sexta-feira, 11 de abril de 2014

Conceituando o Terrorismo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio Ribas Paiva

Terrorismo é a politização da violência ilegítima. Configura tortura coletiva da sociedade, na tentativa de impor objetivos de grupos ideológicos ou religiosos.

O terrorismo torna ilegítimo qualquer suposto direito de seus praticantes, porque não se pode admitir o massacre de inocentes, a que título for.

Como o terrorismo é instrumento de dominação, os terroristas são meros agentes de interesses transnacionais, na guerra permanente, por outros meios. Os chefes terroristas certamente têm conhecimento desse papel, que exercem para o poder real, que estabelece e controla a “Ordem Mundial”.

Apesar de ilegítimo, cruel e imoral, o terrorismo vem sendo praticado em todo mundo, dizimando e mutilando, crianças, idosos, mulheres, enfim, cidadãos pacíficos, não combatentes.

A América Latina, infelizmente, também é palco de atrocidades terroristas. Os radicais, predominantemente comunistas, causaram milhares de vítimas inocentes nos últimos quarenta anos, para tentar impor a ditadura comunista à sociedade.

Do México à Patagônia, os grupos narcoterroristas, que se intitulam comunistas, praticaram um verdadeiro genocídio nas últimas décadas; a queda do muro de Berlim não os dissuadiu.

A FARC da Colômbia, já dizimou mais de 40 mil inocentes; O TUPAC AMARU, do Peru, também fez milhares de vítimas.

Felizmente, o Brasil é exceção à regra, tanto na América Latina como no mundo, porque aqui os terroristas foram derrotados, pelas Forças Armadas, com o apoio dos brasileiros.

As Forças do Bem impediram os Lamarcas, Genoínos, Dirceus e outros, de massacrar os brasileiros.

No bom combate, morreram cerca de duzentos terroristas comunistas, cujos asseclas, agora, tentam demonizar as Forças do Bem, não satisfeitos com as polpudas e indevidas indenizações que recebem.

O Presidente Médici, que derrotou o terrorismo comunista no Brasil, impediu, que esses criminosos continuassem matando brasileiros até hoje, como ocorre na Colômbia e no Peru. O general merece o reconhecimento da história, por ter salvado milhares de pessoas, da sanha narcoterrorista.

No Brasil, apesar de serem promotores da morte, os terroristas e seus asseclas foram premiados com a anistia e com gordas indenizações, que atualmente ascendem a 3,5 bilhões de reais.

A sociedade brasileira e os governos militares perdoaram esses promotores do mal, na expectativa inocente de que passariam a ser promotores do bem. Ledo engano! Ao invés de se dedicarem a ajudar a construir um Brasil melhor, voltaram-se contra seus benfeitores, em atitude revanchista, porque foram derrotados na injusta guerra que deflagraram contra o povo brasileiro.

Na Itália e na Alemanha os seus congêneres, Brigadas Vermelhas e Baader-Meinhof, estão na cadeia ou no cemitério, porque não foram perdoados. Ao passo que, os terroristas brasileiros, beneficiados pela anistia, estão no governo e continuam a promover o mal.
Os terroristas aparelharam o Estado em próprio proveito, descurando da obrigação de propiciar saúde, educação e segurança ao povo que os perdoou e que desprezam.

Os frutos da ação maléfica dos terroristas no poder são dois milhões de brasileiros assassinados pelo crime organizado, nos últimos 20 anos. Ou seja: sob o conivente, criminoso e olímpico olhar dos terroristas, a cada 3(três) dias, são assassinados mais brasileiros,  do que morreram terroristas em combate, durante 21 anos de governos militares.

Pior do que o genocídio do povo brasileiro, propiciado pelos terroristas no poder, é o genocídio direto, que praticam roubando o dinheiro público e de empresas públicas, como a Petrobras, condenando com seus crimes 200 milhões de brasileiros à miserabilidade e, fragilizando a soberania brasileira.

Lamentam-se as vidas perdidas durante a guerra ao terrorismo, porém, a responsabilidade por essas mortes é exclusiva dos terroristas, que atacaram o povo brasileiro, para tentar implantar a ditadura comunista no Brasil.

O povo brasileiro não permitiu que implantassem a ditadura comunista em 1964 e, não permitirá agora!!!

Fossem decentes e dignos, os terroristas ao menos respeitariam a memória daqueles que os pouparam, perdoaram, indenizaram e permitiram que assumissem o governo.

Os presidentes militares, objetivando a pacificação da sociedade, foram complacentes com os inimigos do povo do Brasil e da Democracia. Todavia, a sua magnanimidade pessoal não foi reconhecida e teve funestas consequências, suportadas pela sociedade: o massacre de milhões de brasileiros pelo crime e, a roubalheira dos comunistas e seus “primos”, os socialistas.

“É importante conhecer a história, para que não se repitam os erros do passado”. Por ter esquecido o mal que lhe foi feito, o bom povo Brasileiro está sendo morto e roubado pelos terroristas que perdoou.

Porém, tudo tem limites. O limite entre a tolerância e a ação é a segurança do Brasil! A sociedade certamente restabelecerá as instituições, rompidas pelos terroristas e seus “sócios” da classe política, impondo a legitimidade ao trato da coisa pública.

Caluda traidores! As Forças do Bem e o bom povo brasileiro cumprirão o seu dever e, novamente, salvarão o Brasil das garras do mal.


Antônio José Ribas Paiva, Advogado, é Presidente Associação dos Usuários de Serviços Públicos.

