domingo, 1 de setembro de 2019

House of Mother Joane


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Penso que todos meus amáveis leitores conhecem o provérbio: “A correia sai do couro”.

Pois é; o “marido” da correia é o Correio. De quem uns ladrões, nomeados dirigentes pelos desgovernos anteriores, arrancaram-lhe o couro.

Alguns de seus funcionários, por indignação ou sabotagem ao novo governo, fazem de tudo para se vingar de alguém, no caso, de nós usuários de seus serviços.

Alguns de nós, lesados, com raiva, vingam-se, apoiando a privatização. Nem com o monopólio, a empresa conseguiu ser lucrativa.

É verdade que enviar cartas caiu em desuso com o advento dos e-mails.

Mas os pacotes de objetos comprados pela internet tendem a aumentar.

Pior é quando a encomenda vem do exterior. Em desespero, o Correio “inventou” uma sobretaxa de entrega dentro do país. NÃO avisa a “vítima” que espera por sua compra, nem lhe envia um boleto de cobrança.

Muitas vezes as mercadorias se perdem nos armazenamentos precários ou são devolvidas ao vendedor no exterior, que fica atônito.

Esse quadro é anterior à eleição do Mito. Mas muitos esquerdistas ainda dentro da instituição postal, botam a culpa no Presidente.

Pessoalmente sou CONTRA a privatização de um serviço essencial à população.

O nefasto “mágico” que tem levado no bico nosso amado capitão esconde-lhe o fracasso que foi a privatização do Correio Argentino;

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Um comentário:

Mauro Moreira disse...

Sr. Carlos Mauricio Mantiqueira, leio-o todos os dias. Respeito sua contrariedade à privatização dos dinossauros brasileiros. Mas justificar sua contrariedade a uma possível privatização dessa estrovenga chamada Correios, supondo que fracassaria como ocorreu com a privatização da empresa similar argentina? Fala sério!? Comparar-nos com a Argentina? O efeito Orloff tão temido, jamais aconteceu. É verdade que somos bem ruinzinhos, mas jamais seremos tão ruins quanto os hermanos. Quanto às privatizações, que se privatize tudo, tudo!