domingo, 30 de junho de 2019

A volta da Educação Moral e Cívica


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Felix Maier

A idéia do vice-presidente Hamilton Mourão é louvável, sugerindo a volta das disciplinas Moral e Cívica nas salas de aula.

Mas há uma pergunta a ser feita: quem dará essas aulas?

Durante o governo militar, esquerdistas foram infiltrados nas escolas para fazer proselitismo comunista, não para serem professores de Moral e Cívica, como rezava o contrato que haviam assinado.

Quem disse isso foi o ex-comunista Olavo de Carvalho, que conhecia a safadeza por dentro, pois era um dos safados - felizmente convertido a tempo para ser o mais combativo escritor a escancarar o mal que o esquerdismo fez ao Brasil nos últimos 60 anos. O mesmo Olavo que, junto com companheiros do PCB, manteve jornalista em cárcere privado, para não entregar matéria no jornal, que normalmente  não era do interesse dos comunistas.

Na História Oral do Exército sobre 1964, Olavo conta em detalhe essa e outras histórias, como a de uma professora "gostosa", que ensinava de tudo nas aulas, especialmente os ganhos do socialismo no mundo, menos Moral e Cívica - frente aos arregalados olhos dos adolescentes cheios de testosterona.

Se durante a "ditadura" era assim, imagine hoje, quando muitos professores de História e de cadeiras assemelhadas foram formados em universidades com a predominância da ideologia comunista, e contratados para dar aulas até em escolas militares - o pessoal do QCO. 

Obviamente, não se pode afirmar que todos esses professores têm tendências socializantes, mas sabemos muito bem de onde vieram.

Donde se conclui que não será fácil o governo Bolsonaro trazer de volta as matérias de Moral e Cívica, porque o ambiente da academia e das escolas considera isso um retrocesso, como sendo uma invenção totalitária da "ditadura". Avanço, para a maioria dos mestres e doutores das escolas e universidades brasileiras, é condenar o capitalismo e tecer loas ao socialismo, especialmente o cubano.

Recentemente, o ex-ministro da Educação Velez Rodrigues foi criticado ferozmente por toda a mídia nacional e, finalmente, demitido porque pediu que escolas mandassem vídeos com alunos cantando o Hino Nacional. Parece piada! Isso prova em que profundidade o Brasil foi dominado pela escumalha vermelha, nem venerar a Pátria os alunos podem!

Moral e Cívica? Para que essa questão pequeno-burguesa, se os fins do imoral paraíso socialista justificam os meios mais sórdidos para alcançá-los?

Finalizando, acho que a idéia será bem-vinda se houver marcação cerrada de pais e alunos contra professores mal-intencinados, como ocorreu no passado, que se aproveitavam das aulas para lavagem cerebral de crianças e adolescentes.

É melhor fazer alguma coisa do que ficar inerte diante dessa perversão que se observa no meio estudantil, em que são frequentes danças funk imitando relação sexual, festas rave com drogas e sexo, desfiles contestatórios  de peladonas e peladões, mas que se critica o trivial canto do Hino Nacional.

Temos que fazer alguma coisa para colocar um pouco de moralidade no ambiente escolar. E que seja para já!

Félix Maier é militar reformado do Exército  (capitão).

6 comentários:

jean valente disse...

As Forças Armadas e as Polícias Militares dos Estados possuem em seus quadros muitas pessoas (professores) com talentos para ensinar aos jovens os reais valores brasileiros.
Em diálogos com professores(as) do primeiros grau de algumas regiões de um Estado do Sul do País, houve o relato de crianças do segundo ano do ensino fundamental pedirem a extensão do PROERD para suas turmas, pois também querem melhor conhecer os valores nacionais.
Nesse Estado os Colégios Militares e o PROERD administrados pela Polícia Militar possuem grande conceito entre os pais dos alunos.
Educação Moral e Cívica é uma forte maneira do formar homens livres das amarras dos vícios e das ideologias.

Anônimo disse...

