sábado, 27 de setembro de 2014

Prioridade: expulsar o PT do Governo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por José Gobbo Ferreira

Caríssimos Companheiros de lutas patrióticas: Peço desculpas a todos pela extensão deste trabalho, mas solicito  paciência para tomar conhecimento dele. O momento eleitoral é bastante complexo.

O PT mergulhou nosso País em um período de trevas que já dura 13 anos. Não há aspecto da vida de uma nação que ele não tenha corrompido, dilapidado, desmoralizado e levado ao mais baixo nível de toda a história republicana. A corrupção, a incompetência, o patrimonialismo chegaram a níveis tais que bem se pode dizer que o PT é o crime organizado no poder. Agora, com a benção do Sr. Lula, o Sr. Stédile, líder do braço armado do partido, o MST,  declara que desestabilizará o país, se Marina Silva for eleita, como já o dissera antes sobre Aécio Neves. Essa é a democracia que eles praticam. Não podemos tolerar isso! Isso é a ditadura do terror!

Nas eleições que se aproximam só temos duas alternativas para derrotar esses marginais e destruir o Reich petista: Aécio Neves e Marina Silva.
Aécio fez um ótimo governo em Minas Gerais e foi reeleito no primeiro turno. Nada há que o desabone em sua vida política. Tem grande e exitosa experiência administrativa e dispõe de uma equipe competente. Restabeleceria as políticas econômicas do Plano Real, as únicas capazes de retirar o país da recessão em que a “nova matriz econômica” do PT o lançou. Tem condições de amealhar o apoio parlamentar que lhe permita governar. Se propõe a fazer uma política externa isenta de ideologia e voltada para os reais interesses do País. Satisfaz  todos os dez itens de nossa lista de condições para apoio à sua candidatura, conforme assegurado por pessoa de sua confiança.

É a opção lógica e ideal, nossa e de todos os brasileiros que querem exorcizar o PT de uma vez por todas. Infelizmente, não fez de sua passagem pelo senado um trampolim para a candidatura à presidência e hoje é muito menos conhecido na maior parte do País do que suas adversárias. Isso o vem colocando em situação desfavorável nas pesquisas de intenções de votos.

Quanto a Marina Silva, suas origens, o PT e, antes, o Partido Comunista Revolucionário não são um bom cartão de visitas. Mas nos parece possível que o fato de tê-los abandonado possa ser considerado uma inflexão em suas posições políticas, que seja possível esperar que a Marina de hoje não seja a mesma de anos atrás e que as responsabilidades do cargo a façam reavaliar certas posições.

Pesam bastante contra ela suas posições consideradas ambientalistas radicais, inclusive seus movimentos em favor de demarcações de terras indígenas, já com absurdo número de indivíduos em relação à área reservada para eles. Será que sabe o que os índios contemplados com a Raposa Serra do Sol fizeram com os arrozais, por anos e anos cultivados com o suor de brasileiros honestos e trabalhadores?

O ambientalismo (aí incluída a questão das usinas hidrelétricas) e as políticas indigenistas são pontas de lança de movimentos estrangeiros que visam inviabilizar um progresso acelerado de países como o nosso e reservar recursos naturais para seu desfrute no futuro, em um ambiente de governança global. Marina é acusada de, conscientemente ou não, ser instrumento desses grupos.

Pretende investir em geração de energias alternativas. Sabe ela que só o fazem os países que não dispõem de rios aproveitáveis? Prega o emprego de usinas hidrelétricas a fio d´água. Será que entende que isso castra esses rios e que uma quantidade enorme de energia firme está sendo jogada fora para sempre? Quando se conscientizará que daqui a alguns anos a água doce será um dos maiores tesouros de um país? E que os reservatórios desempenham inúmeros papéis na economia e no meio ambiente, além da geração de energia propriamente dita? E que energias já propriamente chamadas de “alternativas” não satisfarão a enorme necessidade de evitar apagões no curto prazo e sustentar um crescimento decente mais além?

Demonstra aversão ao agronegócio. Mas como lidará com o fato que é ele que vem sustentando o País? Fala em tornar mais rígidos os chamados índices de produtividade, para subtrair mais terra dos “latifúndios” e dedica-las à reforma agrária. Será que ela sabe o que aconteceu  à Fazenda Itamaraty do Sr. Olacyr de Morais, o mais exitoso empreendimento agrícola do país, por anos o maior produtor de soja do mundo, e hoje transformada em terra arrasada pela reforma agrária do MST?

ENTRETANTO:

O programa de governo de Marina (http://marinasilva.org.br/programa/), lido com atenção, ainda que vago em alguns pontos, é decididamente democrático e desmonta muitas das imagens estereotipadas que seus oponentes lançam sobre ela. Sete dos dez itens (1, 3, 4, 5, 7, 8 e 9) de nossa lista de princípios a serem respeitados pelos candidatos estão plenamente contemplados pelo programa, muito particularmente no que tange à política externa livre de ideologias e à volta da economia aos três pilares que consagraram o Plano Real. O programa é contra o decreto 8.243. Em suma: A Marina, tal como descrita em seu Programa de Governo, não é bolivariana nem socialista revolucionária.

Os principais argumentos de seus adversários contra ela não se sustentam. No caso do pré-sal, ela nunca disse que não o exploraria, mas manifestou uma preocupação, que aliás é minha também, com a duração do projeto, seus riscos e seus custos para a Petrobras, exaurida pelo PT e hoje a empresa mais endividada do mundo.

