quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Joaquim Barbosa não indica preferência por candidato e ataca reeleição que corrompe o sistema


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Petralhas e marineiros de primeira viagem respiraram, aliviados, ontem, não só por causa da divulgação de mais uma pesquisa eleitoral que os mantém na briga pela dianteira. O alívio foi com o sepultamento de um boato, que vinha se fortalecendo desde domingo, sobre um bombástico anúncio de que Joaquim Barbosa seria ministro da Justiça se Aécio Neves conseguisse se eleger. O próprio Barbosa preferiu não indicar, em entrevista dada ontem, qual o seu preferido na disputa ao Palácio do Planalto, “para não interferir no processo político”.

Sem o risco da popularidade de Barbosa interferir em favor de Aécio na disputa, a pergunta feita ontem nos bastidores políticos era se o depoimento do delator premiado Paulo Roberto Costa, na CPMI da Petrobras, seria capaz de afetar os rumos da eleição até agora polarizada entre as gêmeas Dilma Rousseff e Marina Silva. Só se Paulo Costa abrir o verbo no Congresso o mundinho petralha pode vir abaixo...

Provavelmente, Paulo Roberto Costa falará o mínimo possível ou nem vai se pronunciar na CPI, com a costumeira alegação de que se reserva o direito de apenas falar em juízo. Assim, embora os escândalos na Petrobras comecem a colar, popularmente, em Dilma, não é deste mato enlameado pela corrupção sistêmica que sairá o cão raivoso que poderia mexer com as tendências eleitoreiras.

Descartando novamente que pretenda ser candidato a Presidente da República, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, que ficou popular pelo empenho na condenação dos réus do Mensalão, soltou o verbo contra a reeleição para cargos executivos: “A mãe de todas essas desgraças, dessa corrupção, que leva o Presidente da República a ter que negociar no varejo com gente que ele jamais frequentaria, é essa necessidade que ele tem. Desde o primeiro dia ele não pensa em outra coisa, a não ser em reeleição. A reeleição corrompe o sistema. Em regra, não há qualquer ilícito nessa conduta. Mas o desejo de se perpetuar no poder pode favorecer desvios, o que é pior. Em países ainda em fase de consolidação institucional, ou que tenham instituições débeis, a reeleição funciona como carro-chefe, como a mãe de todas as corrupções, de toda espécie. Ela condiciona tudo. De projetos essenciais à coletividade, à pautas diárias de governo”.

Barbosa aproveitou uma palestra no Congresso de Shoppings Centers, realizado em São Paulo, para fazer um discurso melhor que muitos candidatos à Presidência, ressalvando que “há toda uma miríade de reformas à espera de uma liderança lúcida e capaz de implementá-las”. Barbosa listou as principais: “Precisamos nos livrar de certos resquícios de autoritarismo, da cultura do privilégio, do jeitinho, da improvisação, do nepotismo, do patrimonialismo, das sequelas da escravidão, dos vícios cartorários herdados da colonização. Precisamos de uma Justiça mais expedita, simples, eficaz, moderna, menos pomposa e cheia de si. Precisamos de regras claras, objetivas e aplicáveis a todos”.

Discurso de candidato mais amarrado que este...

Opinião pode...

A Presidenta Dilma Rousseff ficou PT da vida com a censura imposta pela Procuradoria Geral Eleitoral contra a propaganda petista que bate na ex-petista Marina Silva.

Dilma invocou o direito à livre opinião para questionar o ato da Justiça Eleitoral:

“Pode ser que as pessoas não gostem do que falamos, agora é uma opinião, e crime de opinião no Brasil é algo ultrapassado. Eu fui para a cadeia por crime de opinião, tá? E sei perfeitamente que na democracia a opinião é algo que tem que ser acolhido”.

Carta Aberta ao Corregedor da Polícia Federal


O engenheiro João Vinhosa envia uma segunda carta aberta ao corregedor-geral da Polícia Federal, Cláudio Gomes, solicitando que todas as suas denúncias sobre o caso Gemini, feitas com provas documentais, sejam transformadas em um inquérito – e não acabem em algum arquivo morto da burocracia federal.

Já que a Presidenta Dilma defende (como no debate de ontem na CNBB) que “a Polícia federal é um integrante do governo”, bem que a PF poderia fazer andar o processo pedido pelo Vinhosa...

