terça-feira, 24 de setembro de 2019

O recado de Bolsonaro na ONU



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Curto e grosso. Direto e objetivo. O Brasil tem de dizer, e depois comprovar com atitudes governamentais, que 73% da Amazônia é território soberano dos brasileiros. Este é o recado básico que o Presidente Jair Bolsonaro tem de apresentar na abertura de mais uma Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas. A torcida patriótica é que a missão seja cumprida “direitinha” (sem trocadilho).

É fundamental proclamar a verdade de que a área de floresta é “conservada” pelo Brasil. Temos de enfrentar a mentira globalista que insiste em vender a imagem contrária. As Forças Armadas do Brasil, por tradição histórica, defendem, protegem e conservam a Amazônia e seus biomas. É picaretagem dos donos do mundo defender a “internacionalização” amazônica. O Brasil só tem melhorar a ocupação do território e qualificar a exploração racional – e por que não “ecológica” dos recursos naturais.

No mais, Bolsonaro tem deixar claro ao resto do Planeta que o Brasil entra em fase irreversível de processo de mudança. É importante desmanchar a imagem de “nazista” que foi inventada na campanha eleitoral passada. Se bobear, Bolsonaro até deveria abrir a camisa do terno e mostrar, para o mundo, que foi vítima de uma covarde facada que só não o matou por milagre e extrema competência dos médicos da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora e do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. O atentado, sim, foi um ato de intolerância nazifascista de um radicalóide esquerdista.

Enfim, Bolsoanro tem de reafirmar que o Brasil tem compromisso não só com a Amazônia. Mas também vai trabalhar pela democratização verdadeira do País. Vai tomar atitudes concretas para combater a corrupção – que é um instrumento usado pelos agentes do Poder Real Mundial para impedir o crescimento e o desenvolvimento do Brasil. Tudo é dificultado pelo pacto de mediocridade e bandidagem da esquerdalha tupiniquim com os canalhas do regime globalitarista.

Tudo que Bolsonaro disser além desse básico já será lucro absoluto. E se ele não tiver como ter são sincero na ONU, que tenha capacidade de suportar a pressão legítima da maioria do povo brasileiro que exige reformas estruturantes e para mudanças estruturais.

No mais, vamos aturar as tretas ambientalistas das Gretas sem garbo... O resto é conversa  fiada de ecochato ou ecocanalha...





Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 24 de Setembro de 2019.

4 comentários:

CRISTÃO INDIGNADO disse...

Vamos brasileiros, todos juntos em torno do nosso grande líder, defender a Amazônia na ONU! (SARCASMO)

Bolsonaro e a menina norueguesa, aquela idiota útil do George Soros, vão defender a agenda eco-fascista na ONU. Tudo distração! Simultaneamente, o Brasil está em processo de liquidação total pelos “ultra-liberais”; mas isso não é digno de virar notícia na mídia fake news.

Qual soberania Amazônica o “mito” vai defender? Não existe soberania na Amazônia a tempos, os gringos levam tudo de que precisam: biodiversidade, minérios, terras agricultáveis, madeiras, etc. A máquina de guerra dos EUA e OTAN está muito estendida, mais de mil bases mundo afora, mal suportam a campanha do Afeganistão e da Síria, e a bola da vez agora é o Irã, nação realmente soberana.

Não existe ameaça militar nenhuma, a única ameaça existente é de uma campanha militar na Venezuela pra servir de bucha de canhão dos EUA! Me parece que nessa aventura o EB não se dispos a embarcar. Uma invasão convencional da Amazônia nos faria o favor de acordar a onça preguiçosa, algo que não interessa aos Globalistas. Nosso Exército tem a cabeça no século passado, só reage após uma invasão uniformizada, mesmo assim aguardaria uma declaração formal de guerra, algo inexistente no século XXI. Serve também pra combater mequetrefes de chinela havaiana nos morros cariocas e controlar greve de caminhoneiros.

O Brasil não tem soberania política desde 1889 (exceção para os breves anos de Getúlio), falar em soberania da Amazônia é uma falácia. Não importa em quem votamos nas urnas eletrônicas de contagem inauditável, banqueiros e seus minions são sempre os “eleitos”. Assim como a Dilma, Bolsonaro já demonstrou não estar à altura do cargo que ocupa.

Vanderlei Lux disse...

O que realmente Bolsonaro foi fazer na 'ONU', pelamordeDEUS?

