9% 176.580.000.000,00 2.138.580.000.000,00

3º 2.138.580.000.000,00 9% 192.472.200.000,00 2.331.052.200.000,00

4º 2.331.052.200.000,00 9% 209.794.698.000,00 2.540.846.898.000,00

Total dos Juros Pagos Pelo Brasil ao "INVESTIDOR B": R$ 740.846.898.000,00

Saldo Devedor=Capital + Juros

* Taxa de Juros (Selic), na forma anual, paga pelo Brasil a compradores de títulos públicos federais

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

c) Terceiro Custo - Bônus Cambial: É a diferença de câmbio, entre o momento “A”, quando os investidores trazem recursos em dólares, para o Brasil, e o momento “B”, quando os investidores levam seus recursos, em dólares, para fora do Brasil. É um conceito fácil de entender, conforme o exemplo abaixo (Vide aba “Juros e Bonus Cambial Total” ou arquivo “Juros e Bonus Cambial Total.jpeg”, em anexo):

Ano Capital - R$ Taxa (*) Juros - R$ Capital + Juros

1º 2.400.000.000.000,00 9% 216.000.000.000,00 2.616.000.000.000,00

2º 2.616.000.000.000,00 9% 235.440.000.000,00 2.851.440.000.000,00

3º 2.851.440.000.000,00 9% 256.629.600.000,00 3.108.069.600.000,00

4º 3.108.069.600.000,00 9% 279.726.264.000,00 3.387.795.864.000,00

Total dos Juros Pagos Pelo Brasil ao "INVESTIDOR B": R$ 987.795.864.000,00

* Taxa de Juros (Selic), na forma anual, paga pelo Brasil a compradores de títulos públicos federais

Capital Inicial: US$ 1.000.000.000.000,00

Câmbio: R$ 2,40

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

I. Digamos que você, como investidor, trouxe US$ 1.000.000.000.000,00 (UM TRILHÃO DE DÓLARES), para o Brasil, ao câmbio de R$ 2,40, recebe R$ 2.400.000.000.000,00, aplica esses reais em títulos públicos federais, e quatro anos depois, leva os juros (R$ 987.795.864.000,00) mais o capital inicial, em reais (R$ 2.400.000.000.000,00), convertidos, para dólar (US$ 1.333.333.333.333,33), ao câmbio de R$ 1,80, para fora do Brasil;

II. O leitor percebeu que trouxe US$ 1.000.000.000.000,00, para o Brasil, e quatro anos depois vai levar US$ 1.333.333.333.333,33, para o exterior. Essa diferença de US$ 333.333.333.333,33 é o bônus cambial;

III. Neste exemplo, o bônus cambial de US$ 333.333.333.333,33 representou um ganho, para você, como investidor, de 33,33% sobre o capital, inicial, em dólares, trazido ao Brasil (US$ 1.000.000.000.000,00), mais os juros, em reais, de R$ 987.795.864.000,00;

IV. Convertendo o bônus cambial (US$ 333.333.333.333,33), para reais, ao câmbio de R$ 2,40, obtemos R$ 800.000.000.000,00 (OITOCENTOS BILHÕES DE REAIS), o que representa ganho, para o investidor, de 33,33% relativamente ao capital original de R$ 2.400.000.000.000,00;

V. Os juros de R$ 987.795.864.000,00 representam ganho, para o investidor, de 41,16% relativamente ao capital original de R$ R$ 2.400.000.000.000,00.

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

44. Em outras palavras, resumindo, para o Tesouro Nacional repassar, ao BNDES, mais R$ 1.800.000.000.000,00 (UM TRILHÃO E OITOCENTOS BILHÕES DE REAIS), além dos R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) que já foram repassados ao BNDES, o Brasil faz dívidas, TOTAIS, de R$ 3.600.000.000.000,00 (TRÊS TRILHÕES E SEISCENTOS BILHÕES DE REAIS), junto ao “INVESTIDOR A” e junto ao “INVESTIDOR B”, o que gera CUSTO, TOTAL, COM PAGAMENTO DE JUROS, provenientes de DUAS taxa Selic de 9% a.a., em 04 anos, de R$ 1.481.693.796.000,00 (Um Trilhão, Quatrocentos e Oitenta e Um Bilhões, Seiscentos e Noventa e Três Milhões e Setecentos e Noventa e Seis Mil Reais), mais RECEITAS de R$ 65.287.622.025,00 (Sessenta e Cinco Bilhões, Duzentos e Oitenta e Sete Milhões e Vinte e Cinco Reais), em quatro anos, decorrentes de aplicação de recursos, em dólares, em títulos públicos federais.

