segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Teoria da Transpiração


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Fabrizio Albuja

Depois do acidente de Eduardo Campos, que não era meu candidato, passei a refletir sobre o esforço hercúleo que vem adiante de todos aqueles que são contra a estrutura ditatorial petista.

Acho que antes de atacar o inimigo, temos que valorizar suas competências, mesmo que ilegais ou antiéticas.

O Partido dos [NÃO] Trabalhadores surge do oportunismo de subverter um regime militar que seguia regras muito rígidas. Naquela época ser contra as leis era poético, utópico, altruísta, porém o preço também a se pagar foi muito alto.

Esses mesmos revolucionários deixaram pequenos tumores benignos (sem muito perigo) na sociedade que aos poucos, mediante sua evolução genética, passaram a desenvolver e espalhar uma doença psicossocial desde a base da educação.

Os grandes porta-estandartes dessa bandeira da revolução pseudo-marxista foram induzidos não por uma retórica, não por um contato direto, senão por uma célula implantada em seu DNA com o intuito de gerar zumbis politizados.

Hoje, como em toda revolução, há uma contra-revolução, que tenta trazer o equilíbrio, no entanto, a impressão é que sua força ainda não possui uma identidade definida.

O vilão da história já foi identificado, mas falta marcar no roteiro quem será o herói.  Difícil decisão, até porque não basta salvar o Brasil, há que punir de alguma forma o vilão para evitar que ele retorne com novos planos maléficos e muito mais poderoso.

Eduardo Campos era um candidato que até o momento do acidente não tinha um destaque capaz de derrotar Dilma nas eleições, principalmente por causa da vice, Marina Silva, que além de ter bebido daquela água vermelha (me diz com quem andas e te direi quem és) não possui carisma nenhum.

Aécio Neves é um político com uma história muito forte em Minas Gerais, e possui a referência de uma herança política, porém a impressão que dá é que fui escolhido porque era “o que tinha pra hoje”. Ele tem fama de mulherengo e que gosta muito de bebida alcoólica, mas lembro que Bill Clinton curtiu a vida adoidado e foi a época da melhor economia mundial, sem guerras e com ótimos repertórios de Jazz na Casa Branca.

FHC se aposentou do cenário do executivo, Serra já perdeu duas vezes, e o Alkmin é a versão do que sentimos do PT para os funcionários públicos do Estado de São Paulo. As situações conspiram a favor do mal.

Não há provas de que o ocorrido com Eduardo Campos seja uma repetição do ocorrido com Celso Daniel, mas que Aécio Neves se eleito terá que redobrar os cuidados com a própria segurança, isso não há dúvidas.

Se a Dilma vencer novamente nas urnas, acho melhor deixar o exército tomar o poder e arrumar a casa. A grande marca negativa do Governo Militar era a censura. Deve ser por isso que temos tanta qualidade moral e intelectual nos meios de comunicação nos dias de hoje!

Acho que o maior erro do Governo Militar foi não ter ensinado o brasileiro a votar consciente. Agora falta pouco para outubro e para tirar os petralhas do poder há que suar muito, Muito mesmo!


Fabrizio Albuja é Jornalista e Professor Universitário.

2 comentários:

Anônimo disse...

Não, o único erro dos militares foi não ter acabado com essa quadrilha que está no poder!

Lourdes

TAVARES FALATUDO disse...

Os militares não fizeram o dever de casa completo !!!!