domingo, 2 de junho de 2019

São Paulo: A Cidade Destruída


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Nunca fui saudosista. Aprecio as boas coisas do progresso.

No entanto, presenciei (e ainda o faço) a degradação daquela que foi “a cidade que mais cresce no mundo”.

São Paulo foi uma cidade colonial até por volta de 1.900. Em seguida, tornou-se uma cidade francesa. Depois virou uma cidade estadunidense. De 1975 para cá, tem se mostrado uma cidade africana.

Pichações, lixo nas ruas, odores fétidos em tal intensidade,transformaram as elegantes ruas do centro em lugares imprestáveis para um convívio civilizado.

A outrora famosa Galeria Prestes Maia está abandonada. A Praça do Patriarca foi desfigurada e a estátua de seu patrono, colocada num canto; de castigo.

Famílias que possuíam excelentes imóveis para alugar, foram arruinadas e tiveram que murar as portas de entrada de edifícios para evitar invasões.

O símbolo maior da “urbs” foi mutilada por uma ciclovia inútil que roubou parte de seu leito carroçável e põe em risco pedestres e motoristas.

Saibam amáveis leitores, que nenhuma dessas desgraças ocorreu de forma espontânea. Tudo foi planejado minuciosamente para destruir o habitat da “burguesia”; em Londres.

Uma sequência desastrosa de prefeitos idiotas, incompetentes ou mal intencionados, incentivou a decadência.

Demoliu-se o Monumento a Olavo Bilac na esquina da mesma avenida Paulista com a rua Minas Gerais. Poderá tudo ser recuperado ? Sim, pela Onça.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

9 comentários:

Anônimo disse...

Recuperado pela Onça, não, mas pela destruição do marxismo cultural que demole os valores pátrios e seus heróis. Olavo de Carvalho já mostrou que os militares são positivistas, logo, não dão importância à agenda cultural.

Anônimo disse...

Os filhos das trevas adoraram a mudança! O objetivo é esse mesmo: transformar tudo o que foi construído para ser belo e agradável, na exata visão do inferno! Estão conseguindo, porque nos fechamos em copas e entregamos as cidades aos loucos!!

Anônimo disse...

Ao passar por São Paulo, em uma rua do Brás (ou Bom Retiro); vi uns contrabandistas vendendo muamba em cindo línguas diferentes. Só não tente fazer isso falando português.

Anônimo disse...

🇧🇷 Até nossa onça foi domesticada pela dinheiro caindo todo mês na conta a onça perdeu seu patriotismo a garra e os dentes, nosso povo se encontra só lutando contra um plano planetário para desacreditar Deus é nosso Senhor Jesus Cristo, o que querem empurrar guela a baixo de nossas famílias é sodomia, pedofilia e satanismo como coisas naturais.

Anônimo disse...

Enquanto não se testemunhar a rataiada abandonando o navio, não existe a menor esperança.

Enquanto não se confirmar que Chico Buarque, Caetano Veloso e o FHC pegarem suas muambas e se exilarem em Paris, o Brasil não tem chance.

Enquanto o Adélio Bispo continuar a ser tachado de louco pela justiça, eu sei que o futuro continuará arruinado.

Enquanto eu ver gente saudando um milico em cadeira de rodas como salvador da democracia, só porquê está na cadeira de rodas, eu sei que o país vai continuar condenado.

Enquanto eu assistir ao presidente da república convidar os 3 maiores porcos que esse país já conheceu, para "tomar café da manhã" juntos, um dia após mais de 20 milhões de pessoas terem saídos as ruas para apoiar justamente esse mesmo presidente, eu reconheço que o país está derrotado.

Eu confesso: tive esperanças. E ter esperança vicia. É como uma droga. Você sempre acredita em um futuro incerto e perdido. Ter esperanças te tira o presente, te condena o passado e te rouba o futuro.

Larguei! Que se exploda esse país! As vezes a tragédia não é uma punição, mas uma lição!

Virgulino disse...

Enquanto não se testemunhar a rataiada abandonando o navio, não existe a menor esperança.

Enquanto não se confirmar que Chico Buarque, Caetano Veloso e o FHC pegarem suas muambas e se exilarem em Paris, o Brasil não tem chance.

Enquanto o Adélio Bispo continuar a ser tachado de louco pela justiça, eu sei que o futuro continuará arruinado.

Enquanto eu ver gente saudando um milico em cadeira de rodas como salvador da democracia, só porquê está na cadeira de rodas, eu sei que o país vai continuar condenado.

Enquanto eu assistir ao presidente da república convidar os 3 maiores porcos que esse país já conheceu, para "tomar café da manhã" juntos, um dia após mais de 20 milhões de pessoas terem saídos as ruas para apoiar justamente esse mesmo presidente, eu reconheço que o país está derrotado.

Eu confesso: tive esperanças. E ter esperança vicia. É como uma droga. Você sempre acredita em um futuro incerto e perdido. Ter esperanças te tira o presente, te condena o passado e te rouba o futuro.

Larguei! Que se exploda esse país! As vezes a tragédia não é uma punição, mas uma lição!

Anônimo disse...

E o Dória de olho na presidência!Não fez nada como prefeito, elegeu-se Governador graças a Bolsonaro,tentou impedir as manifestações em São Paulo,a cidade precisando de muitas reformas que até agora, pelo visto, não começaram.Alguém ainda acha que como Presidente, ele faria alguma coisa?É só dona Onça mesmo!

Anônimo disse...

E o Dória de olho na presidência!Não fez nada como prefeito, elegeu-se Governador graças a Bolsonaro,tentou impedir as manifestações em São Paulo,a cidade precisando de muitas reformas que até agora, pelo visto, não começaram.Alguém ainda acha que como Presidente, ele faria alguma coisa?É só dona Onça mesmo!

Anônimo disse...

Na democracia, o presidente não pode governar sozinho. A manifestação de 26 de maio devolveu ao presidente o poder tirado pelo vice Mourão e Sr. Santos Cruz. Com isso, o mandatário foi para o café da manhã com os representantes dos outros poderes com cacife consolidado pela reafirmação de sua representatividade popular. Ele "voltou ao jogo". É preciso ter consciência da importância da expressão do apoio popular para o presidente conseguir implemementar sua agenda de campanha, porque ele está enfrentando um inimigo multiforme em todas as áreas da vida social - política, econômica, legislativa, judicial, cultural, educacional, ética, moral, filosófica. Por esse motivo, aos apressados parece que o governo se move muito lentamente, mas ele mesmo comparou a situação à mudança de direção de um navio.