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

45. Se o Brasil, realizar a captação de mais R$ 1.800.000.000.000,00 (UM TRILHÃO E OITOCENTOS BILHÕES DE REAIS), a dívida pública federal, BRUTA, saltaria de R$ 2.740.000.000.000,00 (Dois Trilhões e Setecentos e Quarenta Bilhões de Reais), em Julho de 2013 (Fonte: matéria, em anexo, intitulada “Dívida bruta está em patamar equilibrado, diz secretário do Tesouro”, divulgada pelo G1.Globo.com, em 03/09/2013, no link http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/09/divida-bruta-esta-bem-posicionada-diz-secretario-do-tesouro-nacional.html), para R$ 6.340.000.000.000,00 -- Seis Trilhões e Trezentos e Quarenta Bilhões de Reais – (soma da dívida brutal atual de R$ 2,74 TRILHÕES + R$ 3,6 TRILHÕES em novas dívidas, para captar mais R$ 1,8 TRILHÃO para o Tesouro Nacional repassar ao BNDES, descritas no item anterior).

46. A dívida bruta do Brasil passaria de R$ 2,74 TRILHÕES para R$ 6,34 TRILHÕES, o que representaria crescimento de 56,80% de referida dívida bruta, de 2013 para quando se efetivasse a captação dos R$ 1.800.000.000.000,00 (UM TRILHÃO E OITOCENTOS BILHÕES DE REAIS).

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

47. Além disso, o Brasil que já arca, atualmente, com pagamentos de juros da ordem de R$ 300.454.575.300,00 (Trezentos Bilhões, Quatrocentos e Cinquenta e Quatro Milhões, Quinhentos e Setenta e Cinco mil e Trezentos reais), em 04 anos, conforme item 20 anterior, quando realizou a captação de R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) que já foram repassados ao BNDES, acrescentaria o pagamento de mais R$ 1.481.693.796.000,00 (Um Trilhão, Quatrocentos e Oitenta e Um Bilhões, Seiscentos e Noventa e Três Milhões e Setecentos e Noventa e Seis Mil Reais) em juros, em 04 anos, totalizando, em um espaço de mais ou menos 08 anos, o pagamento de juros da ordem de R$ 1.782.148.371.300,00 (Um Trilhão, Setecentos e Oitenta e Dois Bilhões, Cento e Quarenta e Oito Milhões, Trezentos e Setenta e Um Mil e Trezentos Reais).

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

48. Partindo da premissa de que o pagamento dos juros de R$ 300.454.575.300,00 (Trezentos Bilhões, Quatrocentos e Cinquenta e Quatro Milhões, Quinhentos e Setenta e Cinco mil e Trezentos reais), em 04 anos, decorrentes da captação de R$ 365.200.000.000,00 (TREZENTOS E SESSENTA E CINCO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS), que já foram repassados ao BNDES, conforme item 20 anterior, já estão compreendidos no orçamento geral da União de 2011 -- “O orçamento geral da União de 2011, executado, foi de R$ 1,571 TRILHÃO (UM TRILHÃO QUINHENTOS E SETENTA E UM BILHÕES DE REAIS), no total, sendo que R$ 708 BILHÕES foram destinados ao pagamento de juros e amortizações da dívida pública, o que representou 45,05% do orçamento geral da União de 2011 (Fonte: página 15 da Cartilha, em anexo. Elaboração: Auditoria Cidadã da Dívida. Nota: O valor de R$ 708 bilhões inclui o chamado “refinanciamento” ou “rolagem”, pois a CPI da Dívida Pública comprovou que parte relevante dos juros são contabilizados como tal) – chega-se à conclusão de que, se o Brasil acrescentar o pagamento de mais R$ 370.423.449.000,00 (Trezentos e Setenta Bilhões, Quatrocentos e Vinte e Três Milhões, Quatrocentos e Quarenta e Nova Mil Reais), correspondentes à divisão, por quatro, do total de juros de R$ 1.481.693.796.000,00, que seriam pagos em 04 anos, o total de pagamento de juros saltaria de R$ 708.000.000.000,00 (Setecentos e Oito Bilhões de Reais) para 1.078.423.449.000.000,00 (Um Trilhão, Setenta e Oito Bilhões, Quatrocentos e Vinte e Três Milhões e Quatrocentos e Quarenta e Nova Mil Reais), fazendo com que o percentual do orçamento geral da União, comprometido com o pagamento de juros, saltasse de 45,05% para 68,6%.

