terça-feira, 29 de julho de 2014

Eles estão certos


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Aileda de Mattos Oliveira

Doutor Honoris Causa! Título concedido aos de notório saber, por reconhecimento às suas atuações no campo de pesquisas específicas às suas atividades, vulgarizou-se.

Neste mundinho indigno de inversão de valores, títulos que cobriam de orgulho seus possuidores como símbolos do evidente valor intelectual que possuíam, são concedidos a qualquer que se apresente como o mais completo safardana.

Medalhas que brilhavam no peito estufado de merecidos ganhadores, por atos de bravura, são postas no peito murcho de traidores, sequestradores, de primeira dama inútil, numa infame adulação ao poder.

Genoíno recebeu a sua sob o olhar perplexo de um veterano pracinha incrédulo.

Títulos e medalhas tornaram-se, pelo repugnante beija-mão, penduricalhos de brechó.

Porém, analisando por outro ângulo, o de Doutor Honoris Causa,tantas vezes concedido ao autodenominado “filho do Brasil”, concluímos que corretas e merecidas foram as tais concessões. Nós é que não soubemos avaliar as razões que levaram a elas.

A qualidade tanto pode ser boa ou má; assim, os parâmetros que medem as ações humanas deslocaram-se para o ápice no sentido inverso, isto é, negativo, já que a ética, hoje, é não ter ética.

Portanto, o filho bastardo do Brasil é um indivíduo de notório saber no campo da malandragem política; é reconhecido como o maior escroque surgido no universo da politicalha nestes dois mil e quatorze anos; é o suprassumo de analfabeto que cursou com altos méritos a escola da esperteza; é aquele que jamais leu um livro, mas é senhor absoluto em engendrar definições, mesmo com o descarrilamento das concordâncias e das contradições; o mais denegrido traidor da Pátria; o mais categórico em negar a sua sapiência no tocante a seus companheiros de viagem, por esta vida de enriquecimento ilícito; o mais desnorteado pelo compulsivo amor ao poder; o mais desregrado dos desregrados.

Versado em astrometria, não fossem as suas palestras, ninguém saberia que permanece, como na Idade Média, a definição de “Terra quadrada”; emérito analista, potência como psicólogo-podólogo, descobriu que um time famoso perde o jogo quando os olhos extasiados na beleza dos estádios superfaturados não acompanham os pés fantasiados dos jogadores com suas espetaculosas chuteiras

Portanto, não há como negar que o galardão de Doutor Honoris Causa, baseia-se na causa da honra que lhe é concedida pela mafiosa e canalha gangue em que se transformaram os “eleitos pelo povo”.

A interpretação do fato deve ser realizada pelos lados da direita e da esquerda; do zênite e do nadir; da cabeça aos pés, porque por estes últimos, os pés, tão decantados nesta “Copa das Copas”, o Brasil vai ser chutado da democracia para a sangrenta “Arena Petista”. Como símbolo da nova bandeira, o tradicional dedo médio levantado da Dilma pagã.

Como sempre, o Honoris Causa será o grande prócer da gigantesca FIFA cubana que transformará este desmoralizado país, em árido império da involução moral e da miséria institucionalizada.

Eles estão certos ao darem ao maior crápula já nascido o mais alto galardão, agora, representativo, do mais elevado patamar da sordidez humana.


Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa, membro da Academia Brasileira de Defesa.

2 comentários:

Cristiano disse...

Quanto mais a brucutilma se irrita, mais sabemos o que é certo e errado. Agora que vai ter gente poupando no Santander, hahahahah!!!!!

Cristiano disse...

Temos que recordar que o Santander é odiado pela Rússia pelo motivo de quando invadiram a Espanha, o dono do Santaner tinha preservado o dinheiro e o ouro depositados naquela rede de bancos na Suíça. O mesmo truque feito pelo Dom João VI ao Napoleão Bonaparte. Até a Rede Rerróba de Televisia (Record) fez campanha de acusação petralhista ao Santander no ano passado. Eu vi isso. E quando petralhas e universais-do-reino-do-demo estão juntos para falar mal de alguém, a vítima de fato é a parte boa da história e os bandidos os acusadores.