Leia, abaixo, o artigo: Dilma, a Polícia Federal e a Petrobras

Pérola de campanha

Acuada por Aécio Neves sobre o tema corrupção na Petrobras, no debate com os bispos católicos, Dilma soltou mais uma de suas pérolas de demagogia e imprecisão de conceito de gestão governamental:

“Ao longo da minha vida tive sempre tolerância zero com corrupção. No caso da Petrobras, quero lembrar ao candidato Aécio que quem investigou e descobriu todos os crimes de corrupção foi um integrante do governo, a Polícia Federal”.

A Polícia Federal faz parte da estrutura do Estado brasileiro e, a não ser que tenha ingressado por concurso público ou tenha sido nomeada para um cargo da confiança, tornando-se uma pessoa física, a PF não é um integrante do governo que descobre as coisas...

Bens bloqueados

O juiz Flávio Roberto da Costa, titular da 3ª Vara Criminal da Justiça Federal, acatou o pedido de arresto dos bens de Eike Batista e familiares, no valor de até R$ 1,5 bilhão, a pedido dos procuradores Orlando da Cunha e Rodrigo Poerson Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.

Se nas mais de 14 contas correntes em nome do empresário no país houver mais de R$ 1,5 bilhão, o excedente será liberado.

Caso não chegue a esse valor, o juiz vai avaliar a necessidade de solicitar o bloqueio de bens móveis e imóveis, podendo incluir aqueles em nome de familiares.

Tudo pode cair

A defesa de Eike defende que a atribuição de processá-lo é da Justiça comum, e não da Justiça Federal.

O advogado Sérgio Bermudes tentará usar esta tese para invalidar a denúncia do MPF e impedir o bloqueio de bens do ilustre bilionário.

Eike também foi denunciado por insider trading (informação privilegiada), para obtenção de vantagens ilícitas no mercado financeiro, pela procuradora Karen Louise Jeanette Kahn, do MPF em São Paulo.

Cuba Libre


Eis o título do novo documentário do consagrado Evaldo Mocarzel, que estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 18 de setembro.

O filme retrata o retorno da atriz transexual cubana Phedra de Córdoba (do grupo teatral Satyros) a Havana depois de 53 anos sem pisar no seu país.

Além de colocar em discussão a luta pelos direitos dos homossexuais num ambiente extremamente machista como a ilha governada durante décadas por Fidel Castro, hoje comandada por seu irmão Raúl, o documentário mostra a decadência da ilha, que “parece estar sentada sobre um barril de pólvora”, como comenta em entrevista ao filme o dramaturgo Reinaldo Montero, autor da peça Liz, que foi encenada pelos Satyros, em Havana.

Lembra quem?

Antes de entrar em cena, Phedra de Córdoba sempre se pergunta:

“Será que eu sou essa imagem no espelho ou será que essa imagem é o meu verdadeiro eu?”.

Phedra criou uma personagem para si mesma e moldou-a em carne e osso, com o próprio corpo.

Culpa da Globo

O ator Paulo Betti, petista histórico, justificou por que não esteve no encontro de artistas em favor de Dilma, no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro:

“Para o conhecimento de vocês, os atores contratados da TV Globo, que estão no ar, não têm permissão para participar de eventos de campanha. Existe um manual que regulamenta isso. Senão, eu estaria no evento do Teatro Casa Grande em apoio a Dilma”

Já pensou como esta notinha ficaria interpretada pelo malvado jornalista Téo – que o ator interpreta na novela Império, da Rede Globo?

Corrida confirmada

Para alegria da Rede Globo, São Paulo garantiu a etapa brasileira de F-1 para 2015.

A FIA confirmou a permanência de Interlagos no Circuito Mundial da categoria após o diretor de provas da instituição, Charlie Whiting, visitar o autódromo Jose Carlos Pace na semana passada para analisar o andamento das obras que tiveram início no dia 15 de julho deste ano.

A realização do evento estava sob ameaça caso o autódromo não incorporasse as obras de R$ 160,8 milhões exigidas pela entidade.

Pedido da amante

Piada que foi contada em uma rodinha de campanha petista e não agradou muito – não se sabe o motivo:

Leonel está no motel com a amante, curtindo o pós-coito, quando ela resolve interromper o silêncio:

- Leo, por que você não corta essa barba?

- Ah... Se dependesse só de mi... Você sabe que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba... Ela me ama assim!

- Ora, querido - insiste a amante - Faça isso por mim, por favor...

- Não sei não, querida... Sabe, minha mulher me ama muito, não tenho coragem de decepcioná-la...

