sábado, 29 de junho de 2019

Simples



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Peço licença aos amáveis leitores para tecer algumas considerações de caráter histórico.

Provavelmente a maioria lerá este artigo no dia 29 do corrente, dia de São Pedro.

Simão era pescador. Por uma série de acontecimentos, passou a seguir Jesus Cristo e deste ganhou a estima e consideração.

Chegada a hora de escolher o seu primeiro representante na Terra, o Salvador optou por aquele que passaria a se chamar Pedro.

Pedro porque seria a pedra sobre a qual foi edificada a Igreja.

Assim surgiu a primeira e mais duradoura multinacional.

A forma de governo escolhida foi a de Monarquia Vitalícia Eletiva.

As repúblicas padecem de problemas estruturais.

Um nosso amigo florentino estudou ambas as formas de governo.

Nos “Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio” deixou-nos o ensinamento de que toda república corrupta termina em principado.

Em “O Príncipe” legou-nos um job description admirável para o cargo.

A Humanidade sempre se dividiu entre egoístas e altruístas.

Basta saber se nossos generais, no momento, são do primeiro ou do segundo grupo.

Conjecturar sobre o futuro é simples. É preciso observar atentamente nossos coevos.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.



4 comentários:

Loumari disse...

Por isso que você afiou sua língua como espada assassina para assassinar o novo Pedro "No Papa Francisco", que é o Papa da Urgência, o anjo de Deus que precede o Senhor?

Anônimo disse...

Ao Blogger Loumari das...4:34 AM.

O Papa é o Bento XVI.

Loumari disse...

Como também diziam vocês brasileiros que o papa era negro? Uma nação de mais de duzentos milhões de criaturas já mortas espiritualmente. Uma verdadeira tragédia na criação humana.

jomabastos disse...

Vou lembrar a mais recente e maior responsabilidade econômica para o desenvolvimento do Mercosul e, consequentemente, do Brasil.
A União Europeia e o Mercosul fecharam, esta sexta-feira(28 JUNHO 2019), um Acordo de Associação Estratégica que criará uma das maiores áreas de comércio livre do mundo.
Será que o atual governo já sentiu o peso da responsabilidade que este tradado tem para o desenvolvimento do Brasil?

O governo brasileiro tem que assumir, o mais rapidamente possível, o dever e a obrigação deste tratado. Este acordo alcançado em Bruxelas integra um mercado de 780 milhões de habitantes com cerca de 100 mil milhões de euros em comércio bilateral de bens e de serviços.

O Bolsonaro tem que perder aceleradamente o péssimo vício de governar por Medidas Provisórias, porque este tratado tem muitos objetivos para cumprir no prazo de dois anos. E as tão necessárias e bem estruturadas Reformas Tributária, Econômica, produtiva e comercial, não podem ser elaboradas sem pleno acordo entre o Congresso e o Executivo. Para isso, há que sentar à mesa com os melhores especialistas em economia, produção, comércio e tributação do Brasil. Mas nem o governo nem o Congresso têm esses tão necessários expertos.