Educação Moral de Cívica era um lixo. O que se ensinava era que todos estavam obrigados a pagar impostos para o governo, a cantar o hino nacional, a votar nas eleições e a prestar serviço militar. Quem faltasse com suas obrigações para com o Estado, seria severamente punido. Enquanto isso, lá fora da sala de aula, a politicalha que nos enfiava essa matéria goela abaixo, nadava em dinheiro roubado.
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O que é necessário é dar educação financeira. Assim adolescentes e jovens saberão que o Estado não produz nada e que só pode dar a alguém algo que tira de outro. E para que alguém ganhe sem trabalhar, alguém deve trabalhar sem receber.
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Só isso já seria suficiente para evitar que muitos deles aderissem a certas ideologias socializantes...

Anônimo disse...

Será mais difícil agora do que no regime militar, porque décadas de marxismo cultural fizeram os jovens entender o sentido de termos cívicos com viés esquerdista. Por isso, muito da doutrinação de professores comunistas passará despercebida dos pais, porque o mesmo termo terá um sentido para os pais e outro para os filhos, e essa discrepância sequer será discutida entre gerações. Os filhos, a partir do bombardeio ideológico, entendem como natural o sentido esquerdizado dos conceitos.

Anônimo disse...

Parabéns, capitão Félix! A coisa começa por aí! Mais sem uma ÓTIMA DIDÁTICA, DIFERENCIADA MESMO sobre estas aulas, nada feito! E esta ÓTIMA DIDÁTICA consiste em ter uma aula com o maior número de qualidades possíveis: atrativa, não cansativa, cômica,humorística, não burocrática, e até mesmo categórica debochadora das pregações culturais marxistas e outras tantas qualidades que só um artista-professor ou um professor-artista possa desempenhá-la.
Como este professor-artista é mercadoria escassa na praça, poderiam ser feitos videos seriados com um titulo para cada aula, produzidos e executados por pessoas requisitadas que tenham estas qualidades tão raras. A qualidade deste professor teria que ser enorme, pois deveria englobar alunos de várias faixas etárias. Com o endeusamento do marxismo no Brasil durante décadas, possivelmente tais potenciais professores possam ser contados nos dedos das mãos. No meu caso e a estas alturas do campeonato, tendo participado inclusive lá atrás como aluno das aulas sugeridas pelo general Mourão, asseguro que ficaram longe, muito longe das qualidades didáticas minimas necessárias para enfrentar a gravidade do quadro atual. Só conheço uma pessoa com estes pré-requisitos, é uma professora e nem é de história, é de educação fisica, é Paula Marisa, é só digitar no You Tube e conferir sua capacidade, seu desempenho em "Guevarina responde", que é uma sátira ao comunismo impagável, onde ela como "professora Guevarina" responde perguntas e tira dúvidas de "jovens alunos comunistas" de maneira humorística incomparável.
Capitão Félix, confira a capacidade desta professora Paula Marisa!

Anônimo disse...

Capitão Félix, já imaginaste um seriado com enredo bem feito e aos moldes do CHAVES para mostrar as imensas, as inigualáveis "qualidades" do comunismo aos jovens e adultos???
Podes crer que teria um efeito AVASSALADOR, DEVASTADOR, talvez até dispensasse aulas em colégios sobre o assunto comunismo. Poderia ser por exemplo o enredo de duas familias e seus filhos, uma familia comunista e a outra não comunista e seus entreveros envolvendo as relações com seus filhos, com os outros pais comunistas e entre seus filhos e demais colegas de escola e professores. Nada mais didático e ridicularizante de uma ditadura totalitária! Tal obra ou tal seriado poderia ser realizado, executado pelo ministério da educação do Bolsonaro e ser difundido em canais abertos de TV. Pensando bem no assunto, creio que falta é fazer esta sugestão ao Ministro da Educação ou ao próprio Bolsonaro, que aliás tem um comprovado carisma para lidar com crianças, que é o que teria que ter um seriado como este!

Anônimo disse...

Todo cuidado é pouco na escolha de artistas e autores para criarem obras que defendam a moral e o civismo. Autores são traiçoeiros na abordagem de um assunto, quando não têm convicção desses valores. O ditador Idi Amin Dada contratou diretor para fazer um filme laudatório a seu governo e o resultado foi a ridicularização do personagem, apenas pelo enfoque dado na montagem das cenas.