domingo, 21 de setembro de 2014

Lição de Vida


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Uma pessoa que aprende com os próprios erros é normal;

Alguém que não aprende com os próprios erros é idiota;

A que aprende com os erros alheios é sábia.

Tenho mais medo dos idiotas do que dos mal intencionados. Estes são previsíveis em suas atitudes; os primeiros não.

Divulgar pesquisas evidentemente falsas de que a população é a favor das ciclovias não passa de desespero de naufrago.

Na sua luta inglória para destruir a “burguesia” os celerados cometeram um erro Crasso.

Escolheram um gerente bipolar.

A tentativa de aumentar impostos de maneira escorchante em 2013 acordou população que foi em massa às ruas. Foi obrigado a voltar atrás e a exibir as legiões de vândalos (os black blocs) para amedrontar os manifestantes pacíficos.

Proibiu os táxis com passageiros de circular nas famigeradas faixa de ônibus; teve que voltar atrás de novo.

Quis restringir o número de vagas de garagem em novos empreendimentos imobiliários mas se esqueceu de que as pessoas detestam deixar seus veículos nas ruas mal policiadas, sujeitos a furtos e depredações.

Implantou a impossível velocidade máxima de 40 quilômetros por hora em avenidas da Zona Norte – certamente para irritar e multar os motoristas que não conseguem se deslocar na cidade mal servida de transportes públicos.


A reação e o castigo virão a cavalo; pode esperar...

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Loumari disse...

O Que me Mata é o Quotidiano

Dor? Alegria? Só é simplesmente questão de opinião. Eu adivinho coisas que não têm nome e que talvez nunca terão. É. Eu sinto o que me será sempre inacessível. É. Mas eu sei tudo. Tudo o que sei sem propriamente saber não tem sinónimo no mundo da fala mas enriquece e me justifica. Embora a palavra eu a perdi porque tentei falá-la. E saber-tudo-sem saber é um perpétuo esquecimento que vem e vai como as ondas do mar que avançam e recuam na areia da praia. Civilizar minha vida é expulsar-me de mim. Civilizar minha existência a mais profunda seria tentar expulsar a minha natureza e a supernatureza. Tudo isso no entanto não fala de meu possível significado.
O que me mata é o quotidiano. Eu queria só excepções. Estou perdida: eu não tenho hábitos.

"Clarice Lispector, in 'Um Sopro de Vida
Tema: Quotidiano Viver
Brasil 1920 // 1977 Escritora

Loumari disse...

Como Apareceu o Traço no Numero Sete??

> O porquê do tracinho no sete: Até os dias actuais, muitas pessoas quando escrevem o numero 7, ainda o fazem utilizando uma barra horizontal (traço) suplementar na metade do algarismo. Oficialmente, este pequeno traço não existe, como dá para constatar digitando a tecla 7 do teclado do seu computador, calculadora ou qualquer outro aparelho que possua teclado. Agora eu coloco esta questão: Vocês sabem a origem deste costume? Para responder temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos Bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os 10 mandamentos. Ele, em voz alta, foi dizendo à multidão, um por um. Quando chegou no sete, Moisés anuncia: - Não desejarás a mulher (e o homem) do próximo; Um breve silêncio e a multidão grita em coro: - Risca o sete, risca o sete!!!!
>Dai riscaram o sete um tracinho!!!!!!!!!