3 comentários:

Anônimo disse...

Está profundamente enganado, por que aqui não se conhecem limites de coisa alguma e muito menos de qualquer forma de terrorismo.

Acorde!

Marcos disse...

Anônimo, quem está enganado é você. Define-se terrorismo como sendo o uso de violência, física ou psicológica, através de ataques localizados a elementos ou instalações de um governo ou da população governada, de modo a incutir medo, terror, e assim obter efeitos psicológicos que ultrapassem largamente o círculo das vítimas, incluindo, antes, o resto da população do território.
----------
Sendo assim, observemos as ações dos grupos de esquerda durante o regime militar:
SEQUESTROS: Os mais famosos foram do embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick, do cônsul japonês Nobuo Okushi, do embaixador alemão Ehrenfried Anton Theodor Ludwig Von Holleben e do embaixador suíço Giovanni Enrico Bucher.
Como pode-se ver, atacaram países inclusive NEUTROS na questão brasileira.
------------------
USO DE VIOLÊNCIA INDISCRIMINADA: Partes selecionadas do "Manual de Guerrilha" de Carlos Marighela:
No Brasil, o número de ações violentas realizadas pelos guerrilheiros urbanos, incluindo mortes, explosões, capturas de armas, munições, e explosivos, assaltos a bancos e prisões, etc., é o suficientemente significativo como para não deixar dúvida em relação às verdadeiras intenções dos revolucionários.
A execução do espião da CIA, Charles Chandler, um membro do Exército dos EUA que veio da guerra do Vietnã para se infiltrar no movimento estudantil brasileiro, os lacaios dos militares mortos em encontros sangrentos com os guerrilheiros urbanos, todos são testemunhas do fato que estamos em uma guerra revolucionária completa e que a guerra somente pode ser livrada por meios violentos.
---------------------
Em resumo, uma simples pesquisa resulta em 130 mortos, fora mutilados, feridos e torturados pelas guerrilhas de esquerda no Brasil entre 1965 e 1982.

Lembrando que se faz um ALARDE sobre as 424 mortes atribuídas ao governo militar, mas nunca se falam sobre as centenas que foram alvos de ataques dos esquerdistas.

E nem vamos falar em indenizações, porque senão vira covardia... covardia contra o povo brasileiro, que indenizou somente os de esquerda e quase ninguém que os comunistas mataram.

Quando indenizam, é daquele jeito: o assassino do soldado Mario Kozel recebeu mais de R$ 400.000,00 imediatamente (há quase dez anos atrás) e mais uma pensão vitalícia de R$ 1.600,00. A família do soldado Mario Kozel recebeu de Lula, na mesma época somente uma pensão de R$ 1.000,00 e poucos, sem a indenização inicial.
----------------------------
Quem é petista, deveria ser melhor informado. Pobres capachos de Fidel Castro !!!

Marcos disse...

Anônimo, quem está enganado é você. Define-se terrorismo como sendo o uso de violência, física ou psicológica, através de ataques localizados a elementos ou instalações de um governo ou da população governada, de modo a incutir medo, terror, e assim obter efeitos psicológicos que ultrapassem largamente o círculo das vítimas, incluindo, antes, o resto da população do território.
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Sendo assim, observemos as ações dos grupos de esquerda durante o regime militar:
SEQUESTROS: Os mais famosos foram do embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick, do cônsul japonês Nobuo Okushi, do embaixador alemão Ehrenfried Anton Theodor Ludwig Von Holleben e do embaixador suíço Giovanni Enrico Bucher.
Como pode-se ver, atacaram países inclusive NEUTROS na questão brasileira.
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USO DE VIOLÊNCIA INDISCRIMINADA: Partes selecionadas do "Manual de Guerrilha" de Carlos Marighela:
No Brasil, o número de ações violentas realizadas pelos guerrilheiros urbanos, incluindo mortes, explosões, capturas de armas, munições, e explosivos, assaltos a bancos e prisões, etc., é o suficientemente significativo como para não deixar dúvida em relação às verdadeiras intenções dos revolucionários.
A execução do espião da CIA, Charles Chandler, um membro do Exército dos EUA que veio da guerra do Vietnã para se infiltrar no movimento estudantil brasileiro, os lacaios dos militares mortos em encontros sangrentos com os guerrilheiros urbanos, todos são testemunhas do fato que estamos em uma guerra revolucionária completa e que a guerra somente pode ser livrada por meios violentos.
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Em resumo, uma simples pesquisa resulta em 130 mortos, fora mutilados, feridos e torturados pelas guerrilhas de esquerda no Brasil entre 1965 e 1982.

Lembrando que se faz um ALARDE sobre as 424 mortes atribuídas ao governo militar, mas nunca se falam sobre as centenas que foram alvos de ataques dos esquerdistas.

E nem vamos falar em indenizações, porque senão vira covardia... covardia contra o povo brasileiro, que indenizou somente os de esquerda e quase ninguém que os comunistas mataram.

Quando indenizam, é daquele jeito: o assassino do soldado Mario Kozel recebeu mais de R$ 400.000,00 imediatamente (há quase dez anos atrás) e mais uma pensão vitalícia de R$ 1.600,00. A família do soldado Mario Kozel recebeu de Lula, na mesma época somente uma pensão de R$ 1.000,00 e poucos, sem a indenização inicial.
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Quem é petista, deveria ser melhor informado. Pobres capachos de Fidel Castro !!!