segunda-feira, 10 de junho de 2019

Campanha Internacional contra Bolsonaro



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Félix Maier

Este ano, vai ocorrer o Sínodo sobre a Amazônia, no Vaticano. Com tantos problemas internos que a Igreja Católica tem para resolver, como a pederastia de batina, que causa escândalos a todo o momento devido à molestação de meninos, o que o Papa e os bispos têm de tão importante a dizer sobre a Amazônia, senão para servir de caixa de ressonância aos ataques que o governo Bolsonaro vem sofrendo no Brasil e no exterior?

Já há campanha de supermercados na Europa, boicotando produtos agrários brasileiros por conta da dita política ambientalista do atual governo, com uso excessivo de agrotóxicos, um governo que está no poder há apenas 5 meses, mal começou, mas mesmo assim é maldosamente taxado de destruidor do meio ambiente e de ameaça às reservas indígenas.

Não por acaso, recentemente foi acionado pelas ONGs o cacique Raoni, em périplo pela Europa, dizendo que o governo Bolsonaro poderá destruir comunidades indígenas - com direito a beija-mão do Papa. Tudo muito bem articulado, como é de praxe, em se tratando das riquíssimas ONGs ambientalistas e indigenistas.

Não se iludam: a campanha internacional contra Bolsonaro vai ser feroz, como já é feroz na Europa a campanha contra produtos de Israel, em função do insolúvel problema palestino.

Félix Maier é militar reformado do Exército  (capitão).

4 comentários:

Anônimo disse...

O papa não está apenas contra o presidente Bolsonaro: sua atitude faz parte de um alinhamento mais amplo com a esquerda globalista que luta pela destruição das soberanias nacionais, internacionalizando a Amazônia. Percebe-se que as atuais iniciativas dos globalistas testam o resultado da lavagem cerebral que fizeram nas últimas décadas - o resultado mais patético é o da jovem histérica com a propaganda da mudança climática que arregimenta outros a "exigir providências" das autoridades para avançar a Agenda 2030.

Drausio Pinho disse...

Apenas para tentar esclarecer uma curiosa ligação: como se vê permanentemente na grande imprensa, notícias sobre a já redundante pederastia eclesiástica caminham lado a lado com as que denunciam o assédio praticado dentro de instituições religiosas contra menores e crianças, a repulsiva pedofilia. Haveria alguma relação objetiva não mencionada entre ambas?

Anônimo disse...

Olavo de Carvalho disse que a KGB infiltrou homossexuais nos conventos desde a década de 1930 para agora os comunistas poderem desmoralizar a Igreja, acusando-a de estimular o homossexualismo por não permitir o casamento de padres. O lobby gay não permite a discussão sobre a ligação entre homossexualismo e hebefilia. A pedofilia é encontrada em ambos os sexos e nos homossexuais e, segundo Olavo, está para ser aceita como orientação sexual. A Unesco prepara os Direitos Sexuais das Crianças e Adolescentes e com isso o pedófilo colocará a culpa do assédio na criança.

GUILHERMINA COIMBRA disse...

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Félix Maier

Este ano, vai ocorrer o Sínodo sobre a Amazônia, no Vaticano. Com tantos problemas internos que a Igreja Católica tem para resolver, como a pederastia de batina, que causa escândalos a todo o momento devido à molestação de meninos, o que o Papa e os bispos têm de tão importante a dizer sobre a Amazônia, senão para servir de caixa de ressonância aos ataques que o governo Bolsonaro vem sofrendo no Brasil e no exterior?

Já há campanha de supermercados na Europa, boicotando produtos agrários brasileiros por conta da dita política ambientalista do atual governo, com uso excessivo de agrotóxicos, um governo que está no poder há apenas 5 meses, mal começou, mas mesmo assim é maldosamente taxado de destruidor do meio ambiente e de ameaça às reservas indígenas.

Não por acaso, recentemente foi acionado pelas ONGs o cacique Raoni, em périplo pela Europa, dizendo que o governo Bolsonaro poderá destruir comunidades indígenas - com direito a beija-mão do Papa. Tudo muito bem articulado, como é de praxe, em se tratando das riquíssimas ONGs ambientalistas e indigenistas.
QUE É:
Não se iludam: a campanha internacional contra Bolsonaro vai ser feroz, como já é feroz na Europa a campanha contra produtos de Israel, em função do insolúvel problema palestino.

Félix Maier é militar reformado do Exército (capitão).

COMENTÁRIO:RIDÍCULOS, POR DEMAIS! ÓBVIOS, POR DEMAIS! INCAPAZES DE ENTENDER QUE O BRASIL SE BASTA; SE O BRASIL SE FECHAR, O BRASIL SE DESENVOLVERÁ, O BRASIL RESSURGIRÁ COMO O BRASIL ZÃO QUE É: LIVRE DE TODAS AS AMARRAS, LIBERTO DE ESTRANHOS COMPROMISSOS ASSUMIDOS, QUE O IMPEDEM DE SE DESENVOLVER. ABAIXO COMPROMISSOS INTERNACIONAIS EXECRÁVEIS! E VIVA O BRASIL INDEPENDENTE DE CAMPANHAS MALICIOSAMENTE ELABORADAS PARA DETRATÁ-LO! RESPEITAR O BRASIL É PRECISO: SE O BRASIL SE FECHAR O BRASIL SE FORTALECERÁ, PORQUE O BRASIL SE BASTA EM TODAS A ÁREAS DA ECONOMIA, SORRY, SORRY, SIRS, RESPEITAR O BRASIL É PRECISO!