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Nome do Arquivo: “Cartilha 2012. Auditoria Cidada da Divida Publica.pdf”
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Tamanho: 1,21 MB
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Link:
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http://rapidshare.com/files/1909671414/Cartilha%202012.%20Auditoria%20Cidada%20da%20Divida%20Publica.pdf
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CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

49. Por essas contas, simples, chega-se à conclusão de que a gestão da Dívida Pública, no Brasil, está fora de controle por parte do Governo Federal e que, aparentemente, as autoridades econômicas e financeiras, do Brasil, não estão fazendo nenhum tipo de conta matemática, básica, para verificar se o endividamento público, que está sendo utilizado como alavanca do crescimento econômico, que não está acontecendo, nem com o aumento do endividamento publico, é ou não viável. SIMPLESMENTE, REPITO, NOVAMENTE, TODO ESSE PROCESSO DE ENDIVIDAMENTO, VERTIGINOSO, ACONTECE SEM NENHUM TIPO DE FISCALIZAÇÃO DA SOCIEDADE, POR MEIO DO CONGRESSO NACIONAL, QUE PAGA IMPOSTOS PARA SUSTENTAR ESSA “FARRA COM DINHEIRO DO CONTRIBUINTE”. ISTO É INCRÍVEL!

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO:

50. “Para Tesouro Repassar R$ 365,2 BILHÕES ao BNDES, Brasil Faz Dívidas R$ 730,4 BILHÕES e Paga Juros de R$ 300 BILHÕES, Em 04 Anos – Parte 01”, divulgada em 15/09/2013, está disponível no link https://www.facebook.com/notes/rogerounielo-rounielo-fran%C3%A7a/para-tesouro-repassar-r-3652-bilh%C3%B5es-ao-bndes-brasil-faz-d%C3%ADvidas-r-7304-bilh%C3%B5es-/634069473300155 e o complemento, intitulado Esta análise, de minha autoriza, intitulada “Para Tesouro Repassar R$ 365,2 BILHÕES ao BNDES, Brasil Faz Dívidas R$ 730,4 BILHÕES e Paga Juros de R$ 300 BILHÕES, Em 04 Anos – Parte 02”, divulgado em 18/09/2013, está disponível no link https://www.facebook.com/notes/rogerounielo-rounielo-fran%C3%A7a/para-tesouro-repassar-r-3652-bilh%C3%B5es-ao-bndes-brasil-faz-d%C3%ADvidas-r-7304-bilh%C3%B5es-/635725453134557

Fim

Rogerounielo disse...

1. Depois de analisarmos, em profundidade, na análise anterior, o tamanho dos gastos públicos, históricos, do Brasil, e o quanto se paga de juros e o quanto a amortização dos juros e da dívida pública federal consome do Orçamento Geral da União, não é necessário fazer grande esforço de lógica para compreender que se os brasileiros apresentam 88% de seu patrimônio comprometido com pagamento de dívidas próprias e de impostos, conforme itens abaixo, que não há espaço para aumento da carga tributária incidente sobre o “Povo Brasileiro”, para CONTINUAR BANCANDO O SISTEMA POLÍTICO, ECONÔMICO E FINANCEIRO (A SOLUÇÃO, CAROS LEITORES, É CORTAR GASTOS PÚBLICOS E CORTAR PRIVILÉGIOS, INJUSTIFICÁVEIS, DE UMA MÁQUINA PÚBLICA QUE SIMPLESMENTE NÃO FUNCIONA), RAZÃO PELA QUAL PROGRAMAS DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO SÓ FIZERAM É ACELERAR O ENDIVIDAMENTO DO BRASIL E DAS FAMÍLIAS E ESTÁ CHEGANDO A HORA DE COLHERMOS OS FRUTOS INDESEJADOS DESSA BRUTAL IRRESPONSABILIDADE:

CONTINUA

Rogerounielo disse...

1. Depois de analisarmos, em profundidade, na análise anterior, o tamanho dos gastos públicos, históricos, do Brasil, e o quanto se paga de juros e o quanto a amortização dos juros e da dívida pública federal consome do Orçamento Geral da União, não é necessário fazer grande esforço de lógica para compreender que se os brasileiros apresentam 88% de seu patrimônio comprometido com pagamento de dívidas próprias e de impostos, conforme itens abaixo, que não há espaço para aumento da carga tributária incidente sobre o “Povo Brasileiro”, para CONTINUAR BANCANDO O SISTEMA POLÍTICO, ECONÔMICO E FINANCEIRO (A SOLUÇÃO, CAROS LEITORES, É CORTAR GASTOS PÚBLICOS E CORTAR PRIVILÉGIOS, INJUSTIFICÁVEIS, DE UMA MÁQUINA PÚBLICA QUE SIMPLESMENTE NÃO FUNCIONA), RAZÃO PELA QUAL PROGRAMAS DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO SÓ FIZERAM É ACELERAR O ENDIVIDAMENTO DO BRASIL E DAS FAMÍLIAS E ESTÁ CHEGANDO A HORA DE COLHERMOS OS FRUTOS INDESEJADOS DESSA BRUTAL IRRESPONSABILIDADE:

