segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Sobe a Vaidade



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Conta a lenda que Arístipo de Cirene (435-356 a.C.), filósofo grego e discípulo de Sócrates, querendo demonstrar sabedoria e humildade, vestiu-se com uma velha túnica cheia de remendos e buracos; empunhou, com a destra, o bastão da filosofia e se foi pelas ruas de Atenas... Dizem que Sócrates o viu e exclamou com grande voz: “Ó Arístipo, vê-se tua vaidade através dos buracos da sua túnica! “

Quem quiser dedicar-se à política deve primeiro estudar o bicho humano.

Animal frágil, necessita de cuidados e vigilância adulta até, pelo menos, os sete anos de idade.

A natureza fê-lo extremamente egoísta por necessidade.

As fêmeas são também imediatistas. Tudo para proteger a prole.

Já vem impressa, no sistema operacional (que chamamos cérebro), a capacidade da dissimulação, da imitação e a curiosidade.

As virtudes cívicas são quase todas adquiridas mais tarde.

A fé, a honra e a ética não são alcançadas por todos.

O que nos diferencia dos outros animais são o humor e a vaidade.

A vaidade é fruto da angústia e necessidade exibicionista.

Na Bíblia, diz o Eclesiastes: “Vaidade das vaidades, Tudo é vaidade!”

Já o humor é um dom divino para auxiliar e tornar palatável a humildade e a verdadeira autocrítica.

O patriotismo é um sentimento de gratidão aos antepassados que lutaram para defender seu território e deixá-lo melhor para as futuras gerações.

Do ano de 1.500 até hoje, já nasceram no Brasil cerca de vinte gerações.

Devemos agradecer a Deus, todos os dias, a bênção de sermos brasileiros.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Anônimo disse...

Otimo artigo!

O FEITOR GERAL DA REPÚBLICA
João Eichbaum
Alexandre de Moraes, ministro do STF, ultrapassou todos os limites de tolerância permitidos, à conta da falibilidade humana. Impedido e com a bola na mão, saiu com ela pela linha de fundo e ainda bateu o escanteio. Nada de anormal, para quem desconhece lições básicas do Direito Romano: “ne procedat judex ex officio”. Traduzido para doutores que não conhecem latim, isso quer dizer: não se meta o juiz, onde não for chamado.
Mais. Aqui:
http://joaoeichbaum.blogspot.com/

Anônimo disse...

Nestes novos desafios e tempos de tecnologia deixo aqui ao mestre Mantiqueira o meu "like" obrigado pelo artigo!