- Mas você sabe que eu também te amo muito... Pense no caso, por favor...

O sujeito continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante e resolve atender ao pedido.

Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios e, quando chega a casa, a esposa já está dormindo.

Assim que ele se deita, sente a mão da esposa afagando o seu rosto lisinho e com a sua voz sonolenta diz:

- Paulão!... Seu louco, você ainda está aqui? Vai embora... O barbudinho já está pra chegar!

Ser ou não ser


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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.


A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 17 de Setembro de 2014.

11 comentários:

CEL CESAR PINTO - averdadedasmentiras-unknown disse...

CARO JORNALISTA SERRÃO


O POLÍTICO E A CAÇAMBA LIXO NA UCRÂNIA

PRA FRENTE BRASIL

FALANDO A VERDADE

NA UCRÂNIA O POVO USOU UMA CAÇAMBA DE LIXO PARA JOGAR UM POLÍTICO DENTRO DELA.

NO BRASIL, ISSO NÃO SERIA POSSÍVEL PORQUE NÃO TEM NÚMERO DE CAÇAMBAS DE LIXO SUFICIENTES PARA JOGAR DENTRO DELAS TANTOS POLÍTICOS CORRUPTOS QUE HOJE INFESTAM ESTA NAÇÃO.

É POR ESSE E OUTROS MOTIVOS QUE O POVO INOCENTE ÚTIL NÃO COMPARECERÁ AS ELEIÇÕES SUJEITAS A FRAUDES NO DIA 5 DE OUTUBRO PARA VOTAR.

VAMOS COLOCÁ-LOS TODOS NO OLHO DA RUA E AGUARDAR NOVAS ELEIÇÕES EM 2015.

HOJE ESTA É A VERDADE BRASILEIRA.

Revolução já.

SEM VIOLÊNCIA

"Para fazer a revolução que o País precisa basta que no dia 05 de outubro de 2014 a maioria dos eleitores brasileiros não compareçam na sua sessão eleitoral. Torne-se um revolucionário Votar em branco significa que o eleitor não quer votar em nenhum dos candidatos inscritos e tal decisão deveria ser respeitada pela Justiça Eleitoral e não inventar este desrespeito ao eleitor que é o voto válido. Em vez de votar em branco ou anular seu voto vá passear com a família, vá para a praia e se estiver chovendo vá a um cinema ou um teatro. Se você é idoso ou idosa não compareça para votar, mostre que não aceita o roubo legalizado que é feito mensalmente na sua aposentadoria. . Se a maioria dos eleitores não comparecer para votar está feita a revolução sem nenhuma violência. Em consequência deste resultado a Eleição deve ser anulada. Não argumentem com essa bobagem de voto válido o que significa valorizar o voto de uns sobre o voto de outrem.

Não acreditem nas pesquisas que não deveriam ser divulgadas, pois, seu resultado pode ser facilmente manipulado além de influenciar o eleitorado

O que fazer para o Estado brasileiro continuar funcionando após 1º de janeiro de 2015 é assunto para outro artigo".

AUTOR BRIGADEIRO ERCIO BRAGA

Anônimo disse...

Senador do PT leva tapa na cara de eleitora.

http://www.tribunadeparnaiba.com/2014/09/wellington-dias-pede-voto-eleitora-de.html?m=1

Anônimo disse...

Mas o J B não deixou de dar uma dica que votar na reeleição de Dilma é uma gelada, pois ele os conhece bem, além de teriam sido pressões deles que o teria tirado do STF.
Deixou a estrada aberta pra Aécio ou Marina; mais próximo, quem sabe, seria mais agressivo?

Anônimo disse...

Está certo, Dr. Joaquim! Os corruptos são todos inocentes! É a malvada reeleição quem é culpada de tudo!!!!

Veronica Ruzzi disse...

Se o depoente que hoje vai comparecer na CPMI do senado nesta quarta-feira, pelo que eu entendi nas manchetes dos jornais, ele correria o risco de perder os benefícios da delação premiada devido a grande quantidade de denuncias por ele prestado ao Juiz Federal, então a conclusão que chegaram os que prestam serviços jurídicos a este réu é que mantivesse o bico calado, ou seja por omitir qualquer informação ou acrescentar qualquer fato novo que revertesse o processo. Quanto ao ex Ministro do Supremo Tribunal Federal, ele deixou passar uma grande oportunidade de mostrar ao povo brasileiro em nem mencionar o fato de que foi convidado para que ocupe o cargo de Ministro da Justiça no governo do candidato Aécio Neves, creio que muitas pessoas vão se sentir tão indignadas como eu.