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO

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2. "Se o Brasil trilhar o caminho do aumento da carga tributária, combinado com o endividamento da população, aumentos de taxas de juros e inflação corroendo o poder de compra das famílias, AO INVÉS DE CORTAR GASTOS PÚBLICOS, a guerra civil, no Brasil, irromperá mais cedo do que o previsto e com um ingrediente há mais (não será possível ser controlada, A NÃO SER À CUSTA DE MUITAS VIDAS, NA CASA DOS MILHÕES. O AVISO, HÁ PEDIDO DA ESPIRITUALIDADE SUPERIOR, FOI TRANSMITIDO"
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CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO

3. Dívidas são pagas com bens. O PIB, do Brasil, somou R$ 4,4 TRILHÕES, em 2012 (Fonte: matéria, em anexo, intitulada “PIB do País fecha 2012 com crescimento de 0,9%, o menor em 3 anos”, divulgada pelo Estadão, em 01/03/2013, disponível no link http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,pib-do-pais-fecha-2012-com-crescimento-de-09-o-menor-em-3-anos,145637,0.htm.

4. Os brasileiros, em tese, grosso modo, têm R$ 4,4 TRILHÕES para pagar suas dívidas.

5. Qual é o tamanho da dívida dos brasileiros, para sabermos se R$ 4,4 TRILHÕES são suficientes para o pagamento dessas dívidas? A primeira fonte de dívidas dos brasileiros é o crédito e a carga tributária.

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO

6. A carga tributária, no Brasil, em 2012, foi de R$ 1,5 TRILHÕES, ou 34% do PIB de 2012, que foi de R$ 4,4 TRILHÕES. (Fonte: matéria, em anexo, intitulada “Brasil tem a maior carga tributária do BRIC, diz estudo”, divulgada pelo Uol.com, em 04/07/2012, disponível no link http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/07/04/brasil-tem-a-maior-carga-tributaria-do-bric-diz-estudo.jhtm).

7. O leitor pode argumentar que se trata de dívida do Governo Federal, o que é uma verdade. Contudo, como as dívidas do Governo Federal são dívidas dos cidadãos e de suas famílias, que as pagam por meio de impostos, esses R$ 1,5 TRILHÕES da carga tributária são dívidas do povo brasileiro.

8. Assim, de um total de R$ 4,4 TRILHÕES em bens para pagar suas dívidas, o povo brasileiro deve abater R$ 1,5 TRILHÕES da carga tributária, POR ANO, e, dessa forma, os R$ 4,4 TRILHÕES diminuem para R$ 2,9 TRILHÕES, em bens para pagamento de outras dívidas.

9. Quais são as outras dívidas do povo brasileiro. A principal delas são as dívidas com o Sistema Financeiro Nacional que, em 2012, atingiram o patamar de R$ 2,37 TRILHÕES (Fonte: matéria, em anexo, intitulada “Volume de crédito cresce 16,4% em 2012 e atinge R$ 2,37 trilhões”, divulgada pelo Globo.com, em 03/04/2013, disponível no link http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/04/volume-de-credito-cresce-164-em-2012-e-atinge-r-237-trilhoes.html).

CONTINUA

Rogerounielo disse...

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10. Assim, de um total de R$ 2,9 TRILHÕES em bens para pagar suas dívidas, o povo brasileiro deve abater R$ 2,37 TRILHÕES das dívidas com empréstimos tomados, pelas pessoas físicas e pelas pessoas jurídicas, junto ao Sistema Financeiro Nacional, e, dessa forma, os R$ 2,9 TRILHÕES diminuem para R$ 0,53 BILHÕES, em bens para pagamento de outras dívidas.

11. Por essas contas, simples, é possível notar que o grau de comprometimento do povo brasileiro com o pagamento de dívidas é de 88%, ou seja, se tenho R$ 4,4 TRILHÕES, em bens, para o pagamento de dívidas, e o tamanho dessas dívidas é de R$ 3,87 TRILHÕES, me restam, apenas, R$ 0,53 BILHÕES, em bens, para o pagamento de dívidas e, portanto, quando se compara o total das dívidas, do povo brasileiro, com o total de bens do povo brasileiro, chega-se à conclusão de que para cada R$ 100,00, em bens, R$ 88,00 estão comprometidos com o pagamento de dívidas (CARGA TRIBUTÁRIA = R$ 1,5 TRILHÕES e PAGAMENTO DE EMPRÉSTIMOS AO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL = R$ 2,37 TRILHÕES), o que se traduz em comprometimento do povo brasileiro, com o pagamento de dívidas, de 88% do total de bens do país (PIB de R$ 4,4 TRILHÕES).