A posição do Banco Central na organização do Estado é uma decisão de governo e, pelo mundo afora, existem países com banco central independente, dependente e até mesmo inexistente. O Banco Central no período Lula era completamente independente do governo e presidido por um banqueiro internacional: Henrique Meirelles.

Contrariamente ao que tenta nos fazer crer o PT, por meio de seus arautos da imprensa, a eleição de Marina desmonta, sim, a máquina petista. Serão quatro ou cinco anos fora do poder e longe do cofre. Isso será fatal para um partido que só sabe viver pela mentira, pela corrupção e pelo saque desavergonhado dos recursos da Nação. A ameaça que lhe fez o MST não só mostra que não existe a propalada ligação entre ela e aquele movimento terrorista como demonstra o desespero que já grassa nas hostes petistas com a simples perspectiva de perda das eleições.
Nas pesquisas de intenções de votos, Marina está à frente do Aécio. Mudar isso está fora de nosso alcance.

O princípio pétreo de nosso Movimento é expulsar o PT do governo, e usar o tempo de um mandato a fim de criar condições para que ele não volte nunca mais. A dinâmica das campanhas impossibilitou um contato pessoal com Aécio ou com Marina, mas a análise acima permite supor que ambos respeitarão os princípios que consideramos fundamentais para a democracia e para o progresso de nossa Pátria.

CONCLUSÃO:

A metodologia das pesquisas de intenção de votos faz com que elas não sejam 100% confiáveis (principalmente o IBOPE). Ainda que elas digam que Aécio tenha poucas chances de ir ao segundo turno, ele é nosso candidato absoluto no primeiro. Qualquer que seja o adversário de Dilma no segundo turno deverá ter nosso voto e nossa militância. Se for a Marina, embora não seja a escolha preferida, não é tão deletéria quanto querem fazer parecer seu passado e seus adversários.

Aproveitemos também para não votar e convencer o maior número possível de eleitores a não votarem em candidatos do PT, do PMDB, do PP e de outros partidos de esquerda, a fim de diminuir sua influência oportunista e mercenária no congresso.

Hoje, com mais e mais escândalos vindos à luz, percebemos que não convém que nossa luta se encerre com as eleições: é necessário fortalecer nosso Movimento, e torna-lo uma instituição poderosa (uma ONG conservadora?), capaz de perseverar e exercer a vigilância necessária e suficiente sobre os novos tempos para assegurar que jamais nosso País vivenciará de novo dias tão negros como aqueles que o PT nos proporcionou. Sem dúvida, o preço da liberdade continua sendo a eterna vigilância.

Por isso, estamos enviando este e-mail para todos nossos membros e para muitos outros cidadãos patriotas, convidando-os a que se juntem a nós nessa cruzada de homens (e mulheres) livres, sem chefes e sem subordinados, inscrevendo-se em nosso site www.monte-castelo.org *.

Por favor, continuem a difundir nosso Movimento. Precisamos alcançar um efetivo que nos torne um protagonista capaz de assegurar a defesa de nossos valores.

Recebam meu abraço fraterno.


José Gobbo Ferreira, Coronel na reserva, é Coordenador do Movimento Nacional de Ação Democrática.

5 comentários:

Rogerounielo Rounielo de França disse...

1. Essa matéria diz que a responsabilidade da bagunça em que o Brasil se transformou e apenas do PT, ponto de vista válido e respeitável.

2. Contudo, há outros pontos de vista.

3. Durante os 13 anos de Governo do PT não vi nenhum cidadão brasileiro, outros partidos políticos, outros políticos de outros partidos, empresários, empresas, entidades de classe etc. denunciarem a desarrumação, geral, do pais, que ocorreu, e continua ocorrendo, diante dos olhos de todos, e ninguém fez ou faz absolutamente nada para impedir a continuidade dessa situação catastrófica.

4. A inércia coletiva, diante dos desmandos petistas, tem várias explicações: comodismo ou descaso das das pessoas, concordância com as políticas, estar se beneficiando da situação etc. etc.

5. O fato eh que o PT eh tão responsável quanto toda a sociedade brasileira pela gestão, catastrófica, implementada pelo sistema político brasileiro, do qual o PT não eh a parte determinante do futuro, desagradável que aguarda a omissa nação brasileira, que buscará culpar, apenas, o PT, por uma situação criada por todos nos, no mínimo por omissão.

Loumari disse...

Marina alternativa?

Pelo que sei, uma cobra nasce cobra e morre cobra. BLACK MAMBA.

Kill Bill 2

http://youtu.be/QsaG8rJGlyQ

Anônimo disse...

É exatamente isso, banir o PT do governo.

Parabéns pelo texto, coronel.

manrel disse...

Não se trata de culpar um partido, mas de despertar finalmente a sociedade para o descalabro ideológico em que estamos todos sendo envolvidos com a conivência da grande massa de incautos inconsequentes e de dependentes do Estado. Se a responsabilidade é de todos, não será o PT que vai tomar as rédeas de sanar o que já está feito, alguém precisa dar um passo adiante e, obviamente, consertar a casa.

manrel disse...

Não se trata de culpar um partido, mas de despertar finalmente a sociedade para o descalabro ideológico em que estamos todos sendo envolvidos com a conivência da grande massa de incautos inconsequentes e de dependentes do Estado. Se a responsabilidade é de todos, não será o PT que vai tomar as rédeas de sanar o que já está feito, alguém precisa dar um passo adiante e, obviamente, consertar a casa.