Anônimo disse...

PETPATIA (OU PETEPATIA) - UMA DOENÇA MALIGNA DA POLÍTICA.

Petpatia (ou Petepatia) é um grave transtorno que acomete partidos políticos ou membros e militantes de partidos políticos, e que é definido por uma característica fundamental: a convicção de que, na política, os fins justificam os meios. A palavra “petpatia” é composta de “pet” e “patia”. “Patia” é um termo cujo significado é doença. “Pet”, por sua vez, é a designação de um polímero (politereftalato de etileno) bastante moldável, utilizado, comumente, na fabricação de garrafas e recipientes diversos. O termo foi adotado justamente por causa da plasticidade desse material que, submetido a temperaturas adequadas, amolece, funde e pode assumir as mais variadas formas para atender aos seus fins. Tal como ocorre com os petpatas (ou petepatas), que assumem qualquer tipo de postura, por mais condenável que seja, e se valem de todos os meios possíveis e imagináveis - sem qualquer consideração pela sua natureza boa ou má, justa ou injusta -, para a consecução dos seus fins. E os seus fins geralmente se identificam com o exercício do poder em benefício pessoal e político-partidário, e quase sempre em detrimento do interesse público.

De fato, esses políticos (e seus partidos) são marcadamente egoístas, mentirosos, falsos, cínicos, calculistas, trapaceiros, chantagistas e manipuladores. Seguem, quase sempre, e de modo cego, um líder messiânico que situam acima do bem e do mal, e a quem rendem abjeta vassalagem. Comportam-se, assim, como membros de uma seita fundamentalista. Como são obcecados pela conquista do poder a qualquer preço, tendem a apelar para a violência como instrumento de luta política. Desse modo, estão sempre ligados a grupelhos de bate-paus, baderneiros e anarquistas ou, mesmo, a bandos armados, travestidos de movimentos sociais. E se inclinam, no poder, para regimes de exceção, em que seus adversários políticos passam a ser vistos, mais cedo ou mais tarde, como inimigos a perseguir, encarcerar, torturar e, mesmo, eliminar. Assim sendo, não desdenham o terrorismo. Antes, apoiam-no em toda a parte. E, se necessário, recorrem a ele numa simples eleição ou, mesmo, na luta armada propriamente dita. Como foi dito de início, os fins, para eles, sempre justificam os meios, razão pela qual jamais hesitam em fazer o diabo para concretizar o seu projeto de poder.

(continua...)

Anônimo disse...

Não é por outra razão que se identificam, habitualmente, com líderes, regimes e ideologias que costumam patrocinar tais aberrações. Na oposição, adotam, com frequência, a práxis do “quanto pior, melhor”. No poder, aparelham o Estado e suas instituições, a fim de estabelecer um regime hegemônico, de partido único, que culmina em geral no totalitarismo. E isso não é difícil para eles, pois são hábeis dissimuladores, ocultando-se sob o manto de ideais humanitários, como justiça e igualdade social, combate à fome e à pobreza, e defesa das minorias e dos direitos humanos, enquanto vão estendendo seus tentáculos sobre a sociedade e o Estado. Simulam possuir o monopólio da virtude, mas, na verdade, são predadores letais dos cofres públicos e das instituições. Não raro, enriquecem nababescamente no poder. Usam e abusam da propaganda enganosa, a ponto de mascarar índices econômicos e sociais para engabelar o povo. Medidas populistas, centradas em dar pão e circo à população, tais como assistencialismo à guisa de redistribuição de renda e promoção de grandes eventos esportivos, são largamente usadas com o propósito de manipular as massas e cooptá-las em imensos currais eleitorais. São, assim, verdadeiros gigolôs da pobreza. Por outro lado, adotam a postura de vítimas de um suposto poder dominante, elitista, explorador, que estaria tentando impedi-los de cumprir a sua elevada missão redentora. É o jogo maniqueista do “nós” contra “eles”, em que dividem para melhor dominar. No entanto, logo que assumem o poder num país, unem-se aos setores mais retrógrados da sua sociedade civil e do seu mundo político para devastar os cofres públicos e as instituições. E o butim é fraternalmente repartido entre eles, petpatas (ou petepatas), e os outros comensais do poder

(continua...)