12. Na matéria, em anexo, intitulada “Endividamento das famílias sobe para 44,82% em julho e bate novo recorde”, divulgada pelo Uol.com, em 23/08/2013, disponível no link http://oglobo.globo.com/economia/endividamento-das-familias-sobe-para-4482-em-julho-bate-novo-recorde-9680254, está INCOMPLETA.

CONTINUA

Rogerounielo disse...

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13. Por essa matéria, “segundo a autoridade monetária, o comprometimento mensal da renda, ou seja, o quanto a dívida pesa no bolso das famílias todo o mês, subiu levemente de 21,50% para 21,52% em junho. Isso corresponde apenas ao endividamento com o sistema financeiro nacional e não leva em consideração outros compromissos como carnês de lojas”.

14. Se as famílias brasileiras devem 44,82% da sua renda anual para o Sistema Financeiro Nacional (bancos) e se, também, as famílias brasileiras ainda, por cima, pagam os 34% da carga tributária com essa mesma renda anual -- (Fonte: matéria, em anexo, intitulada “Brasil tem a maior carga tributária do BRIC, diz estudo”, divulgada pelo Uol.com, em 04/07/2012, disponível no link http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/07/04/brasil-tem-a-maior-carga-tributaria-do-bric-diz-estudo.jhtm) --, é fácil concluir que o nível de comprometimento da renda, anual, das famílias brasileiras, está em torno de 78,82% -- soma dos 44,82% (dívidas com o sistema Financeiro Nacional) + 34% (carga tributária).

15. De um total de R$ 2,37 TRILHÕES das dívidas com empréstimos tomados, pelas pessoas físicas e pelas pessoas jurídicas, junto ao Sistema Financeiro Nacional (Fonte: matéria, em anexo, intitulada “Volume de crédito cresce 16,4% em 2012 e atinge R$ 2,37 trilhões”, divulgada pelo Globo.com, em 03/04/2013, disponível no link http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/04/volume-de-credito-cresce-164-em-2012-e-atinge-r-237-trilhoes.html), grosso modo, as pessoas físicas participam com 44,82% do total desses empréstimos, ou R$ 1,07 TRILHÕES, enquanto as pessoas jurídicas participam com 55,15% do total desses empréstimos ou R$ 1,3 TRILHÕES.

CONTINUA

Rogerounielo disse...

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16. A renda, anual, de uma família, para pagamento de dívidas, está diminuindo, rapidamente, por dois motivos. O primeiro motivo é por causa da elevação do valor das próprias dívidas (o brasileiro aumenta, cada vez mais, o volume de suas dívidas) e elevação dos encargos das dívidas, já que o Brasil tem uma das maiores taxas de juros do mundo.

17. A renda, também, está sendo severamente diminuída, por causa da inflação e o impacto da inflação, na diminuição da renda anual das famílias brasileiras, não é pequeno e a diminuição da renda anual das famílias brasileiras levará, inevitavelmente, a inadimplência, estratosférica.

CONTINUA

Rogerounielo disse...

