sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Quem não se comunica se estrumbica


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira
Prefiro a forma estrumbica.

Um ilustre professor recém defenestrado, cometeu um imperdoável erro de comunicação.

Em lugar de dizer que seriam extintos quase cem impostos (e obrigações burocráticas acessórias) substituídos pelo Imposto Justo (quase único) que incidentalmente usaria os mesmos softwares da antiga CPMF.

Não; deixou circular a interpretação de que seria recriada a CPMF , SEM A EXTINÇÃO DOS IMPOSTOS RETRÓGADOS QUE INIBEM A ATIVIDADE EMPRESARIAL, com fiscalizações férreas e punições medievais.

As notícias mal divulgadas e explicadas foram pasto para a imprensa canalha, dos barões do serviço público e dos agentes tributários que iriam perder seu imenso poder intimidatório ( talvez de chantagear os “pobres” empresários).

Adotado fosse o Imposto Justo, o Brasil entraria num círculo virtuoso.

O novo lema seria: “Ganhem o quanto puderem, sem peias, e paguem automaticamente uma pequena contribuição”.

A “elite” da Receita Federal seria transferida para fiscalizar o comércio exterior, evitando o subfaturamento ou superfaturamento de mercadorias. Deixariam de aterrorizar os contribuintes do Imposto Sobre a Renda (então extinto) .

Onde estavam suas senhorias quando não identificaram vertiginosos acréscimos patrimoniais de políticos corruptos e seus parentes ?

O nosso querido Mito errou ao satanizar os softwares da antiga CPMF.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Anônimo disse...

Erro de assessoria não teria informado o presidente sobre essa distinção?


"A Floresta Amazônica está intacta. (...) As queimadas acontecem na área da Amazônia Legal, uma denominação meramente política, que buscou acomodar outras áreas que pudessem se beneficiar de incentivos fiscais."

PUB-201, Floresta Amazônica (Enio Fontenelle)
https://www.youtube.com/watch?v=iEhL4kYP6x4

Anônimo disse...

"Secretária Nacional de Saúde Indígena é índia waiapi do Amapá e a primeira mulher indígena a integrar as Forças Armadas.
Tentativa de criar histeria coletiva, não só nacional, mas internacional. (...) Há ONGs catalogando material genético da biodiversidade local e material de minérios (ouro, diamante), inclusive usando índios para fazer essas marcações em determinadas áreas por geo-referenciamento; usam esses dados de acesso exclusivo delas e de outras organizações, porque é um território em que a informação para os índios (mantidos segregados) e a fiscalização não entram. (...) Em vídeo antigo, João Pedro Stédile disse que empresa norueguesa de energia no Brasil pagava advogados do MST. (...) Índios nos EUA produzem cigarro caríssimo (American Spirit), famoso por não usar conservantes. (...) O discurso de que o índio deve preservar seus costumes e identidade étnica esquece que todos traímos nossos antepassados quando descobrimos o fogo ou quando deixamos de usar peles para usar roupas tecidas com algodão. (...) Há movimentos que querem proibir os indígenas de plantar arroz, soja, milho, verduras para vender, mas há outro movimento que quer facilitar o plantio de maconha em terras indígenas, para usar o discurso de que a maconha é natural de terras indígenas. NÃO É. Índios são induzidos a acreditar que só podem plantar maconha em suas terras. Existem estados no Nordeste em que aldeias indígenas plantam livremente maconha porque não podem plantar outra cultura para vender."

Entrevista exclusiva com Sílvia Waiapi (Terça Livre TV/Boletim da Noite)
https://www.youtube.com/watch?v=CjKRjxKNCgA