Anônimo disse...

Tal como ocorre com os seus parentes próximos, os psicopatas, que não aprendem com os próprios erros e nem se arrependem deles, os petpatas (ou petepatas) estão sempre reincidindo nos crimes que cometem. Consideram-nos, cinicamente, como simples piadas de salão. Na verdade, eles são psicopatas no poder, tal como na definição dada pelo psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski em seu livro “Ponerologia - Psicopatas no poder”, e o regime de governo que têm a nos oferecer é a “patocracia”. Nesse regime, os governantes constituem-se como uma elite psicopata e a sociedade passa a ser regida e motivada por valores puramente patológicos. São, assim, criminosos seriais da política. Golpistas, atentam, sobretudo, contra a democracia. Quando denunciados, julgados ou, mesmo, condenados, tentam se justificar de todas as formas possíveis e imagináveis, jamais admitindo a sua responsabilidade. Para eles, seus crimes não são crimes, mas apenas “erros” ou “malfeitos”, se muito. Pretendem se fazer passar por meros aloprados, mas são bandidos. E não se intimidam nem na prisão, onde continuam fazendo das suas. Se necessário, recorrem à negação absoluta do “não vi, não ouvi e não sei de nada”, mesmo quando todas as evidências apontam em sentido contrário, na revelação dos seus crimes. A quem se poderia compará-los, jocosamente? “Jamanta não sabe, Jamanta não viu”, como na fala do personagem da novela “Torre de Babel”. “Sei de nada, inocente”, como na música do grupo “É o Tchan”. Ou “Peidei, mas não fui eu”, como na camiseta divulgada, tempos atrás, pelo músico Lobão. Ou seja, eles se recusam mesmo a admitir a autoria dos seus crimes, que se tornam, então, ironicamente, crimes não-contabilizados. Na melhor das hipóteses, quando já não podem mais negá-los, tentam se justificar dizendo que em algum lugar, no presente, no passado ou, quem sabe?, no futuro, outros políticos ou partidos políticos cometeram, cometem ou vão cometer os mesmos crimes. Aplicam, assim, em relação aos adversários, a máxima de Lênin: “Acusem-nos do que vocês fazem; xinguem-nos do que vocês são”. Desse modo, são indulgentes com os crimes que eles e seus comparsas cometem - tratando-se, entre si, como heróis da “causa” que defendem -, tanto quanto são implacáveis com os crimes dos que não pertencem à sua seita de degenerados. Flagrados em delito, geralmente põem em prática a omertá - o pacto de silêncio dos mafiosos -, acobertando-se uns aos outros. Nesse caso, nem delação premiada os convence a abrir o bico, pois, se alguma vez ameaçam recorrer a ela, é apenas por chantagem, para obter proteção adicional dos seus comparsas. E se chegam, em última instância, a admitir algumas das suas patifarias, alegam que as praticaram em nome da justiça e da igualdade social. Ou seja, assaltam os cofres públicos e devastam as instituições para uma suposta salvação dos pobres e oprimidos, para o advento de “um outro mundo possível”, “para o bem de todos e a felicidade geral da nação”. Encarnam, então, uma espécie de fascismo do bem. E ai dos juízes que ousarem condená-los. Serão difamados, execrados e perseguidos implacavelmente pelos seus bate-paus nas ruas, na imprensa e nas redes sociais. Enfim, são mesmo capazes de fazer o diabo para chegar ao poder e nele permanecer.

(continua...)

Anônimo disse...