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18. “Renda do trabalhador crescendo, mas poupança, agregada, nacional, estagnada ou em queda há muitos anos, custos das empresas aumentando, produtividade do país em queda, exportações caindo, preços dos produtos exportados caindo, comércio mundial desacelerando, importações aumentando, portos congestionados, em função do aumento das importações, já que as exportações do Brasil estão em queda, economia interna desacelerando, endividamento público crescendo exponencialmente, famílias com renda anual 88% comprometida com o pagamento de dívidas (compras de carros, casas, geladeiras, fogões, em longas prestações e alto endividamento em cheque especial e cartão de crédito) e impostos, taxas de juros cobradas pelos bancos aumentando, em função do aumento da Taxa Selic, Governo Federal injetando cada vez mais recursos, via operações de crédito, na economia, privilegiando o consumo, em detrimento de investimentos em infra-estrutura, saúde e educação, utilizando, principalmente, o BNDES e a Caixa Econômica Federal, o orçamento geral da União de 2011, executado, que foi de R$ 1,571 TRILHÃO (UM TRILHÃO QUINHENTOS E SETENTA E UM BILHÕES DE REAIS), no total, sendo que R$ 708 BILHÕES foram destinados ao pagamento de juros e amortizações da dívida pública, o que representou 45,05% do orçamento geral da União de 2011, o Brasil que está acrescentando o pagamento de mais R$ 370.423.449.000,00 (Trezentos e Setenta Bilhões, Quatrocentos e Vinte e Três Milhões, Quatrocentos e Quarenta e Nova Mil Reais), correspondentes à divisão, por quatro, do total de juros de R$ 1.481.693.796.000,00 (Um trilhão, Quatrocentos e Oitenta e Um Bilhões, Seiscentos e Noventa e Três Milhões, Setecentos e Noventa e Seis Mil Reais), que seriam pagos em 04 anos, quando o BNDES receber mais R$ 1.800.000.000.000,00 (Um Trilhão e Oitocentos Bilhões de Reais) do Tesouro Nacional, fazendo com que o total de pagamento de juros, pelo Brasil, salte de R$ 708.000.000.000,00 (Setecentos e Oito Bilhões de Reais) para 1.078.423.449.000.000,00 (Um Trilhão, Setenta e Oito Bilhões, Quatrocentos e Vinte e Três Milhões e Quatrocentos e Quarenta e Nova Mil Reais), fazendo com que o percentual do orçamento geral da União, comprometido com o pagamento de juros, salte de 45,05% para 68,6%, em função do brutal crescimento da dívida pública bruta, inflação corroendo o poder de compra das famílias, o Ministério da Fazenda afirmando que esta tudo bem com a economia do Brasil, quando nada está bem, situações que, quando combinadas em uma análise de cenário estratégico, de médio prazo, são sinônimos de cenários, apenas, catastróficos para o Brasil, totalmente divorciados do discurso do Governo Federal e da visão que a imprensa nacional vende para a sociedade brasileira sobre a economia do país como, por exemplo, tendência, concreta, de demissões, em massa, de trabalhadores que estão vendo sua renda crescer 27% na década (pura ilusão), que vai acabar em breve, já que essa matriz econômica e financeira, adotada pelo Brasil, não é sustentável, conforme demonstram os números, matemáticos, oficiais, da economia brasileira!”.

CONTINUA

Rogerounielo disse...

CONTINUAÇÃO

19. Para poucos um "pingo", no oceano, significa muitas coisas, mas para a grande maioria dos políticos e de integrantes do Governo Federal essa informação de que “BRASILEIROS ESTÃO COMEÇANDO A APRESENTAR DIFICULDADES PARA PAGAR DÍVIDAS DE PEQUENO VALOR, EM FUNÇÃO DA INFLAÇÃO” é, apenas, mais um fato econômico, sem nenhuma importância, a ser minimizado e NEGLIGENCIADO, pensamento que, certamente, é um sério convite a implantação do caos, incontrolável, no Brasil, em pouco tempo.

20. Vide matéria, em anexo, intitulada “Aumenta inadimplência de dívidas de até R$ 250”, divulgada em 17/12/2013, pelo blog da jornalista Miriam Leitão, de “O Globo”, no link http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2013/12/17/aumenta-inadimplencia-de-dividas-de-ate-250-518470.asp

21. Se não há espaço para aumento da carga tributária, e o Governo Federal continuar a gastar, desenfreadamente, como está fazendo, o Brasil não conseguirá honrar seus compromissos.

22. Entretanto, o mais preocupante é o fato de que mesmo que o Governo Federal pare de gastar, agora, o próprio efeito da inflação corroendo o poder de compra das famílias é um processo que, por si só, ganhou vida própria e, com toda certeza, vai deixar graves conseqüências na sociedade brasileira, em pouco tempo.

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Rogerounielo disse...

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23. Os programas sociais, iniciados no Governo de Fernando Henrique Cardozo, do PSDB, e continuado pelos Governantes do PT (Senhor Lula e Senhora Dilma), trouxeram 120 milhões de pessoas para o consumo, criou sonhos de prosperidade para as famílias mais pobres, mas esses sonhos de prosperidade não podem ser concretizados, por que, apenas, programas sociais, são insuficientes para gerar o progresso, sustentável, desses indivíduos e de seus filhos, e pode ser, que, em pouco tempo, a violência, no Brasil, se transforme em problema social sem controle, no curto prazo.

