segunda-feira, 20 de maio de 2019

Adendo ao artigo do General Marco Felício



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Ricardo Rocha Paiva

AO MAIS DO QUE OPORTUNO E PRECLARO ARTIGO DO GENERAL MARCO fELÍCIO, APENAS COMO SUGESTÃO, INVESTIR NA PROBLEMÁTICA DA DEFESA NACIONAL, COMO PRIMEIRO PASSO, PARA UMA MUDANÇA DE MENTALIDADE, SEM NENHUM APELO DE FUNDO IDELÓGICO DO TIPO PRECONIZADO POR "BRUXOS" COMO OLAVO DE CARVALHO, MAS COM VIGOROSO CHAMAMENTO AO PATRIOTISMO.

PARA TANTO:

Em uma das universidades federais, nas capitais das unidades da federação, poderiam ser ministradas palestras/exposições mensais (doze meias jornadas anualmente), em "power point", sobre assuntos militares estratégicos e geopolítica, por oficiais da reserva ou mesmo da ativa, programados de acordo com o visualizado pelo Ministério da Defesa, em ligação com o Ministério da Educação. Um pouco de vontade política para sair da "mesmice", sem muito alarde, só faria bem ao País. 

Poderiam ser três tempos, mais um de debates (uma meia jornada pela parte da manhã ou pela tarde, por mês), versando sobre: o que tem sido feito na busca do estágio de dissuasão extra regional/defesa anti acesso para minorar o sacrifício em vidas de nossa juventude militar, no caso desta ser empenhada em combate contra um inimigo mais poderoso; grandes potencias militares, oponentes em potencial; principais áreas ameaçadas.

Seriam ministrados por oficiais das três FFAA; turmas de 30/40 alunos, de preferência voluntários do primeiro ano (ainda pouco inoculados pela propaganda adversa/deletéria e mais fáceis de convencimento), que se renovariam a cada ano letivo, com direito a diploma no final do estágio. Uma visita à uma de nossas academias militares (escolhida mediante votação) seria patrocinada pelas pastas ministeriais afins no decorrer do estágio.  

Já para os alunos do Instituto Rio Branco seria prevista uma programação anual nos mesmos moldes e com o mesmo objetivo preconizado para nossas universidades, empregando-se outros oficiais. Ainda para maior intercâmbio/sintonia entre o Ministério da Defesa e o das Relações Exteriores, deveriam ser levantados os ex-militares, hoje diplomatas formados, para servirem de interlocutores entre as duas pastas.

Em suma, uma interação cerrada que incorporasse o mesmo ideário/princípio de "nação armada" de José Maria da Silva Paranhos Júnior, o insigne Barão do Rio Branco. As diretrizes para esse desiderato de genuína "ação psicológica" seriam estabelecidas, planejadas e coordenadas em conjunto pelos três ministérios.

É de se prever que, nossos capacitados instrutores, não demorariam a lograr uma motivação crescente no meio de nossa juventude universitária, máxime pela natureza palpitante dos assuntos, estes, infelizmente, muito pouco ventilados/motivados no meio estudantil de uma maneira geral, justamente pela falta de uma programação anual e de interlocutores militares.

A chance para uma mudança de mentalidade existe, todavia, que não se duvide, não será lograda com propagação "aos quatro ventos", alardes ideológicos tempestuosos ou muito "auê", aliás uma expressão que, parece, está muito em voga nos meios governamentais.

Paulo Ricardo Rocha Paiva é Coronel de Infantaria e Estado Maior na reserva.

7 comentários:

Anônimo disse...

Pois é Rocha Paiva, acabas de descrever exatamente como procederam e o que os militares pregam
para combater o inimigo comunista, qual seja, desconhecê-lo,ignorá-lo, logo desprezando, subestimando sua capacidade de ação! Se um oficial da reserva pensa assim, sobra o que??? Ao denominar Olavo de Carvalho, um grande estudioso do comunismo de "bruxo", fica assinado o atestado sobre o seu completo desconhecimento e despreparo sobre este assunto. E pelo visto este atestado de ignorância proposital ou não foi dado a outros militares que sobre o comunismo só sabem gritar em uníssono: "OLAVO ASTRÓLOGO"!!!

Q disse...

As escolas precisam ser interditadas, seus doutrinadores expulsos do país e ser iniciada uma nova era no ensino com professores realmente cristãos e do outro liberar os pais que queiram ensinar seus filhos em casa sem prejudicar eles na sua vida social e profissional futuras.

Anônimo disse...

Para o Rocha Paiva e demais militares que debocham de Olavo de Carvalho a "guerra fria" foi uma guerra que ocorreu num inverno gelado barbaridade! A comunistalha em êxtase dá o "maior apoio"! Sobre comunismo, estes militares são os maiores sabichões, pois frequentaram a escolinha do professor Raimundo!

Anônimo disse...

Se os militares MAÇONS entendem de COMUNISMO o mesmo que eles entendem de COMUNISMO, então o Brasil está salvo......da MAÇONARIA!!!

Anônimo disse...

"Os cientistas, hoje, acreditam em mais coisas das quais não têm prova nenhuma do que o homem de Neanderthal acreditava." (Olavo de Carvalho)

Anônimo disse...

Parece que o anônimo das 11:13 AM quis dizer: "Se os militares maçons entendem de maçonaria o mesmo que eles entendem de comunismo, então o Brasil está salvo... da maçonaria!"

Anônimo disse...

Corrigindo: anônimo das 12:06PM