domingo, 16 de junho de 2019

O Álibi da “inocência” de Adélio deve ser igual ao dos radicais de esquerda


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Com um histórico político de militância partidária de esquerda para ninguém “botar defeito”, inclusive na condição de assíduo frequentador de gabinetes de parlamentares  dessa linha ideológica - e que por sí só já teria a força necessária para desmentir completamente o respectivo laudo psiquiátrico e a sentença  prolatada com suporte  nele -  o autor da “facada” e  da tentativa de homicídio contra  o então candidato à  Presidente da República, Jair Bolsonaro, Adélio Bispo, filmado por todos os ângulos,  em  Juiz de Fora, acabou sendo absolvido pelo Juiz da 3ª Vara Federal  dessa Comarca, Bruno Savino, que – pasmem-  considerou  o réu  “inimputável por transtorno mental”.

Mas não é possível “engolir” tanto esse “laudo”, quanto a sentença respectiva . E já seria tempo da Justiça deixar de curvar-se ante todo e qualquer “laudo pericial” que se lhe apresente. As evidências são mais fortes que os laudos. No caso de Adélio, aplica-se à plenitude a concepção de que muitas vezes “se fazer de louco” é a melhor saída para enganar a Justiça.

No mínimo, a malsinada sentença absolutória da Adélio pode ser considerada não só um deboche contra a organização da Justiça, mas  também, e sobretudo, um deboche contra a própria sociedade, a sua capacidade de percepção dos acontecimentos e o seu próprio senso de justiça.

Mas considerando o precedente de Adélio Bispo, frente à agressividade sem limites de muitos políticos e militantes de esquerda, contra tudo e contra todos que não compactuam com as suas ideias e seus crimes ,começo a ter convicção que todos eles aprenderam que, em última instância, “se fazer de louco” pode ser a melhor defesa, e que provavelmente guardam algum documento psiquiátrico, assinado e sem data, atestando o próprio “transtorno mental”, para fins de, se for o caso, alegarem INIMPUTABILIDADE PENAL, no momento oportuno.

Então pelo que se observa seria a primeira vez na história da humanidade   que a harmonia, o equilibrio e a independência entre os três poderes, preconizado desde Montesquieu,estaria caminhando rumo ao fracasso,com  Dois Poderes, o Legislativo e o Judiciário, agindo em conluio para prejudicar a governabilidade do  Terceiro, o Poder Executivo.

Finalmente, a decisão do “juiz” de Juiz de Fora comprova definitivamente que a infiltração marxista na modalidade defendida por Antonio Gramsci, em todos os segmentos da sociedade, logrou êxito total também no Poder Judiciário do Brasil, não se limitando somente aos  tribunais superiores de Brasília, como  antes até poderia se imaginar. A própria Primeira Instância foi “contaminada”. O “caso” de Adélio deixou isso bem claro.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

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