quarta-feira, 26 de junho de 2019

O Honesto; as flores murchas; o vendedor de cadeira; o multiuso


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Aileda de Mattos Oliveira

Imaginemos: se um de nós, em Cuba ou na Coréia do Norte, saísse da linha condutora dos ditadores desses países, contrariando o maravilhoso regime comunista e seu exemplar programa de igualdade para todos, pelo cativeiro mental, antes que pudesse dizer “ai!”, já estaria fuzilado ou mutilado, dependendo do humor dos dois verdugos.

No Brasil, como somos mais democratas do que o significado da palavra comporta, convivemos, tranquilamente, com os traidores da Pátria. Por isso, sempre digo que vivemos na promiscuidade, que o Congresso é promíscuo, que o STF também, e que a herança familiar de alguns está igualmente incluída neste pensamento, porque há aqueles que peixinhos são, por serem filhos de grandes peixes. Grandes peixes!

O Honesto, lá no cárcere aconchegante de Curitiba, onde recebe seus convidados e dá entrevistas, porque somos democratas demais, se não fosse amigo dos vermelhos, teria sobrevivido nessas duas ditaduras citadas, com as acusações que leva nas costas e que serão sobrecarregadas por outras que ainda estão por vir?

As duas flores murchas, secas, pela ausência da cristalina água que irriga o sentimento de amor à Pátria, a deputada e a criminosa ex-“presidenta”, aquinhoada com o dinheiro do contribuinte pelo não menos inútil Lewandowski, indo, ambas, sabotar o Brasil na Rússia, porque somos democratas demais, teriam que destino nesses dois países ou na própria Rússia, atual, se fizessem lá, o que fazem aqui?
Jean Wylys, estranhíssima criatura, que vendeu a cadeira de deputado a seu suplente do mesmo tipo e, como ele, sem nenhuma envergadura, inteiramente igual, em tudo igual, porque somos democratas demais, passaria incólume, sem ser eliminado por Che Guevara?

Porque somos democratas demais, toleramos o chileno multiuso, que serve para todas as tarefas, de preferência, aquelas nas quais exala o odor das cédulas, seu perfume preferido, que enche as suas dilatadas narinas e lhe dá um ar sempre de quem acabou de almoçar. Satisfeito, arrota a sua empáfia, como bebê, após a cada mamada, mas por outros motivos.

Somente um sociólogo, isento, poderá explicar o porquê de o Brasil ter tantos adoradores do deus Dinheiro; ter tantos políticos traidores da Pátria; ter tantos políticos sem cultura; ter uma parcela considerável do povo sem desejo de melhorar o padrão de vida e preferir permanecer de mão estendida para o Estado, seu eterno provedor.

Se o sociólogo não resolver essa complexa questão, então, teremos que recorrer aos antigos documentos, até mesmo de cunho metafísico para explicar o que ocorreu com o gene do brasileiro. Eu, presidente da República, substituiria o gentílico “brasileiro”, por “brasiliano”, como deveria sempre ter sido. Garanto que, psicologicamente, tudo mudaria de figura.

E, por falar em figura, voltemos aos nossos “figuraços”, aos mandriões, que só pensam em gatunar o dinheiro do contribuinte; aos legisladores do bolso alheio para encher os seus próprios; aos estelionatários da República, vesga República lesada, porque corrompida em todas as instituições, onde nelas sempre se encontram rastros e digitais dos peritos em sonegação, em usurpação, que mostram a maneira petista de ser.

As flores secas de ruindade, que foram dançar a música do Bolshoi político, ainda vão ter o seu lugar, à sombra, junto com o Honesto, esperando a companhia do chileno. Se eu fosse presidente da República, obrigaria todos a assistir, na prisão, diariamente, ao filme laxante “Lula, o Filho do Brasil”, onde o Honesto conta a sua história de herói que deve ter feito chorarem de rir os seus amigos, Raúl Castro, Maduro e Kim Jong-un.

O novo Presidente do Conselho de Estado da República de Cuba, Miguez Diaz-Canel, pela idade, não deve ter laços tão estreitos com o enjeitado de Garanhuns, portanto, um pelourinho, com vinte lambadas diárias, durante os anos de prisão, e a Cinquenta e Um em cima, como curativo, já seriam o bastante para o ideólogo de tal miséria “artística”.

Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Acadêmica Fundadora da ABD. Membro do CEBRES e Acadêmica da AHIMTB.

Um comentário:

Anônimo disse...

Um nazista diria que o Brasil tem tantos adoradores do deus dinheiro porque foi colonizado por judeus.
O brasileiro comum parte do princípio de que não pode confiar em ninguém no mundo opaco da política e do governo; por isso não exige punição exemplar, porque estaria sendo usado como idiota pelos corruptos e ambiciosos de poder (nacionais e internacionais) que não foram pegos.
Um numerólogo afirma que nomes terminados em "ano", "eno", "ino" trazem péssima sorte.