24. Façamos contas! Se 120 milhões de pessoas da nova classe média -- “O jornal informa que dados inéditos da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República mostram que a nova classe média brasileira,composta por 120 milhões de pessoas, já é o 17o mercado do mundo, consumindo mais do que a Holanda e tanto quanto a Coréia do Sul” (Fonte: link http://www.imil.org.br/blog/crescimento-governo-brasileiro-aposta-na-nova-classe-mdia/ -- ganharem, em média, R$ 1.000,00, por mês, RECURSOS JÁ TOTALMENTE COMPROMETIDOS COM O PAGAMENTO DE ELEVADAS E NUMEROSAS PRESTAÇÕES DO CARRO, GELADEIRA, TELEVISÃO, FREEZER, MICRO-ONDAS, NOVOS, CHEQUE ESPECIAL, CARTÃO DE CRÉDITO ETC. ETC., com uma inflação, real, de 15% ao ano, isto significa que o poder de compra dessa população decresce, em média, R$ 150,00 por ano e que, no final do 5º ano, essa POPULAÇÃO DE 120 MILHÕES DE PESSOAS PERDEU R$ 500,00 EM PODER DE COMPRA (R$ 750,00 DE PERDA DE PODER DE COMPRA CAUSADO PELA INFLAÇÃO MENOS R$ 250,00 DECORRENTES DE 5% DE REAJUSTE SALARIAL, POR ANO, DURANTE 05 ANOS), OU SEJA, NO QUINTO ANO, 120 MILHÕES DE PESSOAS TERÃO PERDIDO 50% DO SEU PODER DE COMPRA e estarão ganhando, em termos de poder de compra, R$ 500,00, o que, na prática, significa, potencialmente, que O BRASIL ATRAVESSARÁ SÉRIOS PROBLEMAS SOCIAIS, MUITO PIORES DO QUE AS ATUAIS MANIFESTAÇÕES, se o Governo Federal não contiver, neste momento, o crescimento das expectativas inflacionárias dos agentes econômicos.

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Rogerounielo disse...

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25. O Brasil pagou juros, da ordem de R$ 4,2 TRILHÕES, nos últimos 10 anos, até 2010, conforme análises abaixo, o que significa que o Brasil torrou todos os seus bens, pagando juros, para o capital internacional, enquanto a saúde, segurança e educação são a tragédia que todos os brasileiros conhecem.

26. Vejamos o histórico do valor dos juros pagos pelo Brasil nos últimos 10 anos. Se somarmos o saldo devedor nominal da dívida pública interna do Brasil, em 2011 -- R$ 2.600,7 TRILHÃO (DOIS TRILHÕES, SEISCENTOS BILHÕES E SETECENTOS MILHÕES DE REAIS), MAIS O VALOR DOS JUROS PAGOS PELO BRASIL DE 2000 A 2010 -- R$ 1,564 TRILHÃO (UM TRILHÃO QUINHENTOS E SESSENTA E QUATRO BILHÕES DE REAIS descobre-se que o Brasil assumiu, na prática, dívidas de R$ 4,164 TRILHÃO (QUATRO TRILHÕES CENTO E SESSENTA E QUATRO BILHÕES DE REAIS), nos últimos dez anos --, OU SEJA, o Brasil obteve a fantástica soma de R$ 4,164 TRILHÃO (QUATRO TRILHÕES CENTO E SESSENTA E QUATRO BILHÕES DE REAIS), nos últimos dez anos, e aplicou em investimentos em infra-estrutura, saúde, educação, inovação etc. e na competitividade da indústria nacional e do país, correto? A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR É: ONDE FORAM PARAR OS R$ 4,164 TRILHÃO (QUATRO TRILHÕES CENTO E SESSENTA E QUATRO BILHÕES DE REAIS) ? Fonte:

a) Link versão em inglês: http://www.larouchepub.com/other/2010/3708brazil_carry_trade.html, em anexo, arquivo “Londons Brazil Carry Trade.pdf”;

b) Link versão em português: (http://fimdostempos.net/bolha-brasil-explodir.html) e (http://portugues.larouchepub.com/outrosartigos/2010/0323_bolha_brasil.html), em anexo, arquivo “O carry trade brasileiro feito por Londres.pdf”

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Rogerounielo disse...

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27. “O orçamento geral da União de 2011, executado, foi de R$ 1,571 TRILHÃO (UM TRILHÃO QUINHENTOS E SETENTA E UM BILHÕES DE REAIS), no total, sendo que R$ 708 BILHÕES foram destinados ao pagamento de juros e amortizações da dívida pública, o que representou 45,05% do orçamento geral da União de 2011 (Fonte: página 15 da Cartilha, em anexo. Elaboração: Auditoria Cidadã da Dívida. Nota: O valor de R$ 708 bilhões inclui o chamado “refinanciamento” ou “rolagem”, pois a CPI da Dívida Pública comprovou que parte relevante dos juros são contabilizados como tal).

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Nome do Arquivo: “Cartilha 2012. Auditoria Cidada da Divida Publica.pdf”
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Tamanho: 1,21 MB
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Link:
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http://rapidshare.com/files/1909671414/Cartilha%202012.%20Auditoria%20Cidada%20da%20Divida%20Publica.pdf
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28. Em 1994, a dívida líquida do setor público era de R$ 108,8 BILHÕES (CENTO E OITO BILHÕES DE REAIS) e poderia ter sido quase, integralmente, quitada com os recursos provenientes das privatizações, mas não foi o que ocorreu, e saltou para R$ 660 BILHÕES (SEISCENTOS E SESSENTA BILHÕES DE REAIS), em 2002.