Um estimado amigo matou a charada: - "Bolsonaro foi lá, diante dos atuais donos do mundo, se desculpar por ter sido eleito presidente do Brasil".

Ao mesmo tempo que Bolsonaro se ajoelha diante de 'bispos' evangélicos e globalistas melancias, a tal 'Greta Thunberg', a nova 'Greta Garbo' do teatrinho ambientalista, a menina que o mundo 'destruiu os sonhos', é desmascarada, como é o óbvio na vida de qualquer esquerdista.

Pra quem não conhece, Greta Thunberg é a menina que comoveu o mundo depois de se manifestar diante da Câmara Municipal de Estocolmo em protesto contra as alterações climáticas e agora discursa na ONU, babando de ódio e olhares de fogo, para os malvados capitalistas poluidores que 'destruíram os sonhos' da jovem sueca.

Depois de ter cruzado o Oceano Atlântico a bordo de um veleiro - de forma a não deixar rasto de carbono - que durou 14 dias, para participar na cimeira da ONU sobre as alterações climáticas, Greta Thunberg está agora a ser apontada por ocultar toda a verdade sobre o lucro que ela e a sua família auferem por parte de empresas com interesses econômicos.

De acordo com a imprensa internacional, estão a ser reveladas ligações entre a campanha ambiental de Greta com um complexo sistema de multinacionais ecológicas, liderado pelo magnata sueco Ingmar Rentzhog. Como sempre, nada na vida teatral dos esquerdistas escapa de ter nos bastidores os mais pífios e óbvios roteiros. Para quem não sabe Ingmar Rentzhog é presidente do 'Think Tank' (laboratório de idéias e pesquisas), do qual são membros os políticos social-democratas suecos, aos executivos de grandes empresas de energia do país.

Rentzhog encarregou-se de colocar em marcha um plano através da plataforma 'We Don’t Have Time'. O magnata sueco conhecia bem o terreno, uma vez que esteve dedicado, durante anos, ao movimento 'Climate Reality Project', de Al Gore, e 'mexia-se' bem nos cenários mediáticos.

Depois de ter passado pela organização de Al Gore, Rentzhog trabalhou para empresas energéticas do lóbi ecologista com interesse nas renováveis e geriu importantes fundos de investimento — tal como a Laika Consulting e a gigante imobiliária Svenska Bostadsfonden — tudo empresas com lemas rigorosos contra os combustíveis fósseis. Atualmente, Rentzhog está à frente da Global Utmaning, fundada pela ex-ministra Kristina Persson e administrada pelos empresários mais influentes da Suécia.

Enquanto uma multidão recebia Greta entre aplausos numa pequena marina no sul de Manhattan, nas redes sociais havia protestos sobre a utilização do tal veleiro, que é propriedade de Pierre Casiraghi, filho da princesa de Mónaco, cuja Casa Real não se carateriza precisamente pela luta contra as alterações climáticas.

Foram surgindo outros nomes ligados às atividades de Greta através do Global Challenge: David Olson (parceiro inseparável da Rentzhog), Anders Wijkman (ex-presidente do clube de futebol AS Roma), Petter Skogar (diretor de uma das principais organizações de negócios da Suécia) e Catharina Nystedt Ringborg (diretora executiva do setor de energia).

São estes os nomes que caminham lado a lado de Greta, a menina que quer mudar o mundo.

Como se vê, o fenômeno climático/esquerdista no mundo tem nome e sobrenome. É um nome antigo. Começa com "Poder" e termina com "Dinheiro". A histeria esquerdista sobre 'clima' nada mais é do que o interesse de empresas de 'energias limpa' contra empresas de 'energias sujas'. O irônico é o modo com o qual ambas lutam umas contra as outras: das maneiras mais sujas e inimagináveis possíveis.

Anônimo disse...

Pra quem achava que o Bolsonaro iria mudar o Brasil (somente). Agora o Bolsonaro é inspiração para o mundo todo; os chineses querem democracia, os russos querem candidaturas avulsas (sem partidos). http://aluizioamorim.blogspot.com/2019/09/em-extraordinario-discurso-perante.html

Anônimo disse...

Não adiantaria o presidente Bolsonaro mostrar a cicatriz das cirurgias, como já fez algumas vezes, porque a esquerda espalha que ela seria de intervenções em um câncer no estômago.