Tal como ocorre com os seus parentes próximos, os psicopatas, que não aprendem com os próprios erros e nem se arrependem deles, os petpatas (ou petepatas) estão sempre reincidindo nos crimes que cometem. Consideram-nos, cinicamente, como simples piadas de salão. Na verdade, eles são psicopatas no poder, tal como na definição dada pelo psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski em seu livro “Ponerologia - Psicopatas no poder”, e o regime de governo que têm a nos oferecer é a “patocracia”. Nesse regime, os governantes constituem-se como uma elite psicopata e a sociedade passa a ser regida e motivada por valores puramente patológicos. São, assim, criminosos seriais da política. Golpistas, atentam, sobretudo, contra a democracia. Quando denunciados, julgados ou, mesmo, condenados, tentam se justificar de todas as formas possíveis e imagináveis, jamais admitindo a sua responsabilidade. Para eles, seus crimes não são crimes, mas apenas “erros” ou “malfeitos”, se muito. Pretendem se fazer passar por meros aloprados, mas são bandidos. E não se intimidam nem na prisão, onde continuam fazendo das suas. Se necessário, recorrem à negação absoluta do “não vi, não ouvi e não sei de nada”, mesmo quando todas as evidências apontam em sentido contrário, na revelação dos seus crimes. A quem se poderia compará-los, jocosamente? “Jamanta não sabe, Jamanta não viu”, como na fala do personagem da novela “Torre de Babel”. “Sei de nada, inocente”, como na música do grupo “É o Tchan”. Ou “Peidei, mas não fui eu”, como na camiseta divulgada, tempos atrás, pelo músico Lobão. Ou seja, eles se recusam mesmo a admitir a autoria dos seus crimes, que se tornam, então, ironicamente, crimes não-contabilizados. Na melhor das hipóteses, quando já não podem mais negá-los, tentam se justificar dizendo que em algum lugar, no presente, no passado ou, quem sabe?, no futuro, outros políticos ou partidos políticos cometeram, cometem ou vão cometer os mesmos crimes. Aplicam, assim, em relação aos adversários, a máxima de Lênin: “Acusem-nos do que vocês fazem; xinguem-nos do que vocês são”. Desse modo, são indulgentes com os crimes que eles e seus comparsas cometem - tratando-se, entre si, como heróis da “causa” que defendem -, tanto quanto são implacáveis com os crimes dos que não pertencem à sua seita de degenerados. Flagrados em delito, geralmente põem em prática a omertá - o pacto de silêncio dos mafiosos -, acobertando-se uns aos outros. Nesse caso, nem delação premiada os convence a abrir o bico, pois, se alguma vez ameaçam recorrer a ela, é apenas por chantagem, para obter proteção adicional dos seus comparsas. E se chegam, em última instância, a admitir algumas das suas patifarias, alegam que as praticaram em nome da justiça e da igualdade social. Ou seja, assaltam os cofres públicos e devastam as instituições para uma suposta salvação dos pobres e oprimidos, para o advento de “um outro mundo possível”, “para o bem de todos e a felicidade geral da nação”. Encarnam, então, uma espécie de fascismo do bem. E ai dos juízes que ousarem condená-los. Serão difamados, execrados e perseguidos implacavelmente pelos seus bate-paus nas ruas, na imprensa e nas redes sociais. Enfim, são mesmo capazes de fazer o diabo para chegar ao poder e nele permanecer.

(continua...)

Anônimo disse...

É importante destacar que as características que descrevemos devem ser notas dominantes e não apenas traços de comportamento, e devem estar presentes de forma maciça num partido político ou nos seus integrantes para que fique bem configurada a Petpatia (ou Petepatia). Se essa ressalva não for respeitada, corremos o risco de classificar todos os os políticos e partidos politicos como petpatas (petepatas), o que não seria justo. Petpatia (ou Petepatia) é uma doença política, ideológica e social grave, incurável e extremamente destrutiva para um país. Os que a manifestam, indivíduos ou partidos, são criminosos seriais da política, ou seja, estão sempre envolvidos em escândalos, delitos, falcatruas e desvios de toda a espécie, e são quase sempre irrecuperáveis. Acima de tudo, são um perigo real para a democracia. Assim sendo, todo o cuidado é pouco ao diagnostícar uma doença de tamanha malignidade.

Diante da gravidade do que foi exposto, caro leitor, se você identificar, em seu país, algum político ou partido político que apresente tais características, cuidado! Não vote nele! Ele é, provavelmente, um petpata (ou petepata). Mas, se ele já tiver tomado de assalto o poder, use o voto para tirá-lo de lá, antes que seja tarde demais. E se isso não for mais possível, só lhe resta uma opção: fuja do seu país! O quanto antes! Já!

Lucas Daniel

Anônimo disse...



SOBRE CRIME DE OPINIÃO

Olá caríssimos,vou ser breve acerca do que a DilmaANTA falou sobre crime de opinião.
Ela mais uma vez se mostra uma grande mentirosa quando diz que foi presa por crime de opinião, ela foi presa por que praticou atos terroristas contra a sociedade, contra os Militares, contra os bancos e contra as Instituições de um modo geral, ela e seus grupos todos tinham outras opções a seguir, preferiram as armas e se lascaram... essa é um pouco da verdade dela e não essa mentira que vociferou na tv.
Abraços.
Carlos Bonasser