29. Depois do “Governo FHC”, tivemos o Governo do Partido dos Trabalhadores, quando, então, o endividamento do Brasil saltou de R$ 660 BILHÕES (SEISCENTOS E SESSENTA BILHÕES DE REAIS), em 2002, para R$ 2,6 TRILHÃO (DOIS TRILHÕES E SEISCENTOS BILHÕES DE REAIS), em 2010, ou seja, de 1994 para 2010, a dívida líquida do setor público cresceu R$ 1.940.000.000,00 (UM TRILHÃO, NOVECENTOS E QUARENTA BILHÕES DE REAIS) ou 293,9%, em relação ao endividamento de R$ 660 BILHÕES (SEISCENTOS E SESSENTA BILHÕES DE REAIS), em 2002.

30. Não é preciso lembrar que a arrecadação de impostos, no Brasil, também, acompanhou esse crescimento exponencial do endividamento público promovido não, apenas, pelo PSDB ou pelo PT, à frente do Governo Federal, mas por toda a máquina política da “base aliada”, pois o crescimento do endividamento público, no Brasil, abastece os acordos que sustentam um sistema político anacrônico criado para que o Brasil não tenha condições de controlar nada, enquanto o sistema político anacrônico se locupleta no mel representado por recursos públicos abundantes, obtidos por meio de empréstimos de investidores, nacionais e internacionais, que compram títulos públicos federais e recebem elevadas taxas financeiras de remuneração desse capital privado emprestado ao Governo Federal e que se transforma em recursos públicos do orçamento da União, para ser, literalmente, em muitos casos, jogado no lixo do desperdício, dos desvios, dos superfaturamentos, da falta de ética e da irresponsabilidade, generalizada, de uma sociedade brasileira que simplesmente se acostumou a pensar que a corrupção nunca traria efeitos negativos, nefastos, para todos nós que nos omitimos na gestão da coisa pública, no Brasil. Só cegos não veem isso!

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Rogerounielo disse...

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31. Esta análise, de minha autoria, intitulada “Há 9.000 Mortos na Venezuela - Venezuelanos repudiam e espalham vídeo de Lula apoiando Maduro”, divulgada em 22/02/2014, está disponível no link https://www.facebook.com/notes/rogerounielo-rounielo-fran%C3%A7a/h%C3%A1-9000-mortos-na-venezuela-venezuelanos-repudiam-e-espalham-v%C3%ADdeo-de-lula-apoia/721617917878643

32. Temas Em Análise:

A) Venezuelanos repudiam e espalham vídeo de Lula apoiando Maduro: “Venezuelanos repudiam e espalham velho vídeo de Lula dando apoio à campanha que elegeu Nicolas Maduro (por meio de descarada fraude)”:

Vídeo - Título: “Lula apóia o truculento ditador Nicolás Maduro”

Link: http://www.youtube.com/watch?v=LZS1OeRIRbk#t=144

B) Há mais de 9.000 (Nove Mil) mortos, na Venezuela (Vide item 3 abaixo):

Início da Reprodução:

“Cesar Filho, ex-namorado de Angélica e atual jornalista do SBT, furou o bloqueio midiático internacional e colocou o tema genocídio venezuelano em pauta. Vejamos o tweet que ele compartilhou com seu público:

“Estima-se que há mais de 3.000 mortos na Venezuela, e aqui no Brasil, um silêncio ensurdecedor das principais emissoras de TV. É ISSO QUE ELES CHAMAM DE DIREITOS HUMANOS?”

Eu, com meu jornalismo-sapeca, atualizei o colega de trabalho com informações ainda mais fresquinhas e estapafúrdias. E não é que nosso garoto compartilhou? “Obrigado por divulgar a luta na Venezuela, Cesinha. Mas essa info está velha, já há + de 9.000 mortos em Caracas” (Fonte: Jornalismo Wando, link http://br.noticias.yahoo.com/blogs/jornalismo-wando/venezuela-e-for%C3%A7a-da-internet-174436544.html).

Final da Reprodução

Rogerounielo disse...

33. Visões:

a) “SÓ A FRATERNIDADE E UNIÃO ENTRE OS SERES HUMANOS, DO MUNDO, PODERÁ RESOLVER OS PROBLEMAS SOCIAIS, AMBIENTAIS, ECONÔMICOS, FINANCEIROS E DE RELACIONAMENTO, DO PLANETA TERRA. NÃO HÁ IDEOLOGIA SUPERIOR À FRATERNIDADE UNIVERSAL”

b “quando os bons não se apresentam ao campo de batalha a vitória da injustiça é justa.”.

Fim