sexta-feira, 2 de agosto de 2019

A informação pública desonesta


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Prof. Guilhermina Coimbra

Brasileiros atentos se perguntam até serão transmitidas ignorâncias – ou notícias falsas - sobre negócios públicos da mais alta relevância para os contribuintes de direito e de fato do Brasil.

O setor elétrico - estratégico em todos os Estados do mundo – é mais do que estratégico no Brasil, pois, é  de segurança do suprimento de uma  população de mais de 200 milhões de habitantes.
As informações são controvertidas. E o Presidente da República se cala.

Afirmam que FURNAS - Sistema da Holding ELETROBRÁS - precisa de dinheiro, embora já tenha demonstrado que a empresa apresentou lucro de mais de 13 bilhões de reais  em 2018.

Em seguida, afirmam que a ELETROBRÁS é deficitária e irrecuperável.

É interesse publico da população brasileira conhecer os argumentos tanto daqueles que dizem, quanto daqueles que desdizem, em demonstração explícita de desprezo pelo conhecimento científico ao transmitir conhecimento oportunista.

A população brasileira aguarda uma explicação convincente sobre o setor elétrico do país que justifique a mudança da intenção  correta de Presidente que governa um Estado como o  Brasil.

A população brasileira atenta não consegue mais disfarçar as desconfianças que tais mudanças de planos  despertam.

Sem tais explicações desde já a população aguarda que sejam pedidas aberturas judiciais de contas bancárias de todos os envolvidos.

E não é somente a população brasileira atenta aos negócios públicos que estranham muito, não.

Mas, também - e principalmente -  os Embaixadores representando Estados estrangeiros com os quais o Brasil negocia.

As especulações não são nada abonadores para os negociadores do Governo Federal do Brasil.   

O Presidente do Brasil, quando candidato, garantiu que o Setor Elétrico do Brasil era estratégico – repetindo o óbvio – razão ela qual não ...“passava por sua cabeça privatizá-lo”..., e citando expressamente  FURNAS, os contribuintes de direito e de fato do Brasil aguardam explicações convincentes sobre as razões que fizeram o Presidente do Brasil mudar de ideia.

Fora grupos, grupinhos e grupelhos de espertalhões preparando-se para fazer grandes negócios,  grandes negociatas com o setor elétrico do Brasil – confiando na ignorância da população brasileira.

Que os negócios públicos dos quais se trata sejam feitos às claras, em consonância com as expectativas dos contribuintes de direito e de fato do Brasil.

O Brasil merece respeito.

Guilhermina Coimbra é Professora. Curriculo Lattes ; UFRRJ; IAB Nacional; International Nuclear Law Association/INLA; Federação Interamericana de Advogados/FIA.

5 comentários:

Loumari disse...

O presidente messias bolsobesta não mente. É o homem mais honesto que foi gerado no Brasil.

Anônimo disse...

Não mesmo. O Serumano mais honesto que já pisou estas terras está em Curitiba. Este post é verdadeiro

Anônimo disse...

Extra:

Maria louca ataca novamente o presidente brasileiro. Cale a boca Maria Louca!

Mauro Moreira disse...

Privatização já, de todas as sinecuras do Brasil: Petrobras, Eletrobras, Correios, Caixa e quaisquer outros antros de sugadores do meu sangue e do sangue dos brasileiros decentes.

Anônimo disse...

"Guilhermina Coimbra é Professora. Curriculo Lattes ; UFRRJ; IAB Nacional; International Nuclear Law Association/INLA; Federação Interamericana de Advogados/FIA."
Que curriculum maravilhoso. Em 1968, meu avó já sabia, que se você ligar um cata-vento simples a um dínamo de fusca (tô falando de coisa antiga, de analfabeto), e ligar a uma bateria antiga (não precisa ser nenhum alternador ou tecnologia atual, desenvolvida por essa senhora estudada), vai gerar energia para iluminar a rua inteira.